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O Sporting CP deu início a um processo de despedimento colectivo, de modo a fazer face à redução de receitas provocada pela pandemia da Covid-19.

Os funcionários em causa neste processo são das áreas administrativas, comunicação e apoio. Um dos visados é Paulo Cintrão. A assessoria do futebol passa a ser assegurada por Filipe Dinis que já estava na comunicação.

Os 20 funcionários são maioritariamente da SAD. O Sporting estima uma poupança anual de cerca de um milhão de euros com esta medida. Não são conhecidos ainda os custos do despedimento colectivo.

Além de Paulo Cintrão, são integrados na medida André Leitão (coordenador do gabinete das modalidades), Carla Quinaz (gabinete das modalidades), Rosa Duarte (secretária), José Quezada (do departamento de sócios) e Maria do Carmo Tavares (antiga campeã nacional que desempenhava funções administrativas). 

publicado às 03:30

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1 comentário

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De João Gil a 14.01.2021 às 22:10

O país caminha tristemente para um abismo económico e social. Todos os clubes estão a ter problemas para cumprir. Não haverá público nos estádios e pavilhões, nesta época, por muito que os dirigentes clamem e receitas e patrocínios vão encolher ainda mais. Não há invenções quando chega a hora de ter de cortar custos. O pessoal é a primeira rubrica a levar cortes. Simplesmente porque é a mais relevante no balanço das empresas. Uma pena ver ex atletas campeãs a serem dispensadas, como devemos ter total simpatia sempre por quem de repente é confrontado com o espectro (e estigma) do desemprego. Em França está em cima da mesa um corte de 30% nos salários dos futebolistas. Cá ainda não ouvimos nenhum discurso neste sentido (pelo contrário, cada vez se reivindica mais e mais onde não há e até houve clubes que se vangloriaram de não precisar de cortar em salários por se acharem os supra sumo da gestão) como alternativa de proteção mais ampla de empregos e de conhecimento acumulado nas organizações.
PS: A partir de amanhã, se quiser comprar um livro não pode. Como as livrarias são sítios proibidos, nem no supermercado pode comprar o best seller da literatura a metro, porque o governo proíbe os supermercados de venderem livros para não concorrerem com os negócios obrigados a fechar. Contudo, pode ir ao supermercado. O desgracado do livreiro, pode perfeitamente ir à falência. O dono da grande cadeia de supermercados pode ficar ainda mais milionário do que já era. Não há-de o Sporting ter de despedir funcionários. SL

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