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Será melhor esquecer, mas...

Rui Gomes, em 28.02.20

Nada altera o resultado final nem o afastamento do Sporting da Liga Europa, mas senti a necessidade de rever os lances principais da partida.

- No primeiro golo, aos 30'', num pontapé de canto, Jovane Cabral abandona o jogador cuja marcação era sua responsabilidade. Total displicência do jovem.

- No segundo golo turco, nada a dizer, na realidade. Um livre muito bem executado em que Luís Maximiano não tem hipótese alguma.

- O terceiro golo é na sequência de um outro pontapé de canto, mas a bola passa por vários jogadores antes de chegar ao rematador. Incompetente marcação da defesa leonina e parece-me que Max devia ter feito muito melhor dado o ângulo do remate.

- Na grande penalidade - o lance mais polémico do jogo - revi as imagens uma dúzia de vezes e continuo a insistir no que afirmei ontem. Luciano Vietto faz-se à bola mas não derruba o adversário. Este, ao querer contornar o jogador do Sporting, cai, se voluntária ou involuntariamentee nunca saberemos.

- Infelizmente, numa decisão sem nexo da UEFA em que implementou o VAR na Liga dos Campeões mas não na Liga Europa, até este ponto, não foi possível rever o lance no relvado.

P.S.: Se já houve VAR nesta eliminatória como refere um leitor, o árbitro optou por nem sequer rever decisão tão importante.

publicado às 18:00

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6 comentários

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De ChakraIndigo a 28.02.2020 às 18:21

Já existiu VAR nesta eliminatória da LE.

No jogo do Benfica, por exemplo, pelo menos dois dos golos foram alvo de analise do VAR.
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De Rui Gomes a 28.02.2020 às 18:25

Sendo facto, não compreendo então porque o árbitro não optou por rever decisão tão importante.

P.S.: Se havia VAR, terá sido só a partir desta eliminatória.
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De ChakraIndigo a 28.02.2020 às 18:43

Sim, foi só agora na LE.

O arbitro assinalou penalty, por isso, na minha opinião, não faz sentido ir rever a sua própria decisão. Só o faria, se o VAR o alertasse para um erro evidente, o que não foi o caso.

O VAR apenas está obrigado a rever lances de golo, por eventual fora de jogo, ou uma falta anterior, que seja evidente, e que o arbitro não descortinou.

O VAR neste caso do Vietto, só poderia intervir caso tivesse havido uma simulação. Senão, estaríamos a falar de uma dupla interpretação de um contacto, que para o arbitro foi faltoso. Mesmo que para o VAR o contacto não seja faltoso, não deve intervir.

A doutrina da FIFA, e que foi recentemente lembrada por Collina, é a de os árbitros e fiscais de linha arbitrarem como se não houvesse VAR.
Este apenas deverá intervir no que está estritamente regulamentado.

Segundo li, parece que a FIFA também quer acabar com a intervenção do VAR em foras de jogo milimétricos.

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De Rui Gomes a 28.02.2020 às 19:06

Tudo isso não faz sentido algum e leva a questionar a existência do VAR.

Se não se revê um lance para grande penalidade quase ao cair do pano num jogo decisivo de uma prova europeia, não vale a pena ter o VAR.

Mas, diria um cínico, há muitos interesses em jogo e a verdade desportiva cada vez mais é ultrapassada.

Não obstante a exibição do Sporting, eu todo o jogo estive à espera de um lance decisivo para o árbitro agir. E aconteceu...

Acontece, como já referimos aqui no blogue a semana passada salvo erro, que este clube além se ser apoiado pelo governo turco partilha do mesmo patrocinador que a UEFA.
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De ChakraIndigo a 28.02.2020 às 19:42

Poderá ter razão com isso dos interesses, mas não há soluções milagrosas.

No basquetebol, existem 3 árbitros de campo, que tentam entre si cobrir todas as áreas do jogo, e todas as acções ofensivas e defensivas.

Embora exista um arbitro principal, todos eles têm, no que se refere a decidir os lances, autonomia e autoridade para decidir, independentemente da opinião dos outros árbitros intervenientes.
Mesmo assim, há sempre contestação.

O VAR é apenas uma ferramenta para eliminar alguns erros que podem ter influencia no resultado, mas enquanto existir intervenção humana vão sempre existir erros, com ou sem interesses.
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De Rui Gomes a 28.02.2020 às 21:35

A questão é que eu não acredito na FIFA e na UEFA.

Blatter e Platini demonstraram bem claro a credibilidade destes organismos.

O futebol tornou-se numa enorme indústria e o dinheiro fala sempre mais alto. Desporto é secundário.

Nos organismos portugueses, inclusive de alguns clubes, nem vale a pena falar.

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