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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Um caso muito inédito hoje em dia num Sporting CP usualmente bem blindado, mas há sempre uma "ovelha ranhosa" mesmo quando se pensa que se está entre amigos.
Nós sabemos que quem eventualmente vai decidir o embate são os jogadores dentro das quatro linhas, mas quem passou cá para fora as palavras do presidente Frederico Varandas proferidas num jantar privado com a equipa leonina, deve ser severamente repreendido.
Esse alguém, não só se deu ao trabalho de gravar o discurso do presidente no telemóvel, como também fez prontamente chegar a gravação à comunicação social.
Inevitável o aproveitamento que já se verifica de "gritos de guerra" internos, divulgação esta que surge em todas as capas dos jornais e que só serve para motivar o adversário.
Comentário de Bernardo Ribeiro, em Record:
"Varandas entre leões pensava que estava entre amigos. Azar, hoje em dia há sempre um parvalhão a gravar no telemóvel. Este prestou um bom serviço ao FC Porto".
Nuno Lobo, antigo candidato à presidência do FC das Antas, recorreu às redes sociais:
"Sei que Sérgio Conceição fará passar esta triste mensagem deste aberrante incendiário aos jogadores do FC Porto. Um néscio será sempre um néscio".
Inteligentes foram Pote e Nuno Santos que na Rádio Renascença minimizaram a questão:
"O presidente estava a puxar para o lado dele. Foi um jantar privado, tentou passar a imagem daquilo que gostava que acontecesse. No futebol é mesmo assim. Há coisas que se dizem nesses jantares e que é normal ficar. O presidente não disse por mal, mas [o vídeo] passar foi um erro. No balneário do FC Porto devem dizer o mesmo".
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