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Apesar da superioridade sobre o Chaves e decisões de arbitragem à mistura que serão indubitavelmente debatidas, assistimos a mais uma exibição sofrível do Sporting, como tantas outras que já fez esta época. Sem conseguir dar seguimento ao desempenho que levou ao golo de cabeça de Bas Dost, aos 23 minutos, permitiu ainda o empate ao Chaves, praticamente no único remate à baliza de Renan pela equipa flaviense.

 

Marcel Keizer assistiu ao encontro na bancada de Alvalade e terá verificado que tem uma missão complicada pela frente, neste momento não tanto em termos de resultados, mas mais no que diz respeito à qualidade de jogo da equipa leonina.

 

O Sporting alinhou de início com Renan; Bruno Gaspar, Coates, Mathieu e Acuña; Bruno Fernandes, Gudelj, Miguel Luís e Jovane; Nani e Bas Dost.

 

Suplentes: Salin; Lumor, Petrovic, Misic, Castaignos, Diaby e Montero.

 

Bas Dost regressou à titularidade e satisfez as expectativas com dois golos, o primeiro dos quais com a sua assinatura "catedrática". 

 

Com este resultado e a derrota do SC Braga frente ao FC Porto, o Sporting sobe ao 2.º lugar da tabela classificativa, a dois pontos do líder portista e um à frente da formação minhota.

 

Outros eventos significativos do dia, minimizam o foco desta partida da 10.ª jornada da Liga NOS.

 

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publicado às 03:02

Ainda os ruídos nocivos das claques

Rui Gomes, em 29.10.18

 

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No fim do encontro, as claques leoninas começaram a fazer a coreografia, já habitual em Alvalade e celebrizada pela selecção de futebol islandesa. No entanto, os jogadores do Sporting apenas agradeceram e não acompanharam as palmas dos adeptos.

 

Logo de seguida viraram as costas a essa bancada e optaram por dar uma volta ao estádio e agradecer a todo o público que se manteve até esse momento. As claques não gostaram e assobiaram, de imediato, os jogadores, assim como toda a equipa técnica.

 

Mas as vaias não se ficaram por aqui na noite de ontem, em Alvalade. Antes de a partida começar, quando o speaker do estádio anunciou a equipa dos leões, o nome do treinador, como sempre, foi anunciado por último. Mal se ouviu José Peseiro nas colunas, o público foi perentório a reagir com um coro de assobios, mostrando todo o seu desagrado com o atual técnico leonino.

 

Não sei qual é a solução, ou melhor, a solução mais viável, mas a Direcção do Sporting, mais cedo ou mais tarde, vai ser obrigada a clarificar a existência das claques de uma vez por todas.

 

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publicado às 16:30

 

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A infeliz derrota, que surgiu apenas pela falhada intercepção de Coates, não anula uma exibição de muita qualidade do Sporting. Melhor na primeira parte, mas nem por isso deixou de merecer um resultado mais favorável.

 

E foi precisamente nesse primeiro período que a arbitragem cometeu um erro grosseiro, que impediu uma provável expulsão do defesa arsenalista pela falta cometida sobre Montero, que estava em posição para se isolar. Ainda se admite que o árbitro não tenha visto o puxão da camisola, mas já o mesmo não se pode dizer do árbitro de baliza que estava de frente para o lance. Nunca saberemos o impacte que esta não decisão teria no jogo.

 

José Peseiro montou muito bem a equipa e a táctica de jogo. Ao optar por três médios, dois exclusivamente defensivos e ainda Gudelj, que sempre oferece um pouco mais de movimento ofensivo, o treinador abdicou de criatividade mas ganhou poder de luta, e na realidade resultou.

 

O Sporting alinhou de início com Renan; Ristovski, Coates, André Pinto e Acuña; Petrovic, Gudelj e Battaglia; Bruno Fernandes, Nani e Montero.

 

Suplentes: Salin, Mané, Mathieu, Diaby, Bruno Gaspar, Jovane e Miguel Luís.

 

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O Arsenal entrou melhor na segunda parte, criando mais problemas à defesa leonina, mas apesar desse domínio, só o falhanço de Coates ao tentar interceptar a bola, permitiu o único golo da partida.

 

Em abono da verdade, faltou ao Sporting um pouco mais de pujança ofensiva, mas as opções são limitadas e, hoje, mais do que nunca, considerando as características do jogo e do adversário, notou-se a falta de Bas Dost.

 

Não é a jogar assim que o Sporting vai realizar uma má época, pelo contrário. Esperamos que a qualidade da exibição ofereça a indispensável confiança para a equipa continuar a jogar a este nível.

 

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publicado às 19:49

 

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Bom jogo inaugural do Sporting nesta prova europeia, com um domínio que tardou a reflectir-se no marcador até Raphinha converter um excelente passe de Nani, aos 54 minutos.

 

José Peseiro surpreendeu com algumas das suas opções no onze inicial, com Acuña a lateral esquerdo, Gudelj como titular a "8" e Ristovski de volta ao quarteto defensivo. Mathieu no seu lugar habitual e até registou uma boa exibição até sair lesionado aos 76 minutos.

 

O Sporting alinhou de início com Salin; Ristovski, Coates, Mathieu, Acuña; Battaglia, Gudelj, Raphinha, Nani; Bruno Fernandes e Fredy Montero.

 

Suplentes: Renan, André Pinto, Bruno Gaspar, Petrovic, Mané, Jovane e Diaby.

 

O Sporting não sentiu grandes problemas contra um adversário que, a verdade se diga, não tem grandes argumentos ofensivos; 54% posse de bola, 9 remates contra 5 e 9 cantos contra 2.

 

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Se há algum reparo a fazer é, como usual, sobre a eficácia no último terço do terreno. O Sporting precisa de encontrar a fórmula para criar mais oportunidades e finalizar com competência.

 

Belo segundo golo, aos 88', com uma soberba recuperação de bola por Montero, a servir Raphinha que fez um "passe de morte" para Jovane Cabral, apenas há um minuto no relvado.

 

Na próxima ronda, a ter lugar no dia 4 de Outubro, o Sporting visita os ucranianos do Vorskla Poltava, hoje derrotado pelo Arsenal, em Londres, por 4-2.

 

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publicado às 05:04

O nosso aplauso !

Rui Gomes, em 05.06.18

 

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Primeiro e sobretudo, o nosso sincero aplauso e agradecimento a todos os Sportinguistas que participaram na manifestação. Estou muito satisfeito por ver a cara de um amigo na foto, alguém que prestou serviço ao Sporting durante muitos anos.

 

Esperamos que isto seja apenas o princípio de um movimento massivo que leve à expulsão do palhaço lunático do Clube de uma vez por todas.

 

Numa iniciativa paralela, um grupo de sócios entregou esta segunda-feira à Comissão de Fiscalização uma participação disciplinar a pedir a suspensão preventiva do Conselho Directivo do Sporting.

 

No documento, o grupo de associados argumenta que o elenco deve ainda ser impedido de frequentar as instalações do Clube, pela sua "prática de gravíssimos ilícitos disciplinares que colocam em causa a própria subsistência da instituição".

 

Ainda, que "os participados, enquanto membros do Conselho Directivo do Sporting, não podem afastar membros de outros órgãos sociais regularmente eleitos nem podem nomear ou designar membros da Mesa da Assembleia Geral ou do Conselho Fiscal e Disciplinar.

 

Bem sabiam e sabem que não têm qualquer competência para destituir (!?!) os membros regularmente eleitos da mesa da Assembleia Geral; Bem sabiam e sabem que não têm qualquer competência para nomear, visto que se trata de uma competência exclusiva do Presidente da MAG (artigo 41º dos Estatutos), uma Comissão de Fiscalização; Criaram estruturas paralelas no clube, nomeando uma nova mesa da Assembleia Geral e uma Comissão de Fiscalização (A Direcção nomeia quem tem o dever de a fiscalizar(!?!)).


Este, o mais grave ataque de sempre à Instituição, a mais grave violação de sempre dos Estatutos do Sporting e o maior ataque de sempre aos sócios do Clube".
 
Numa outra frente, está a ser reportado que a providência cautelar para a suspensão do Conselho Directivo do Sporting, pedida pela Mesa da Assembleia Geral demissionária, já deu entrada no tribunal.
 
O objectivo da MAG liderada por Jaime Marta Soares é, pelos vistos, garantir a realização da reunião magna agendada para o dia 23 de Junho, com vista à destituição do desprezível presidente e dos sete "anões" do Conselho Directivo.
 

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publicado às 04:04

Eleições no Sporting JÁ

Rui Gomes, em 02.06.18

 

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"Eleições no Sporting JÁ" é o nome de um evento promovido através do Facebook e que já tem mais de um milhar de confirmações.

 

Marcado por um adepto leonino, o evento pede uma manifestação em Alvalade para a próxima 2ª feira, 4 de Junho, pelas 20 horas, de forma a pedir eleições imediatas.

 

"Está na altura de demonstrar de forma inequívoca que chegou a altura de mudar. Não queremos AG's, queremos demissões e convocação imediata de eleições".

 

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publicado às 10:30

 

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 (Fotos que me foram enviadas há instantes pelo nosso leitor PSousa)

 

 

"Ao fim de um dia de loucura extrema, de acordo com os responsáveis máximos do Clube não se passa nada. Está tudo bem como entre Deus e os anjos. Houve apenas uns actos de vandalismo que estão agora a ser investigados pela polícia. O presidente-adepto não tem nenhuma responsabilidade. A sua atitude de incendiário, sobretudo nos últimos meses, não tem nada a ver com o que hoje aconteceu.

 

O presidente da Mesa da Assembleia Geral não passa de uma figura patusca, um cacique, um oportunista sempre à procura de protagonismo e um capacho do presidente adepto. É um exercício doloroso vê-lo fazer figuras ridículas. Faz lembrar o ministro da comunicação de Saddam, na guerra do Iraque.Não acredito que o presidente da AG demita os órgãos sociais: Oxalá me engane, mas o Bruno Miguel prepara-se para passar por isto como cão por vinha vindimada, a não ser que a relação com os jogadores e a equipa técnica, continue a degradar-se".

 

Nação Valente

 

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publicado às 22:44

A perseguição continua...

Rui Gomes, em 22.04.18

 

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O Sporting acusou o desgaste do jogo de quarta-feira da Taça de Portugal, mas fez o suficiente na primeira parte para merecer a vitória, com um resultado que até acaba por ser simpático para o Boavista.

 

O 'onze' inicial: Rui Patrício; Ristovski,  Sebastián Coates, Mathieu e Fábio Coentrão; Battaglia, Bryan Ruiz, Gelson Martins e Acuña; Bruno Fernandes e Bas Dost.

 

O golo surgiu através de uma grande penalidade convertida por Bas Dost, num lance, aos 23', que o árbitro Fábio Veríssmo, incompreensivelmente, necessitou de recorrer ao VAR para assinalar a falta.

 

Com estes três pontos, o Sporting continua na perseguição ao FC Porto e Benfica no pódio da I Liga.

 

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publicado às 22:21

 

 

Não obstante o resultado final, cada jogo tem a sua história, e o embate de ontem entre o Sporting e FC Porto, não é excepção à regra.

 

Com a vitória nas grandes penalidades por 5-4, o Sporting apurou-se para a 28.ª final da Taça de Portugal da sua história (afinal, sempre havia Sporting antes de Abril de 2013!), em busca do seu 17.º troféu.

 

Eis a oportunidade para o leitor dar a sua opinião sobre a performance das duas equipas e respectivos jogadores.

 

Referenciamos a crónica de Lídia Paralta Gomes, intitulada "Jogo, joguinho, jogão".

 

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"Continuo a não perceber porque é que o presidente esteve a

 festejar no relvado. Isto foi uma aspirina que aliviou a dor"

 

Jorge Jesus

 

"Duas grandes equipas que durante os 120 minutos quiseram ganhar, um pouco mais o Sporting, porque o FC Porto tinha a vantagem de 1-0 e na 1.ª parte quis ganhar algum tempo, muitas faltas, muito tempo a pôr a bola em jogo. Mas os jogadores do Sporting foram muito inteligentes. Disse-lhes que não era importante marcar nos primeiros minutos, era importante marcar primeiro".

 

Sérgio Conceição

 

"Penso que foi um jogo extremamente intenso e competitivo. Viemos aqui a querer marcar e resolver a eliminatória mas houve duas equipas em campo muito encaixadas, com um jogo equilibrado. Penso que foi isso durante a primeira parte e, depois, entrámos bem na segunda. As substituições que fiz foram de acordo com problemas físicos que fomos tendo. O Soares estava assim e lancei o Aboubakar. Depois o Óliver, a 6 minutos do final, com o jogo controlado. Não me lembro de um lance de perigo do Sporting nos 90 minutos. No prolongamento foi diferente, mas naquele momento sabia que com dois avançados o Sporting iria privilegiar o jogo directo e o Reyes fazia todo o sentido entrar".

 

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publicado às 03:54

Foto do Dia

Rui Gomes, em 09.04.18

 

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publicado às 05:08

Meio caminho andado...

Rui Gomes, em 08.03.18

 

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Vitória indiscutível do Sporting num jogo em que mesmo significativamente desfalcado, não deixou dúvidas da sua superioridade sobre o Viktoria Plzen, pecando, apenas, no capítulo de finalização. Fredy Montero resolveu a contenda com um bis, mas não faltaram oportunidades para dilatar o marcador e seguir para o jogo da segunda mão com a eliminatória resolvida.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício; Stefan Ristovski, Sebastián Coates, Jeremy Mathieu e Fábio Coentrão; William Carvalho, Bruno Fernandes, Gelson Martins e Marcos Acuña; Bryan Ruiz e Fredy Montero.

 
Suplentes: Salin, Palhinha, Petrovic, Battaglia, Bruno César, Rúben Ribeiro e Ronaldo Tavares.
 
A situação dos amarelos obrigou vários jogadores a ter um cuidado extra, mas mesmo assim Coates e William vão falhar o próximo jogo. Cartão ao defesa central cem por cento injusto, uma vez que a bola lhe foi ao peito e não ao braço. Erro grosseiro do árbitro. Já o de William foi merecido, pela sua irreflexão ao cometer uma falta desnecessária no centro do terreno.
 

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Mais uma exibição sólida de Bryan Ruiz, Fábio Coentrão a demonstrar mais uma vez que foi uma boa aposta de Jorge Jesus e Jéremy Mathieu que, aos 34 anos, e perto do cair do pano, ainda a conseguir fazer um 'sprint' de 30 metros. Falhou o golo pela boa intervenção do guarda-redes do Plzen.
 
Nada está ainda ganho, mas há razões para optimismo quanto à passagem do Sporting aos quartos de final da Liga Europa.
 

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publicado às 21:58

 

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Jorge Jesus decidiu, mais uma vez, jogar 45 minutos com um jogador a menos e o resultado foi uma exibição muito pálida da equipa leonina, durante um período em que sofreu um golo e viu duas bolas ir aos ferros da baliza de Rui Patrício. Valeu, pelo menos, o cabeceamento exemplarmente executado por Bas Dost para alimentar as aspirações.

 

Para começar esta partida, depois dos 3-1 da primeira mão, foram poupados alguns titulares: Coates, Piccini, William, Acuña e Gelson Martins. João Palhinha regressou ao relvado, salvo erro, pela primeira vez desde que alinhou contra o Vilaverdense para a Taça de Portugal. Fredy Montero nem sequer equipou.

 

Uma equipa com muito mais dinâmica na segunda parte com a entrada de Acuña em substituição de Rúben Ribeiro, a ser complementado um pouco mais tarde por William Carvalho e nos últimos quinze minutos por Rafael Leão.

 

Mais um golaço de Bruno Fernandes a cerca de trinta metros. Mais um daqueles golos que será revisto inúmeras vezes ao longo dos tempos.

 

Em resumo, o Sporting fez o que se exigia, mas sem grande brilho. Não vou dizer que foi uma exibição "cinzenta", porque aparenta haver uma diferença de opinião quanto às cores do futebol praticado por esta equipa comandada por Jorge Jesus.

 

Segundo foi anunciado, 30,456 espectadores em Alvalade.

 

P.S.: Já tinha o post preparado, quando o Astana empatou o jogo com o seu terceiro golo.

 

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publicado às 19:49

 

 

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publicado às 15:26

 

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A equipa do Sporting foi sempre superior à do Olympiacos e embora tardio no primeiro período, os golos começaram por aparecer natural e merecidamente. O golo "grego" quase ao cair do pano foi inconsequente e até concordo com Rui Patrício em que o avançado que estava em posição irregular, mesmo sem tocar na bola, interferiu na jogada.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício, Piccini, Mathieu, André Pinto, Coentrão, William, Battaglia, Bruno César, Gelson Martins, Bruno Fernandes e Bas Dost.

 

Suplentes: Romain Salin, Alan Ruiz, Stefan Ristovski, Daniel Podence, Matheus, Tobias Figueiredo e João Palhinha.

 

Na realidade, não há nada a apontar. Jorge Jesus não surpreendeu com o onze inicial, embora eu esperasse que Piccini só entrasse mais tarde no jogo. A defesa esteve impecácel e Mathieu não acusou a sua ausência. Já o mesmo não se pode dizer de William Carvalho, que esteve a um excelente nível defensivamente, mas algo errático com os seus passes.

 

Bruno Fernandes jogou na sua posição natural e registou uma excelente exibição. Bas Dost fez "apenas" o que faz melhor: marcar golos. Nem todos nós "amamos" Bruno César, mas é de reconhecer que tem os seus bons momentos e este jogo frente ao Olympiacos, foi um deles.

 

Com este resultado, o Sporting garantiu a Liga Europa e o empate da Juventus frente ao Barcelona, ainda lhe permite sonhar com os oitavos da Champions.

 

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publicado às 21:36

Convocatória para o Olympiacos

Rui Gomes, em 22.11.17

 

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O Sporting revelou a lista dos 18 convocados por Jorge Jesus para o embate desta noite frente ao Olympiacos, a contar para a fase de Grupos da Liga dos Campeões.

 

Não se verifica quaisquer surpresas. Já se sabia que William Carvalho, Mathieu e Piccini estariam de regresso e à disposição de Jorge Jesus. Com a ausência de Coates, por castigo, é muito provável que o central francês seja integrado no onze inicial. Se ainda houver alguns cuidados com a sua condição física, teremos, então, André Pinto e Tobias Figueiredo a preencher o eixo da defesa leonina. Apesar de Piccini estar de volta, creio que Ristovski continuará a lateral direito. Fábio Coentrão completará o quarteto defensivo.

 

No meio-campo é expectável ver novamente William Carvalho e Battaglia, com Bruno Fernandes mais avançado no terreno em apoio mais directo a Bas Dost. Pelo menos, é nesta posição que ele rende mais, mas o treinador nem sempre concorda com esta realidade à vista.

 

Na linha da frente gostaria de ver Gelson Martins numa ala e Daniel Podence na outra, com Bas Dost, muito naturalmente, a ponta de lança. Doumbia ainda não recuperou da lesão sofrida ao serviço da sua selecção.

 

Sendo Jorge Jesus, Jorge Jesus, não surpreenderá ver Podence no banco e Bruno César numa qualquer posição.

 

Recorde-se as "contas" do Sporting relativamente à próxima fase da Liga dos Campeões, assim como a passagem à Liga Europa, o mais provável cenário:

 

As contas de apuramento do Sporting implicam a entrada de terceiros na equação. Os ‘leões’ somam quatro pontos na fase de grupos (uma vitória, duas derrotas e um empate), menos três do que a Juventus. Os italianos têm ainda vantagem no confronto directo, primeiro factor de desempate, uma vez que venceram em Turim e empataram em Alvalade.

 

Para passar, os ‘leões’ têm dois cenários que dão acesso à próxima fase. O primeiro cenário implica duas vitórias leoninas nos próximos dois jogos e esperar que a Juventus some apenas mais um ponto nas últimas duas jornadas da fase de grupos (Barcelona e Olympiacos).

 

O segundo cenário que dá a passagem do Sporting é mais complicado e depende de duas derrotas da Juventus. Para se apurar, o clube leonino precisaria de vencer um dos seus encontros e empatar o outro enquanto a Juventus precisaria de perder os restantes encontros.

 

As contas para os oitavos de final da Champions não são fáceis, mas a Liga Europa está a apenas um ponto de distância. Caso empate com o Olympiacos, o Sporting garante que não fica arredado das provas europeias e que segue para a Liga Europa.

 

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publicado às 16:25

Adeptos do Famalicão têm razão

Rui Gomes, em 17.11.17

 

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Os adeptos do Famalicão demonstraram o descontentamento com o dia e hora do jogo com o Sporting, exibindo uma faixa com a mensagem: "Tenham mais respeito pelos clubes do norte e pelos adeptos que trabalham dia a dia em Portugal".

 

Têm cem por cento razão e até não se compreende o raciocínio do "iluminado" que deu ordens para a faixa ser retirada pelos seguranças, uma vez que não contém linguagem alguma ofensiva, limita-se a apontar a verdade.

 

Mesmo tendo em conta as questões televisivas, a Federação Portuguesa de Futebol deve demonstrar muito mais consideração pelos adeptos. Ao fim e ao cabo, sem eles, nada há.

 

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publicado às 03:40

 

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 ... Mas, para isso, era necessário fazer uma segunda parte mais ao nível da primeira. Apesar de ter defendido muito bem e não ter permitido à Juventus grandes oportunidades de golo, o Sporting cedeu terreno a mais e abdicou de qualquer iniciativa de jogo, salvo nos lances de contra ataque.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício; Ristovsky, André Pinto, Coates e Jonathan Silva; Battaglia, Bruno Fernandes e Bruno César; Gelson, Bas Dost e Marcus Acuña.

 

Suplentes: Romain Salin, Tobias Figueiredo, João Palhinha, Mattheus Oliveira, Petrovic, Daniel Podence e Doumbia.

 

Juventus: Buffon; De Sciglio, Barzagli, Chiellini e Alex Sandro; Pjanic, Dybala e Khedira; Cuadrado, Higuaín e Mandzukic.

 

Suplentes: Szczesny, Marchisio, Douglas Costa, Matuidi, Kwadwo Asamoah, Rugani e Bernadeschi.

 

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Confesso que fiquei irritado quando vi Bruno César a titular, mas não deixo de reconhecer que o jogador brasileiro deu tudo o que tinha até "arrebentar" e marcou aquele precioso golo, na sequência da bela jogada e remate de Gelson Martins que obrigou Buffon a uma defesa muito apertada e permitiu o remate letal que inaugurou o marcador.

 

Não sei, muito sinceramente, se este Sporting tem capacidade para mais - com o actual treinador ou com outro - perante um adversário com um leque de talentos à sua disposição muito superior. Assistimos a uma partida tacticamente rigorosa e disciplinada, embora se desejasse mais criatividade ofensiva e penetração na área dos italianos.

 

Por uma questão de mera justiça, não posso deixar de salientar as excelentes exibições de Stefan Ristosvi e André Pinto, dois jogadores com poucos minutos de jogo nas pernas que encararam a responsabilidade deste embate da Champions como verdadeiros "leões". Parabéns a ambos !

 

O empate deixa o Sporting ainda com hipóteses na luta pela Champions, mas a depender de terceiros, pois precisará de ganhar quatro pontos à Juventus nos dois últimos jogos. No que diz respeito à Liga Europa, o nulo em Atenas pelo Barcelona também não favorece os interesses leoninos.

 

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publicado às 21:40

 

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Em 82 embates caseiros, os 'leões' venceram 45, correspondentes a 54,2%, enquanto os portistas ganharam 19 (22,9%), o último há quase nove anos, a 05 de Outubro de 2008, na quinta jornada do campeonato de 2008/09.

 

O avançado argentino Lisandro López, aos 18 minutos, e o central Bruno Alves, aos 31, selaram o último triunfo dos 'dragões', de nada valendo aos 'leões', aos 28, o penálti de João Moutinho, que viraria 'maçã podre' e rumaria ao Dragão.

 

Depois desse encontro, o FC Porto não conseguiu mais do que quatro igualdades - aumentando o total para 19 --, a um golo em 2010/11 e 2014/15 e a zero em 2011/12 e 2012/13.

 

Por seu lado, o Sporting logrou quatro triunfos, por 3-0 em 2009/10, com tentos de Yannick Djaló, do russo Izmailov e de Miguel Veloso, por 1-0 em 2013/14, com um tento de Slimani, e por 2-0 em 2015/16, com mais dois do internacional argelino.

 

Na época passada, o FC Porto até marcou primeiro, logo aos oito minutos, pelo central brasileiro Felipe, mas Slimani, aos 14, na despedida antes de rumar ao Leicester, e Gelson Martins, aos 26, não demoraram muito a consumar a reviravolta.

 

Com os dois últimos triunfos, o Sporting goleia por 5-1 na última década e, vencendo o próximo, iguala o registo das últimas três: desde 1988/89, ainda 'manda' o FC Porto, com 11-10 em vitórias, num total de 29 encontros.

 

O melhor período do FC Porto ocorreu entre 1988/89 e 1996/97, com sete triunfos, um empate e apenas um desaire - por culpa de um golo na própria baliza de André (1989/90).

 

A vantagem dos 'leões' no histórico foi conquistada entre 1934/35 (primeiro campeonato) e 1976/77, com 'esmagadores' 31 triunfos, contra apenas quatro dos forasteiros: 2-1 em 1948/49, 1-0 em 61/62 e 62/63 e 3-0 em 72/73.

 

Sporting e FC Porto disputam o primeiro clássico da I Liga 2017/18 este domingo, a partir das 19:15, no Estádio de Alvalade, em Lisboa, em jogo da oitava jornada da prova, sob arbitragem de Carlos Xistra, da Associação de Castelo Branco.

 

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publicado às 03:00

 

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O jogo terminou há instantes e eu não sei bem por onde iniciar esta crónica. Talvez, afirmando, antes do mais, que o Sporting realizou uma excelente exibição frente a uma das melhores equipas do Mundo e, havendo justiça, não merecia sair derrotado de Alvalade, ainda por cima, através de um muito infeliz autogolo.

 

O Sporting alinhou de início com Rui Patrício, Piccini, Coates, Mathieu, Fábio Coentrão, William, Battaglia, Bruno Fernandes, Marcus Acuña, Gelson Martins e Doumbia.

 

Suplentes: Romain Salin, Jonathan Silva, Alan Ruiz, Bruno César, Petrovic, Tobias e Bas Dost.

 

O Barcelona: Ter Stegen, Semedo, Piqué, Umtiti, Jordi Alba, Busquets, Rakitic, Iniesta, Sergi Roberto, Lionel Messi e Suárez.

 

 Suplentes: Cillessen, Denis Suárez, Mascherano, Paulinho, Digne, André Gomes e Vidal.

 

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Este é daqueles jogos em que prevaleceu o colectivo, com praticamente todos os jogadores a distinguirem-se pela excelência do seu desempenho. Enquanto que sentiram alguma dificuldade na construção ofensiva, não inesperada, diga-se, defensivamente foram nada menos do que soberbos. Mathieu com uma exibição espectacular, Piccini, que tanto temos criticado, fez o seu melhor jogo de "leão ao peito", deixando nada por apontar. E muito embora não pretenda individualizar - que já estou a fazer - Battaglia excedeu-se de forma magnífica e fez com que Lionel Messi não tivesse sido um factor predominante.

 

Neste jogo, Jorge Jesus também esteve muito bem, tanto no que diz respeito às suas opções como em termos tácticos. Entrou com o onze que fazia mais sentido e preparou a equipa como compete para um adversário do nível da equipa catalã. Recorreu ao banco apenas quando alguns dos titulares já davam sinais evidentes de exaustão.

 

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Contra uma equipa que tem um orçamento cinco vezes superior e diante de alguns dos melhores jogadores do Mundo, não se pode exigir muito mais, salvo a "senhora" sorte que nos abandonou em alguns momentos do jogo, com pernas a travar remates potentes e a conceder um autogolo que veio do inferno.

 

Não vou perder tempo a comentar o árbitro romeno e os seus critérios "inclinados". Seis cartões amarelos para o Sporting, salvo erro, alguns deles ridículos. A Champions merece melhor qualidade de arbitragem, especialmente do tipo que não influencia resultados.

 

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publicado às 21:42

Uma simples pergunta...

Rui Gomes, em 27.09.17

 

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Acha que é possível o Sporting vencer o Barcelona ?

 

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publicado às 03:42

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