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Além do comentário de registo na SIC Notícias - já aqui publicado - Miguel Sousa Tavares também criticou a postura de Bruno de Carvalho no futebol português na sua coluna de opinião do jornal A Bola:

 

" (...) E ainda há outro presidente de clube, chamado Bruno de Carvalho, que independentemente das investigações e processos que lhe queiram instaurar, todos os dias prova no Facebook e demais instrumentos de ofensa gratuita ao dispor que é indigno de presidir um clube e habitar o futebol português. Que é um incendiário à solta, desprovido de um mínimo de educação e de maneiras de se comportar em sociedade e que não passa daquilo que todos os dias chama aos outros: um arruaceiro.

 

Que os sócios do Sporting o tolerem e achem muito bem, convencidos que é pelo insulto e pela provocação constante a tudo e a todos que vão resgatar a glória perdida do clube, é uma coisa. Mas que a liga, a Federação e o governo o consintam e continuem a tolerar é outra. Este senhor deve ser irradiado do futebol português, ao qual não trouxe nada senão ódio e ridículo. Mas a comunicação social também tem uma palavra decisiva a dizer neste assunto: NÃO GENERALIZEM, não o desculpem fingindo que o discurso dele é o discurso de todos, sabendo muito bem que não é. Tenham a coragem de o enfrentar e de o tratar como aquilo que ele é e merece".

 

Bruno de Carvalho não tardou a dar uma resposta (no seu usual estilo) ao jornalista afecto ao FC Porto, na sua página de Facebook:

 

"Não sei se disse isto antes ou depois de ter bebido, mas eu aqui até lhe dou razão... Ao ver o nível baixo do G15, estou definitivamente a mais.... Por enquanto.... É que o tempo das "vacas sagradas" do nosso futebol está a terminar.

 

E o seu... ou por cansaço das pessoas ou por falhanço do fígado, também deve estar próximo. Bjs à família e sempre a considerar os seus pai e mãe, que são a sua única razão de ainda comentar seja onde for!

 

PS: Anda com um ar gasto. A má vida tem destas coisas. Já pensou em fazer um peeling? Ou pedir a alguém para fazer um por si, mas ser você a usufruir da fama?... Um género de escritor fantasma, mas em formato de plástica...".

 

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publicado às 16:08

O sentimento dum sportinguista

Rui Gomes, em 16.02.18

 

Um artigo da autoria de ROGÉRIO ALVES - o homem que muitos sportinguistas gostariam de ver assumir a presidência do Sporting - no jornal A Bola, muito interessante e pertinente, tendo em consideração as circunstâncias de momento do nosso Clube.

 

Antes de mais, aproveitamos o ensejo para agradecer a simpatia e a amabilidade do nosso estimado leitor HUGO, que se deu à incómoda tarefa de nos referenciar este escrito. É pela gentileza deste e de muitos outros leitores, que encontramos a motivação para dar continuidade a este nosso trabalho. Bem hajam !

 

Rogerio_Alves.jpg"Não foi pelo facto de o Cesário ser verde que escolhi o título para esta crónica. O momento que o Sporting Clube de Portugal atravessa, suscita, infelizmente, bem mais do que a soturnidade e a melancolia, conhecidos ingredientes primeiros do poema. Subitamente, caímos num rebuliço interno, que, a meu ver, não encontra justificação. Ficámos perante a hipótese de colapso directivo, quando ainda não decorreu, sequer, um ano, contado da eleição dos órgãos em funções. Tal qual escrevi na semana passada, precisamente quando os nossos adversários gozavam, com todo o merecimento e basicamente por más razões, do monopólio das atenções mediáticas, eis que nós lhes servimos, de bandeja, aquilo que nem a mais competente agência de comunicação do planeta conseguiria. Retirámo-los da ribalta, ocupando nós agora, com todo o vigor, o espaço público da refrega. O clube está dividido, os adeptos estão perplexos e, neste contexto, os sócios são chamados, no próximo dia 17, a uma escolha que seria inimaginável há uma mão cheia de dias. O momento é delicado. Exige muita objectividade, serenidade e ponderação. A quaresma começou ontem. Dá-nos uma oportunidade abençoada para moderarmos a linguagem, mantermos a cabeça fria e procurarmos, a bem do Sporting, consensos, que nos recoloquem na unidade possível e na paz desejada. 

O pecado original desta Assembleia Geral

A Assembleia Geral do próximo dia 17 tem um problema congénito, fácil de diagnosticar: O que estará em causa, não será tanto o que consta da ordem de trabalhos mas sim a continuidade dos órgãos sociais. Ou, pelo menos, de alguns, pois não sei se, em função do resultado das votações, também os membros do Conselho Leonino renunciarão. Mais do que a votar nas propostas de alteração de estatutos e na aprovação do regulamento, os sócios estarão, de facto, a votar na dita continuidade. Um sócio que discorde das alterações propostas, terá de escolher, não só, entre os actuais estatutos e a versão posta a sufrágio, mas, sobretudo, se quererá ou não eleições antecipadas. Ora uma crise directiva e a marcação de eleições antecipadas, são, nesta altura do campeonato (passe a expressão), tudo o que o Sporting menos precisa. A interpretação da vontade dos sócios ficará irremediavelmente comprometida, tendo em conta a dualidade entre o que se está a votar e a consequência anunciada do resultado da votação. A que acresce o facto de, para a generalidade dos sócios, ser bem mais importante a estabilidade do clube, do que umas alterações estatutárias avulsas e um regulamento disciplinar. Poderemos ter quem concorde com os documentos, mas, ainda assim, vote contra, para ver se os órgãos sociais renunciam e, ao invés, quem não concorde com os documentos, mas os vote favoravelmente, para preservar os ditos órgãos. Prevalecerá uma utilidade marginal da votação, que se solta e desprende da que deveria ser a sua lídima motivação. Estaremos a votar em alhos, mas pensando em bugalhos.

A súbita mudança de cenário. Problemas que se suscitam

Na preparação da Assembleia Geral designada para o dia 3, não havia, penso, qualquer anúncio de renúncia. A alteração estatutária passaria ou reprovaria, o regulamento disciplinar também e a vida continuaria conformada com os resultados. Admito a minha falta de informação mas não entendo o que se haja alterado desde o dia 3 até ao dia 17, para se associar o prolongamento da vida dos órgãos sociais recém-eleitos, à votação favorável dos dois documentos. Mas o acrescento de um ponto 3, «deliberar sobre a continuidade do mandato dos actuais órgãos sociais», suscita também outros problemas jurídicos e factuais, que se associam às dúvidas que afectam os pontos 1 e 2. Vejamo-los de corrida: a conhecida convocatória é seca, não desvendando alguns aspectos relevantíssimos. Por exemplo: como se processará a votação? Por voto secreto ou por braço no ar? As alterações aos estatutos serão votadas ponto por ponto, como manda a boa técnica, ou sê-lo-ão em bloco? Poderão ser formuladas propostas concretas sobre pontos específicos, o que remete para a tal votação casuística. O mesmo se dirá quanto ao regulamento disciplinar. À exigência de dois terços dos votos a que aludem os estatutos, junta-se, ou não, a exigência do voto favorável de três quartos do número dos associados presentes, imposta pelo Código Civil no seu artigo 175, n.º 3? Trata-se de uma questão fulcral, tendo em conta que os associados têm número diferenciado de votos. Para que haja votação, terá de haver propostas. Qual é a proposta colocada à votação no âmbito do ponto 3? Não se sabe se as votações serão feitas no final, ou se irão sendo feitas com o encerramento de cada ponto (da ordem de trabalhos e dos dos documentos em apreço). Imaginemos que os pontos 1 e 2 são aprovados: para que servirá o ponto 3? Mas, sendo posto à votação o ponto 3, com uma proposta que entretanto surja, imaginemos que se vota num sentido favorável aos órgãos sociais em percentagem de 60 por cento. Ainda assim renunciarão? Mas a razão da renúncia não consiste, basicamente, na falta de aprovação dos dois primeiros pontos? Desaparecendo os motivos geradores da renúncia, poderá esta, ainda assim, verificar-se? Qual é o enquadramento do ponto 3 da OT, quando é certo que a AG só pode revogar os mandatos dos órgãos socais ocorrendo justa causa (artigo 40, n.º 2, dos Estatutos)? Caso haja renúncia em bloco dos órgãos sociais que a anunciaram, poderá, por amarga ironia, manter-se apenas o Conselho Leonino em funções?

Nesta encruzilhada

Não me interessa muita a vertente jurídica da coisa. Mas ela é relevante, independentemente da medida em que nos interessa. Por isso suscitei os tópicos precedentes. Concordo com algumas das alterações aos estatutos e discordo de várias outras. Não vejo a necessidade premente de termos um regulamento disciplinar, nem me parece obrigatório que seja aprovado em AG (não consta do elenco de competências estatutárias, embora reconheça que o assunto é discutível). Vários pontos do regulamento também não merecem o meu acordo. Mas nada disto deveria ser o essencial. No naipe de preocupações dos sportinguistas, as matérias disciplinares e estatutárias não são prioritárias e, a meu ver, teriam um tempo oportuno para serem discutidas logo após o final da época. Os estatutos em vigor são claros no que é essencial: os sócios devem honrar o clube e defender o seu nome e prestígio. Os eleitos devem exercer os cargos com exemplar conduta moral e cívica e em conformidade com a orientação definida pelos órgãos sociais do clube. Os sócios devem ainda zelar pela coesão interna do clube, cabendo aos membros dos órgãos sociais exercer os respectivos cargos com a maior dedicação e exemplar comportamento cívico e moral. Compete ainda aos sócios, sob pena da aplicação de sanções disciplinares, não injuriar, difamar e ofender os órgãos sociais do clube ou qualquer dos seus membros, como lhes compete abster-se de proferir expressões ou cometer actos (...,...) ofensivos da moral pública. Quem não proceder assim, sendo sócio ou (também) dirigente, fica sob a alçada disciplinar. Podem sempre melhorar-se as normas, mas, neste momento, a questão é de somenos, tendo em conta os combates desportivos em que estamos envolvidos e, sendo de somenos, em nada deveria poder determinar a abertura de uma crise directiva. Demissões nascidas de alterações aos estatutos, só mesmo se quisessem alterar os elementos do nosso ADN, que ali se abrigam, tais como a denominação, os símbolos ou as cores. É o que penso de tudo isto. Tenho esperança de que ainda se arrepie caminho."

 

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publicado às 11:00

FALSA foto na capa do jornal A Bola

Rui Gomes, em 27.01.18

 

Por referência do nosso leitor HY, a quem agradecemos, desde já, verifica-se que a foto publicada na capa do jornal A Bola é falsa, no contexto do jogo das meias-finais da Taça da Liga entre Sporting e FC Porto, e mais especificamente pela marcação das grandes penalidades. Ora vejamos:

 

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De seguida, temos uma foto real de Rui Patrício a defender uma das grandes penalidades:

 

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- Rui Patrício não defendeu nenhum penálti na posição ilustrada pelo jornal;

- Rui Patrício não envergou a braçadeira de capitão, mas sim William Carvalho;

- A cor das luvas de Rui Patrício é diferente;

- As botas de Rui Patrício são diferentes:

- Creio que a própria camisola, sendo amarela, é diferente.

 

Caso ainda hajam dúvidas, publicamos um vídeo com um breve resumo do jogo:

 

 

Não se refuta a possível presença de Nélson - treinador de guarda-redes do Sporting - nas imediações da baliza utilizada para a marcação das grandes penalidades, mas não deixa de ser triste e lamentável - para ser simpático - a desonestidade do jornal A Bola, sendo um órgão de comunicação social histórico em Portugal. Prova absoluta dos extremos a que o quasi-oficioso porta-voz do clube da Luz está disposto a ir para denegrir o Sporting.

 

Infelizmente, por muito indecoroso que seja, este acto da parte da comunicação social portuguesa não é inédito. Regressamos a Março de 2014, data em que o jornal Record - então sob a tutela do super-encarnado João Querido Manha - publicou uma foto de um golo do Sporting com a linha virtual de fora de jogo falsificada.

 

O mesmo jornal, em Julho de 2013 - então sob a tutela de Alexandre Pais - publicou uma foto de Alexis Santos, nadador leonino, com o emblema do Sporting deliberadamente rasurado da sua toca.

 

Enfim... mais do mesmo que ocorre no nosso tão "pequeno" Portugal !

 

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publicado às 11:25

 

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Até provas em contrário, é impossível não ridicularizar esta estória aos quadrados do A Bola, através da qual é alegado que a real razão da dispensa de Bryan Ruiz e Schelotto relaciona-se com a suposta recusa de ambos em usar caneleiras nos treinos, acto que Jorge Jesus, segundo a Redacção do jornal, entendeu como desrespeitoso.

 

"A mensagem que Schelotto endereçou através das redes sociais a Bryan Ruiz nada tem de inocente, até porque ambos foram riscados por Jorge Jesus para esta temporada pelo mesmo motivo. Muito se escreveu sobre as razões que levaram o treinador a prescindir do costa-riquenho (do ítalo-argentino pouco se falou...), de tal maneira que o próprio jogador teve necessidade de emitir um comunicado a esclarecer várias situações.

Sabe a A BOLA que a ruptura entre o treinador e os jogadores aconteceu no final da época anterior, quando Bryan Ruiz e Schelotto desafiaram a autoridade de Jesus. E que tudo aconteceu por causa do uso de caneleiras. Num treino ambos foram chamados à atenção para o uso obrigatório das mesmas, mas o certo é que no dia seguinte, e apesar do aviso de Jesus, Bryan Ruiz e Schelotto voltaram a subir ao relvado sem caneleiras.

O treinador entendeu esse ato como uma falta de respeito em relação à sua liderança perante o grupo e a partir desse momento decidiu que ambos não entrariam nos planos para esta época. E só isto explica o porquê de Jorge Jesus ter abdicado de dois jogadores influentes do plantel, pois Bryan Ruiz, mesmo tendo feito uma época com rendimento inferior à sua primeira, não deixou de ser um jogador influente (foi o segundo melhor nas assistências) e Schelotto tinha renovado recentemente".

 

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publicado às 15:27

Foto do Dia

Rui Gomes, em 13.09.17

 

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publicado às 03:37

Uma capa de jornal que diz quase tudo

Rui Gomes, em 24.08.17

 

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Jorge Jesus

 

"Foi uma exibição perfeita para o jogo de hoje, o objectivo era passar esta eliminatória, que sabíamos seria dividida. O Steaua é uma boa equipa mas hoje encontrou um Sporting forte, que marcou primeiro e isso foi fundamental para ser uma equipa mais de posição do que pressão e sair pela certa. O primeiro objectivo da época está conquistado, estamos onde estão os melhores. Há que desfrutar. Temos de criar clima de confiança e desfrutar desta passagem. A partir daqui tudo o que vier é positivo".

 

Bruno Fernandes

 

"O nosso objectivo era ganhar e fomos felizes. Mais uma vez conseguimos marcar muitos golos, mas o importante era conseguir a qualificação. De uma maneira ou de outra tínhamos de estar na Liga dos Campeões.Agora queremos fazer o melhor possível. Ganhar o maior número de jogos e passar a fase de grupos. É esse o nosso grande objectivo”.

 

Gelson Martins

 

"Com muita garra e união mostrámos o quanto merecemos estar na Champions. Prontos para os próximos desafios".

 

Rodrigo Battaglia

 

"Estamos felizes por estar na Liga dos Campeões, trabalhámos toda a semana para isto. Temos um grupo muito forte e unido, e ainda vamos melhorar muito. Vamos encarar este torneio com muita humildade e ambição".

 

Bas Dost

 

"Se ganhámos 5-1 merecemos passar à próxima fase. O Steaua tinha de marcar e deram-nos espaço. Depois jogámos bem no contra ataque. Todos os que fizemos foram perigosos. Há muita qualidade na equipa e estamos felizes por ter mostrado essa qualidade. O Steaua jogou bem em Alvalade. Aqui marcaram um bom golo. O avançado Alibec foi sempre perigoso. É um jogador diferente de mim. Gosto de o ver jogar. Segura a bola, usa bem o corpo e remate bem de pé esquerdo. Desejo uma boa época ao Steaua".

 

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publicado às 05:22

 

Há quem diga que a não-notícia é um produto do "infoentretenimento" e que o menos responsável é o jornalista, dado que não é ele o culpado de não haver nada factualmente intrigante ou sensacionalista a reportar.

 

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Em contexto, é importante preservar o nosso senso de humor ao ler alguns dos "trabalhos" dos órgãos noticiosos cá do burgo, como é frequentemente o caso do jornal A Bola em tudo quanto diz respeito ao verde-e-branco. A exemplo, esta suposta reportagem sobre o alegado interesse do Liverpool em Gelson Martins. Uma palavra de alerta: o leitor não deve ficar desapontado ao chegar ao fim do artigo e verificar que ficou a saber o mesmo:

 

«É a lei do mercado e não há como fugir dela. O Sporting sabe que alguns dos seus principais jogadores são alvo da cobiça de clubes com maior capacidade financeira e, entre eles, está Gelson Martins.

Atentos a tudo o que se passa no mercado, aos responsáveis leoninos já chegou o feedback que são vários os clubes que têm Gelson referenciado como um dos mais promissores jovens do futebol europeu, entre eles o Liverpool, que se prepara neste defeso para formalizar o interesse na contratação do jovem extremo.

Jurgen Klopp já deixou bem claro que pretende reforçar o plantel para poder lutar de igual com os rivais ingleses na próxima temporada e depois de tentar contratar Mohamed Salah à Roma vira-se agora para outros alvos, entre eles o extremo leonino, mostrando-se os reds dispostos a chegar aos €40M pelo passe do jogador.

A administração da SAD leonina já sabe que o Liverpool está na corrida pelo jogador, mas os €40M são insuficientes para convencer os responsáveis do Sporting que, também, ainda esperam por uma proposta concreta proveniente de Anfield.

O valor de referência são os €60M inscrito na cláusula de rescisão do jogador e, para que haja possibilidade de conversas sobre o tema, a sondagem mínima terá de ser na ordem dos €50M».

 

Desapontado ?

 

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publicado às 04:39

 

Vai contra a minha consciência dar palco a este ignóbil pseudo-comentador desportivo, homem de integridade dúbia, mas para efeitos de motivar debate, transcreve-se um excerto do seu artigo de opinião semanal no jornal A Bola:

 

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«Queria (gostava) que o Benfica perdesse., desmoralizasse, empatasse em Moreira de Cónegos e chegasse a Alvalade apenas com cinco ponto de avanço. Saiu-me o meu desejo furado. Com o Benfica a oito e o Porto a sete, mesmo que ganhemos - como eu quase garanto - ao Benfica em Alvalade, não dá para atingir o segundo lugar.

 

Para mim não houve penálti nenhum e Samaris e Jonas mereciam ter sido expulsos. O encontrão/agressão de Jonas ao seu antigo treinador cheirou a vingança mesquinha. Nuno Espírito Santo foi demasiado honesto. Devia ter-se deixado cair de costas bem à Lito Vidigal, agarrando-se ao peito em evidente dificuldade respiratória, e Jonas, com ou sem cervicalgia, (alguém tem de lhe explicar que estes encontrões podem ser perigosos para ele próprio) veria certamente o merecido cartão vermelho. Mas nem a gravata perigosa e despudorada do Samaris ao Alex Telles mereceu qualquer comentário.

 

Fez bem o meu Sporting, ao denunciar estes acontecimentos. Não para copiar o Benfica, apenas porque temos de provar a todo o momento que não pode haver dois pesos e duas medidas. Em ambos os casos não houve cartões, pode haver tal como com Slimani um sumaríssimo mais precoce.

 

Temos o terceiro lugar super garantido, com os nossos perseguidores a dez pontos. Aguardemos mais duas jornadas. Ganhando os nossos jogos até receber o Benfica em Alvalade. Nessa altura faremos novo balanço. Caramba, tão injusto que é não estarmos a lutar pelo título».

 

Se Eduardo Barroso fosse um homem intelectualmente honesto, exigiria explicações, e melhor ainda, justificações, ao seu "afilhado" e treinador que este contratou, sobre as razões que fazem com que o Sporting não esteja, há muito, diga-se, a lutar pelo título. Claro, como é uma proposição muito inconveniente, evidencia-se pela sua omissão. 

 

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publicado às 11:22

O «Messias»

Ricardo Leão, em 22.12.16

 

"O Homem que chegou para nos salvar"

 

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O Sporting e o seu presidente correm o risco de desbaratar o talento e a riqueza da obra já feita pela fancaria do porte e da palavra inútil.
 
Bruno de Carvalho todos os dias e a todas as horas. Veste-se com as roupas bélicas de um cavaleiro que monta um leão e traz a boa nova ao futebol português. Grita que o império está podre e que ele, enfim, chegou para nos salvar. Quem dele discorda quer destruir o seu reino de deus e é pertença ou lacaio da orla dos infiéis do exército vermelho.
Há sempre uma imagem do dia com Bruno de Carvalho rodeado de microfones e câmaras de televisão e, quando assim se apresenta, o seu rosto ilumina-se de um contentamento juvenil. Nada lhe dará mais prazer do que ser visto pelo mundo. Infelizmente, ainda é apenas o pequeno mundo pacóvio e um tanto bruto de um Portugal pequenino e desleixado do entendimento da devida proporção das gentes e das coisas, bloqueado na lucidez pela chuva implacável da informação sem filtro. Nada desinforma mais do que o excesso de informação que hoje em dia nos chega por todos os meios, formais e informais.
 
Bruno de Carvalho, a isso, dá também um importante contributo. Mete no mesmo saco de gatos o supremo tribunal suíço, onde, como se sabe, apenas pontificam descarados benfiquistas, o Conselho de Disciplina da FPF, os juízes do TAD, os comentadores de imprensa, das rádios e das cassetes piratas, os empresários e os fundos.
 
Por ele e contra eles Bruno de Carvalho é o principal autor de uma saga terrível, usando o seu temível Facebook, ou o Facebook de um dos seus fiéis escudeiros como infalíveis armas de arremesso. O pequeno universo da pasmaceira nacional excita-se com tão fantásticas proclamações. Ouve, muitas vezes sem perceber o assunto; vê, só raras vezes entendendo a que respeita a metralha de impropérios.
 
Bruno de Carvalho não estremece, uma única vez, sequer, com a possibilidade de já estar a ser ouvido, no sentido do entendimento do que diz, mas apenas a ser visto como um factor de entretenimento popular. Parece sempre confiar na sua dimensão de Messias que traz a verdade iluminada e que se predispõe a expulsar os vendilhões do templo. Não repara nos preocupantes sorrisos em seu redor.
 
Bruno de Carvalho tem um Jesus a comandar os seus discípulos, mas é ele quem encarna a figura do redentor, do Homem que veio ao mundo para nos salvar da desgraça de um futebol de benfiquistas e de portistas corruptos. O problema da palavra que tão energicamente anuncia é que ela se desacredita pelo desgaste do uso. Ou seja: o problema maior de Bruno de Carvalho é o da credibilidade do que diz, por culpa de como e quando o diz.
 
Bruno de Carvalho acha-se um mestre na arte de comunicar e dá a si próprio o direito de julgar os outros. «O presidente do Benfica fala pouco e não diz nada de jeito» - acusou, recentemente, sem pestanejar. Não percebe que quem fala de mais não é ouvido e não entende que já ninguém verdadeiramente o ouve com atenção e respeito.
 
O lado dramático da coisa é que nem tudo o que Bruno de Carvalho diz é disparatado e desproporcionado. Há, no meio do caos, assuntos importantes, ideias relevantes e uma lucidez perdida na irresistível tentação do conflito. Tal como há obra no Sporting. Há trabalho realizado, há um povo leonino mobilizado para os combates desportivos do presente e do futuro, regressado a um orgulho que se julgava perdido. Há um candidato de corpo inteiro regressado à luta, indisponível para continuar a ser conformado e paciente.
 
O problema do Sporting e dos sportinguistas é que o seu presidente corre realmente o risco de desbaratar o talento e a arte da obra bem feita pela fancaria do porte e da palavra inútil.
 
 
Vítor Serpa - jornal A Bola
 

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publicado às 17:00

Será possível ?

Rui Gomes, em 27.08.16

 

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Confesso que nunca me passou pela ideia a possibilidade de virem os dois avançados holandeses. Curiosamente, os outros dois diários desportivos aparecem hoje a dizer sensivelmente o mesmo.

 

Bem... mais do que nunca é importante lembrar que estamos na Silly Season e que será melhor esperar confirmação antes de festejar as contratações.

 

Partindo do princípio que Slimani vai mesmo deixar Alvalade, o Sporting ficaria então com as três novidades na linha da frente: André, Castaignos e Bas Dost.

 

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publicado às 05:04

O que dizer desta capa ?

Rui Gomes, em 07.06.16

 

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Confesso que esta capa era o que eu menos esperava. A inevitável questão, considerando a "fonte", é se o que está à vista corresponde à realidade ou é apenas mais do eterno mesmo deste órgão de comunicação social que é tudo menos objectivo e imparcial com a sua linha editorial "encarnada".

 

Por outro lado, tendo em consideração os salários milionários de vários dos reforços da época passada, será mesmo inesperado que o actual melhor jogador do Sporting se sinta injustiçado ?

 

Na hora em que preparo este post a informação disponível ainda é muito escassa. Espero, portanto, que seja mais um caso de "fumo sem fogo", como este jornal já nos habituou há anos, no que ao Sporting diz respeito.

 

 

Declarações de João Mário Eduardo:

 

«O actual contrato do João, válido até 2020, tem realmente essa cláusula de 60 milhões de euros, mas há outros pormenores e as duas partes sabem quais são. Sair por valor mais baixo? Depende das ofertas, bem como daquilo que o Sporting pretende receber.

 

Isso não me preocupa muito, desde que o Sporting faça aquilo a que se comprometeu, que era tratar do assunto do João Mário como prioridade e mal terminasse o campeonato, algo que ainda não aconteceu.

 

O Sporting, penso, ainda não estará preparado para o fazer, o atleta vai para o Europeu, já devia ir com esta situação clarificada e não vai. Estamos à espera e a tentar ver até onde o Sporting quer ir.

 

O João está magoado com o Sporting. Se um funcionário tem um rendimento anual satisfatório, a política é compensar o esforço e a produtividade. É normal que esteja magoado, pensa que não está a ser suficientemente valorizado. O Sporting diz que o João vale 60 milhões e paga-lhe como 10. É complicado.

 

Abordagens directas, posso garantir, não existiram. Existem, sim, abordagens através do Kia Joorabchian, que também agencia o João. Neste momento tem dois ou três dossiers para avançar. Já reunimos com o Sporting, para tentar perceber a sensibilidade do clube, para termos uma certeza daquilo que o clube realmente pretende».

 

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publicado às 05:11

Mas que grande novidade !

Rui Gomes, em 27.03.16

 

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 É isso ou ir para o desemprego... novamente ! 

 

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publicado às 04:20

Reforços a caminho ?

Rui Gomes, em 21.01.16

 

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Além dos suspostos reforços que as capas dos jornais noticiam, outras reportagens do dia indicam que tanto Marcelo Boeck como Teo Gutiérrez estão na porta de saída, muito provavelmente por empréstimo.

 

Curiosamente nenhuma referência a um defesa central, possibilidade indicada por Bruno de Carvalho na entrevista de ontem. Com Rúben Semedo a regressar a casa, não será uma prioridade.

 

Reportagem da SAPO Desportos

 

A carreira de Téo Gutiérrez no Sporting pode ter os dias contados. O avançado colombiano deverá deixar Alvalade ainda neste mercado de inverno para voltar a América do Sul. O Cerro Porteño do Paraguai e o Corinthians do Brasil deverão ser os destinos do jogador.

Téo não conseguiu adaptar-se à vida em Portugal e um problema de ordem familiar pode precipitar sua saída do Sporting. O jogador voltou tarde das férias natalícias, sob pretexto de efectuar a devida recuperação de uma lesão, segundo o jornal O Jogo. Inicialmente, foi-lhe diagnosticado uma osteíte pública mas na Colômbia descobriram que tinha a anca deslocada.

A SAD do Sporting já sabe das intenções do jogador e já prepara a sua saída. Ainda não se conhecem os moldes mas os "leões" só admitem a saída do jogador por uma verba a ronda os três milhões de euros, por forma a recuperar parte do investimento feito na sua contratação. Recorde-se que o Sporting gastou 3,4 milhões de euros na contratação do avançado "caffetero".

Na América do Sul, o Corinthians do Brasil é um dos candidatos, assim como o Cerro Porteño do Paraguai. Pedro Aldave, empresário de "Tacuara" Cardoso e director-desportivo do Cerro, já confirmou negociações.

"Falei com o jogador, o seu representante e o Sporting. Estou a tentar traze-lo", declarou.

Téo Gutiérrez, de 30 anos, realizou 17 jogos com a camisola do Sporting, tendo marcado sete golos.

 

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publicado às 13:22

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 06.01.16

 

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Rui Vitória tem razão ou será apenas mais uma tentativa a destabilização ?

 

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publicado às 06:36

Proeza que não se via há 62 anos

Rui Gomes, em 04.01.16

 

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Não será inédito mas decerto deveras invulgar que o jornal A Bola publique uma capa tão elogiosa do Sporting. Talvez se fique a dever ao facto das atenções estarem focadas no seu velho "amigo" Jorge Jesus, quase como por força de hábito.

 

De qualquer modo e mais importante - bem espero que a informação esteja correcta, porque não me dei à tarefa de a confirmar - o "quasi-oficioso" porta voz do clube do outro lado da Segunda Circular reporta hoje que Jorge Jesus é o primeiro treinador do Sporting em 62 anos a vencer quatro clássicos consecutivos sobre o Benfica e FC Porto. Proeza que não se verificava para os lados de Alvalade desde 1953/54, quando Joseph Szabo levou o Sporting a semelhante feito.

 

A questão que fica no ar é se esta realização se afigura com um bom presságio para o que poderá vir a acontecer no mês de Maio. Esperamos que assim seja !

 

 

Nota: Não apenas por mera coincidência, decerto que o leitor teve a oportunidade de ler o excelente artigo que o nosso colega redactor Leão Zargo publicou este sábado, intitulado O primeiro clássico de Szabo No Sporting, referente a 1937, em que os "leões" derrotaram o FC Porto por 9-1. Isto, durante o primeiro e glorioso consulado de Joseph Szabo em Alvalade, de 1937 a 1945.

 

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publicado às 05:21

Em pânico ?

City Lion, em 18.12.15

 

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Vi as capas dos jornais desportivos de hoje e li em diagonal a prosa do Bruno Carvalho no jornal "A Bola" e vejo que está em pânico e queria saber porquê.

 

Está já a atacar violentamente o Pedro Proença que ajudou a eleger há tão pouco tempo. Perde tempo a ofender um qualquer cronista do jornal que é do Porto e que nenhum sportinguista liga e ainda comenta o que esse cronista fala sobre política (como se isso tivesse algum interesse ?). Pedincha que joguem contra o Porto as 48ª, 49ª e 50ª contratação desde que chegou (não tínhamos em Agosto um plantel de Champions? Será já uma desculpa para um eventual desaire ? Não percebe como o actual plantel pode interpretar esta queixa?). Finalmente simplifica o mundo entre bons (começando na sua própria pessoa claro) e maus. Que tristeza e diz ele que trabalha 24 horas por dia e ainda tem tempo para escrever estas coisas ? Não há ninguém em Alvalade que o ajude ?

 

O que explicará este frenesim ? Terá sido devido à nossa segunda grande frustração da época depois da não entrada na Liga dos Campeões ? Será o receio da decisão do caso Doyen que parece está quase a sair ? Terá a ver com as VMOCs que parece terá em breve uma evolução ? Será o caso Cardinal que estará a ser decidido ? Será os patrocinadores que não há meio de aparecerem ? Será o negócio da televisão com o Sporting, para já, a apanhar bonés e a ter que ir a reboque ?

 

É nestas alturas depois de uma derrota como a de 4a feira e quando nuvens negras aparecem no horizonte que devemos manter a calma e quem deve dar o melhor exemplo deve ser o Presidente do Sporting. 

 

 

P.S.: Li agora parte da reportagem do Record que confirma o que acima disse. Chega a ser confrangedor tanto auto-elogio e permanente campanha eleitoral (a necessidade de ter uma subsistência não pode desculpar tudo). 

 

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publicado às 10:14

Campanha "encarnada" continua

Rui Gomes, em 25.11.15

 

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Faltava a palavra do "inquestionável" palrador João Gabriel !

 

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publicado às 04:12

 

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Questões levantadas por Bruno de Carvalho têm em vista «pacificação», diz Marta Soares.

 

Só pode ser brincadeira !

 

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publicado às 16:25

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 13.09.15

 

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Esperamos que a confiança e de certo modo o optimismo

de Jorge Jesus sejam devidamente compensados.

 

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publicado às 05:31

Esta MÃO merece destaque...

Rui Gomes, em 19.08.15

 

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Quem não vê esta mão na bola é porque não a quer ver !!!

 

Ficaram duas, possivelmente tantas como três grandes penalidades por assinalar...

 

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publicado às 03:56

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