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Realismo

Rui Gomes, em 29.04.18

 

FC Porto e Sporting foram eliminados da UEFA por potenciais vencedores das prova. Não podiam fazer mais.

 

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A primeira parte da ronda que conduzirá as finais das provas da UEFA acabará por ser, e bem, capitalizada por dois emblemas portugueses. O Liverpool, putativo finalista e candidato muito sério a vencer a Champions, deixou pelo caminho o FC Porto como todos os outros que se lhe atravessaram pela frente. Depois do que se viu nos nos quartos de final e nas meias-finais, os 0-5 do Dragão (número final da eliminatória) mudaram de significado, tornaram-se toleráveis, tal tem sido a torrente de futebol exibida pelos reds. O riquíssimo e poderoso Manchester City foi eliminado com 5-1 no agregado, o Roma esteve a perder 5-0 e acabou por sair vivo (5-2) de Anfield devido a excesso de confiança. Ou seja, o problema do FC Porto (em princípio será eliminado pelo segundo ano por um finalista) para não avançar para além dos "oitavos" chamou-se sorteio. Má sorte!

 

Também o Sporting acaba por estar legitimado a lamentar o desígnio das bolinhas de Nyon. O Atlético de Madrid demonstrou outra vez, ser o principal candidato a vencer a Liga Europa e até agora ninguém causou tanto dano aos espanhóis como os leões. Mesmo jogando com dez durante mais de 80 minutos em casa do Arsenal, o Atlético sofreu menos do que em Alvalade, onde chegou a ganhar por 2-0.

 

Chegados aqui, independentemente dos penachos que cada um possa reclamar para o respectivo chapéu, é importante perceber que no quadro actual é muito difícil aos clubes portugueses discutirem o primeiro mundo. Chegar onde chegaram FC Porto e Sporting foi bom. A ambição é necessária e bem-vinda, o realismo também. Não temos um futebol de segunda divisão europeia, mas somos claramente da segunda metade da primeira divisão e só uma conjugação de factores permitirá dar um passo maior do que a perna sem cair.

 

Carlos Machado, jornal O Jogo

 

publicado às 05:36

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