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"O Sporting estava a implodir"

Rui Gomes, em 26.04.19

 

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João Duque, que integrou a Comissão de Fiscalização do Sporting, a convite de Henrique Monteiro, explicou numa entrevista ao jornal 'i' que não ficou surpreendido com o que encontrou em Alvalade. Mas o economista explica que o modelo de gestão do clube era "super centrado numa pessoa", neste caso em Bruno de Carvalho. "Era de loucos, estava tudo mal feito", referiu, sobre o orçamento.

 

"Não me surpreendeu nada. Quando cheguei lá comecei a saber algumas coisinhas. Na prática estive lá de maio até ao dia a seguir às eleições no início de setembro, ou seja, três meses, não soube muitos detalhes, não tivemos que nos pronunciar sobre contas e naqueles três meses não houve contas.

 

Mas tivemos que nos pronunciar sobre um orçamento que tinha sido feito por Bruno de Carvalho com pressupostos que, na altura, dissemos que estavam todos errados. Não era um orçamento que se apresentasse e estamos a falar do Clube, porque a Comissão de Fiscalização era só sobre o Clube, não era da SAD.

 

Muita gente perguntava-me coisas da SAD e eu dizia ‘Eu não sei da SAD, não sou auditor da SAD, não tenho nada a ver com a SAD, portanto desculpem-me’. O do Clube estava assente em pressupostos de que iria continuar a crescer. Era de loucos, estava tudo mal feito.

 

Como é que iríamos dar um parecer positivo sobre isto? Demos portanto um parecer negativo e nem sequer houve Assembleia Geral para votar aquele orçamento porque era ridículo. Então decidimos adiar e quando entrou a nova Direcção lá se fez um orçamento novo.

 

Apercebi-me logo que o sistema de gestão do clube daria azo a tudo e mais alguma coisa: super centrado numa pessoa, era de loucos... Imagine-se o que é um clube ter todas as despesas, mas todas as despesas, assinadas pelo presidente? Está tudo dito.

 

Se quisessem comprar uma lâmpada tinham que pedir autorização ao presidente. Isto é um clube? Isto é de loucos. Mas depois tinha saldos de tesouraria em cash elevadíssimos. Assim que soube disse percebi logo que tinha tudo para correr mal.

 

O Sporting estava com problemas sérios de tesouraria e precisava de cumprir prazos, aliás já estava com um problema muito sério com o Guimarães que ameaçava requerer a falência da sociedade. Acho que no fim disto tudo é quase um milagre o Sporting ainda existir formalmente. Este Sporting tal como nós temos. Podia criar-se outro Sporting.

 

O Clube estava a implodir: oito ou nove jogadores a saírem porta fora, o treinador também. Estava tudo a desmoronar-se, mas o que é inacreditável é que três meses depois o Sporting já estava outra vez a competir e a fazer uma temporada bem normal face às anteriores.

 

E o Sporting só não está a lutar para o título agora por umas coisinhas leves. Porque o Sporting quase que se arriscava a estar a competir mesmo pelo título. Ganhou a Taça de Inverno, está na final da Taça de Portugal, coisa que nem o Benfica está. Há um ano estava tudo de pantanas e por isso acho que tem sido um percurso admirável."

 

publicado às 13:13

 

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O membro da Comissão de Fiscalização (CF) do Sporting, António Paulo Santos, em declarações aos jornalistas esta quarta-feira, alertou que a futura Direcção do Clube vai encontrar um défice de tesouraria de 122 milhões de euros até ao final do ano e que o "milagre financeiro" previamente anunciado não passa de um mito:

 

"Está a decorrer uma auditoria e ela é que vai dar com exactidão o que se passa. Com base nos relatórios publicados, o grupo Sporting terá um défice de tesouraria até ao fim do ano de 122 ME. O futuro presidente tem de ser alguém com capacidade para negociar com a banca ou outro parceiro, uma vez que é de antever um exercício de gestão muito rigoroso.

 

Estes 122 ME subdividem-se em 60 ME de défice do grupo Sporting, 32 de pagamentos aos bancos por venda de jogadores e outros 30 referentes ao empréstimo obrigacionista. Em termos de receitas futuras já foram adiantados 60 dos 68 ME que havia a receber de direitos televisivos.

Não há salvadores no Sporting. O clube tem de ter gestores para poder negociar com a banca. Pode-se ir buscar novos financiamentos, como no 'naming' do estádio. O desafio enorme que se põe aos candidatos é a conciliação da gestão financeira com o projecto desportivo. Não se pode entrar em aventuras. Os actuais responsáveis - José Sousa Cintra e Artur Torres Pereira - já conseguiram uma diminuição de salários de cerca de 10 ME.

Já sobre os processos disciplinares e as consequentes suspensões aplicadas a Bruno de Carvalho e outros membros do Conselho Directivo, regressou-se à normalidade na vida institucional e de democraticidade interna no Sporting.


Em virtude dos processos que ainda correm contra o ex-presidente, este pode mesmo vir a incorrer numa eventual expulsão. A CF já não vai tomar essa decisão, mas vai deixar um relatório de apreciação dos factos. Se for demonstrada a gravidade dos factos e a violação grosseira dos estatutos pode levar, efectivamente, a uma expulsão de sócio com um prazo de oito anos.

 

Sobre a anunciada impugnação do acto eleitoral, tenho muitas dúvidas que o pedido tenha provimento. A não ser por uma qualquer questão formal que desconheço.


Relativamente aos processos em torno da Academia do Clube, a decisão do Tribunal da Relação veio dizer que o crime é de terrorismo. Isto joga a favor do Sporting, por não ser um acto previsível, mas sim um acto fortuito e vem acrescer à falta de fundamentação para a rescisão. Acredito que o Sporting vai vencer esses processos. Os jogadores não tinham justa causa. Admite-se um prazo de um ou dois anos para a conclusão desses litígios".

 

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A Sporting SAD considerou "profundamente impróprias e irresponsáveis" as declarações de António Paulo Santos, membro da Comissão de Fiscalização, garantindo que as mesmas contêm dados financeiros "falsos" relativamente à Sociedade.

 

Eis o comunicado do Conselho de Administração da Sporting SAD:

 

Face às despropositadas declarações hoje proferidas a título individual pelo membro da Comissão de Fiscalização Paulo Santos, vem por este meio o Conselho de Administração da Sporting SAD esclarecer que:

 

1 – Considera profundamente impróprias e irresponsáveis tais declarações, não só porque não cabem nas atribuições de um membro da Comissão de Fiscalização, mas também porque aludem a dados financeiros, ainda por cima falsos, referentes à Sporting SAD, empresa do Grupo Sporting cotada em bolsa, sendo que os dados verdadeiros, do Grupo e da SAD, se encontram ainda em fase de apreciação pelos respectivos órgãos de auditoria e fiscalização, e por isso, no caso da SAD, ainda nem sequer foram remetidos à CMVM;

 

2 – Desmente categoricamente as irresponsáveis informações prestadas pelo sr. Paulo Santos sobre as necessidades de tesouraria do Grupo Sporting, e especificamente as da Sporting SAD, e deplora as meias verdades e imprecisões dos dados financeiros por ele anunciados;

 

3 – Lamenta profundamente a desestabilização e o alarme gerado lamentavelmente e de forma infundada entre os sportinguistas por estas declarações, as quais apenas se poderão entender, parcialmente, pelo período de campanha eleitoral actualmente vivido pelo Clube com vista às eleições do próximo dia 8.

 

05 de Setembro de 2018

 

O Conselho de Administração da Sporting SAD

 

Eis o comunicado da Comissão de Fiscalização:

 

As declarações vindas hoje a público proferidas por Paulo Santos, membro da Comissão de Fiscalização (CF) resultam de uma iniciativa individual, que não compromete a CF e que não tendo sido previamente discutida ou comunicada se torna surpreendente. A CF não tem, por ora, contas fechadas do Sporting Clube de Portugal nem se pronuncia sobre o que cada candidatura entende serem as necessidades do Clube. A Comissão de Fiscalização mantém a sua independência e fidelidade aos Estatutos e regras do Sporting Clube de Portugal, de acordo com os objectivos com que foi nomeada pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG), Comendador Jaime Marta Soares.

 

Oportunamente, a CF entregará o relatório de actividades ao Presidente cessante da MAG assim como entregará todos os dossiês com que lidou à Comissão Fiscal e Disciplinar que for eleita no próximo dia 8.

 

Ainda antes das eleições espera esta Comissão revelar a conclusão ou andamento de alguns processos importantes para o Sporting Clube de Portugal.

 

A Comissão de Fiscalização

 

***Parece-me, e isto é apenas a minha opinião uma vez que não tenho conhecimento de causa, que, pelo menos parcialmente, o discurso de António Paulo Santos pode muito bem ter sido motivado no sentido de enfatizar uma das candidaturas. Porventura aquela que mais tem soado o alarme sobre a situação financeira do Sporting.

 

Dito isto, também acho que os dois comunicados donatam maior preocupação com o que é referente à SAD, do que com as restantes empresas do Grupo Sporting que não são cotadas em bolsa, por motivos óbvios.

 

publicado às 03:18

Comissão de Fiscalização já foi nomeada

Ricardo Leão, em 31.05.18

 

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Através de comunicado oficial da Mesa da Assembleia Geral, ficámos a conhecer a constituição da Comissão de Fiscalização do Sporting, a qual exercerá as funções que cabem ao Conselho Fiscal e Disciplinar e terá as competências desse órgão. A mesma é composta por dois reputados juristas, Rita Garcia Pereira e António Paulo Santos, o jornalista Henrique Monteiro, o professor de economia João Duque e o especialista anti-corrupção Luís Pinto de Sousa.   

 

publicado às 20:09

 

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Considerando o estado de coisas e a muito vulnerável situação em que se encontra, não é surpresa alguma Bruno de Carvalho agarrar-se seja ao que for para tentar atrasar e/ou impedir qualquer iniciativa da Mesa da Assembleia Geral que não lhe seja agradável ou conveniente.

 

O mais recente episódio consta do Conselho Directivo proibir a entrada da Comissão de Fiscalização, previamente anunciada por Jaime Marta Soares, nas instalações do Sporting, apelidando-a de ilegal e, como tal, sem qualquer legitimidade para aceder ao Clube.

 

Eis o comunicado, enunciado pelo novo porta-voz do presidente, Fernando Correia:

 

Em face das declarações proferidas pela Mesa da Assembleia Geral (MAG) demissionária, somos forçados a fazer os seguintes esclarecimentos: 

Ponto 1- Sobre a anunciada comissão de fiscalização, que tem por objetivo substituir o Conselho Fiscal e Disciplinar, afirmamos que não reconhecemos qualquer legalidade ou legitimidade a esta decisão e por isso não permitiremos o acesso das pessoas que venham a fazer parte dessa eventual comissão aos escritórios e serviços do clube.
 
Como já referimos por diversas vezes, estamos a aguardar que os serviços jurídicos do Sporting verifiquem a legalidade de tudo o que se tem passado, mas reafirmamos que consideramos absolutamente ilegal a decisão de nomear uma comissão de fiscalização em vez de serem devidamente marcadas, como mandam os estatutos, eleições para os órgãos demissionários no prazo de 45 dias desde a data das renúncias, ou seja, até 1 de Julho.

Ponto 2 – Lamentamos que o presidente da Mesa da Assembleia Geral esteja mais uma vez a violar os estatutos e os regulamentos do Sporting, enviando mensagens particulares a funcionários do clube quando sabe que qualquer assunto ou pedido que queira fazer tem que ser realizado de modo formal ao Conselho Diretivo que está, lembro, em funções.

Ponto 3 - Continuamos a aguardar que seja devidamente explicado aos associados do clube pelos membros da MAG e do CFD demissionários quais as razões de terem recusado que a última reunião entre os órgãos sociais fosse gravada. É que, como diz o povo, quem não deve, não teme. 

Ponto 4 – Continuamos também a aguardar, uma vez que o presidente da MAG chamou mentiroso ao presidente do Conselho Directivo, dizendo que nunca foi proposta uma comissão de gestão, que o presidente da MAG explique porque convidou Luís Gestas, e por intermédio dele Luís Roque, e mais um terceiro elemento à escolha deles para integrarem a referida comissão de gestão, também ela ilegal.
 
É bem verdade Bruno de Carvalho... 'quem não deve, não teme'!!! Só é pena que seja apenas pertinente a alguns, à conveniência, e não ao presidente e restantes sem-vergonha elementos do Conselho Directivo.
 

publicado às 18:20

O vergonhoso estado do Sporting

Rui Gomes, em 29.05.18

 

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O presidente da Mesa da Assembleia Geral demissionária, Jaime Marta Soares, anunciou a criação de uma Comissão de Fiscalização para "exercer transitoriamente as funções que cabem ao Conselho Fiscal e Disciplinar", também ele demissionário.

 

Eis a transcrição do documento na íntegra:

 

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, bem como todos os membros demissionários da Mesa da Assembleia Geral, informam os Sócios do Sporting Clube de Portugal nos seguintes termos:

 

1. Ao abrigo, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 1 do artigo 41.º dos Estatutos do Sporting Clube de Portugal, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral irá designar uma Comissão de Fiscalização para exercer transitoriamente as funções que cabem ao Conselho Fiscal e Disciplinar.

 

2. As eleições para os Órgãos Sociais do Sporting Clube de Portugal terão lugar nos termos e prazos estatutários.

 

Lisboa, 28 de Maio de 2018

 

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"Quando os sportinguistas quiserem que saia do clube, basta que recolham as assinaturas necessárias e não terão de pagar qualquer custo pela assembleia-geral. Aí, se a vontade da maioria for a minha saída, acatarei no momento." (12 de Dezembro de 2017)

 

O que resta do Conselho Directivo reagiu com um extenso comunicado, através do qual, entre outras coisas, acusa Jaime Marta Soares de estar a tentar um "assalto ao poder":

 

"O Conselho Directivo do Sporting Clube de Portugal foi, uma vez mais, surpreendido com nova tentativa de assalto ao poder no Clube por parte do Presidente da Mesa da Assembleia Geral quando, na noite de hoje, emitiu um comunicado, e enviou o mesmo para os serviços do Clube (juntamente com o pedido de apoio técnico para a marcação da AG extraordinária) anunciando que vai nomear uma Comissão de Fiscalização para substituir o Conselho Fiscal e Disciplinar demissionário, ao abrigo do nº 1 do Artigo 41 dos Estatutos do Sporting CP.

 

Antes de mais convém ler o conteúdo do artigo em causa:


Artigo 41, nº 1 - Se se verificar causa de cessação de mandato da totalidade dos membros do Conselho Directivo ou do Conselho Fiscal e Disciplinar ou se, convocadas eleições para qualquer daqueles órgãos, não houver candidaturas, pode, no primeiro caso, e deve, no segundo, o Presidente da Assembleia Geral designar uma comissão de gestão ou uma comissão de fiscalização, ou ambas, compostas por número ímpar de sócios efectivos com cinco anos de inscrição ininterrupta no Clube, para exercerem as funções que cabem respectivamente ao Conselho Directivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar, e que terão a competência de um ou de outro, conforme for o caso".

 

Parece-nos evidente que não se verifica nenhuma das premissas para invocar este artigo, porque: continuam em funções Bruno de Carvalho, Carlos Vieira, Rui Caeiro, José Quintela, Luís Gestas, Luís Roque e Alexandre Godinho, no Conselho Directivo; continua em funções, pelo menos, Fernando Carvalho, membro do Conselho Fiscal e Disciplinar que não renunciou, além de um membro suplente deste órgão, Tito Carvalho, que, até à data não foi chamado a efectividade de funções; existe uma lista candidata, e já com as assinaturas recolhidas, à Mesa da Assembleia Geral; existe uma lista candidata, e já com as assinaturas recolhidas, ao Conselho Fiscal e Disciplinar. É inequívoco que não pode ser nomeada qualquer comissão de gestão. É inequívoco que não pode ser nomeada qualquer comissão de fiscalização, uma vez que não se verifica nenhum pressuposto legal ou estatutário alegado pela MAG.

 

O que pretende o Presidente da MAG são três coisas:

 

1 - Que esta comissão conseguisse fazer o que ele próprio não conseguiu, ou seja, afastar um, dois ou a totalidade dos membros do Conselho Directivo em funções, para que caia esse órgão;

 

2 - Para se cair no número 2 do artigo 41, o qual confere a essa comissão de fiscalização o prazo de seis meses para a convocação de eleições;

 

3 - Encontrar mecanismos manipuladores que levem à queda dos membros do Conselho Directivo através de processos disciplinares, ficando a actual MAG a gerir o clube com uma comissão de gestão e uma comissão de fiscalização, que, repetimos, ser um golpe palaciano de assalto ao poder.

 

O Presidente da MAG desmentiu que fosse sua intenção nomear uma comissão de gestão. A bem da verdade e da transparência vamos aqui divulgar desde já o que só esperávamos denunciar nas sessões de esclarecimento, nas quais apenas os sócios podem entrar: era tão verdade que queria nomear na passada semana uma comissão de gestão que convidou Luís Gestas, convite esse extensível ao Luís Roque, ambos actuais membros do Conselho Directivo, e a uma terceira pessoa à escolha deles, para fazerem parte dessa mesma comissão desde que pedissem a renúncia do CD.

 

Mais, na noite de ontem o Presidente da MAG informou o Gabinete Jurídico do Sporting Clube de Portugal que nunca chegou a renunciar ao mandato e como tal se encontrava na plenitude das suas funções. Como todos sabemos, entre os dias 16 e 17 de Maio foi noticiado em todos os órgãos de Comunicação Social do país que a Mesa da Assembleia Geral do Sporting CP tinha renunciado em bloco ao seu mandato. Até hoje, o Presidente da MAG nunca o desmentiu. Pelo que, de acordo com o artigo 46 n° 2 dos estatutos, tem que convocar de imediato uma AG eleitoral para a MAG e o CFD, para que as eleições para estes dois órgãos decorram até ao dia 2 de Julho [n.d.r.: dia 1 de Julho].

 

Por outro lado, o Presidente da MAG solicitou ontem apoio técnico ao clube para a realização da Assembleia Geral Extraordinária. Sobre este assunto, queremos desde já alertar que o expediente que está a ser utilizado pelo Presidente da MAG é o de fingir que não está demissionário, para tentar pedir uma AG destituitiva que não seja a que deriva da alínea C (associados), mas sim de algo que fosse de iniciativa dele próprio. Sendo que, estando ou não demissionária, a MAG não o pode fazer. Assim, os serviços do Sporting CP prestarão o apoio técnico quando forem verificados os pressupostos legais para a realização da AG; quando forem verificadas as assinaturas que constam no requerimento e que nunca foram mostradas; quando for efectuado o depósito em conta, por parte dos requerentes, para garantir os custos dessa mesma AG.

 

Ontem foi dito na sessão de esclarecimento e acabou por ser tornado público, seja por "toupeiras" enviadas pelo Presidente da MAG seja por outras pessoas que transmitiram informações à Comunicação Social, que mais uma vez estamos nós a trabalhar com os bancos e com a CMVM para não parar os processos de empréstimo obrigacionista e para não parar a escritura jurídica de reestruturação financeira, e vem, uma vez mais de forma irresponsável e ilegal, a MAG tentar colocar tudo isto em causa, por uma obsessão de ataque ao poder no Sporting Clube de Portugal.

 

Fernando Correia
Porta-voz do presidente do Conselho Diretivo do Sporting Clube de Portugal 

 

publicado às 05:31

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