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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

O Tribunal Arbitral do Desporto anulou o castigo a Frederico Varandas na sequência das declarações proferidas pelo presidente do Sporting à TV oficial do clube, a 21 de Fevereiro, e que teve como base uma queixa da APAF (Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol) ao Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol, pelo facto de o dirigente ter considerado existirem, então, árbitros condicionados, dando como exemplo Tiago Martins, juiz principal no Famalicão-FC Porto, referente à jornada 13 do último campeonato, mas também no Nacional-FC das Antas, da ronda 17 - foram esses os jogos que nomeou.
"Teve uma decisão onde anulou um golo ao FC Porto e marcou um penálti para o Famalicão. Foi uma decisão correta do Tiago Martins! O FC Porto perdeu pontos e depois vimos uma comunicação ‘old school’ que já vimos várias vezes e foi pedida uma reunião ao Conselho de Arbitragem…”.
Na altura, o timoneiro dos verdes e brancos, antes de vincar que não tem nem nunca terá atitudes idênticas: “Eu não faço isso! Houve muito ruído e tudo a bater no Tiago Martins… Depois, ele voltou a apitar o Nacional-FC Porto e há uma entrada para cartão vermelho e o mesmo Tiago Martins mostra cartão amarelo... O VAR chamou-o e o Tiago Martins manteve esse amarelo. Não tenho dúvidas que tomou a decisão por ter sido condicionado".
"[...] O Regulamento é claro: nos termos da conjugação dos dois preceitos indicados, apenas é passível de punição a utilização de expressões, desenhos, gestos ou escritos que sejam injuriosos, difamatórios ou grosseiros e que visem uma das pessoas ou entidades ali indicadas, incluindo os árbitros".
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