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Resposta do Sporting já publicada aqui.

publicado às 03:16

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Artigo de Nuno Raposo, jornal A Bola, que transcrevo na íntegra, por entender que merece o comentário do leitor. É um tema interessante, muito embora não deixe de ficar a dúvida no ar quanto à sua veracidade e se o autor fundamentou o escrito em informações de uma qualquer fonte ou se são apenas teorias suas:

"Leonel Pontes, de 47 anos, foi chamado ao comando de Alvalade no início da passada semana, altura em que Marcel Keizer deixou o leme do plantel principal do Sporting.

O general leonino, Frederico Varandas, solicitou ao líder da equipa sub-23 que assumisse patente mais elevada, para fazer o lugar que desde Novembro pertencia ao holandês. Não lhe deu um prazo para realizar uma missão, antes lhe entregou a tarefa de comandar o pelotão nos próximos jogos, a começar no próximo domingo, com o Boavista: se cumprir, pode passar de treinador interino a definitivo. E para ganhar as batalhas, Pontes elaborou um plano que A BOLA descobriu.

Antes de tudo, a defesa. Um dos problemas que estavam identificado na equipa de Keizer eram as dificuldades que a equipa tinha na transição defensiva e nos seus processos, que para Pontes é a base essencial. Os centrais mais atrás, aliás, as linhas mais juntas, as distâncias entre elas encurtadas, estão a ser trabalhadas no quartel general dos leões, a Academia, em Alcochete. Tudo para evitar que a defesa seja surpreendida nas costas como tantas vezes acontecia na era Keizer, motivo por que a equipa sofria muitos golos - ainda no último jogo, a derrota com o Rio Ave em casa por 2-3, esse foi problema visível, que permitiu a que os adversários, sobretudo o iraniano Mehdi Taremi, surgissem nas costas dos centrais. E assim aconteceram dois dos três penáltis cometidos por Coates, que só em falta conseguiu travar o avançado dos vila-condenses, lançado que ia para a baliza de Renan.

Para conseguir passar as suas ideias, o técnico madeirense do Porto da Cruz tem realizado exercícios, com e sem bola, repetindo as vezes que forem precisas, tanto os movimentos na defesa num todo como as compensações que cada jogador deve fazer consoante o sector onde estiver a bola no momento da transição.

Por outro lado, verifica-se que os pupilos de Leonel Pontes estão a ser também treinados para conseguirem um jogo mais apoiado e equilibrado.

O ataque e a perda de bola

Ofensivamente, a equipa leonina está a trabalhar tanto o jogo interior como o exterior, apostando um pouco mais nos extremos a jogarem também por fora, em profundidade.

A entrada do segundo extremo para mais perto do ponta de lança é também movimento a merecer especial atenção. Ou seja, se a bola está na ala direita, o extremo-esquerdo deve juntar-se mais ao avançado-centro, para assim a equipa ter muito mais presença na área adversária, na zona de finalização. Também o segundo avançado está a ser trabalhado para, nessa situação, aparecer mais na zona de decisão, com o médio na sobra.

Mas, mesmo neste capítulo ofensivo, Leonel Pontes não descura o posicionamento dos outros jogadores. Tudo tem de estar equilibrado, todos têm de estar bem posicionados na altura da perda de bola, para a equipa não ser surpreendida no contra-ataque. Para isso correr bem, o lateral da zona contrária tem de defender por dentro, mais perto do central, e o médio-defensivo tem de estar preparado para sair ao portador da bola, caso esta seja perdida.

Mesmo com muitos jogadores ausentes (dez) devido aos jogos das selecções, o trabalho na Academia é intenso, pois Leonel Pontes quer cumprir bem a tarefa que Varandas lhe encomendou, a começar já pelo jogo do Bessa. 

publicado às 04:03

 

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A generosidade do jornal A Bola - ao dedicar meia página à conquista europeia da equipa de futsal do Sporting - é algo surpreendente, mas o Record, pela evidência à vista, nem se deu ao incómodo de disfarçar as suas prioridades.

 

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Já o jornal O Jogo recomenda o uso de uma lupa para se ler a notícia sobre o Sporting. Não se esperava muito, mas isto é nada menos do que ridículo.

 

Ficamos a saber, portanto, que a vitória dos encarnados em Braga, mesmo com arbitragem polémica à mistura, é mais importante que a conquista da Liga de Campeões de Futsal por uma equipa portuguesa.

 

Mais palavras para quê ?

 

P.S.: A publicação do cartoon do dia, obra de Henrique Monteiro, a ilustrar o menino prodígio a "mergulhar na piscina", fica para mais tarde. 

 

publicado às 04:47

Comunicado do Sporting

Rui Gomes, em 18.04.19

 

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"O Sporting Clube de Portugal repudia de forma veemente o fait diver relativo ao Hóquei em Patins que hoje é publicado no Jornal A BOLA.

 

É triste verificar que, no dia em que o Sporting CP é escolhido pelo World Skate Europe RH para organizar a Final Four da Liga Europeia, a prova mais importante de clubes do Mundo, um jornal com o prestigio de A BOLA esteja mais preocupado em fornecer um serviço, que consideramos lamentável, em torno de rumores e na base do “diz que disse”, em vez de, realmente, informar os leitores sobre factos que devem encher de orgulho, não só os sportinguistas, mas os amantes de desporto na sua globalidade.

 

Mais: sem querer dar quaisquer lições de moral a ninguém, o Sporting CP não pode deixar de considerar, no mínimo curioso, que o Jornal A Bola volte, uma vez mais, a infringir o código deontológico que deveria ser respeitado. Segundo o documento aprovado no 4.º Congresso de Jornalistas, realizado a 15 de Janeiro de 2017, o ponto 1 não deixa dúvidas: “Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso.”

 

Ora, não foi o que aconteceu aqui. A jornalista que assinou a peça voltou a não ouvir os responsáveis do Sporting CP, como, de resto, tem sido recorrente na presente temporada, com a publicação de notícias profundamente especulatórias, curiosamente difundidas sempre em momentos cruciais da época.

 

O Sporting Clube de Portugal está focado nos objectivos nacionais e europeus em todas as competições de todas as modalidades em que está inserido e, particularmente, em relação ao Hóquei em Patins, congratula-se pela fantástica notícia da atribuição da organização da Final Four da Liga Europeia de Hóquei em Patins".

 

Confesso que publico o Comunicado ler o artigo que está em discussão. Não tenho a edição papel do jornal A Bola e nada encontrei online. Talvez que um leitor tenha conhecimento do escrito que provocou a indignação do Sporting.

 

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A "notícia" no jornal A Bola

 

publicado às 13:08

Foto do dia

Rui Gomes, em 28.12.18

 

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“Achei por bem que por tudo aquilo que o Sporting me deu, por toda a oportunidade que eu tive e que por todo aquele acolhimento dado pela maioria dos adeptos, pelo carinho que me deram desde o momento que cheguei até esse momento da minha decisão, achei por bem voltar. Também pelo bem da minha carreira obviamente, para poder continuar num clube no qual os objetivos eram os mesmos que os meus.

 

Voltei pelos mesmos valores. Estou muito tranquilo para falar sobre esse assunto, as pessoas que me são mais próximas sabem que eu não ganhei um euro em voltar para o Sporting, e neste momento podia estar com os bolsos cheios, não só ao voltar para o Sporting como em ir para outro clube qualquer.

 

Foi uma das coisas pelas quais tive uma discussão com o meu agente porque eu não sabia dessa comissão a ser paga pelo Clube e confrontei-o com isso. Confrontei-o porque o meu objectivo, e ele sabia que o meu foco a vir para o Sporting seria vir com o mesmo salário, vir com as mesmas condições e quando chegasse a nova Direcção, se achasse por bem renovar-me o contrato, renovaria.

 

Vejo-me ainda no Sporting até conseguir conquistar tudo o que tenho para conquistar e o que o clube tem para conquistar. E a ganhar cada vez mais o meu espaço e a ter cada vez mais protagonismo e a melhorar os números que hoje em dia importam muito.

 

Se há coisa que temos de agradecer ao mister José Peseiro é que sempre fez tudo para que nada nos faltasse e para que o foco fosse sempre apenas jogar, e não a instabilidade nos bastidores. Sempre criticaram muito o José Peseiro, até poderiamos não jogar bem e os resultados não eram os melhores, mas fez de treinador, delegado, director e tudo mais. Poucos deram valor ao seu papel".

 

publicado às 11:00

 

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Os últimos meses do Sporting foram atribulados, caóticos. Que o diga Artur Torres Pereira, ex-líder da Comissão de Gestão do Sporting.

 

Em entrevista ao jornal A Bola esta quarta-feira, Torres Pereira revela qual foi a realidade que encontrou no clube de Alvalade após a saída de Bruno de Carvalho - e não poupou críticas àquele que diz ter usado o Sporting para seu “próprio proveito”.

 

“Bruno de Carvalho usou instrumentalmente o Sporting para os seus objectivos. Faltou ao respeito ao clube. Clube, sócios, funcionários, atletas maltratados. Não há direito! Não vale nem pode valer tudo! Este tipo de comportamento não é aceitável”, atirou Torres Pereira, em declarações ao desportivo.

 

Questionado sobre as condições em que a Comissão de Gestão do Sporting encontrou o clube, Torres Pereira traçou um cenário caótico. “Encontrámos um Sporting muito desequilibrado, ao contrário do que se dizia até aí, a gestão revelou-se catastrófica, quer do ponto de vista do modelo organizacional, quer do ponto de vista económico e financeiro. O Sporting tinha grandes lacunas nos recursos humanos e na resposta que os departamentos estavam em condições de dar”, disse.

 

Mais: de acordo com ex-dirigente dos leões, “o Sporting estava malgovernado e a caminho do total desgoverno, porque a primeira coisa com que nos deparámos foi com uma penhora por via do não pagamento dos impostos e da Segurança Social”.

 

publicado às 12:47

 

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Além do comentário de registo na SIC Notícias - já aqui publicado - Miguel Sousa Tavares também criticou a postura de Bruno de Carvalho no futebol português na sua coluna de opinião do jornal A Bola:

 

" (...) E ainda há outro presidente de clube, chamado Bruno de Carvalho, que independentemente das investigações e processos que lhe queiram instaurar, todos os dias prova no Facebook e demais instrumentos de ofensa gratuita ao dispor que é indigno de presidir um clube e habitar o futebol português. Que é um incendiário à solta, desprovido de um mínimo de educação e de maneiras de se comportar em sociedade e que não passa daquilo que todos os dias chama aos outros: um arruaceiro.

 

Que os sócios do Sporting o tolerem e achem muito bem, convencidos que é pelo insulto e pela provocação constante a tudo e a todos que vão resgatar a glória perdida do clube, é uma coisa. Mas que a liga, a Federação e o governo o consintam e continuem a tolerar é outra. Este senhor deve ser irradiado do futebol português, ao qual não trouxe nada senão ódio e ridículo. Mas a comunicação social também tem uma palavra decisiva a dizer neste assunto: NÃO GENERALIZEM, não o desculpem fingindo que o discurso dele é o discurso de todos, sabendo muito bem que não é. Tenham a coragem de o enfrentar e de o tratar como aquilo que ele é e merece".

 

Bruno de Carvalho não tardou a dar uma resposta (no seu usual estilo) ao jornalista afecto ao FC Porto, na sua página de Facebook:

 

"Não sei se disse isto antes ou depois de ter bebido, mas eu aqui até lhe dou razão... Ao ver o nível baixo do G15, estou definitivamente a mais.... Por enquanto.... É que o tempo das "vacas sagradas" do nosso futebol está a terminar.

 

E o seu... ou por cansaço das pessoas ou por falhanço do fígado, também deve estar próximo. Bjs à família e sempre a considerar os seus pai e mãe, que são a sua única razão de ainda comentar seja onde for!

 

PS: Anda com um ar gasto. A má vida tem destas coisas. Já pensou em fazer um peeling? Ou pedir a alguém para fazer um por si, mas ser você a usufruir da fama?... Um género de escritor fantasma, mas em formato de plástica...".

 

publicado às 16:08

O sentimento dum sportinguista

Rui Gomes, em 16.02.18

 

Um artigo da autoria de ROGÉRIO ALVES - o homem que muitos sportinguistas gostariam de ver assumir a presidência do Sporting - no jornal A Bola, muito interessante e pertinente, tendo em consideração as circunstâncias de momento do nosso Clube.

 

Antes de mais, aproveitamos o ensejo para agradecer a simpatia e a amabilidade do nosso estimado leitor HUGO, que se deu à incómoda tarefa de nos referenciar este escrito. É pela gentileza deste e de muitos outros leitores, que encontramos a motivação para dar continuidade a este nosso trabalho. Bem hajam !

 

Rogerio_Alves.jpg"Não foi pelo facto de o Cesário ser verde que escolhi o título para esta crónica. O momento que o Sporting Clube de Portugal atravessa, suscita, infelizmente, bem mais do que a soturnidade e a melancolia, conhecidos ingredientes primeiros do poema. Subitamente, caímos num rebuliço interno, que, a meu ver, não encontra justificação. Ficámos perante a hipótese de colapso directivo, quando ainda não decorreu, sequer, um ano, contado da eleição dos órgãos em funções. Tal qual escrevi na semana passada, precisamente quando os nossos adversários gozavam, com todo o merecimento e basicamente por más razões, do monopólio das atenções mediáticas, eis que nós lhes servimos, de bandeja, aquilo que nem a mais competente agência de comunicação do planeta conseguiria. Retirámo-los da ribalta, ocupando nós agora, com todo o vigor, o espaço público da refrega. O clube está dividido, os adeptos estão perplexos e, neste contexto, os sócios são chamados, no próximo dia 17, a uma escolha que seria inimaginável há uma mão cheia de dias. O momento é delicado. Exige muita objectividade, serenidade e ponderação. A quaresma começou ontem. Dá-nos uma oportunidade abençoada para moderarmos a linguagem, mantermos a cabeça fria e procurarmos, a bem do Sporting, consensos, que nos recoloquem na unidade possível e na paz desejada. 

O pecado original desta Assembleia Geral

A Assembleia Geral do próximo dia 17 tem um problema congénito, fácil de diagnosticar: O que estará em causa, não será tanto o que consta da ordem de trabalhos mas sim a continuidade dos órgãos sociais. Ou, pelo menos, de alguns, pois não sei se, em função do resultado das votações, também os membros do Conselho Leonino renunciarão. Mais do que a votar nas propostas de alteração de estatutos e na aprovação do regulamento, os sócios estarão, de facto, a votar na dita continuidade. Um sócio que discorde das alterações propostas, terá de escolher, não só, entre os actuais estatutos e a versão posta a sufrágio, mas, sobretudo, se quererá ou não eleições antecipadas. Ora uma crise directiva e a marcação de eleições antecipadas, são, nesta altura do campeonato (passe a expressão), tudo o que o Sporting menos precisa. A interpretação da vontade dos sócios ficará irremediavelmente comprometida, tendo em conta a dualidade entre o que se está a votar e a consequência anunciada do resultado da votação. A que acresce o facto de, para a generalidade dos sócios, ser bem mais importante a estabilidade do clube, do que umas alterações estatutárias avulsas e um regulamento disciplinar. Poderemos ter quem concorde com os documentos, mas, ainda assim, vote contra, para ver se os órgãos sociais renunciam e, ao invés, quem não concorde com os documentos, mas os vote favoravelmente, para preservar os ditos órgãos. Prevalecerá uma utilidade marginal da votação, que se solta e desprende da que deveria ser a sua lídima motivação. Estaremos a votar em alhos, mas pensando em bugalhos.

A súbita mudança de cenário. Problemas que se suscitam

Na preparação da Assembleia Geral designada para o dia 3, não havia, penso, qualquer anúncio de renúncia. A alteração estatutária passaria ou reprovaria, o regulamento disciplinar também e a vida continuaria conformada com os resultados. Admito a minha falta de informação mas não entendo o que se haja alterado desde o dia 3 até ao dia 17, para se associar o prolongamento da vida dos órgãos sociais recém-eleitos, à votação favorável dos dois documentos. Mas o acrescento de um ponto 3, «deliberar sobre a continuidade do mandato dos actuais órgãos sociais», suscita também outros problemas jurídicos e factuais, que se associam às dúvidas que afectam os pontos 1 e 2. Vejamo-los de corrida: a conhecida convocatória é seca, não desvendando alguns aspectos relevantíssimos. Por exemplo: como se processará a votação? Por voto secreto ou por braço no ar? As alterações aos estatutos serão votadas ponto por ponto, como manda a boa técnica, ou sê-lo-ão em bloco? Poderão ser formuladas propostas concretas sobre pontos específicos, o que remete para a tal votação casuística. O mesmo se dirá quanto ao regulamento disciplinar. À exigência de dois terços dos votos a que aludem os estatutos, junta-se, ou não, a exigência do voto favorável de três quartos do número dos associados presentes, imposta pelo Código Civil no seu artigo 175, n.º 3? Trata-se de uma questão fulcral, tendo em conta que os associados têm número diferenciado de votos. Para que haja votação, terá de haver propostas. Qual é a proposta colocada à votação no âmbito do ponto 3? Não se sabe se as votações serão feitas no final, ou se irão sendo feitas com o encerramento de cada ponto (da ordem de trabalhos e dos dos documentos em apreço). Imaginemos que os pontos 1 e 2 são aprovados: para que servirá o ponto 3? Mas, sendo posto à votação o ponto 3, com uma proposta que entretanto surja, imaginemos que se vota num sentido favorável aos órgãos sociais em percentagem de 60 por cento. Ainda assim renunciarão? Mas a razão da renúncia não consiste, basicamente, na falta de aprovação dos dois primeiros pontos? Desaparecendo os motivos geradores da renúncia, poderá esta, ainda assim, verificar-se? Qual é o enquadramento do ponto 3 da OT, quando é certo que a AG só pode revogar os mandatos dos órgãos socais ocorrendo justa causa (artigo 40, n.º 2, dos Estatutos)? Caso haja renúncia em bloco dos órgãos sociais que a anunciaram, poderá, por amarga ironia, manter-se apenas o Conselho Leonino em funções?

Nesta encruzilhada

Não me interessa muita a vertente jurídica da coisa. Mas ela é relevante, independentemente da medida em que nos interessa. Por isso suscitei os tópicos precedentes. Concordo com algumas das alterações aos estatutos e discordo de várias outras. Não vejo a necessidade premente de termos um regulamento disciplinar, nem me parece obrigatório que seja aprovado em AG (não consta do elenco de competências estatutárias, embora reconheça que o assunto é discutível). Vários pontos do regulamento também não merecem o meu acordo. Mas nada disto deveria ser o essencial. No naipe de preocupações dos sportinguistas, as matérias disciplinares e estatutárias não são prioritárias e, a meu ver, teriam um tempo oportuno para serem discutidas logo após o final da época. Os estatutos em vigor são claros no que é essencial: os sócios devem honrar o clube e defender o seu nome e prestígio. Os eleitos devem exercer os cargos com exemplar conduta moral e cívica e em conformidade com a orientação definida pelos órgãos sociais do clube. Os sócios devem ainda zelar pela coesão interna do clube, cabendo aos membros dos órgãos sociais exercer os respectivos cargos com a maior dedicação e exemplar comportamento cívico e moral. Compete ainda aos sócios, sob pena da aplicação de sanções disciplinares, não injuriar, difamar e ofender os órgãos sociais do clube ou qualquer dos seus membros, como lhes compete abster-se de proferir expressões ou cometer actos (...,...) ofensivos da moral pública. Quem não proceder assim, sendo sócio ou (também) dirigente, fica sob a alçada disciplinar. Podem sempre melhorar-se as normas, mas, neste momento, a questão é de somenos, tendo em conta os combates desportivos em que estamos envolvidos e, sendo de somenos, em nada deveria poder determinar a abertura de uma crise directiva. Demissões nascidas de alterações aos estatutos, só mesmo se quisessem alterar os elementos do nosso ADN, que ali se abrigam, tais como a denominação, os símbolos ou as cores. É o que penso de tudo isto. Tenho esperança de que ainda se arrepie caminho."

 

publicado às 11:00

FALSA foto na capa do jornal A Bola

Rui Gomes, em 27.01.18

 

Por referência do nosso leitor HY, a quem agradecemos, desde já, verifica-se que a foto publicada na capa do jornal A Bola é falsa, no contexto do jogo das meias-finais da Taça da Liga entre Sporting e FC Porto, e mais especificamente pela marcação das grandes penalidades. Ora vejamos:

 

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De seguida, temos uma foto real de Rui Patrício a defender uma das grandes penalidades:

 

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- Rui Patrício não defendeu nenhum penálti na posição ilustrada pelo jornal;

- Rui Patrício não envergou a braçadeira de capitão, mas sim William Carvalho;

- A cor das luvas de Rui Patrício é diferente;

- As botas de Rui Patrício são diferentes:

- Creio que a própria camisola, sendo amarela, é diferente.

 

Caso ainda hajam dúvidas, publicamos um vídeo com um breve resumo do jogo:

 

 

Não se refuta a possível presença de Nélson - treinador de guarda-redes do Sporting - nas imediações da baliza utilizada para a marcação das grandes penalidades, mas não deixa de ser triste e lamentável - para ser simpático - a desonestidade do jornal A Bola, sendo um órgão de comunicação social histórico em Portugal. Prova absoluta dos extremos a que o quasi-oficioso porta-voz do clube da Luz está disposto a ir para denegrir o Sporting.

 

Infelizmente, por muito indecoroso que seja, este acto da parte da comunicação social portuguesa não é inédito. Regressamos a Março de 2014, data em que o jornal Record - então sob a tutela do super-encarnado João Querido Manha - publicou uma foto de um golo do Sporting com a linha virtual de fora de jogo falsificada.

 

O mesmo jornal, em Julho de 2013 - então sob a tutela de Alexandre Pais - publicou uma foto de Alexis Santos, nadador leonino, com o emblema do Sporting deliberadamente rasurado da sua toca.

 

Enfim... mais do mesmo que ocorre no nosso tão "pequeno" Portugal !

 

publicado às 11:25

 

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Até provas em contrário, é impossível não ridicularizar esta estória aos quadrados do A Bola, através da qual é alegado que a real razão da dispensa de Bryan Ruiz e Schelotto relaciona-se com a suposta recusa de ambos em usar caneleiras nos treinos, acto que Jorge Jesus, segundo a Redacção do jornal, entendeu como desrespeitoso.

 

"A mensagem que Schelotto endereçou através das redes sociais a Bryan Ruiz nada tem de inocente, até porque ambos foram riscados por Jorge Jesus para esta temporada pelo mesmo motivo. Muito se escreveu sobre as razões que levaram o treinador a prescindir do costa-riquenho (do ítalo-argentino pouco se falou...), de tal maneira que o próprio jogador teve necessidade de emitir um comunicado a esclarecer várias situações.

Sabe a A BOLA que a ruptura entre o treinador e os jogadores aconteceu no final da época anterior, quando Bryan Ruiz e Schelotto desafiaram a autoridade de Jesus. E que tudo aconteceu por causa do uso de caneleiras. Num treino ambos foram chamados à atenção para o uso obrigatório das mesmas, mas o certo é que no dia seguinte, e apesar do aviso de Jesus, Bryan Ruiz e Schelotto voltaram a subir ao relvado sem caneleiras.

O treinador entendeu esse ato como uma falta de respeito em relação à sua liderança perante o grupo e a partir desse momento decidiu que ambos não entrariam nos planos para esta época. E só isto explica o porquê de Jorge Jesus ter abdicado de dois jogadores influentes do plantel, pois Bryan Ruiz, mesmo tendo feito uma época com rendimento inferior à sua primeira, não deixou de ser um jogador influente (foi o segundo melhor nas assistências) e Schelotto tinha renovado recentemente".

 

publicado às 15:27

Foto do Dia

Rui Gomes, em 13.09.17

 

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publicado às 03:37

Uma capa de jornal que diz quase tudo

Rui Gomes, em 24.08.17

 

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Jorge Jesus

 

"Foi uma exibição perfeita para o jogo de hoje, o objectivo era passar esta eliminatória, que sabíamos seria dividida. O Steaua é uma boa equipa mas hoje encontrou um Sporting forte, que marcou primeiro e isso foi fundamental para ser uma equipa mais de posição do que pressão e sair pela certa. O primeiro objectivo da época está conquistado, estamos onde estão os melhores. Há que desfrutar. Temos de criar clima de confiança e desfrutar desta passagem. A partir daqui tudo o que vier é positivo".

 

Bruno Fernandes

 

"O nosso objectivo era ganhar e fomos felizes. Mais uma vez conseguimos marcar muitos golos, mas o importante era conseguir a qualificação. De uma maneira ou de outra tínhamos de estar na Liga dos Campeões.Agora queremos fazer o melhor possível. Ganhar o maior número de jogos e passar a fase de grupos. É esse o nosso grande objectivo”.

 

Gelson Martins

 

"Com muita garra e união mostrámos o quanto merecemos estar na Champions. Prontos para os próximos desafios".

 

Rodrigo Battaglia

 

"Estamos felizes por estar na Liga dos Campeões, trabalhámos toda a semana para isto. Temos um grupo muito forte e unido, e ainda vamos melhorar muito. Vamos encarar este torneio com muita humildade e ambição".

 

Bas Dost

 

"Se ganhámos 5-1 merecemos passar à próxima fase. O Steaua tinha de marcar e deram-nos espaço. Depois jogámos bem no contra ataque. Todos os que fizemos foram perigosos. Há muita qualidade na equipa e estamos felizes por ter mostrado essa qualidade. O Steaua jogou bem em Alvalade. Aqui marcaram um bom golo. O avançado Alibec foi sempre perigoso. É um jogador diferente de mim. Gosto de o ver jogar. Segura a bola, usa bem o corpo e remate bem de pé esquerdo. Desejo uma boa época ao Steaua".

 

publicado às 05:22

 

Há quem diga que a não-notícia é um produto do "infoentretenimento" e que o menos responsável é o jornalista, dado que não é ele o culpado de não haver nada factualmente intrigante ou sensacionalista a reportar.

 

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Em contexto, é importante preservar o nosso senso de humor ao ler alguns dos "trabalhos" dos órgãos noticiosos cá do burgo, como é frequentemente o caso do jornal A Bola em tudo quanto diz respeito ao verde-e-branco. A exemplo, esta suposta reportagem sobre o alegado interesse do Liverpool em Gelson Martins. Uma palavra de alerta: o leitor não deve ficar desapontado ao chegar ao fim do artigo e verificar que ficou a saber o mesmo:

 

«É a lei do mercado e não há como fugir dela. O Sporting sabe que alguns dos seus principais jogadores são alvo da cobiça de clubes com maior capacidade financeira e, entre eles, está Gelson Martins.

Atentos a tudo o que se passa no mercado, aos responsáveis leoninos já chegou o feedback que são vários os clubes que têm Gelson referenciado como um dos mais promissores jovens do futebol europeu, entre eles o Liverpool, que se prepara neste defeso para formalizar o interesse na contratação do jovem extremo.

Jurgen Klopp já deixou bem claro que pretende reforçar o plantel para poder lutar de igual com os rivais ingleses na próxima temporada e depois de tentar contratar Mohamed Salah à Roma vira-se agora para outros alvos, entre eles o extremo leonino, mostrando-se os reds dispostos a chegar aos €40M pelo passe do jogador.

A administração da SAD leonina já sabe que o Liverpool está na corrida pelo jogador, mas os €40M são insuficientes para convencer os responsáveis do Sporting que, também, ainda esperam por uma proposta concreta proveniente de Anfield.

O valor de referência são os €60M inscrito na cláusula de rescisão do jogador e, para que haja possibilidade de conversas sobre o tema, a sondagem mínima terá de ser na ordem dos €50M».

 

Desapontado ?

 

publicado às 04:39

 

Vai contra a minha consciência dar palco a este ignóbil pseudo-comentador desportivo, homem de integridade dúbia, mas para efeitos de motivar debate, transcreve-se um excerto do seu artigo de opinião semanal no jornal A Bola:

 

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«Queria (gostava) que o Benfica perdesse., desmoralizasse, empatasse em Moreira de Cónegos e chegasse a Alvalade apenas com cinco ponto de avanço. Saiu-me o meu desejo furado. Com o Benfica a oito e o Porto a sete, mesmo que ganhemos - como eu quase garanto - ao Benfica em Alvalade, não dá para atingir o segundo lugar.

 

Para mim não houve penálti nenhum e Samaris e Jonas mereciam ter sido expulsos. O encontrão/agressão de Jonas ao seu antigo treinador cheirou a vingança mesquinha. Nuno Espírito Santo foi demasiado honesto. Devia ter-se deixado cair de costas bem à Lito Vidigal, agarrando-se ao peito em evidente dificuldade respiratória, e Jonas, com ou sem cervicalgia, (alguém tem de lhe explicar que estes encontrões podem ser perigosos para ele próprio) veria certamente o merecido cartão vermelho. Mas nem a gravata perigosa e despudorada do Samaris ao Alex Telles mereceu qualquer comentário.

 

Fez bem o meu Sporting, ao denunciar estes acontecimentos. Não para copiar o Benfica, apenas porque temos de provar a todo o momento que não pode haver dois pesos e duas medidas. Em ambos os casos não houve cartões, pode haver tal como com Slimani um sumaríssimo mais precoce.

 

Temos o terceiro lugar super garantido, com os nossos perseguidores a dez pontos. Aguardemos mais duas jornadas. Ganhando os nossos jogos até receber o Benfica em Alvalade. Nessa altura faremos novo balanço. Caramba, tão injusto que é não estarmos a lutar pelo título».

 

Se Eduardo Barroso fosse um homem intelectualmente honesto, exigiria explicações, e melhor ainda, justificações, ao seu "afilhado" e treinador que este contratou, sobre as razões que fazem com que o Sporting não esteja, há muito, diga-se, a lutar pelo título. Claro, como é uma proposição muito inconveniente, evidencia-se pela sua omissão. 

 

publicado às 11:22

O «Messias»

Ricardo Leão, em 22.12.16

 

"O Homem que chegou para nos salvar"

 

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O Sporting e o seu presidente correm o risco de desbaratar o talento e a riqueza da obra já feita pela fancaria do porte e da palavra inútil.
 
Bruno de Carvalho todos os dias e a todas as horas. Veste-se com as roupas bélicas de um cavaleiro que monta um leão e traz a boa nova ao futebol português. Grita que o império está podre e que ele, enfim, chegou para nos salvar. Quem dele discorda quer destruir o seu reino de deus e é pertença ou lacaio da orla dos infiéis do exército vermelho.
Há sempre uma imagem do dia com Bruno de Carvalho rodeado de microfones e câmaras de televisão e, quando assim se apresenta, o seu rosto ilumina-se de um contentamento juvenil. Nada lhe dará mais prazer do que ser visto pelo mundo. Infelizmente, ainda é apenas o pequeno mundo pacóvio e um tanto bruto de um Portugal pequenino e desleixado do entendimento da devida proporção das gentes e das coisas, bloqueado na lucidez pela chuva implacável da informação sem filtro. Nada desinforma mais do que o excesso de informação que hoje em dia nos chega por todos os meios, formais e informais.
 
Bruno de Carvalho, a isso, dá também um importante contributo. Mete no mesmo saco de gatos o supremo tribunal suíço, onde, como se sabe, apenas pontificam descarados benfiquistas, o Conselho de Disciplina da FPF, os juízes do TAD, os comentadores de imprensa, das rádios e das cassetes piratas, os empresários e os fundos.
 
Por ele e contra eles Bruno de Carvalho é o principal autor de uma saga terrível, usando o seu temível Facebook, ou o Facebook de um dos seus fiéis escudeiros como infalíveis armas de arremesso. O pequeno universo da pasmaceira nacional excita-se com tão fantásticas proclamações. Ouve, muitas vezes sem perceber o assunto; vê, só raras vezes entendendo a que respeita a metralha de impropérios.
 
Bruno de Carvalho não estremece, uma única vez, sequer, com a possibilidade de já estar a ser ouvido, no sentido do entendimento do que diz, mas apenas a ser visto como um factor de entretenimento popular. Parece sempre confiar na sua dimensão de Messias que traz a verdade iluminada e que se predispõe a expulsar os vendilhões do templo. Não repara nos preocupantes sorrisos em seu redor.
 
Bruno de Carvalho tem um Jesus a comandar os seus discípulos, mas é ele quem encarna a figura do redentor, do Homem que veio ao mundo para nos salvar da desgraça de um futebol de benfiquistas e de portistas corruptos. O problema da palavra que tão energicamente anuncia é que ela se desacredita pelo desgaste do uso. Ou seja: o problema maior de Bruno de Carvalho é o da credibilidade do que diz, por culpa de como e quando o diz.
 
Bruno de Carvalho acha-se um mestre na arte de comunicar e dá a si próprio o direito de julgar os outros. «O presidente do Benfica fala pouco e não diz nada de jeito» - acusou, recentemente, sem pestanejar. Não percebe que quem fala de mais não é ouvido e não entende que já ninguém verdadeiramente o ouve com atenção e respeito.
 
O lado dramático da coisa é que nem tudo o que Bruno de Carvalho diz é disparatado e desproporcionado. Há, no meio do caos, assuntos importantes, ideias relevantes e uma lucidez perdida na irresistível tentação do conflito. Tal como há obra no Sporting. Há trabalho realizado, há um povo leonino mobilizado para os combates desportivos do presente e do futuro, regressado a um orgulho que se julgava perdido. Há um candidato de corpo inteiro regressado à luta, indisponível para continuar a ser conformado e paciente.
 
O problema do Sporting e dos sportinguistas é que o seu presidente corre realmente o risco de desbaratar o talento e a arte da obra bem feita pela fancaria do porte e da palavra inútil.
 
 
Vítor Serpa - jornal A Bola
 

publicado às 17:00

Será possível ?

Rui Gomes, em 27.08.16

 

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Confesso que nunca me passou pela ideia a possibilidade de virem os dois avançados holandeses. Curiosamente, os outros dois diários desportivos aparecem hoje a dizer sensivelmente o mesmo.

 

Bem... mais do que nunca é importante lembrar que estamos na Silly Season e que será melhor esperar confirmação antes de festejar as contratações.

 

Partindo do princípio que Slimani vai mesmo deixar Alvalade, o Sporting ficaria então com as três novidades na linha da frente: André, Castaignos e Bas Dost.

 

publicado às 05:04

O que dizer desta capa ?

Rui Gomes, em 07.06.16

 

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Confesso que esta capa era o que eu menos esperava. A inevitável questão, considerando a "fonte", é se o que está à vista corresponde à realidade ou é apenas mais do eterno mesmo deste órgão de comunicação social que é tudo menos objectivo e imparcial com a sua linha editorial "encarnada".

 

Por outro lado, tendo em consideração os salários milionários de vários dos reforços da época passada, será mesmo inesperado que o actual melhor jogador do Sporting se sinta injustiçado ?

 

Na hora em que preparo este post a informação disponível ainda é muito escassa. Espero, portanto, que seja mais um caso de "fumo sem fogo", como este jornal já nos habituou há anos, no que ao Sporting diz respeito.

 

 

Declarações de João Mário Eduardo:

 

«O actual contrato do João, válido até 2020, tem realmente essa cláusula de 60 milhões de euros, mas há outros pormenores e as duas partes sabem quais são. Sair por valor mais baixo? Depende das ofertas, bem como daquilo que o Sporting pretende receber.

 

Isso não me preocupa muito, desde que o Sporting faça aquilo a que se comprometeu, que era tratar do assunto do João Mário como prioridade e mal terminasse o campeonato, algo que ainda não aconteceu.

 

O Sporting, penso, ainda não estará preparado para o fazer, o atleta vai para o Europeu, já devia ir com esta situação clarificada e não vai. Estamos à espera e a tentar ver até onde o Sporting quer ir.

 

O João está magoado com o Sporting. Se um funcionário tem um rendimento anual satisfatório, a política é compensar o esforço e a produtividade. É normal que esteja magoado, pensa que não está a ser suficientemente valorizado. O Sporting diz que o João vale 60 milhões e paga-lhe como 10. É complicado.

 

Abordagens directas, posso garantir, não existiram. Existem, sim, abordagens através do Kia Joorabchian, que também agencia o João. Neste momento tem dois ou três dossiers para avançar. Já reunimos com o Sporting, para tentar perceber a sensibilidade do clube, para termos uma certeza daquilo que o clube realmente pretende».

 

publicado às 05:11

Mas que grande novidade !

Rui Gomes, em 27.03.16

 

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 É isso ou ir para o desemprego... novamente ! 

 

publicado às 04:20

Reforços a caminho ?

Rui Gomes, em 21.01.16

 

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Além dos suspostos reforços que as capas dos jornais noticiam, outras reportagens do dia indicam que tanto Marcelo Boeck como Teo Gutiérrez estão na porta de saída, muito provavelmente por empréstimo.

 

Curiosamente nenhuma referência a um defesa central, possibilidade indicada por Bruno de Carvalho na entrevista de ontem. Com Rúben Semedo a regressar a casa, não será uma prioridade.

 

Reportagem da SAPO Desportos

 

A carreira de Téo Gutiérrez no Sporting pode ter os dias contados. O avançado colombiano deverá deixar Alvalade ainda neste mercado de inverno para voltar a América do Sul. O Cerro Porteño do Paraguai e o Corinthians do Brasil deverão ser os destinos do jogador.

Téo não conseguiu adaptar-se à vida em Portugal e um problema de ordem familiar pode precipitar sua saída do Sporting. O jogador voltou tarde das férias natalícias, sob pretexto de efectuar a devida recuperação de uma lesão, segundo o jornal O Jogo. Inicialmente, foi-lhe diagnosticado uma osteíte pública mas na Colômbia descobriram que tinha a anca deslocada.

A SAD do Sporting já sabe das intenções do jogador e já prepara a sua saída. Ainda não se conhecem os moldes mas os "leões" só admitem a saída do jogador por uma verba a ronda os três milhões de euros, por forma a recuperar parte do investimento feito na sua contratação. Recorde-se que o Sporting gastou 3,4 milhões de euros na contratação do avançado "caffetero".

Na América do Sul, o Corinthians do Brasil é um dos candidatos, assim como o Cerro Porteño do Paraguai. Pedro Aldave, empresário de "Tacuara" Cardoso e director-desportivo do Cerro, já confirmou negociações.

"Falei com o jogador, o seu representante e o Sporting. Estou a tentar traze-lo", declarou.

Téo Gutiérrez, de 30 anos, realizou 17 jogos com a camisola do Sporting, tendo marcado sete golos.

 

publicado às 13:22

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 06.01.16

 

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Rui Vitória tem razão ou será apenas mais uma tentativa a destabilização ?

 

publicado às 06:36

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