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Resumo do último dia do mercado

Rui Gomes, em 01.09.18

 

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Quem esperava contratações sonantes no último dia do mercado de transferências, terá ficado desapontado. Pelos vistos, todas as tentativas para garantir mais um ponta de lança, foram em vão. Consequência, inevitável, de quem anda às compras com uma carteira modestamente recheada.

 

Não chegou um único reforço, mas verificaram-se algumas saídas, fundamentalmente de excedentários, salvo porventura no caso de Matheus Pereira:

 

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Carlos Mané acabou por não sair, apesar das notícias que surgiram durante o dia a indicar o seu regresso ao Estugarda. Não é claro, no entanto, se ficou por opção técnica de José Peseiro ou se não o conseguiram colocar.

 

Nada resultou dos rumores sobre o interesse do AEK Atenas em Misic e do Nantes em Petrovic.

 

publicado às 02:31

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9 comentários

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De R. Ribeiro a 01.09.2018 às 10:23

Quer-me parecer que temos um plantel muito curto, principalmente em qualidade, para atacarmos as duas principais competições no caminho do Sporting, campeonato e Europa. No entanto, o contrário também foi verdade e apenas arrecadámos o prémio mais pequeno da temporada, onde "tivemos quem quisemos" e de nada nos valeu... Será que este ano é ao contrário e vamos ser muito felizes? Vamos a ver.
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De R. Ribeiro a 01.09.2018 às 10:28

O caso Matheus P. é deveras grave relativamente à formação do Sporting. Andamos nós a tentar ir buscar avançados com um em casa e com qualidade... Este é despachado porque entrou em quesílias com o treinador (e não duvidem que foi unicamente por isso). Entra em quesílias com o treinador porque algo está mesmo muito mal e podre na formação de homens nos escalões inferiores do Sporting...

A Academia Sporting está rapidamente a perder o estatuto de que já gozou em tempos idos e, se perdemos também a formação, mais vale fechar as portas porque não andamos aqui a fazer nada... É para mim uma imensa frustração ver os nossos jovens a irem para outros clubes e darem alegria aos adeptos dos outros e nós a contratar coxos e flops por milhões e a não conseguirmos a nossa felicidade. Já chega disto!!!
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De Rui Gomes a 01.09.2018 às 13:09

Concordamos que o todo da Academia exige reestruturação, mas tendo em conta a indústria que o futebol é hoje, fazer homens de todos não é matéria fácil.

Cada caso é um caso. Se rever o passado, verificará que CR7 e Quaresma, por exemplo, também tiveram os seus problemas na formação.

Matheus Pereira tem personalide própria e eu diria que a sua conduta tem muito a ver com as suas origens, onde estes comportamentos são comuns.
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De Pepeu a 01.09.2018 às 11:14

O Sporting bateu no fundo no que à qualidade do seu plantel e à capacidade de intervenção no mercado diz respeito. Ainda acrescento o facto de termos deixado de ser um clube de referencia e acolhedor para que alguém em processo de formação e evolução se sinta motivado no clube.
Bruno de Carvalho tem muita responsabilidade no desenvolvimento do actual percurso do futebol deste clube mas não é o único.
Dadas as circunstâncias absolutamente extraordinárias da vida deste Sporting, foi necessário recorrer a uma equipa de dirigentes que não demonstram qualidade suficiente para dirigir um clube desta dimensão.
De resto, Sousa Cintra, agora presidente da SAD já havia provado a sua incapacidade enquanto presidente do clube no passado.
Este Sporting precisa urgentemente de uma remodelação de quadros a todos os níveis dirigentes, técnicos e administrativos, sob pena de não passar de ser esta instituição completamente amadora em que se tornou e que faz dela refém quase 100 mil associados.
Têm a palavra esses mesmos no próximo dia 8 de Setembro e é meu desejo que consigamos nos livrar deste pesadelo em que figuras como Carvalho, Marta Soares, Torres Pereira ou Sousa Cintra nos lançaram.
Espero sinceramente, sem saber minimamente a quem confiar o meu voto neste momento que quem venha possa ser alguém que represente amor e paixão pelo Sporting mas aliada a uma imensa vontade de trabalhar e com os meios necessários para o fazer, seja através dos recursos humanos, seja pela capacidade para angariar os meios essenciais financeiros para crescermos.
Este Sporting no presente a continuar assim definhará até à sua inexistência.
Como foi possível chegar onde chegámos? Pergunta-se...
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De Rui Gomes a 01.09.2018 às 13:03

Torres Pereira e Sousa Cintra contribuiram para esta "pesadelo" ???

A sério?... Creio que a vasta maioria de sportinguistas diria que estão a fazer um bom trabalho em circunstâncias muito difíceis.
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De Pepeu a 01.09.2018 às 14:46

Não sei o que a vasta maioria dos adeptos julga sobre o trabalho deles.
Acredito, isso sim, que tal trabalho só pode ser julgado após os resultados do mesmo.
E aí, caso tal resultado seja insuficiente, julgo que já não haverá vasta maioria de adeptos do lado de quem o fez ou construiu.
Os discursos frontais de Torres Pereira ou os optimistas de Sousa Cintra não me dizem absolutamente nada.
Têm o condão de pretender acalmar as hostes, eu sei, mas existe uma leitura a fazer por detrás desses discursos.
O Sporting é um clube dinâmico e ansioso por diversas razões.
Quando se entendeu fazer-se esta transição pretendia-se dotá-lo de recursos através de medidas possíveis e sensatas.
Aquilo que se adivinha é um clube com uma equipa incapaz de poder ambicionar mais do que um terceiro lugar e uma actuação sofrível nas competições europeias esta época com todas as repercussões que daí advêm par o futuro próximo.
Se se pretendia alguém capaz de ter coragem para assumir a equipa como técnico não se podia ir buscar quem repudia a criatividade e irreverência típica dos jogadores jovens.
Peseiro, treinador sem currículo algum, é a antítese daquilo que este clube necessitava e em devido tempo o provará.
Um plantel muito mal construído por diversas razões deveria no mínimo assegurar os recursos disponíveis e não simplesmente dispensa-los.
Sobra um entulho incalculável de jogadores sem qualidade nem mercado, mantidos por um técnico que não consegue distinguir um boi dum touro por muito ribatejano que se orgulhe de ser... quanto mais jogadores de qualidade.
A situação financeira já se percebeu que é mesmo grave e sem resolução à vista mas acreditava-se haver imaginação ao menos para ir-se um pouco mais além.
Mas entraves habituais só próprios deste clube esfrangalhado permitiram que não se pudesse fazer mais e melhor com menos.
Quer um exemplo disto?
Coentrão que se percebia que acabaria sem clube acaba de declarar não ter tido nenhuma proposta para regressar ao Sporting.
Tem alguma dúvida sobre quem foi que travou a entrada dele de volta ao clube?
Isto de se ter treinadores que não podem brilhar menos que os jogadores que lidera da nestas asneiradas constantes.
Há 13 anos vimos disto até à exaustão ao ponto de chegarmos a ter uma boa parte do plantel a recusar-se a jogar o final da temporada por divergências com o técnico.
Mas como este clube não tem memória...
Vamos em Agosto. Daqui a uns tempos falamos sobre isto outra vez!
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De Naçao Valente a 01.09.2018 às 17:01

Caro Pepeu,

Permita-me discordar. Estamos perante uma situação excepcional e não perante uma situação de normalidade.
Esta Comissão recebeu da Mesa da AG um mandato, reduzido, para gerir o clube até à realização de eleições, e fê-lo com espírito de missão, ao serviço do clube. Não sei se seria possível ser outra, mas foi a que foi a disponível num período muito difícil.
A troco de apenas trabalho, conseguiu estabilizar o clube, recuperou jogadores "perdidos", manteve-se firme nas negociações com os que preferiram rescindir. Não sabemos como o processo vai terminar, mas resistiu vender ao desbarato. Com poucos recursos financeiros, pagou dívidas urgentes e procurou trazer alguns reforços. Em apenas dois meses, conseguiu arrumar, no essencial a casa. Por isso, a sua crítica, parece-me excessiva e despropositava. Na parte que me toca, esta Comissão, apenas pelo facto de ter assumido esta tarefa transitória, a troco de nada, tem a minha total gratidão.

Da mesma forma discordo da avaliação que faz do nosso treinador. Seguramente não é um Mourinho, que apesar de tudo também falha. Peseiro foi a solução possível para uma fase transitória. E desculpe discordar, mas não é tão mau como o pinta, ao ponto de sugerir que nem "é treinador".

O plantel foi o possível no contexto existente. E olhe que tendo em conta o ponto de partida, as expectativas ainda eram mais baixas. Para mais, alguns jogadores pretendidos, recusaram vir para o Sporting. Quanto a Coentrão não sabemos da missa "ametade". E eu não sou fã de "emprenhamentos" de orelha.

Quando houver nova direcção eleita seguirei o seu trabalho e na devida altura avaliarei. Até lá não me sinto com qualquer autoridade para criticar quem, em prejuízo da sua vida privada, está ao serviço do clube, em regime transitório e precário.
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De Pepeu a 01.09.2018 às 20:27

Nação Valente
Se tudo isto é um enfado que prejudique a vida pessoal de alguém, então não se pusessem a dar ao trabalho...
Todos nós reconhecemos a excepcionalidade da situação mas não deixamos de ter a manifestação de voluntarismo de quem assumiu ser capaz, decidindo em nome do clube em processos que o comprometem.
Contratou-se jogadores e treinadores ao mesmo tempo que se dispensou outros com vendas e cedências.
E isso tem repercussões financeiras e desportivas no clube.
Por carga de água não deveriam ser escrutinados pelo trabalho?
Não reconheço competência para a função a vários dos intervenientes e protagonistas.
Opinião pessoal que teremos oportunidade de verificar, ou não, de futuro.
Alguns com provas para tal dadas no passado e no próprio clube.
Portanto, quer isto dizer que a excepcionalidade da situação obriga-me a comer e calar.
O artigo de Rui Santos emitido já depois da minha opinião inicial é sintomático do que eu estou a dizer é do problema que muitos criaram e muitos não resolveram ou até agravaram.
Estamos a falar do nosso pobre Sporting tão mal entregue a tantos e durante tanto tempo.
Tempo de mudar a todos os níveis, por isso!


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De Naçao Valente a 01.09.2018 às 23:32

Pepeu,

Sabe, certamente, que um clube não pode ficar parado dois meses. Alguém tem de tomar decisões e assumi-las. Se assim não fosse qual era a equipa que estaria a jogar? Pode dizer que não tomaram boas decisões. É a sua opinião. Para mim tomaram as decisões possíveis, no contexto que vivemos. Ao fim de dois meses vão-se embora e deixam a equipa no primeiro lugar.

Pobre Peseiro se assim não fosse. Já estava crucificado, quiçá num pilar do estádio.

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