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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Entre outras considerações, Frederico Varandas, presidente do Sporting, afirmara que a violência no desporto é um problema da sociedade portuguesa.
Eis a resposta de João Paulo Rebelo, secretário de Estado da Juventude e Desporto:
"..... Compreendo alguma insatisfação do presidente do Sporting, mas insatisfação relativamente ao que são os comportamentos de alguns dos supostos adeptos do seu clube, mas essas são matérias do foro interno dos próprios clubes".
"Compreendo alguma insastifação"... surpresa? Nem é preciso ser muito cínico para dizer que pouco mais se esperava da parte de um governante que não se presta a assumir a sua responsabilidade para com a sociedade portuguesa.
Perante o muito que se verifica no futebol português, e não apenas o caso de Alcochete, o governo assobia para o lado e finge que nada se passa.
Para complementar a análise ao caso, aproveito a parte relevante do comentário do nosso leitor Rumo Certo - Ventos Favoráveis no post do meu colega Nação Valente:
"(...) Parece evidente que o assunto incomoda o poder político, e por isso mesmo, é aos olhos do cidadão comum, incompreensível, lamentável e não admissível, essa ausência e alheamento por parte de quem tem o dever e obrigação de zelar pela segurança das pessoas, das instituições, dos seus bens e património de todos. O assunto é muito sério e altamente perigoso, sobejamente visto e recorrentemente solicitado para resolução, uma vez que extravasa a competência e capacidade de intervenção dos clubes.
Não é preciso inventar fórmulas complexas ou rebuscar/elaborar legislação, mas sim aplicar a Ordem e a Lei, copiando se necessário for, o que noutras latitudes resultou em pleno. Apenas é necessária Vontade, Coragem e Imparcialidade".
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