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Agora no Bayern Munique, o treinador italiano conta em livro os motivos que originaram o adeus ao Santiago Bernabéu.

 

Carlo Ancelotti revelou no livro "Liderança tranquila: ganhar corações, mentes e jogos" os motivos que originaram a saída do Real Madrid em 2015, sublinhando as duas principais causas da despedida. 

 

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«As coisas estavam a correr bem, mas depois houve dois problemas grandes. O primeiro foi causado por estatísticas da UEFA que revelavam que a equipa não tinha tantas horas de treino como outros clubes europeus. Tínhamos ganhado 22 jogos consecutivos, acho que devíamos estar a fazer alguma coisa bem. Acabámos por perder precisamente quando saiu a estatística e o clube pressionou: 'Há que trabalhar mais'. Eu pensava o contrário: os jogadores deviam descansar, já levávamos um mês de lesões e fadiga que foi crucial para perder a Liga. O episódio das estatísticas foi um sinal de que o Real Madrid tinha mais fé nos números do que no meu trabalho.

 

Um dia, o director geral disse-me que o presidente queria falar comigo. Quando entrei no escritório, disse-me que o Bale lhe tinha ligado. Tinha-o substituído a 4 de janeiro (no 2-1 em Mestalla que acabou com a série de vitórias) e o agente do Bale tinha-se queixado porque o Gareth queria jogar mais ao centro. O presidente perguntou-me o que eu pensava fazer e a minha resposta foi: 'nada'. Não podia mudar o sistema a meio da época. Desde então, a relação com o presidente não voltou a ser a mesma».

 

Sempre que leio histórias destas lembro-me de Sousa Cintra, embora, em abono da verdade, não é ou não foi o único dirigente de clube que sem perceber patavina de futebol assumia um papel interventivo no dia-a-dia da equipa.

 

Coisas e situações que por vezes passam despercebidas ao adepto, simplesmente porque não tem conhecimento do que realmente ocorre nos bastidores do futebol, onde "políticas" e "intrigas" reinam impiedosamente.

 

publicado às 18:00

 

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Em entrevista ao jornal italiano Corriere dello Sport, o próximo treinador do Bayern Munique teceu rasgados elogios às exibições de Renato Sanches. Entre considerá-lo um "fenómeno" e outras hipérboles, apontou demais holofotes aos seus futuros interesses, destacando assim esta jovem promessa portuguesa que em breve será treinada por si. Contando que o Sporting procura uma valorização efectiva dos seus activos neste Europeu que decorre  – tendo em conta interesses em futuras vendas – terão sido estas declarações um golpe às pretensões do nosso Clube, no que respeita à possível "minimização" de importância de jogadores como João Mário, William Carvalho ou Adrien ?

 

Todos sabemos que por vezes o efeito especulativo sobre um jogador pode exercer efeito depreciativo sobre outro. Embora naturalmente o jovem Renato esteja neste momento fora de qualquer negócio imediato, tendo em conta a recém-assinatura de contrato com o clube Bávaro, é sabido que a competição que decorre serviria e muito para valorizar ainda mais os nossos jogadores e potenciais negócios.

 

publicado às 17:00

Frase do Dia

Rui Gomes, em 21.05.16

 

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«Não há um treinador que na sua carreira não tenha sido despedido. Alex Ferguson foi despedido, Marcelo Lippi foi despedido, Fabio Capello foi despedido, José Mourinho foi despedido, Rafael Benítez foi despedido… O único que ainda não foi despedido é Josep Guardiola, mas ele também é muito jovem. Tem muito tempo. Um dia ele também irá entrar no nosso clube, o clube dos despedidos».

 

Declaração de Carlo Ancelotti, ao The Times (Inglaterra), pessoa que eu tive o prazer de conhecer enquanto era jogador do AC Milan, se a memória não me falha, em 1988 ou 1989. 

 

Esta sua expressão, não sem humor, porventura inapropriada no que a Rafael Benitez diz respeito por não estar na mesma categoria dos outros treinadores, faz alvo do novo técnico do Manchester City, que acaba de deixar o campeão alemão, passando este a ser liderado por Ancelotti.

 

Há sempre excepções à regra, e o melhor treinador deste Planeta e arredores será essa excepcional raridade.

 

publicado às 04:38

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