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Rui Patrício é o jogador com mais jogos realizados pelo Sporting. Deixa de jogar de "leão ao peito", ao fim de quase duas décadas. Tinha 11 anos quando entrou para a formação do Sporting, em 2001. Desde então, não conhece outra casa. O guarda-redes, natural de Leiria, passou pelos sub-15, sub-17, sub-19, até chegar ao plantel principal em Julho de 2006. Estreou-se nos seniores aos 18 anos, nos Barreiros, frente ao Marítimo, num jogo em que o Sporting venceu pela margem mínima e ele defendeu um penálti.

 

Se nas camadas jovens venceu seis campeonatos em seis temporadas, na equipa principal conquistou apenas cinco troféus em 12 anos, nenhum deles de campeão nacional. (2 Taças de Portugal, 2 Supertaças e uma Taça da Liga)

 

Nos últimos doze anos, Rui Patrício passou mais de 41 mil minutos (41,352) a tentar evitar que a bola entrasse na baliza dos leões. Conseguiu-o em 179 jogos. Contudo, por 444 vezes viu a bola tocar nas redes leoninas. Uma média de um golo sofrido a cada 93 minutos.

 

Com a camisola do Sporting - quase sempre o número 1 - Patrício fez 460 jogos, a grande maioria (70,9%) no campeonato nacional. Um número que faz dele o jogador com mais jogos oficiais pelos leões. A marca foi alcançada esta época, quando ultrapassou o lendário Hilário, que tinha feito 453 partidas de leão ao peito.

 

Os números permitiram-lhe entrar para a história do Clube também pela série de 93 jogos seguidos como titular no campeonato, quebrada na última jornada de 2014/15, depois de ter sido totalista nas duas épocas anteriores.

 

Nas 12 temporadas em Alvalade, viu o cartão vermelho por três vezes. A primeira ocorreu em Alvalade diante do Barcelona, em 2008. As outras duas expulsões foram na época 2015/2016, primeiro frente ao Skenderbeu, na Liga Europa, depois frente ao Tondela, em jogo do campeonato português.

 

Ao 30 anos - e depois de quase duas décadas dedicadas ao Sporting, Rui Patrício deixa Alvalade. Tinha contrato até 30 de junho de 2022, mas rescindiu unilateralmente com o Clube. Segundo o Transfermarkt, o seu actual valor de mercado é de 16 milhões de euros.

 

publicado às 03:00

 

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Alguns dos futebolistas mais notáveis que durante as suas carreiras como profissionais representaram apena um clube:

 

Tony Adams - Arsenal (1983-2002)

 

Jamie Carragher - Liverpool (1996-2013)

 

Rogério Ceni - São Paulo (1992-2015)

 

Steven Gerrard - Liverpool (1998-2015)

 

Ryan Giggs - Manchester United (1990-2014)

 

Paolo Maldini - AC Milan (1985-2009)

 

Carles Puyol - Barcelona (1999-2014)

 

Paul Scholes - Manchester United (1993-2013)

 

Francesco Totti - Roma (1992-2017)

 

Não será mera coincidência que dos acima referidos nove futebolistas, cinco disputaram a English Premier League.

 

publicado às 03:58

Alex Ferguson nem sempre foi Sir Alex

Rui Gomes, em 09.05.13

 

Hoje evoca-se a glória, os títulos, a figura lendária por nome de Sir Alex Ferguson, mas poucos, se alguns, teriam sobrevivido o tumulto das suas primeiras campanhas ao lemo do Manchester United.

 

O técnico escocês chegou aos "Red Devils" a 6 de Novembro de 1986 já com títulos nacionais e europeus conquistados na sua terra natal, mas nada disto o tinha verdadeiramente preparado para o que o esperava no clube de Bobby Charlton. Assumiu a liderança com a equipa em 21.º no campeonato inglês - ainda não era a "English Premier League" - e acabou a época em 11.º. Na temporada seguinte alcançou sucesso inesperado, classificando-se em 2.º, apenas 9 pontos atrás do campeão Liverpool. Mas as celebrações foram prematuras, pois ainda tinha um enorme pesadelo à sua frente. Na época de 1988/89 regressou ao 11.º lugar e foi eliminado da Taça de Inglaterra logo nas primeiras eliminatórias. Em 1989/90, pior ainda; com os adeptos constantemente a pedir a sua demissão, classificou-se em 13.º lugar mas, quase por milagre, conseguiu conquistar a Taça de Inglaterra pela vantagem mínima de 1-0 sobre o Crystal Palace, a vitória que salvou a sua carreira. Em 1990/91 voltou ao meio da tabela com um 6.º lugar e, finalmente, a época de glória em 1991/92, com o título inaugural da English Premier League e o primeiro do clube de Manchester em 26 anos. O resto é registo histórico...

 

Pergunta que nunca resisto fazer: quanto tempo teria durado Alex Ferguson no Sporting ?... Uma época ou duas, talvez, de certo que não teria terminado a terceira.

 

publicado às 19:21

 

O Manchester United anunciou hoje no seu site oficial que o lendário técnico escocês, Sir Alex Ferguson, irá dar termo à sua gloriosa carreira no final da época, após 26 anos de serviço nada menos do que brilhante ao leme dos "Red Devils".

 

Declarou Sir Alex: «A ideia de abandonar é algo que já venho a penaar há algum tempo e é algo que não foi fácil de decidir, mas chegou o momento certo. era muito importante para mim deixar a equipa totalmente organizada e fiz isso. A qualidade da equipa que venceu o campeonato e o equilíbrio nas idades irá permitir continuar a jogar ao mais alto nível. A pensar no futuro, estou muito contente por passar a ser director e embaixador da equipa.»

 

Nada se sabe sobre o seu sucessor, mas o nome de José Mourinho - sem ser consensual - aparece no topo da lista. Outro nome que a comunicação social inglesa está a avançar como forte candidato, é David Moyes, actual treinador do Everton. Este, com um palmarés que não se compara, minimamente, ao do técnico português, terá uma personalidade mais adequada à cultura e imagem do Manchester United.

 

É a minha opinião - e apenas opinião - que o emblema de Manchester vai querer um técnico anglo-saxónico, por mais que não seja porque na sua história nunca teve alguém que não fosse inglês, escocês ou irlandês. José Mourinho já terá conhecimento desta circunstância através do seu bom amigo Sir Alex. De qualquer modo, os próximos dias prometem ser muito interessantes.

 

Nota à parte: Quem sou eu para contrariar o parecer perito de Alex Ferguson, mas não considero que deixa uma equipa "totalmente organizada" e com "equilíbrio nas idades, especialmente no sector defensivo. Com 37 golos sofridos, só o 5. classificado Tottenham, das equipa do topo, tem mais. O 6.º Everton tem apenas mais um sofrido. Deixa um plantel com muitas dúvidas: Ryan Giggs, 39 anos, Paul Scholes 38, Rio Ferdinand 34, Carrick, Vidiv e Patrice Evra todos com 31. Além destes, há casos que terão de ser definidos: Nani e Javier Hernandez não estão satisfeitos e poderão sair, idem para o brasileiro Anderson, pouco utilizado, e rumores abundam sobre Wayne Rooney. A melhor explicação que eu encontro para a conquista do título foi a sua capacidade para marcar golos, 25 dos quais por van Persie, com Rooney a contribuir com 13, e a menor irregularidade comparado aos seus mais directos rivais, todos com tremendas oscilações competitivas durante a época. 

 

publicado às 14:36

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