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Ler esta patética missiva de Luís Gestas - um dos sete pigmeus amestrados que sustentam o lunático presidente na cadeira da presidência - fez-me lembrar uma frase que li algures, que me parece pertinente a este momento e á pessoa:

 

"A vergonha não é mais que a preciosíssima capacidade do homem de relacionar os seus comportamentos com as exigências daquela suprema consciência, que nos foi deixada de herança pela história da humanidade".

 

Consideração que passa a léguas da consciência de Luís Gestas, não sendo, por isso, menos adequada. Eis o seu texto de Facebook, numa aparente tentativa de retaliação pelo recém-texto dos três elementos demissionários do Conselho Directivo de Bruno de Carvalho, já aqui transcrito no Camarote Leonino:

 

"Sofri no último mês pressões para abdicar daquilo que os sócios me conferiram, a honra de servir o Sporting Clube de Portugal.


Não sei o que ofereceram aos meus colegas demissionários mas eu não estou à venda.

 

Basta!

Basta de dirigentes partidários tentarem-me com empregos. Basta dos meus melhores amigos servirem de intermediários.


Basta de ofertas de dinheiro. 


Basta de ameaças físicas.


Estou farto!


Estou cansado!


Mas sei o que se passa e porquê querem isso. Se alguém se subjugou a outros partidos eu não me vergo. Não utilizem triplos abraços para me sensibilizar, o templo, esse é para combater a tirania e não para se compactuar com ela.


Já deu para ver que têm medo dos sócios, mas são eles os únicos donos do clube e nunca os irei trair. Nenhum dinheiro nem nenhum emprego me fará passar a responsabilidade de ter entregue o clube a quem só o quer para proveito financeiro.


Nestes 5 anos não ganhei um euro no Sporting, mas ganhei, ganhei o orgulho de servir este clube e construir aquilo que todos diziam impossível. 


Por isso, se o Álvaro quer apropriar-se do clube, que seja por vontade dos sócios, nunca será com a minha demissão. 


"Para fazerem mal ao Sporting primeiro vão ter de me matar".

 

Confesso que fiquei na dúvida sobre o real autor deste texto, tão em consonância com as usuais verbosidades do suspenso presidente. Em qualquer caso, vai parar ao mesmo, já que há muito que é evidente que ninguém à volta de Bruno de Carvalho está autorizado a pensar por sua própria cabeça, partindo do princípio que haverá, entre eles, um cérebro merecedor de aproveitamento.

 

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publicado às 15:37

Só acredita quem quiser !

Rui Gomes, em 03.06.18

 

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Este é o comunicado emitido hoje pelo rastejante lunático do presidente, reforçado pelos sete "anões" do Conselho Directivo.

 

Não estou disposto a escrever o "livro" que seria necessário para devidamente comentar tudo o que é declarado nesta missiva, mas deixo uma simples pergunta a todos:

 

Depois de mais de cinco anos de mentiras deste presidente, com acentuado acréscimo nas últimas semanas/meses, como é humanamente possível acreditar seja no que for que ele diz/escreve agora?

 

No que diz respeito ao Estatutos do Sporting, é deveras espectacular que só o golpista e os "anões" é que possuem a capacidade intelectual para ler e interpretar as regras que regem o Clube.

 

Já o disse em comentário e reitero agora, que muito mais do que estar agarrado ao poder, só por si, Bruno de Carvalho teme as consequências, para a sua pessoa, com o Sporting CP a ser gerido por outras pessoas num futuro próximo. O epicentro da "tempestade" é mesmo esse e o que o motiva a fazer tudo e mais alguma coisa, legal ou ilegal, para impedir essa ocorrência.

 

Eis o comunicado:

 

1. Hoje ouvimos falar em providências cautelares para suspender, de imediato, a actual Direcção das suas funções.

 

Queremos esclarecer que estando o Clube em normal actividade, sendo que este ano já é o melhor da nossa história no que respeita a títulos europeus e nacionais, estando as contas equilibradas e registando-se nos últimos 5 anos um crescimento de 60.000 Associados, não consideramos credível que um tribunal considere não ser dos superiores interesses do Clube a continuação de uma Direcção que tem no currículo os melhores resultados desportivos e financeiros de sempre.


Também não tem a menor credibilidade que isso aconteça na Sporting SAD, pois esta Administração foi a única na história do Clube a apresentar um mandato positivo e a apresentar, já esta época, contas positivas. Uma SAD que tem em mãos um empréstimo obrigacionista, que tem conseguido não parar mesmo perante todos os ataques que tem sofrido, e uma contratualização jurídica das melhorias da reestruturação financeira que também conseguiu não parar perante todas as adversidades, mostra estar a assegurar o normal funcionamento da SAD. Para além disso, tem em mãos negociações de compras e vendas de jogadores da SAD na preparação da próxima época, assim como o Clube está a fechar os planteis das restantes 54 modalidades.


Não terá qualquer credibilidade uma decisão de tribunal que se pronuncie a favor da destituição de uma Direcção e Administração, por causa de processos de rescisão sem sentido e por chantagens de que, se sairmos, voltam a ter condições psicológicas para ficar ou ser negociados. A lei é muito pragmática e não pode decidir com base em chantagens ou no diz que disse. Tem de se cingir a factos, e esses apontam todos para que os superiores interesses do Clube e da SAD seja a manutenção da actual Direcção e Comissão Executiva da SAD.

 

2. Apelamos novamente aos jogadores que apresentaram as rescisões para refletirem bem no conteúdo das mesmas, nas implicações desportivas e financeiras, e nas denúncias caluniosas que estas encerram, e para que voltem atrás nos dias que a Lei lhes permite. E voltamos a apelar a todo o plantel para que tenha muita serenidade, para não se deixar manipular e para que tenham umas boas férias, limpem a cabeça de uma época que nos frustrou a todos e ficarem prontos para mostrarem, na próxima época, que com Atitude e Compromisso continuamos todos com o objectivo de levar o Sporting CP a ser Campeão.

 

3. Em face de notícias tornadas hoje públicas, reiteramos que condenamos quaisquer actos de violência e todas as formas de coação, pelo que todos os atletas das 55 modalidades do Sporting CP, bem como equipas técnicas e elementos do staff, que sejam alvo de ameaças, a si ou às suas famílias, devem comunicar de imediato os factos à Administração da SAD e à Direcção do Sporting CP, para que sejam tomadas todas as medidas necessárias à sua protecção.

 

4. Sobre o assunto da transferência de Rui Patrício, escusam de existir mais comunicados da Gestifute ou actuações circenses dos cartilheiros. Fazemos esta pergunta simples para um simples sim ou não da Gestifute: A Gestifute exigiu ou não, para que a transferência de Rui Patrício se fizesse, mais de 7 milhões de euros para liquidar acertos de contas que eles acham devidos por cláusulas que existiam nos contratos de renovação de Rui Patrício e de Adrien Silva no tempo de Godinho Lopes? Basta de tantas mentiras e manipulações! Pediram esses 7 milhões ou não?

 

5. Queremos aqui deixar uma palavra de força ao presidente do Vitória de Guimarães e seus atletas, treinadores e staff que, conforme já foi publicamente confirmado pelo Presidente e pelo treinador Pedro Martins, também sofreram um acto hediondo, criminoso e terrorista na Academia em Guimarães, com cerca de 50 indivíduos encapuçados, com tochas e que bateram violentamente em todos. Tudo foi relatado às entidades respectivas que, infelizmente, não deram a relevância que foi dada no caso de Alcochete quando, apesar das supostas dimensões dos Clubes, os seres humanos são todos iguais. É também de louvar a atitude destes treinadores, atletas e staff que se mantiveram em treino na sua academia, em actividade e não apresentaram qualquer rescisão.

 

6. Queremos desde já voltar a afirmar que a constituição da Mesa da Assembleia Geral Transitória está suportada na Lei. Não basta a ignorância para se falar. Os estatutos mais a lei e a jurisprudência são claros, e o que foi feito é absolutamente legal, tal como todas as decisões seguintes da MAG transitória.

 

7. Não entendemos nem aceitamos esta continuação de tentativa de golpe por parte dos antigos órgãos sociais que se demitiram, MAG e CFD do Clube. Já estão marcadas eleições para esses 2 órgãos para 21 de Julho. Se já não se identificam com este projecto ganhador, então devem deixar os Associados decidir os novos órgãos sociais, MAG e CFD, nessas eleições.

 

8. Uma AG para destituição tem preceitos legais e regulamentares que podem ser cumpridos pelos associados a qualquer momento. A de dia 23 estava ferida na sua legalidade, mas podem os Associados cumprir esses preceitos e entregar à MAG transitoria ou à nova MAG que será eleita dia 21 de Julho para o efeito. Não se retirou qualquer possibilidade de dar a voz aos Associados, nem lhes foi retirado qualquer direito. Relembramos que a AG do próximo dia 17 também tem um ponto, que estava no programa eleitoral sufragado, e os Associados terão a possibilidade de dizer tudo e de colocarem todas as questões que acharem pertinentes. Esperamos que os Associados tenham ficado esclarecidos de vez sobre estes assuntos, quer por este comunicado, quer pelas 3 sessões de esclarecimento que foram realizadas de Norte a Sul, em Portugal continental, onde durante um total de 18h a Direcção respondeu a todas as questões que lhe foram colocadas com frontalidade, sinceridade, lealdade e sentido de responsabilidade. Todos aqueles sportinguistas que andam de programa em programa a dizer mal de tudo no Sporting, ou mesmo nas redes sociais, demonstrando uma irresponsabilidade total e falta de sentido de defesa dos superiores interesses do Clube, não apareceram em nenhuma sessão de esclarecimento, o que demonstra claramente a falta de argumentos ou de vontade de ser esclarecido, mas sim e apenas estarem motivados pelo ódio e pela tentativa de assaltar o poder a todo o custo.

 

9. É totalmente falso que, alguma vez, Jorge Jesus tenha sido despedido, que lhe tenha sido oferecida a renovação de contrato ou que o treinador tenha feito qualquer tipo de chantagem com uma possível rescisão por justa causa. São mais mentiras para ir alimentando esta campanha de calúnias, difamações e chantagens, a que nenhuma instituição pode ceder.

 

O Conselho Directivo do Sporting CP e a Comissão Executiva da Sporting SAD

 

Conselho Directivo 
do Sporting CP

 

Bruno de Carvalho
Carlos Vieira 
Rui Caeiro
Alexandre Godinho
José Quintela
Luís Gestas 
Luís Roque

 

Comissão Executiva 
da Sporting SAD

 

Bruno de Carvalho
Carlos Vieira 
Rui Caeiro
Guilherme Pinheiro

 

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publicado às 17:05

 

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Para ser sincero, fui alertado para o recém-comunicado do Conselho Directivo do Sporting por uma publicação do Record, publicação essa que fui obrigado a reler duas vezes, só para ter a certeza que não eram os meus olhos que me estavam a enganar. Mesmo agora, na preparação do post, não quero acreditar no que estou a ler.

 

O leitor manifestará a sua opinião, decerto, mas sem sequer ponderar os quês e porquês de Direito, acho que chegou a altura de Jaime Marta Soares, como presidente legítimo da Mesa da Assembleia Geral, exigir intervenção judicial.

 

O comunicado dos usurpadores - nas circunstâncias, acho que é o termo mais adequado - está disponível aqui, mas para os efeitos deste post limito-me a transcrever a reportagem do Record, que descreve o escandaloso cenário em síntese:

 

O Conselho Directivo do Sporting anunciou esta sexta-feira de madrugada a convocação de uma Assembleia Geral Ordinária para 17 de Junho e ainda uma Assembleia Geral Eleitoral para a Mesa da Assembleia Geral (MAG) e para o Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD), neste caso para 21 de Julho. Ao mesmo tempo, a direcção leonina garante que a AG de destituição que estava agendada para dia 23 de Junho "não se realizará".

Após a renúncia em bloco da MAG e do CFD, o Conselho Directivo tomou a deliberação de substituir a Mesa da Assembleia Geral demissionária e ainda Jaime Marta Soares por uma Comissão Transitória da MAG, composta por três elementos (Elsa Tiago Judas, Trindade Barros e Yassin Nadir Nobre), que por sua vez decidiu "substituir o CFD demissionário por uma Comissão de Fiscalização" de cinco pessoas: José Maria Subtil de Sousa, Miguel Varela, Sérgio Félix, Fernando Carvalho e Pedro Miguel Monteiro Carrilho.

Relativamente à AG ordinária do próximo dia 17, a mesma servirá, segundo o comunicado, para aprovação do orçamento para a época de 2018/19, aprovação de duas alterações estatutárias, análise da situação do clube e prestação de esclarecimentos aos sócios.

O Conselho Directivo entende que "com estas medidas consegue o normal funcionamento do clube, a defesa dos superiores interesses do Sporting e ainda a continuidade dos vários processos como o empréstimo obrigacionista na SAD, a contratualização da reestruturação financeira e o normal funcionamento da época desportiva que está a a decorrer em várias modalidades, bem como a preparação da próxima época desportiva das 55 modalidades, entre elas o futebol."
 
O presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do Sporting, Jaime Marta Soares, considerou esta sexta-feira que a substituição dos membros por parte do Conselho Directivo do clube não tem cobertura estatutária e por isso é ilegal:
 
"Não tem sustentação legal. Não está contemplado em nenhuma parte dos Estatutos. Não é o Conselho Directivo que por si faz leis ou estatutos, tem que seguir regras. Não tem qualquer sustentabilidade estatutária e é ilegal.
 
A decisão do Conselho Directivo é uma demonstração inequívoca de que há um assalto ao poder, do tipo golpe de estado e que tal não tem qualquer razão de ser".
 
Jaime Marta Soares clarificou, ainda, o seu suposto estado demissionário:
 
"Nunca apresentei formalmente a minha demissão do cargo. Para me demitir tinha de ter apresentado um pedido, ao Conselho Fiscal a dizer me demitia, só assim é que estaria consumada a minha demissão, mas eu nunca o fiz.
 
Apesar da demissão em bloco da MAG, o comandante é o último a abandonar o navio. Não deixaria o Sporting sem quem tivesse a responsabilidade de consolidar as eleições, de fazer tudo o que tinha de ser feito e isso é a assembleia.

Recorde-se que mesmo pedindo a demissão, a Mesa da AG continua em funções até ser substituída, pelo que o anúncio do presidente do clube, Bruno de Carvalho, de substituir a MAG e respectivo presidente por uma comissão transitória é ilegal".
 

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publicado às 13:40

 

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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo de inquérito, na sequência da denúncia anónima, feita à Procuradoria Geral da República, por alegada corrupção no Estoril-FC Porto.

 

"O processo foi enviado hoje à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profisional, mantendo-se em segredo até ao fim da instrução", informou esta terça-feira o organismo federativo.

 

O jogo tinha sido supenso no dia 15 de janeiro, por motivos de segurança, e foi retomado no dia 21 de Fevereiro, com os dragões a virar o resultado (1-0) para 1-3.

 

Dias depois foi feita uma denúncia sobre um pagamento dos portistas aos canarinhos, no valor de 784 mil euros. Tanto o Estoril como o FC Porto repudiaram a notícia, mas os dragões confirmaram o pagamento e justificaram que se tratou de uma acerto de contas entre as duas entidades, relativas a transferências de jogadores, como Carlos Eduardo ou Licá.

 

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publicado às 03:21

 

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Em causa está uma situação entre Eliseu e Diogo Viana, que levou o Sporting, em 22 de Agosto, a pedir a elaboração de auto de flagrante delito à Comissão de Instrutores da Liga de clubes, que por sua vez o remeteu no dia seguinte para o CD, concluindo que no lance em que o jogador do Benfica acaba por pisar o adversário houve "prática de jogo violento (...) punível com pena de suspensão a fixar entre o mínimo de um e o máximo de quatro jogos".

Na sequência disto, o CD recebeu em 23 de Agosto as respostas solicitadas ao árbitro do jogo, Rui Costa, e ao vídeo-árbitro, Vasco Santos. O primeiro explicou que viu "o jogador do Belenenses a cortar a bola pela linha lateral e um choque que (...) pareceu normal", não considerando qualquer acção faltosa. "Em campo não me apercebi ter existido qualquer agressão ou prática de jogo violento", acrescentou o juiz, que mandou recomeçar o jogo com lançamento lateral a favor do Benfica.

Vasco Santos confirma que analisou o lance e que entendeu não haver motivos para sancionar Eliseu: "Após ter visto o referido lance, através de diversas imagens que me foram disponibilizadas, entendi no momento não ter existido qualquer agressão ou prática de jogo violento por parte do jogador do Benfica naquela sua acção. Por esse motivo não comuniquei com o árbitro para lhe sugerir que visse as imagens do mesmo".

O órgão liderado por José Manuel Meirim considera que, "se a um agente de arbitragem não compete avaliar actos ou omissões de agentes e aplicar as normas constantes do Regulamento Disciplinar, ao Conselho de Disciplina, por sua vez, por via de regra, não lhe cabe aplicar as leis do jogo", competência da equipa de arbitragem.

"Nos casos em que um determinado 'lance de jogo' seja observado e avaliado pelos agentes de arbitragem, não será o Conselho de Disciplina que, sobrepondo-se àquele juízo qualificado, irá determinar se ocorreu, ou não, uma violação intolerável das Leis do Jogo quando estas tenham um cariz vincadamente técnico", acrescenta o CD na sua fundamentação.

Sublinhando o "papel fulcral [do árbitro] na determinação da existência ou não de infracção disciplinar", o órgão disciplinar entende que "não é ao Conselho de Disciplina que competirá saber, por si, o que é uma 'entrada física ao corpo do adversário que coloque em risco a integridade física desse adversário'" conforme descrito artigo 154.º do regulamento disciplina, sobre "prática de jogo violento e outros comportamentos graves".

"O Conselho de Disciplina, para poder dar como verificada a infracção disciplinar (...), não pode nunca prescindir da apreciação que os agentes de arbitragem fazem dos 'lances de jogo', à luz das Leis do Jogo, em que haja contacto físico, nomeadamente aquela que se prende com a ocorrência, ou não, de prática de jogo violento", lê-se ainda.

O Conselho de Disciplina conclui que, tendo em conta que nenhum dos árbitros considerou ter havido infracção às leis do jogo, "fica prejudicada a verificação dos pressupostos de que depende a prática da infracção disciplinar prevista e sancionada pelo artigo 154.º, nº 1 (...), nomeadamente a existência, no caso e para além de qualquer dúvida razoável, da 'prática de jogo violento'".

"Nestes termos e com os fundamentos expostos, o Conselho de Disciplina - Secção Profissional - da Federação Portuguesa de Futebol considera inexistirem indícios claros da prática de infracção disciplinar, pelo que decide arquivar o auto", lê-se na decisão.
 
 
Autor: Lusa
 
 
ADENDA: Reacção do Sporting, através de uma missiva de Nuno Saraiva:
 
«Quando, com base na homilia de um padre, se arquiva uma agressão destas, fazendo tábua rasa de tudo aquilo que foi dito pelo próprio Conselho de Arbitragem que reconheceu a agressão que deveria ter sido punida com ordem de expulsão, e ignorando a unanimidade de todos os especialistas, creio que não é preciso dizer mais nada. Com esta decisão, que significa a morte dos autos de flagrante delito e o tirar de tapete à Comissão de Instrutores da Liga e ao próprio Conselho de Arbitragem, escancara-se a porta à anarquia. Somar esta decisão à jurisprudência de quatro jornadas de absoluta impunidade resume-se a uma palavra: Vergonha!».
 
Reacção do FC Porto, através do director de comunicação Francisco J. Marques:
 
«Se o árbitro Vasco Santos, coordenado em tempos por Adão Mendes, não consegue avaliar o lance de Eliseu, é demasiada incompetência. É um lance tão evidente, tão visível, que nenhuma equipa se pode sentir tranquila. Acho que é incompetência absoluta evidente. Não pode arbitrar jogos. Se ele não vê aquilo, como é que vê algum tipo de lance? O árbitro de campo não viu, pronto, lamenta. Todos nós compreendemos isso. O videoárbitro, se não vê é por manifesta incompetência. Se não viu este lance, não presta».
 

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publicado às 04:43

 

O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) arquivou a exposição apresentada pelo Benfica contra o Sporting, no que diz respeito a uma alegada quebra unilateral e ilegal do contrato de empréstimo de Ryan Gauld e André Geraldes ao Vitória de Setúbal.

 

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Em finais de Janeiro deste ano, após a polémica partida da fase de grupos da Taça da Liga, entre Sporting e Vitória, decorrente do corte de relações institucionais entre os dois emblemas, os leões decidiram "resgatar" o médio escocês e o lateral português.

 

As águias apresentaram queixa, argumentando quebra contratual unilateral e ilegítima do Sporting. A SAD encarnada invocava, na altura, o o ponto 5 do artigo 78.º, que define que "não são admissíveis cláusulas que prevejam a possibilidade de, por iniciativa unilateral do clube cedente, ser imposto ao clube cessionário o termo do contrato de cedência antes do prazo contratualmente fixado".

 

Todavia, o entendimento do CD da FPF foi diferente, concluindo-se pela "inexistência de indícios da prática de qualquer infracção disciplinar" e, por consequência, arquivando-se o processo.

 

Ficamos com a ideia que esta decisão do Conselho de Disciplina dará ensejo a mais uma email ou duas do clube da Luz, em virtude da sua óbvia preocupação com os termos das cedências do Sporting.

 

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publicado às 04:37

 

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Comunicado do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol

 

 

1. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pela natureza das suas competências, tem por regra a não intervenção pública.

 

O exercício da função disciplinar, qualquer função disciplinar, quer-se serena e reservada.

 

Situações há, todavia, em que o órgão disciplinar do futebol português não só pode como deve pronunciar-se publicamente mediante a emissão de comunicado.

 

O Conselho de Disciplina, na época desportiva que se encontra a quinze dias do seu final, já o fez, embora, naturalmente, em casos contados.

 

2. A emissão de um comunicado como a que agora se efectiva sendo excepcional deve fundar-se em razões ponderosas e objectivas, que reclamem a tomada de uma posição pública junto de todos os operadores do futebol e, acima de tudo, perante aqueles que vêem nessa modalidade desportiva uma referência quase diária, isto é, os adeptos, os amantes do desporto e o público em geral.

 

3. Hoje toda a imprensa confere assinalável destaque a um conjunto de declarações e factos, de diversa natureza e origem.

 

Refere-se ainda a investigação do Ministério Público e do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Assim sendo, perante este retrato público, não pode o Conselho de Disciplina deixar de se exprimir, em nome da confiança que devem merecer as instituições desportivas que exercem o poder disciplinar junto de um, como vimos, vastíssimo universo de entidades e pessoas.

 

4. Na sequência das primeiras declarações e notícias sobre o mesmo objecto, que tiveram lugar a 6 e 7 do corrente mês, o Conselho de Disciplina determinou no dia 8, a abertura de um processo de inquérito para apurar a possibilidade de, a partir delas, se configurar ou não a prática de alguma infracção disciplinar.

 

Tal despacho foi, de imediato, remetido à entidade com poder instrutório disciplinar exclusivo, a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

 

Ontem, perante novas declarações e notícias, foi determinado anexar esses elementos ao processo de inquérito.

 

O mesmo sucederá amanhã perante as notícias de hoje e sempre assim será quando o Conselho de Disciplina tomar conhecimento de elementos relativos ao objecto do inquérito.

 

Esclareça-se, aliás, que ao Conselho de Disciplina não chegou, até a este momento, qualquer denúncia, participação, queixa, seja de quem quer que seja ou mesmo anónima.

 

O Conselho de Disciplina agiu de imediato, perante as declarações e notícias públicas, como lhe impõe a lei e os regulamentos, não se demitindo das suas funções a coberto da necessidade do impulso de outros.

 

5. No momento em que nos encontramos a cerca de duas semanas do início de uma nova época desportiva, seria bom que os procedimentos disciplinares, relativos ao passado, se encontrassem a findar.

 

Não é assim e por diversas razões, muitas delas de natureza processual e erigidas em nome da garantia de defesa dos próprios agentes arguidos.

 

6. Tal, contudo, não deve ser um entrave a que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol e todos os operadores do futebol, desde logo, também, a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, façam todos os esforços que são reclamados por todos aqueles que verdadeiramente amam o futebol como modalidade desportiva que se desenrola em conformidade com os valores desportivos.

 

Todos, no espaço das suas competências, devem isso ao futebol e, nesse sentido, apela-se a que todos tenham um empenhamento redobrado de molde a afastar de forma célere, não só o manto de suspeitas que escurece o universo das competições profissionais,  mas ainda para que todos os procedimentos disciplinares, independentemente da sua natureza ou objecto, venham a alcançar a mais rápida resposta final possível, de modo a que tais competições se disputem, desde o dealbar da época desportiva 2017/2018, num ambiente de regularidade e estabilidade.

 

O Conselho de Disciplina reafirma, uma vez mais, esse propósito de sempre.

 

Cidade do Futebol, 15 de Junho de 2017

 

José Manuel Meirim

 

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publicado às 19:28

 

O Conselho de Disciplina da FPF anunciou esta quinta-feira a abertura de processo disciplinar ao treinador do Benfica - bem como ao vice-presidente Domingos Almeida Lima e ao director de comunicação Luís Bernardo - na sequência das queixas apresentadas pelo Sporting. Quanto às participações sobre o comportamento de Jonas e Samaris no clássico, o organismo federativo decidiu não avançar com qualquer processo.

 

Recorde-se que segundo a participação, o Sporting queixou-se de declarações de Rui Vitória de 18 de Fevereiro, antes do jogo com o Braga. Segundo a reclamação, o treinador do Benfica comete infracção ao expor que "ele será o vector de pacificação dos seis milhões de adeptos, avisando o árbitro que este deverá ser comedido, ameaçando-o que não deverá brincar com o trabalho dele e dos seus jogadores".

 

O vice-presidente Domingos Almeida Lima e o director de comunicação Luís Bernardo também foram alvo de queixas:

 

O primeiro por declarações a 23 de Março em que "questiona a parcialidade de Conselho de Disciplina, Comissão de Instrutores, FPF, LPFP";

 

O segundo por comunicado "onde por diversas vezes e em diversos termos se pronuncia sobre parcialidade da justiça desportiva, entidades decisórias e investigatórias".

 

Nuno Saraiva reagiu, publicando um longo texto na sua página de Facebook, onde deixou várias criticas ao presidente do Conselho de Disciplina (CD), José Manuel Meirim, e ao próprio organismo.

 

Entre outras acusações, afirma "No fundo, o que o professor Meirim está a promover é a cultura de que o douto Conselho não pode ser incomodado com pequenos delitos ou infracções - se assim for esses compensam -, porque o palco só deve ser ocupado pela grande criminalidade".

 

E termina... "Apetecia-me fazer um desabafo, mas porque não sei a cor do lápis do professor Meirim, o melhor é guardá-lo para mim".

 

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publicado às 04:55

 

O Conselho de Disciplina (CD) considerou que o Benfica não utilizou Bruno Coelho de forma irregular no encontro da Supertaça de futsal, disputada diante do Sporting a 8 de Outubro e que as águias venceram por 3-2.

 

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O jogador tinha sido expulso no segundo encontro da final do play-off do campeonato da temporada passada e, por isso, suspenso por um jogo. Bruno Coelho acabou por não ser utilizado na partida seguinte desse play-off, mas os leões consideravam que o castigo só tinha entrado em vigor depois, pelo que a suspensão transitava para a temporada seguinte e teria de ser cumprida no primeiro encontro oficial, o tal da Supertaça.

 

Ora o Conselho de Disciplina veio agora dar razão aos encarnados e refere no acórdão que "terá de considerar-se cumprido o castigo aplicado ao atleta Bruno Coelho, pelo que quando foi inscrito e participou no jogo de 8/10/2016 não se encontrava na situação de punido com suspensão".

 

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publicado às 05:01

 

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Surgiram informações ainda esta terça-feira a indicar que o Sporting apresentou uma participação disciplinar contra Carlos e Joel Pinho, presidente e director desportivo do Arouca, respectivamente.

 

Foi anexado ao processo as imagens de vídeo vigilância difundidas esta segunda-feira nos média portugueses, sendo que este deu entrada no Conselho de Disciplina (CD) e, posteriormente, já foi encaminhado para a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga. Além da participação disciplinar, o CD também recebeu o relatório policial que relata como decorreu o desentendimento entre os presidentes de Sporting, Bruno de Carvalho, e Arouca no final do encontro.

 

Segundo o comunicado emitido pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), o CD remeteu os dois processos para a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga, “uma vez que se relacionam directamente com o Processo de Inquérito aberto por despachado de 8 de Novembro de 2016”.

 

Assim sendo, tanto a queixa do Sporting como o relatório policial foram anexados ao inquérito aberto na passada semana. Esta irá agora analisar o documento e fará um relatório no final com o seu parecer, podendo propor a abertura de um processo disciplinar ou o arquivamento do inquérito.

 

Há quem diga que a melhor defesa é o ataque e fica a ideia que é precisamente esse o objectivo do Sporting, ao avançar com esta participação disciplinar.

 

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publicado às 05:03

 

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Sem ser surpresa alguma, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol negou provimento, esta terça-feira, ao recurso do Sporting e, consequentemente, confirmou o despacho decisório recorrido, nomeadamente a deliberação de arquivamento proferida pela Comissão de lnstrução e lnquéritos face ao recurso apresentado pelo Sporting no seguimento de queixas por conduta violenta por parte de jogadores do Benfica (designadamente Eliseu, Jardel, Sílvio, Samaris e Talisca) nos dérbis do campeonato, na Luz, e da Taça de Portugal, em Alvalade. O Conselho de Disciplina da FPF, tendo negado provimento ao presente recurso,  

 

Continua-se à espera de uma decisão no processo disciplinar que foi instaurado a Slimani, por alegada cotovelada a Samaris.

 

Veremos até que ponto esta farsa vai chegar.

 

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publicado às 04:59

 

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O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol confirmou esta terça-feira o arquivamento de queixas do Sporting, e ordenou a dedução de acusação contra o director comunicação do Benfica, João Gabriel, num processo após o último Sporting-Benfica.

 

Na sequência de uma reclamação do Sporting contra o arquivamento decretado pela Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga após queixas relativas ao jogo da 20.ª jornada da I Liga 2014/15, o CD confirmou a decisão de arquivamento no que concerne ao arremesso de engenhos pirotécnicos por adeptos do clube da Luz na direcção de adeptos leoninos, bem como da acusação referente à má utilização de bilhetes protocolares por parte do Benfica.

 

No entanto, no âmbito do mesmo processo, o CD ordenou à Comissão de Instrução de Inquéritos a dedução de acusação ao director de comunicação do Benfica, João Gabriel, por ter infringido o artigo 141.º e 19.º (n.º1) do regulamento. O primeiro remete para o ponto de "Inobservância de outros deveres", enquanto que o segundo, sobre "Deveres e Obrigações", refere a obrigação de "manter conduta conforme aos princípios desportivos de lealdade, probidade, verdade e rectidão em tudo o que diga respeito às relações de natureza desportiva, económica ou social".

 

Um cínico diria que, para não variar, vai ficar tudo em "águas de bacalhau". Aliás, se o supracitado artigo fosse aplicado à letra, tendo em conta todas as incidências de registo, João Gabriel seria banido do âmbito futebolístico. Mas será melhor esperar sentado...

 

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publicado às 03:41

Processo instaurado ao Sporting

Rui Gomes, em 15.02.15

 

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A secção não profissional do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo ao Sporting, devido aos incidentes que ocorreram no "derby" de futsal do passado sábado, no Pavilhão da Luz.

 

Em princípio, esta decisão do referido organismo fundamenta-se no derrubar da rede que separa a bancada do campo, levado a cabo por elementos das claques leoninas, que acabou por gerar muita tensão no pavilhão.

 

Em resposta, o Sporting fez chegar ao Conselho de Disciplina da FPF, esta sexta-feira, uma participação relativa ao comportamento dos adeptos encarnados, sendo o seu ponto fulcral a lamentável exibição de uma tarja com a inscrição "Very Light 1996".

 

O Benfica já foi condenado ao pagamento de uma multa no valor de 1.326 euros, mas parece óbvio que este caso ainda está muito longe de ser definitivamente resolvido.

 

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publicado às 08:32

 

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Não foi sem surpresa que lemos o comunicado do Conselho de Disciplina da Liga, desta terça-feira, em que divulga o mapa de punições relativo à 20.ª jornada da I Liga, e verificamos que na sequência dos múltiplos incidentes do "derby" do passado domingo, o Sporting foi multado quase o dobro que o Benfica.

 

Reltivamente ao Sporting, a soma das multas é de 10.520 euros, por reincidência de "comportamento incorrecto do público" e "arremesso perigoso de objectos" (depreende-se para o relvado).

 

Ao invés, o Benfica foi multado 5.738 euros por reincidência de "comportamento incorrecto do público" e 306 euros por "atraso no início ou reinício do jogo", para um total de 6.044 euros.

 

O Benfica poderá ser obrigado a pagar uma indemnização ao Sporting, por alegados estragos feitos pelos seus adeptos no Estádio José Alvalade, com um valor ainda por apurar.

 

Não existe nenhuma referência no supracitado comunicado ao "arremesso perigoso de objectos" - tochas, petardos e outros - por adeptos do Benfica, para uma zona da bancada ocupada por adeptos sportinguistas. 

 

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Face à evidência à vista, esta última omissão é nada menos do que espantosa e diria até ofensiva, para com o Sporting Clube de Portugal. A conclusão óbvia é que nem os delegados da Liga presentes no Estádio identificaram estas acções "in loco", nem os responsáveis do organismo tiveram acesso aos vídeos do jogo.

 

Aguardaremos a reacção por parte do Sporting.

 

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publicado às 23:28

Por vezes dá vontade de rir !

Rui Gomes, em 18.02.14
 

 

Antes de abordar o que por vezes me faz rir, regista-se que a súplica que o presidente fez aos adeptos não resultou, dado que o Sporting foi multado 5.738 euros pelo mau comportamento destes no derby na Luz. Sem servir de consolação alguma, o Benfica foi também multado no mesmo montante.

 

Consta que o salário de Jorge Jesus é de cerca de 4 milhões de euros por ano. A recém-penalização em tribunal de 25 mil euros deve-o privar de um bom jantar, pelo menos, mas a multa que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol lhe aplicou, devido a protestos, é o equivalente a uma bica que ele toma no caminho para um treino no Seixal: 307 euros.

 

Mas a cereja no topo do bolo das penalizações, pertence a António Salvador, presidente do SC Braga. É por de mais evidente que as declarações do presidente da APAF relativamente às críticas to líder minhoto a Olegário Benquerença, tiveram "enorme" impacte. António Salvador foi multado, por estas suas acções, no exorbitante montante de 77 euros, repito, 77 euros, mais do que suficiente para persuadir qualquer outro dirigente a não abusar verbalmente os árbitros.

 

E assim anda o futebol português... até faz lembrar o inglês !???

 

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publicado às 22:07

 

 

Segundo o que o "A Bola" surge agora a noticiar, Herculano Lima, presidente do Conselho de Disciplina da FPF, terá revelado que a tomada de decisão do caso da Taça da Liga foi adiada para sexta-feira, por alegadas questões processuais.

 

Bem... a ser verdade, é de prever que a contenda está a tornar-se mais complicada do que era antecipado. Não é que ganhar isto na secretaria me dei-a satisfação alguma, mas é de admitir que os argumentos apresentados pela Comissão de Instrução e Inquéritos estejam a fazer a "vida cara" a quem pretenda seguir em frente com a prova sem interrupções incómodas.

 

Adenda: Muito embora o anúncio da decisão tenha sido adiado para sexta-feira, já consta - a SIC revelou - que a decisão é favorável ao FC Porto - como era de esperar - e que, a ser penalizado, não passará de uma insignificante multa. Sendo assim, o Sporting passa a registar uma muito discutível vitória moral por ter defendido a verdade !???... Aparentemente, alguns sportinguistas preferem que seja assim.

Dito isto, ainda há, salvo erro, a hipótese de recurso para o Conselho de Justiça da FPF, mas desconheço as regras deste processamento e a quem é permitido submeter o recurso; se ao Sporting, se à Comissão de Instrução e Inquéritos, o órgão oficial que apresentou a acusação ao Conselho de Disciplina da FPF.

  

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publicado às 14:08

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