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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

SPORTING é o primeiro finalista da Taça da Liga depois de derrotar o FC PORTO por 1-0.
Viktor Gyokeres voltou a resolver, depois de uma bonita jogada de excelente combinação ofensiva que envolveu vários jogadores com toques primeira, com o avançado sueco a aparecer isolado frente ao Cláudio Ramos fazendo o único golo da partida com uma soberba finalização. Um jogo em que imperou o equilíbrio, mas só os leões conseguiram ameaçar verdadeiramente a baliza adversária, além do golo tiveram mais 2/3 ocasiões para marcar, enquanto o FC Porto nem chegou a ameaçar, tendo feito o seu 1º remate à baliza de Israel no minuto 91.
O Sporting de Rui Borges no espaço de 10 dias bateu os dois rivais e ao 4º jogo já tem a oportunidade de conquistar um título. Tiveram ontem a sua exibição mais sólida desde que que o técnico assumiu, diminuindo os erros e não concederam qualquer oportunidade ao adversário. Um jogo em que voltou a haver mais Gyokeres, recebendo muitas vezes na profundidade como tanto gosta, com o homem da máscara a ser protagonista pelo belo golo que leva a equipa à Final de sábado.
Hidemasa e o capitão Morten dominaram o meio campo, Jeremiah e Ousmane foram grande dupla de sucesso e não permitiram nada ao adversário, Geovany assistiu e já leva 3 assistenciais em 2 jogos seguidos, Iván surpreendeu pela competência, mostrando grande eficácia em todos os lances e movimentos em que interveio, Maximiliano esteve melhor na leitura dos lances, cometendo menos erros, o jovem João entrou muito bem, ajudando a equipa a manter o seu equilíbrio defensivo e a ligação com as linhas da frente no momento em que a equipa do Norte meteu toda a carne no assador na busca do empate, menos bem estiveram o Francisco (muitas perdas) e o Geny, muito desinspirados.
O conjunto azul e branco nunca conseguiram chamar o Samu ao jogo, sempre muito bem marcado e contrariado pelos centrais da equipa de Alvalade, a inspiração do jovem Rodrigo Mora e do experiente Galeno só durou meia hora (este ultimo um pouco melhor quando passou para extremo), os centrais nunca ousaram arriscar mais à frente na procura dos desequilíbrios, muito agarrados à sua tarefa principal, do policiamento ao Gyokeres (Otávio até mostrou medo de conduzir), deixando uma imagem final de uma equipa sem argumentos.
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