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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
«Só podia estar zangado com o futebol português se me tivesse zangado com o futebol português. Não vale a pena, quatro anos depois, estar a levantar poeira de uma história triste e infeliz que nada tem a ver com o futebol português mas com alguns portugueses que não se confundem nem com o futebol português, nem com o País. Mas, infelizmente, alguns portugueses têm a ousadia de pensar que todos têm de ser como eles e não pode ser assim. Nunca tive nenhum desentendimento com Cristiano Ronaldo. Se nos encontrarmos em campo ? Espero que não. Vai ser um cumprimento normal. depende dele e do posicionamento que tem com o treinador que teve na Selecção Nacional e no Manchester United.»
- Carlos Queiroz -
Observação: Declarações do antigo seleccionador nacional e treinador do Sporting, à margem da apresentação do livro de António Simões no Museu Cosme Damião, em Lisboa. Como bem sabemos, qualquer história tem três versões: a versão de um, a versão do outro e a verdade. Com o antigo selecionador nacional, pela sua complexa personalidade, é sempre missão espinhosa separar o joio completamente do trigo.
Para o caso, também não se pretende aqui rever o passado de há quatros anos, mas entre tudo o que Carlos Queiroz afirmou, não posso concordar mais com estas suas palavras - e contrário a aparências, não fui eu que escrevi o discurso: «alguns portugueses têm a ousadia de pensar que todos têm de ser como eles e não pode ser assim.» Uma característica muito lusa, aliás, não é preciso ir muito longe para a confirmar; basta visitar o Camarote Leonino em dias em que um qualquer texto refere a pessoa do actual presidente do Sporting.
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