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O Sporting arrecadou 26,1 milhões de euros com o empréstimo obrigacionista (que tinha um valor máximo de 30 M€), cujo prazo para subscrever terminou esta quinta-feira. Os leões deram conta do valor em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), sublinhando que os resultados finais da oferta serão apurados e divulgados esta sexta-feira.

 

Desta forma, tratou-se de um 'sprint' considerável em cima da meta, na medida em que há dois dias o valor arrecadado era ainda de sensivelmente 14 milhões, abaixo do mínimo para poder emitir. Os números divulgados significam que no último dia da oferta foram recolhidas ordens correspondentes a um valor de mais de 7,1 milhões.

 

Comunicado à CMVM:

"A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL - FUTEBOL, SAD ("Sporting SAD" ou "Sociedade"), vem, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 248º-A do Código dos Valores Mobiliários, com referência à Oferta Pública de Subscrição "SPORTING SAD 2018-2021" (adiante Oferta), informar o mercado que, até ao final do dia de hoje, 22 de Novembro de 2018 (último dia da Oferta), foram recolhidas intenções de subscrição consubstanciadas em 4.112 ordens, que correspondem a um montante total de € 26.162.035. Os resultados finais da Oferta serão apurados e divulgados amanhã (hoje), dia 23 de Novembro, em Sessão Especial da Euronext Lisbon.

Lisboa, 22 de Novembro de 2018

 

O Representante das Relações com o Mercado"

 

*** A acreditar nas notícias, Gelson Martins investiu 200 mil euros.

 

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publicado às 03:48

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56 comentários

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De Fuzo a 23.11.2018 às 08:58

Creio que o caro Rui Gomes, tem agora um admirador confesso, neste excelente blogue!
Sobre o texto, ainda bem que o EO na parte final, tenha conseguido aproximar-se do valor máximo previsto. Que com isto, a atual direção do Sporting possa fazer face aos problemas de tesouraria e que, por conseguinte, consiga estabilizar o clube, depois de um período verdadeiramente improvável (até para o Sporting).
Continuo, a esperar que o futebol em Portugal, retome alguma normalidade. E para a minha "normalidade", o Sporting é o nosso grande rival.
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De Fuzo a 23.11.2018 às 09:01

Na parte inicial do meu texto, fazia referencia, a um comentário imbecil, que entretanto desapareceu (e muito bem).
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 09:11

É um atrasado mental que aparece todos os dias,várias vezes ao dia. Não me incomoda, só me dá o trabalho de apagar as imbecilidades. Enfim... há de tudo neste mundo.
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De Mike Portugal a 23.11.2018 às 09:40

De qualquer maneira demora mais tempo ele a escrever e a submeter o post do que o Rui a apagar. Portanto ainda ficas com balanço positivo, Rui. lol
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 09:21

No que ao seu comentário diz respeito, chegámos a um ponto que se tornou quase impossível definir "normalidade", dado a imprevisibilidade do dirigismo português.
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De Fuzo a 23.11.2018 às 10:12

Perfeitamente de acordo, infelizmente.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 09:15

Só uma nota acerca destas noticias sobre os jogadores que pediram rescisão terem participado na subscrição da EO..... que não venham com a conversa de que isto serve para os perdoar…. jogadores formados em Alvalade, que sem o Sporting muitos deles ainda viveriam no bairro social e que ao saírem da forma que saíram do Sporting prejudicaram o Sporting em dezenas de Milhões de euros, não é por terem subscrito 200 mil euros que o prejuízo do Sporting se altera, para mais desses 200 mil euros eles ainda vão ganhar juro….

Estas noticias só demonstram a necessidade desses jogadores de tentaram melhorar a imagem de peseteros que deixaram em Alvalade…. porque senão não o tinham feito, nem haveria estas noticias…. simples!
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 09:19

Escreve no plural, mas só um jogador está aqui referido: Gelson Martins.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 10:38

Dizem que o Rui Patricio e o William também subscreveram….
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 11:26

Sim, mas isso já foi há dias, assim como Cédric Soares e Nani. Possivelmente até outros não divulgados.
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De Carlos N.T. a 23.11.2018 às 09:24

Uff!..
Desculpa mas...
Não tem jeito o teu comentário.

P. S.. Como é mesmo aquele....
"Preso por ter cão e preso por não ter"
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 10:37

Carlos,

Quando o Gelson tirou a camisola para homenagear o Ruben Semedo e com isso não jogou com o porto, isso eu posso perdoar, porque foi um acto não premeditado…..

Rescindir com o Sporting, fazer jogos com os empresários contra o Sporting, isso eu não posso perdoar....

Explica-me lá então porque razão vêm dizer à populaça que o Gelson investiu 200 mil euros?! Qual a intenção desta noticia?! não deveria ser privada esta informação?

É como aqueles que dizem que o Futre é do Sporting….. e depois saiu para o porto…. não me venham com tretas!!!
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De Carlos N.T. a 23.11.2018 às 11:13

O importante neste caso é so um... Ele(abstracto) investiu, contribuiu.
(a cavalo que relincha, não se olha à dentadura)

A intenção da noticia,pode sim ser uma faca de dois "legumes" LOOOOOLL!!
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De E-mocho a 23.11.2018 às 13:02

“Quando o Gelson tirou a camisola para homenagear o Ruben Semedo e com isso não jogou com o porto, isso eu posso perdoar, porque foi um acto não premeditado…..”

Está, com certeza, a brincar, certo? Ironia?
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 13:22

A realidade é que não há fundamento algum de comparação entre as duas situações, até porque a primeira foi irreflectida e a segunda bem ponderada e deliberada.
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De E-mocho a 24.11.2018 às 01:58

Não percebo! Como é que tirar a camisola para mostrar uma outra por baixo já com a mensagem previamente escrita pode ser de alguma maneira irrefletida, não premeditado, ...

Não entendo...
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De Mike Portugal a 23.11.2018 às 09:41

Schmeichel,

Não há perdão nenhum implícito ao Gelson. Mas não podes proibir as pessoas de sentirem o que quiserem. Se as pessoas quiserem perdoar, então perdoam.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 10:39

Sentir?!? Está implícito num empréstimo obrigacionista um retorno do juro…. o Gelson não vai cobrar juros?!

Sentir sinto eu, quando pago as minhas quotas…..
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De Pepeu a 23.11.2018 às 10:29

Schmeichel
Compreendo a mágoa como tais processos se desenrolaram porque também eu considero injusto algumas formas de actuação dos envolvidos de onde mantenho sérias dúvidas quanto às suas razões e francas certezas quanto ao seu oportunismo.
Mas existe aqui alguns aspectos que não devem ser descurados.
O direito a cada um achar poder gerir a sua carreira profissional da forma que melhor entender, sujeitando-se às consequências dos seus actos.
Por outro lado, a forma como esses veem o clube que os formou e constituiu a sua casa desde a infância tal como o afecto que lhes suscite.
Nem o Sporting tem que se sentir grato por os ter tido nos seus quadros se agora não se tornarem chave do retorno do investimento que neles o clube depositou, nem os jogadores devem ao clube a gratidão de os terem recebido apenas porque na gestão das suas carreiras decidem procurar vias melhores de se promoverem.
De resto, farto de “amores à camisola”, que acabam quase sempre por constituir apenas aproveitamentos pessoais - alguns bem onerosos e injustificados - a cargo do clube, ando eu...!
Um jogador é um investimento do clube. Ponto.
Por sua via, esse jogador constituiu um investimento em si mesmo.
Cabe a ambos saber gerir a sua relação de forma a que saiam beneficiados tanto desportiva como financeiramente dessa ligação.
Aquilo que Bruno de Carvalho promoveu ao assedia-los usando o fanatismo do adepto não se faz numa relação que se quer laboralmente saudavel.
E eles viram aí uma saída - justa ou injusta - para a sua situação de relação de trabalho que se tornava precária e insustentável.
Cabe a quem de direito decidir em que moldes é justa tal decisão.
Mas o afecto ao clube não tem que por via disso se perder e acredito que a consciência pesada depois de ponderada também não.
Cabe a nós enquanto adeptos também saber olhar mais em frente, percebendo a importância e dimensão do clube e relativizando o valor dos eventos ocorridos.
O clube não acaba e o mundo dá muitas voltas....

P.S. Não sei se tal não passa de mero boato ou não.
De qualquer forma, mesmo sendo verdade não lhe daria assim tanta importância como não acho correto que o clube divulgue quem quer que seja que tenha acedido a investir no EO, independentemente da sua visibilidade mediática.
É um alimentar de mais entulho para conversa de chacha jornalística que o clube, de todo, não necessita nada...
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 10:46

A divulgação do investimento do Gelson faz parte de uma estratégia de comunicação que visa a desculpabilização dos que rescindiram com o clube…. relembro que esses jogadores provocaram prejuízos de Milhões ao clube. È o regresso do Jorge Mendes e sua estratégia…. eu não vou esquecer tão cedo os actos de traição ao clube dos jogadores que rescindiram!
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De LeaoCovilha a 23.11.2018 às 11:00

Jorge Mendes não é empresário do Gelson Martins, no máximo pode abrir portas mas não é o seu empresário.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 11:36

O que aqui está em causa é uma tentativa de se limpar a imagem de quem fez mal ao Sporting….. o Jorge Mendes não teria o Gelson, mas teria outros, entre os quais o Rui Patricio…. que saiu igualmente a noticia que contribuiu….

Isto parece-me evidente que é uma estratégia de comunicação…. estas noticias não saíram por acaso…. fica o alerta para os mais distraídos ou melhor para os que já se esqueceram que foram esses mesmos que prejudicaram o Sporting em Milhões de euros, muitos mais do que os 26M€ agora recolhidos.
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 11:44

Não vamos agora debater a justa causa de alguns, no entanto, acho que tanto Rui Patrício como o William acabaram dar uma receita adequada ao Sporting.

No caso do Rui, até foi o valor que tinha sido negociado por Guilherme Pinheiro, até surgir a intervenção desmedida do lunático.

O William é um bom jogador, mas nunca teve grande impacte no mercado em termos de valores elevados. E o Betis não é o Real Madrid.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 13:09

O Rui Gomes está então a afirmar que o facto de terem rescindido com o Sporting não prejudicou o valor de mercado dos jogadores?!?

Outra pergunta…. o facto de o Rui Patricio ter rescindido e ter assinado com o Wolverhampton, colocou o Sporting numa posição muito frágil na negociação, porque impediu o Sporting de poder negociar com outro clube. Existe alguma garantia de que não poderia haver uma oferta superior por parte de outro clube?!

Com a abdicação de grande parte da comissão do Jorge Mendes, provou-se que o valor que estava a ser proposto ao Sporting, era uma pressão contra o Sporting…. Ao abdicar de uma comissão de 4M€, o Jorge Mendes assumiu que estava a assumir uma comissão muito acima do que deveria ser, e o Rui Patricio ao rescindir com o pressuposto de que as comissões tinham de ser pagas ao Jorge Mendes estava indiretamente a pressionar o Sporting.
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 13:20

A rescisão unilateral nunca pode ser vista como uma boa medida. Dito isto, é uma ilusão pensar que o Rui Patrício viria a comandar um valor mais elevado num outro cenário. Por bom que ele seja, nunca teve grande impacte no mercado e que eu saiba não constou interesse de outros clubes, especialmente de topo.

O William Carvalho, em termos de rendimento, devia ter sido vendido logo a seguir ao Europeu. Nunca mais comandou valores tão elevados como então.

A dívida ao Jorge Mendes é uma questão lateral, mas não menos factual, e que tinha de ser liquidada de uma forma ou outra.

Deve agradecer ao seu lunático ex-presidente muito disto. Aliás, já o disse várias vezes e reitero que se ele não tivesse para todos os efeitos impedido o negócio originalmente negociado por Guilherme Pinheiro, o Rui Patrício teria sido transferido então pelas vias normais, nunca teria rescindido, obviamente, e, estou cem por cento convencido, as outras rescisões nunca teriam surgido. Mais um grande voto de "gratidão" que temos para com ele.

Não recorra ao argumento de Jorge Mendes para defender o indefensável.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 15:33

Não posso concordar com o que escreveu….

1- o Sporting não é obrigado a vender atletas com os quais tem vinculo contratual. O facto de o Sporting ter rejeitado ofertas por alguns jogadores, é um direito que lhe assiste, não pode ser dito que o anterior presidente não teria o direito de recusar uma oferta.

2- fazia parte do programa da anterior direcção tentar manter o máximo possível os melhores jogadores do plantel…. o Rui Gomes acha mal não se ter vendido o William? eu não…. Eu sempre defendi que o Sporting só tem de vender se precisar de vender, porque por norma eu prefiro não vender! Os jogadores têm direitos, mas o clube também têm….

3- as negociações muitas vezes têm uma componente de bluff…. não posso aceitar que tendo terminado o campeonato e estando ainda 3 meses de transferências a decorrer, que o Rui Patricio tenha o direito de pressionar o Sporting a aceitar uma oferta do Wolverhampton…. o Sporting poderia apenas estar a atirar barro à parede a ver se a oferta deles subia, e o Rui Patrício ao fazer uma rescisão unilateral, bloqueou toda a margem negocial do Sporting, tendo nós ficado nas mãos deles.

4- utilizarei sempre o argumento do Jorge Mendes, porque não acredito minimamente neste perdão dos 4M€ de comissão…. ou o homem agora é a Santa Casa da Misericórdia?!
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 15:47

Debater consigo é um exercício em futilidade. O seu enquadramento racional é tendencioso, em que tem sempre alguém em mente ou o extremo de análise.

Pode ficar com a sua, já que lhe dá tanta satisfação.
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De Naçao Valente a 23.11.2018 às 17:43

Schmechel,

"Debater consigo é um acto de futilidade" escreveu o Rui Gomes. Neste caso das rescisões tem plena razão. O seu raciocínio é linear: os atletas do Sporting, a partir do momento em que assinam um contrato" são uma espécie de "escravos", isto é não têm direitos laborais. Tem que manter o vínculo ao clube até este entender porque os formou ou os comprou. Esta posição, para além do que foi dito, revela uma linha de pensamento irredutível, de quem não é capaz de se colocar no lugar do outro.

Fora da situação da escravatura, qualquer trabalhador, tem direito a rescindir com a entidade profissional, com ou sem justa causa. Uma rescisão não pode ser interpretada como traição. É um acto consciente tomado no interesse pessoal de homem livre, com todo o direito. Já as razões que invoca podem ser discutíveis, e para isso existem os tribunais. Se o clube tiver razão receberá aquilo a que tem direito.


Um outro argumento que roça o absurdo é que se não fosse o Sporting, determinado atleta, estaria a viver nas barracas. Como sabe? Não há mais nenhum clube que aceite quem tem jeito para jogar futebol?


Na mesma linha de análise, é considerada a situação dos empresários, mas para o bem e para o mal fazem parte deste negócio chamem-se X ou Z, e cobram pelos seus serviços. Os clubes e os atletas aceitam-nos como fundamentais. No entanto para Schmeichel são uma espécie de foras de lei a abater.


Por fim, se houve atletas a investir nas obrigações do Sporting, é porque acreditam no clube, e não estão dele divorciados, nem proscritos, como sugere nos seus comentários. Ser-se sportinguista não significa que do ponto de vista laboral não se procure ganhar mais dinheiro. Romantismo, não existe no futebol profissional. E de uma forma ou de outra ,estes jogadores vão dar muito mais dinheiro ao clube, que qualquer associado dará durante toda a sua vida. São essas mais valias, entre outras, que garantem a marca Sporting.


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De Naçao Valente a 23.11.2018 às 17:46

Corrijo Schmeichel. O seu a seu dono.
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De Schmeichel a 23.11.2018 às 18:19

Caro Nação Valente,

Acho que fez uma boa análise mas não chame escravatura a quem ganha Milhões.... eu não digo que eles não têm razão do ponto de vista legal, mas isto é futebol não é economia, envolve emoções, envolve um respeito que existia e que desapareceu.... E a prova de que foi uma traição é esta tentativa de limpar a imagem destes jogadores, alguns deles ainda em litígio com o Sporting.... ou acha coincidência ser o Gelson o mais destacado quando está em litígio com o Sporting?
O meu argumento visa apenas alertar para esta glorificação daqueles que rescindiram com o Sporting e a razão para a forma como se escrevem estas notícias. Subscrever um EO é um acto que pode ser feito por não sportinguistas.... ou a Banca era sportinguista?
Admito ser radical na minha análise, mas acho os jogadores uns prima donas, e os clubes tornaram-se subservientes dos jogadores e seus empresários.... vemos a perda da identidade dos clubes em prol da procura do lucro das comissões. Os ídolos acabaram...
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De José Lima Curral a 23.11.2018 às 17:49

Inteiramente de acordo, caro Pepeu. Só complemento com duas ou três convicções da minha parte. Os atletas estavam fartos das pressões do BC, que personaliza a principal causa das rescisões. Teriam todos rescindido caso ele se tivesse demitido. A subscrição de obrigações por parte de atletas e ex-atletas tem a influência de FV e a publicidade das primeiras adesões inseriu-se na estratégia de comunicação. Se esta estratégia tivesse precedido o lançamento do EO e prosseguido em todo o período da emissão teria havido lugar a rateio. Houve subscrições “do coração”, concerteza que sim, mas o grosso dos 26 M€ respeitam a investimento atraído pela boa taxa de remuneração e, estarão nesse lote os atletas e ex-atletas detentores de enormes fortunas, que poderão dispersar por vários tipos de investimento. Quanto aos ex-atletas, prefiro que não se esqueçam da sua origem, do que se comportem como o Simão Sabrosa. Saudações
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De Cris Dileo a 23.11.2018 às 09:45

Face às dificuldades e às expectativas recentes até que é um bom valor.

Que seja mais um passo para o regresso a normalidade
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 11:46

Na realidade é um paradoxo, sendo que a emissão de um EO nunca pode ser visto como uma medida positiva. Isso não obstante, acabou por dar um resultado melhor do que era esperado inicialmente.
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De E-mocho a 24.11.2018 às 02:13

Sendo que esta EO é (apesar de não totalmente) para devolver o capital a quem investiu na anterior, a menor juros quer do ponto de vista absoluto quer do ponto de vista relativo (por comparação, por exemplo, com a dívida soberana) e reganhou a confiança no mercado mostrando que cumpre as suas obrigações (apesar de algum soluço), só posso ver mesmo este resultado como positivo. Uma “reestruturação” da dívida!

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De Pepeu a 23.11.2018 às 10:02

Para mim, o desfecho deste empréstimo obrigacionista constituiu um sucesso em vários aspectos.
Primeiro porque se apurou um valor que permite fazer face às necessidades básicas de onde se depreende a obrigatoriedade de cobrir o empréstimo anterior que de outro modo obrigaria a um esforço com consequências diversas para o desempenho financeiro do clube nos próximos tempos.
Por outro lado, o mais importante.
O Sporting, como outros clubes na mesma situação, vive o paradigma dos EO há vários anos, constituindo estes uma forma disfarçada de as gerências colmatarem os sucessivos erros que traduzem as situações económicas decadentes de todos os clubes sem excepção.
Numa indústria em expansão e que oferece retornos financeiros cada vez mais avultados por via do inflacionamento dos seus activos e do crescendo de receitas desportivas e comerciais, é notável como os maiores clubes portugueses se encontram todos em situação de falência técnica ou perto disso.
Na verdade, e ao longo dos últimos 25 anos, os desmandos têm sido absurdos e todos, sem excepção, passaram a ter uma contabilidade de enormes encargos que, aqui e ali, vão sendo cobertas com jogadas e engenharias financeiras que quase sempre apenas resolvem empurrar o problema para a frente, distinguindo-se uns e outros apenas de forma como, por meios bem discutíveis, lá conseguiram obter sucessos desportivos que tornaram a percepção de uns mais positiva enquanto de outros desastrosas.
No fundo, desde que eu ganhe, quero lá saber das contas do clube para alguma coisa enquanto que quando esse sucesso não surge, todo cão e gato é escrutinado até à minúcia pelas contas deixadas no seu clube...
Foram as constituições das SAD e a dispersão do seu valor em bolsa com enormes prejuízos a quem nelas investiu, foram os créditos bancários que aí estão por se resolver que surtiram efeito numa época em que era fácil a qualquer banco se atravessar por um clube sem olhar a garantias e mais tarde surgiram os empréstimos obrigacionistas que basicamente mesclaram o esforço e a confiança no investimento entre bancos e particulares que já antes haviam sido de igual forma enganados nas formas de investir neste negócio.
Dir-me-ão que mas o empréstimo obrigacionista é um negócio seguro, ou quase, porque um clube nunca acaba e haverá sempre capacidade para o pagar.
Da mesma forma que os créditos bancários se tornaram irrecuperáveis e as ações bolsistas não valem sequer o seu valor em papel para forrar paredes...
A última fase deste processo desastroso será o resgate público com todas as consequências que isso acarrete.
O FC Porto tem uma dívida impagável em mãos sem os devidos anéis que há muito se foram.
O SL Benfica trocou a dívida bancária por um impensável valor de dívida em empréstimos obrigacionistas que estão aí para serem resgatados e com prazos de vencimento muito estreitos e que a constituição de novos EO dificilmente resultará, agora que já se entendeu que não haverá cobertura por parte dos bancos como sempre o fizeram nos empréstimos anteriores para os 3 clubes.
O Sporting encontra-se na mesma situação sendo que se depara com dois desafios importantes e decisivos.
A liquidação deste empréstimo que agora contrai e cujo valor - 26 milhões - é de longe muito inferior aos encargos que tanto Porto como, sobretudo Benfica têm pelos seus.
O outro, muito importante, é a possibilidade de resgatar parte do seu capital (através das VMOC) por um preço muito inferior ao valor base das mesmas, dado o desconto que os bancos estão prontos a conceder para se livrarem desse encargo dos seus balanços.
Deste modo, resta aos clubes fazerem aquilo que mais importa e que é tornarem as suas contabilidades operacionais equilibradas, isto é, de forma simples não gastarem mais do que aquilo que recebam e ainda terem capacidade para amortizar o seu serviço de dívida.
Basicamente, viverem como empresas saudáveis e responsáveis financeiramente, algo que nenhuma delas foi capaz nas últimas décadas muito por força das péssimas administrações que as gerem que por meio de muita demagogia e ignorância dos fanáticos que os apoiam lá vão se perpetuando e prosperando apenas para eles próprios e para os que circundam num círculo muito estreito.
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De Pepeu a 23.11.2018 às 10:04

— CONTINUAÇÃO —
Os clubes, esses que se lixem... sendo que para muitos a solução já passou pela alienação do seu capital para as mãos de investidores privados que constituem sempre uma incógnita óbvia quanto aos seus reais interesses. Veremos quem será o primeiro grande em Portugal a ter que o fazer, sendo que, por muito que alguns o augurem, duvido muito que venha a ser o Sporting.
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De Greenlight a 23.11.2018 às 10:20

Subscrevo.
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De Fuzo a 23.11.2018 às 10:40

Caro De Pepeu, estou de acordo com o panorama global que traça da situação económica e financeira dos clubes e SAD's em Portugal. Os cenários prováveis que projeta, também me parecem verosímeis.
No entanto, sendo óbvio que o De Pepeu, tem conhecimentos necessários, que lhe permitem analises pertinentes, parece-me todavia tendencioso, que não admita, que neste aspeto o Benfica tenha de alguns anos a esta parte, conduzido uma estratégia virtuosa nesse sentido. O Benfica SAD, tem os seus capitais próprios, perfeitamente controlados.
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De Francisco Maria a 23.11.2018 às 10:22

Seria bom não meter tudo no mesmo saco quando as situações são absolutamente diferentes: só um único clube português falhou o reembolso de EO e esse clube foi o SCP, mais nenhum outro; e quanto ao Benfica é pura mentira que tenha trocado a divida bancária por um "impensável valor de dívida em empréstimos obrigacionistas" e está, felizmente, de boa saúde financeira como o provam estudos independentes.
Se não sabe do assunto seria bom não falar dele de forma tão leviana e irresponsável.
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De Pepeu a 23.11.2018 às 11:38

Respondo-lhe a si, respondendo ao Fuzo também...

Compreendo as “certezas” de alguém que funcione com a consciência ao nível do coração em vez de utilizar a cabeça.
Mas deixe-me que lhes diga que eu não me fiava em relatórios que têm uma leitura de facto analítica e descomprometida mas que apenas visam a leitura presente de determinada situação.
O que sucede é que entre os três grandes existem, isso apenas, uma diferença nos resultados operacionais de onde o Benfica se destaca por ter conseguido realizar mais proveito do que aquilo que despendeu.
Sucede que isso dá-se à cont de receitas obtidas mas não perpétuas, seja por via dos proveitos comerciais e desportivos, seja pelo alívio - que pode ser ou não temporário - da folha de salários.
Mas a dívida, essa está ainda aí por se pagar, agora sobretudo convertidacem quase 200 milhões de valor em empréstimos obrigacionistas.
Aquilo que eu apenas digo é que todos os clubes precisam ainda muito de mudar de vida, cuja propaganda feita por quem que que seja, cala as consciências por uns tempos mas não resolve o assunto.
Deixem o Vitória continuar nesta senda de “sucesso” e logo verão ond vai parar a boa gestão benfiquista.
Já parou um bocadinho para pensar quais seriam as contas do seu clube caso o Sporting tivesse ganho o seu último jogo do campeonato passado?!...
Continuo a dizer: podemos argumentar com o que se quiser mas enquanto houver dívida para pagar (que no caso do Benfica é simplesmente a maior) e não houver uma gestão eficaz e não sujeita ao “pelo do cão” do dia-a-dia haverá muitas razões para todos se sentirem sobressaltados...
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De Fuzo a 23.11.2018 às 12:34

De Pepeu, insisto que não só compreendo os seus argumentos, como acho que a analise é globalmente correta. De facto, a situação do Benfica ainda é preocupante, porque o passivo ainda é grande. Contudo, o Benfica tem apresentado resultados operacionais (sem o resultado dos jogadores) equilibrados. O passivo tem vindo a baixar de forma sustentada, e por conseguinte o serviço da divida também tem baixado. Os capitais próprios estão em franca recuperação.
Por fim, com certeza reparou, sue muitos benfiquistas, criticaram a direção, por ter deixado escapar o penta, por não ter investido na equipa, quando tinha recursos para o fazer (e quase ter deixado escapar o 2° lugar).
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De Francisco Maria a 23.11.2018 às 13:32

Pode andar às voltas como pescadinha de rabo na boca sem conseguir fundamentar nada do que escreve, mas nunca conseguirá esconder aquilo que está à vista de todos: o SLB tem uma gestão financeira cautelosa e não gasta o que não tem como se prova pelo orçamento desta época que não contou antecipadamente com a receita da UEFA, pelo que se o SCP tivesse ficado em 2º lugar em nada alteraria os resultados positivos alcançados.
O facto do SLB ter ficado em 2º lugar apenas veio reforçar resultados financeiros que já eram positivos. Aliás, o SLB é o único dos "3 grandes" com resultados operacionais positivos sem depender da venda de jogadores.
É chato, mas é a vida.
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De JS a 23.11.2018 às 14:32

Se e assim tao maravilhoso como explica o elevado valor em emprestimos obrigacionistas?
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De Salgado a 23.11.2018 às 14:35

Heil Vieira!!!
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De João Carvalho a 23.11.2018 às 15:35

O Pepeu escreve um conjunto de disparates, alguns inadmissíveis porque são desmentidos pelos factos quando desvaloriza os R&C, "não me fiava em relatórios que têm uma leitura de facto analítica e descomprometida mas que apenas visam a leitura presente de determinada situação."

São descomprometidas mas não são fiáveis?
Leitura presente? Não sabia que os R&C revelavam informação futura.

Por um lado usa a informação dos R&C para fazer valer os seus argumentos, por outro, desmente o valor da mesma informação afirmando-a não fiável. Decida-se!!

1. Em relação ao FCP, tem razão, o clube está mais que falido, tem uma estrutura de custos impensável, vivem muito acima das suas possibilidades, o orçamento para este ano não mostra qualquer vontade de inverter a situação, apesar de terem duplicado o passivo nos últimos 4 anos, possuirem um CP de 100M negativos, alimentado por prejuízos gigantescos que somam 124M nos últimos 3 anos.

2. A questão do Sporting é dominada pelos VMOCS, um perdão encapotado do passivo pelos bancos no valor de 95M. Apesar disso, o grupo SCP apresenta um passivo assustador que, com os VMOCS, ultrapassa os 500M (cerca de 400M sem os VMOCS). Sem pagamento de juros.
Não falo das dívidas que segundo o prospecto do EO revela serem de 40M que não foram pagas aos bancos conforme o Acordo Quadro. Um valor astronómico que obriga o Sporting a ficar nas mãos dos bancos que, se quisessem, levavam o clube à insolvência.

Este EO mais não foi do que uma medida desesperada de efectuar o pagamento do incumprimento do antigo EO. EO que foi um fracasso, já que a ideia era conseguirem 30M +10M = 40M.
O facto de terem obtido apenas 26M obriga ao uso de 4M da venda de Patrício para pagar aos investidores. Os restantes 10M terão de ser obtidos com a venda de activos.

O SCP continua a viver acima das suas possibilidades (resultados operacionais negativos sucessivos nos últimos 8 anos), como revelam os resultados no 1ºT. E antes que apareça alguém a desmentir-me, basta dizer que o valor dos rendimentos da Europa (7,5M) entraram na totalidade no 1º T, algo que não acontecerá no 2ºT. Será substituído pelo valor da venda do Patrício. Mas são proveitos com origens diferentes.

Não nos podemos esquecer dos resultados que apresentam no 1ºT do ano passado (+25M) e os resultados que depois apresentaram no fim do ano (-20M).

E por aqui me fico para não tocar mais na ferida.

3. "O SL Benfica trocou a dívida bancária por um impensável valor de dívida em empréstimos obrigacionistas que estão aí para serem resgatados e com prazos de vencimento muito estreitos e que a constituição de novos EO dificilmente resultará".

O Benfica, como prometeu o seu presidente, usou o contrato da NOS para amortizar a totalidade do passivo bancário, mais caro. Neste momento tem apenas 160M de passivo remunerado de EO, com juros mais baixos, pouco acima dos 4%. Ao contrário do que afirma, a divida não é impensável já que o Benfica factura mais de 200M por ano. Este ano a facturação total irá ser superior aos 250M.

Impensável é a divida do FCP e do SCP.

Mas acerta numa coisa quando afirma que, "entre os três grandes existem, isso apenas, uma diferença nos resultados operacionais de onde o Benfica se destaca por ter conseguido realizar mais proveitos do que aquilo que despendeu".

Isto é, afirma o que eu sempre disse, FCP e SCP vivem muito cima das suas possibilidades, com resultados operacionais muito negativos, que prova isso mesmo.

Dizer que é "isso apenas", olhe que não é apenas! É tudo!
É o facto de andarem a viver muito acima das suas posses, com proveitos correntes inferiores aos custos, que os problemas financeiros de FPC e SPP existem há anos, problemas que o Benfica não possui já que nos últimos 8 anos apresentou sempre proveitos operacionais positivos.
Chama-se a isso ter uma gestão equilibrada. Sem sofrer consequências negativas a nível de resultados desportivos.

E não falo no facto do FCP estar sob a supervisão do fair play financeiro da UEFA e o SCP nas mãos da banca para poder continuar.

Por isso, quem precisa de mudar de vida é o SCP e o FCP, já que o SLB mesmo sem grandes receitas na Champions conseguiu apresentar resultados positivos em 2017/18 de +20M.
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De AntonioP a 23.11.2018 às 16:23

O valor dos EO do Benfica não são 160M, muito menos 200M. 50M em 2019, 60M em 2020 e 45M em 2021 perfaz um total de 155M (acho qu eos 200M incluia o ultimo EO já pago).
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De Naçao Valente a 23.11.2018 às 17:57

Sem entrar na discussão de números, e concordando que o Sporting viveu, nos últimos anos acima das suas possibilidades, não se pode ignorar que esta operação bolsista, decorreu na sequência de um período anormal e conturbado da vida do clube. Para além, disso houve uma má divulgação, e até, possivelmente, boicotes, vindos de sectores do clube, em atitude revanchista.
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De mike1906 a 23.11.2018 às 11:14

Vergonhosa a falta de respeito como o Sporting e os Sportinguistas são tratados na comunicação social.

O tema empréstimo obrigacionista é só mais um exemplo.

Primeiro era que não conseguiamos montar a operação, depois era que não se conseguia atingir os 15 milhões obrigatórios para a emissão e finalmente, falhámos o objetivo dos 30 milhões.

Sempre, sempre pelo lado negativo. O cm nisso então, desculpem a expressão, mas até mete nojo
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 11:31

Não é novidade alguma, devemos simplesmente ignorar.
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De mike1906 a 23.11.2018 às 12:12

O problema é que nós até podemos ignorar, mas o que é certo é que este "bombardeamento" permanente, influência, controla a opinião publica, distorce a realidade
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 13:00

Até um certo ponto, não deixa de ser verdade, tem razão. Apesar disso, compete ao público tentar separar o joio do trigo, sempre que possível.
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De S. Almeida a 23.11.2018 às 16:43

Será que o sócio 100 000, que tem mais milhões que nós milhares, também investiu no empréstimo obrigacionista?
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De Pochette a 23.11.2018 às 18:34

O EO falhou, pois o objetivo mínimo era 30 milhões.
No último dia, obtiveram-se 6 a 7 milhões. Parece que foram os chamados croquetes que entraram com l'argent. Logo não há que embandeirar em arco. A situação não é dramática, mas de grande preocupação. E ainda vejo gente a pedir que parte desse dinheiro sirva para gastar em contratações. Não há noção-
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De Rui Gomes a 23.11.2018 às 19:43

Objectivo mínimo ou o máximo?
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De J. Oliveira a 24.11.2018 às 00:26

Muito foi feito por esta direcção, pela instituição Sporting Clube de Portugal e pelos Sportinguistas (com maiúsculas). Esta operação teve que ser feita em pouco tempo, para pagar o anterior EO, não pago. E, ainda com - segundo o presidente e dr. Salgado Zenha - boicotes internos e externos e a pouca colaboração de várias entidades bancárias, com o destaque negativo para o Montepio (é ver a CI na SportingTV pelas às 19H de dia 23/12/2018). Acresce que (e muitos se esquecem destes factos) a Operação começou no dia dia 12 às 08H e o Ex-presidente foi detido no dia 11 à tarde! Durante toda a semana só se falava (negativamente) em Alcochete, no ex-presidente destituído e no chefe da Juve Leo. Quando este "circo" mediático abrandou os investidores apareceram. Tendo eu a plena convicção que se houvesse mais um dia para subscricão, passaríamos os 30 milhões. Nestas condições foi notável o que se conseguiu. Parabéns a nós Sportinguistas!
Saudações Leoninas

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