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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Hegemonia? Bicampeonato (três Ligas em 5 anos anos) e acima de tudo uma superação que há muito não se assistia em Alvalade, uma nova realidade competitiva, de exigência, união, profissionalismo, capacidade de sacrifício, coragem e ousadia que ajudaram a superar múltiplos momentos deveras adversos, após a herança positiva deixada por Rúben Amorim e bem péssima de João Pereira, passando por um tsunami de lesões que arrasaram a equipa e o próprio ânimo, mas que Rui Borges contra tudo e contra todos a agarrou, conseguindo levá-la a bom porto, ao porto do triunfo e da glória.

NOTA 6 para todos os que participaram directa e indirectamente, com mais ou menos foco, para espectacular sucesso, com o DESTAQUE para a equipa que nos momentos cruciais não vacilou, não deu chance aos seus adversários, obtendo mais pontos, sendo o melhor ataque, a defesa menos batida e ainda com o seu artilheiro Viktor Gyokeres a ser o melhor marcador da Liga a larga distancia, dobrando o segundo classificado, com uns incríveis 39 golos que ficarão gravados a ouro nas páginas da história do Sporting Clube de Portugal.
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