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Sporting Portugal Fund

Rui Gomes, em 24.03.14
 

 

Em 31 de Março de 2012, tinham sido celebrados contratos de investimento associados ao fundo SPORTING PORTUGAL FUND, gerido pela ESAF - Espiríto Santo Fundos de Investimento Mobiliário SA - relativamente aos seguintes jogadores:

 

André Santos - % Adquirida pelo Fundo: 50% - Preço Pago pelo Fundo: 1.750 milhões de euros

Diogo Salomão - 25% - 1.000

Renato Neto - 40% - 800

William Owusu - 40% - 400

Wilson Eduardo - 40% - 600

André Martins - 40% - 800

José Lopes (Zezinho) - 10% - 150

William Carvalho - 40% - 400

Jeffren Suarez - 25% - 1.375

Diego Capel - 20% - 950

André Carrillo - 20% - 600

Fabian Rinaudo - 15% - 525

Diego Rubio - 15% - 450

Emiliano Insua - 15% - 525

Ricky van Wolfswinkel - 15% - 975

Carlos Chaby (Filipe) - 2,5% - 50

Alberto Coelho (Betinho) - 5% - 50

Santiago Arias - 4% - 100

 

Total Pago pelo Fundo : 11.500 milhões de euros

 

Nenhumas destas percentagens foram recuperadas pelo Sporting, parcial ou totalmente, e alguns casos só poderão ser explicados por um Relatório e Contas. Presume-se que pelas transferências de Ricky van Wolfswinkel, Jeffren Suarez, Insua e Santiago Arias, o Fundo terá recebebido o valor equivalente ao seu investimento. Já os casos de André Santos e William Owusu (dispensados) não são claros, assim como o de Renato Neto que será jogador livre a partir do dia 1 de Julho de 2014.

 

Isto, apenas em referência ao "Sporting Portugal Fund", dado que existem outros Fundos com percentagens dos passes de jogadores do Sporting, a exemplo de Marcos Rojo (Doyen Sports), Elias e Rui Patrício (ambos Quality Football Ireland), Marcelo Boeck e Cédric Soares, só para nomear alguns.

 

publicado às 13:21

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17 comentários

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De RRAleixoC a 24.03.2014 às 12:37

Caro Rui Gomes,

Citando-o "Presume-se que pelas transferências de Ricky van Wolfswinkel, Jeffren Suarez, Insua, Alberto Coelho e Santiago Arias, ".

O Alberto Coelho é o Betinho e não foi vendido terá trocado o nome com outro jogador?

SL
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De Rui Gomes a 24.03.2014 às 13:07

Tem razão, obrigado. Foi incluído nessa lista por lapso meu, dado que o único outro Coelho é o Nuno André e esse saiu em 2011, salvo erro.
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De L a 24.03.2014 às 15:53


A fim de esclarecer algumas dúvidas que soam mais a grandes disparates em alguns comentários aqui no Camarote talvez seja bom todos saberem do que se fala quando se fala deste fundo em particular, que até acabou por suceder a outro também já associado ao Sporting e esse sim, em que até fomos pioneiros mais uma vez.

http://web3.cmvm.pt/sdi2004/fundos/docs/1294RG20110708.pdf

Constituído em 2011 já com a SAD mais que no vermelho havia que melhorar a situação financeira muito para além dos empréstimos obrigacionistas, a verdadeira função do fundo em causa, gerido pela ESAF e com quem se disponibilizou a injectar dinheiro no Sporting, através da subscrição das unidades de €5 aos balcões do BCP e do BES, agora a serem muito criticados por uma nova espécie de grandes sportinguistas que presume-se mais não fazem, na sua esmagadora maioria, que comentários na blogosfera leonina. De certeza também quase todos grandes apoiantes da actual direcção, que até para tomar posse também nem foi preciso que alguém concedesse novo empréstimo nenhum já que bastou apresentarem aqueles milhões todos da campanha, não foi?
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De M a 24.03.2014 às 16:12

Salvé, quais salvadores da Pátria, que o fundo "se disponibilizou" a injectar 15 M€ no Clube. O que você não diz é que esses 15M € são imutáveis e que, como tal, qualquer margem de lucro que o Sporting Portugal Fund detenha, nos seus negócios com o Sporting Clube de Portugal, pura e simplesmente desaparece, para os bolsos de quem o gere (o BES através da sua sucursal de investimentos), sem que a dívida do Sporting CP a estes seja diminuída na proporção desses lucros, ao que não se sabe, porque não lhes importará dizer.

Aqui, caríssimo L, estou eu à vontade, porque a gestão é uma das minhas áreas e desde sempre alertei para o perigo do nó de forca que os fundos oferecem, encapuzados da tão proclamada liquidez financeira imediata. Como já disse em comentário anterior noutro post, os fundos servem-se dos Clubes para que estes, os Clubes, atirem os seus problemas económico-financeiros para a frente. Um varrer o pó para debaixo do tapete, se quiser. Eu não critico este fundo, critico TODOS os fundos. Este, mais veementemente por, simplesmente, estar DIRECTAMENTE relacionado com o "meu" Clube. Se não conseguir entender, há muito desenhista que lhe explique...

Chamo-lhe a atenção também para o «uma nova espécie de grandes sportinguistas que presume-se mais não fazem, na sua esmagadora maioria, que comentários na blogosfera leonina». Essas pedras morais que atira a outrém muito facilmente lhe cairão em cima, porque aquilo que presumo de outros, outros podem igualmente presumir de si.

O engraçado é que a mesma banca que concedeu o tal empréstimo de que fala, a esta Direcção, recusou-o por mais que uma vez à Direcção anterior. Com certeza, porque estariam a fazer um trabalho de excelência (também) no capítulo da gestão...
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De L a 24.03.2014 às 17:00


Peço desculpa por não ter agora tempo mas a maior parte das perguntas que levantou, como a recompra ou o risco, aparecem no regulamento.

Só sobre : - "O que você não diz é que esses 15M € são imutáveis e que, como tal, qualquer margem de lucro que o Sporting Portugal Fund detenha, nos seus negócios com o Sporting Clube de Portugal, pura e simplesmente desaparece, para os bolsos de quem o gere (o BES através da sua sucursal de investimentos)..." E os investidores?
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De M a 24.03.2014 às 17:03

Os investidores? Deixe-me ir ali telefonar ao Sunil Chhetri. Pode ser que ele saiba.

A recompra e o risco aparecem no regulamento? Bom saber, mas não foi sobre nada disso que eu aqui falei.

Reveja lá o seu guião...
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De RRAleixo a 24.03.2014 às 18:32

M,

Como esta é a sua área e como deste tipo de gestão pouco percebo, pelo que li na diagonal do fundo não vi nada sobre a recompra dos passes, podia-me esclarecer se ela existe e se as suas condições encontram-se descritas?

SL
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De M a 24.03.2014 às 18:58

RRAleixo,

Repasso-lhe a mesma imagem que deixei ao Rui Gomes, com a mesma adenda:

Imagem: http://i.gyazo.com/a8fe146ebb98f606519a4f17e3e5cca3.png

Relativamente ao ponto 9, o tal da tabela: Sempre que o Fundo adquira direitos económicos relativamente a um
determinado atleta, será fixada uma tabela de referência pela Entidade Gestora
e pela Sporting SAD da qual constarão os valores que servirão de referência para
propostas futuras que sejam recebidas pela Sporting SAD para a aquisição dos
direitos relativamente àquele atleta. Os valores constantes da tabela de
referência serão iguais ou inferiores aos valores das cláusulas de rescisão que a
Sporting SAD tenha acordado com cada um dos seus atletas, e apenas se essas
cláusulas tiverem sido estabelecidas. Caso alguma proposta para aquisição dos
direitos desportivos relativos a determinado jogador venha a ser concretizada
em montante que iguale ou ultrapasse o valor de referência respectivo,
constante da referida tabela, a Sporting SAD fica obrigada a vender os direitos
desportivos que detenha inerentes a esse mesmo atleta, salvo o disposto no
número seguinte.

Basicamente, o que diz é que o Sporting pode reaver as percentagens mediante pagamento das mesmas, pelo valor correspondente ao total da proposta, caso atinja os valores estipulados pela tal tabela, ou revar as percentagens de X atleta por troca com percentagens de atleta Y; e que o Sporting CP pode negociar as percentagens que detenha, caso estejam abaixo do estipulado na tal tabela, sendo que o Fundo permanece com as percentagens detidas; ou que o Sporting pode negociar o total dos passes dos jogadores, mesmo que tenha percentagens detidas pelo Fundo, quando o Fundo ACEITAR RECEBER MENOS que o estipulado na tal tabela, recebendo de igual forma o equivalente à percentagem que detiver e que, se o Fundo NÃO ACEITAR RECEBER MENOS que o estipulado na tal tabela, o Sporting CP poderá transaccionar de igual forma o jogador, mas pagando o total do estipulado pela tal tabela.

Quanto a opções de recompra e valores estipulados para essas recompras, que é o que você quer saber, não há, pura e simplesmente.

Como dizia o meu falecido avô, falando mal e portuguesmente, é uma chulice pegada!
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De Rui Gomes a 24.03.2014 às 19:06

Permita-se adicionar caro M, que segundo sei, estas condições variam de Fundo para Fundo, até porque eu tenho conhecimento de alguns contratos com prazos e valores de recompra pré-estipulados. Tal não acontece, aparentemente, com o Sporting Portugal Fund.
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De M a 24.03.2014 às 19:10

Claro que estava a falar especificamente sobre o Sporting Portugal Fund. Quanto à Doyen Sports julgo saber que há de facto cláusulas de recompra por valores pré-definidos. Quanto à QFIL não faço a mais pequena ideia...
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De L a 24.03.2014 às 22:28


Claro que falou e pelos vistos até já voltou a falar – ainda não sabíamos é que era um especialista - e se não fosse a série de disparates e falsidades não tinha vindo a correr enfiar a carapuça. Como por exemplo ainda o último parágrafo, mais um que não faz qualquer sentido, pelo contrário a banca e bem e independentemente da instituição chegou foi a recusar o empréstimo vital em causa a quem não fez outra coisa senão andar com ilusões na campanha. E já que este fundo só vem mais uma vez à baila por causa do William, que também pelos vistos só no último fim-de-semana já valorizou mais 15 milhões, atingindo agora a cláusula - quando Matic acabou de sair quase por metade e Fernando ainda por menos - talvez também seja bom lembrar a responsabilidade desta direcção, nomeadamente através da turbulência que criou nos últimos meses do mandato anterior, no facto de Bruma não ter renovado e por essa via ainda poder estar hoje entre nós. E falo de Bruma, porque o mercado nunca atribuiu o mesmo valor a um trinco e a um desequilibrador puro. Mas claro que até os 10 M deram jeito ao Bruno, senão tinham saído outros.

Agora com tempo, por fases e sem que fique a ideia de lição, o primeiro erro grave em que incorre é quando acha que os fundos são todos iguais e não são. E ainda antes de podermos dizer se concordamos ou não com os fundos, afinal quem é que recorre a quem? E no caso foi mesmo o Sporting e por necessidade e fosse qual fosse a direcção, desde que tivesse um pingo de credibilidade. E depois de servidos ainda desatamos a invejar o rendimento dos subscritores, que já agora são os investidores. Que boa fé. Sobretudo aqueles que em 2011 já tinham visto o futuro do William numa bola de cristal, quando ainda valia metade do Neto, como é fácil de comprovar. Sobretudo um especialista devia saber que o sucesso do Sporting Fund e dos seus subscritores é o sucesso do próprio Sporting, muito para além da capacidade de investimento, na medida em que estamos a transformar activos intangíveis em algo tangível e na consequência de tal para o crédito amanhã. Partindo claro do principio que há ao menos consciência da importância do mesmo no desenvolvimento da actividade da SAD. E antes da chegada do grande ilusionista claro. Mas como desta vez e felizmente a bola bateu menos na trave, vai ser preciso dar tempo ao tempo, até a um especialista.

Apesar de gostar de falar no plural de fundos e quando dá jeito só estar a falar do Sporting Fund, saiba o caro que para eu também não concordar com a grande generalidade dos fundos que proliferam no mundo do futebol e sem os quais o Porto que conhecemos, só para citar um exemplo, nem existia, basta-me não admitir no mesmo patamar seres humanos que também jogam à bola com outras matérias-primas transacionáveis, independentemente da gestão desportiva e independentemente até de activos financeiros.

O Sporting Fund é um fundo do Sporting, um fundo fechado, onde os investidores não podem adquirir posição e por essa via tornarem-se donos e senhores não só da carreira como da vida de outros seres humanos, algo que a UEFA nunca vai conseguir controlar. Mas o Sporting, como aliás o Benfica faz no seu fundo também gerido pela ESAF, através de uma participação de 15%, até pode inclusive participar nos lucros. Já a disponibilidade é que não é nada crível para quem precisou de recorrer ao Fundo há tão pouco tempo.

Talvez ainda uma das melhores maneiras para todos analisarmos o impacto que este tipo de Fundo pode adquirir esteja mesmo no sucesso retumbante no Benfica, em tudo semelhante ao nosso. Depois de muitos milhões do Vieira, muita da alavancagem financeira do Benfica actual saiu do Benfica Stars Fund. E caso o destino do William seja mesmo a Premier, para voltar a usar o mesmo termo “recompra”, não só será possível como obrigatória. Aliás o Regulamento, também com o consentimento do Fundo como é óbvio, até prevê a troca de direitos económicos. Se calhar é uma questão de procurar bem entre os craques que entretanto também têm chegado à equipa B.
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De M a 24.03.2014 às 23:20

O Sporting Portugal Fund é da ESAF e não do Sporting, assim como o do Benfica também. Não diga baboseiras.

E fique desde já alertado que prezarei muito que me despreze, como eu irei reciprocar consigo. E lembre-se sempre que pior que alguém enfiar a carapuça é alguém que consegue meter na prisão outro alguém, para depois vir negar que o fez por simplesmente não ter nomeado quem de facto acusou. Cobardia deve ser o seu prato do dia, passe bem com ela...

Conselho-o, no entanto, a reler o tal do regulamento, desse ou de outro qualquer fundo, e a dar-me um qualquer exemplo de um Fundo que consiga dar resultados acumulados positivos. A diferença entre um L e um M é que um acha que perder dinheiro é um óptimo negócio, e outro acha que perder dinheiro é sempre mau. Porventura o L tem-no de sobra e não se importa de perder uns milhões de vez em quando. E se calhar por isso é que o Sporting chegou onde chegou.

Dizia Godinho Lopes, aquando da saída da caixa de voto que «acho que fiz um bom trabalho e que deixei alicerces para o futuro. O tempo irá dar-me razão»; o tempo de que ele fala está em vias de render qualquer coisa como 17M € para os bolsos daqueles que lhe fecharam a torneira. Do mesmo William que você tanto fala também, mas convenientemente se esquece de referir que Godinho Lopes, Luís Duque e Carlos Freitas já tinham posto de lado, dando inclusivé a possibilidade ao Cercle de ficar com ele sem custos. E por falar em Carlos Freitas, o mesmo que supostamente teria abdicado dos milhares de euros a que teria direito pelo seu contrato, acaba de processar o Sporting CP, no valor de mais de 200 mil €, os tais que não quereria receber. Ele há coisas fantásticas, não há?

Vá, tome lá o suplemento de memória, pegue outra vez nas folhas de excel e entretenha-se com os gráficos que lhe entregaram há cerca de um ano atrás. Afinal, a esta hora, os nossos adversários já seriam o Ajax, o Real Madrid, o Barcelona, o Manchester...
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De M a 24.03.2014 às 23:59

E já agora, porque fiz questão de ir saber, só corrigi-lo num ponto: o Sporting, ao contrário do Benfica, não detém qualquer participação no Sporting Portugal Fund. Tem 0 de participação e por isso direito a zero de lucros...
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De L a 30.03.2014 às 21:47


Até um especialista devia saber sempre do que fala, neste último ponto foi só uma questão de português: - “Já a disponibilidade é que não é nada crível para quem precisou de recorrer ao Fundo há tão pouco tempo.” Depois disto também arriscava mais depressa discutir as verdadeiras razões das gestões desportivas desastradas com uma dona de casa descomplexada, não obstante as quintinhas continuarem todas lá, provavelmente à espera de outros resultados.

Para o Godinho Lopes, que claro que não podia faltar - um fã é sempre um fã - bastou o tempo todo gasto a gerir a própria equipa. A única coisa boa agora é que há cada vez menos especialistas a dizer mal do Sporting, até para o Bruno já foi tudo culpa dos árbitros. Também deve ter sido o Vítor Pereira que adquiriu só 50% dos direitos económicos logo na primeira contratação. Se calhar também é um fã dos fundos ou o que é que a Traffic anda a fazer na Europa? Se havia uma cláusula para o resto dos direitos económicos o que é que ainda andam a negociar?

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De RRAleixo a 24.03.2014 às 22:38

Só para agradecer ao M pelo esclarecimento e ao L por mais um acrescento à discussão, esta matéria torna-se confusa para leigos na matéria.

SL
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De Petinga a 25.03.2014 às 06:23

O tema é complexo e acho que ninguém pode negar que os Fundos vieram para ficar. Pode nao se gostar da forma, mas os clubes parecem nao ter outra forma de investir.

O que a mim me continua a fazer muita confusao sao aquelas percentagens irrisórias alienadas pelo Chaby, Betinho e Arias. Na altura em que surgiram ficou-me claramente a sensacao de que eram para assegurar despesas de tesouraria corrente (de uma SAD quase totalmente falida). Entao os 2,5% do Chaby por 50 mil euros... algum dos nossos rivais faz/fez o mesmo?
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De L a 30.03.2014 às 21:41


http://web3.cmvm.pt/sdi2004/fundos/docs/A135012-FRC0003781294020120630.pdf

Lançando menos miúdos ainda aparecem alguns no Fundo encarnado: http://2.bp.blogspot.com/-pjjfPRhn1-I/UJK2aG5jJ1I/AAAAAAAAC2U/wBdy1zGOOhA/s400/fundoslb.png


Se o Sporting Fund foi constituído em 2011, com a aplicação a decorrer até 2016, todas as respostas devem procurar-se em 2011. Depois de mais uma série de bons resultados, onde alguém que ainda fazia lembrar o “especialista” a falar de fundos também tinha por exemplo acabado de arriscar no Pongolle sozinho, sem tesouraria ou resultados de qualquer espécie depressa chegam as consequentes dificuldades no crédito e com a crise da banca a torneira fechou de vez. Depois dos empréstimos obrigacionistas ainda se pensou numa operação coração verde ou até em ir falar com o governo para ver se também ainda chegava algum a fundo perdido.

Um último ponto, porque também se ouvem muitas interrogações e que sem dúvida também diferenciam este Fundo, prende-se com a efectiva fraca valorização dos atletas - porque mais uma vez sem resultados não se cativam subscritores com vinagre ou com um risco muito elevado, da mesma forma que ninguém subscreveu nada a penar em duplicar o capital. E novamente por tudo o que ficou dito para trás, é de extrema importância para o futuro do futebol do Sporting o sucesso deste Fundo para todos. Se já era difícil convencer investidores em 2011 quem é que volta a meter dinheiro no Sporting, pelo menos por esta via, se este Fundo não for bem sucedido? E para além da eventual falta de tesouraria, a diversificação da carteira para atenuar o risco é uma regra de ouro, independentemente da natureza do investimento.

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