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Marcos Acuña recorreu hoje às redes sociais para deixar uma mensagem de despedida ao Sporting e aos sportinguistas. Na nota, o internacional argentino diz ter sempre dado tudo pelo Clube e assume que gostaria de se ter despedido de uma outra forma:

"Olá sportinguistas, quero agradecer-vos por estes três anos que vivemos juntos. Joguei sempre com o coração e dei tudo de mim em cada jogo. Passamos por bons momentos e outros um pouco mais difíceis, mas sempre dei o melhor de mim para deixar o Sporting no ponto mais alto e conseguimos conquistar três troféus. Gostava de despedir-me de outra forma, mas isso não foi possível. Muito obrigado por ser a minha casa, aos meus companheiros, ao staff e a todos vós, os verdadeiros adeptos. Levo-vos no meu coração. Boa sorte, Sporting".

Boa sorte Acuña!

publicado às 15:17

Sporting e Edgar Varela dizem adeus

Rui Gomes, em 20.05.20

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O Sporting CP participou que chegou ao fim a ligação contratual que mantinha com o futsalista Edgar Varela, que na época passada esteve emprestado ao AD Fundão.

Varela inscreveu o seu nome numa das mais bonitas páginas da história do Clube ao fazer parte da equipa que conquistou a UEFA Futsal Champions League.

De leão ao peito, Varela conquistou ainda quatro Campeonatos Nacionais, três Taças de Portugal, duas Taças da Liga, quatro Supertaças e três Taças de Honra, realizando 146 jogos com 38 golos marcados.

publicado às 12:30

Sporting e Caio dizem adeus

Rui Gomes, em 15.05.20

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O Sporting informa que chegou ao fim a ligação contratual que mantinha com o jogador da equipa de hóquei em patins Ricardo do Carmo Oliveira (Caio).

O atleta chegou ao Sporting CP na época 2016/2017 e em quatro temporadas ajudou o Clube a regressar ao topo do hóquei em patins nacional e europeu.

De leão ao peito, Caio venceu uma Liga Europeia, uma Taça Continental e um Campeonato Nacional.

“Estes quatro anos de Sporting foram maravilhosos, porque além de coleccionar títulos desportivos levo também muitos títulos individuais com cada uma das pessoas que privaram comigo e isso é muito reconfortante”, disse o jogador.

Ao longo da carreira, Caio representou também a Oliveirense, FC Porto, Benfica, Óquei de Barcelos e Gulpilhares.

publicado às 18:54

Entrevista exclusiva com Deo

Rui Gomes, em 10.05.20

publicado às 04:00

Obrigado Madjer!

Rui Gomes, em 21.02.20

22 anos de carreira, 14 anos de Sporting Clube de Portugal. João Saraiva, mais conhecido por Madjer, termina a sua carreira enquanto jogador de futebol de praia, aos 43 anos.

Em Dezembro de 2019, Madjer disse adeus à Selecção Nacional após conquistar o seu terceiro Campeonato do Mundo. Em Fevereiro de 2020, o melhor jogador de futebol de praia da história – distinguido pela France Football – termina a sua carreira de Leão ao peito, despedindo-se de todos os Sportinguistas.

Com um palmarés que fala por si, Madjer, ao longo da sua extensa carreira, foi cinco vezes melhor do Mundo FIFA; quatro vezes melhor da Europa; três vezes Campeão do Mundo; cinco vezes Campeão Europeu e duas vezes Campeão Nacional pelo Sporting Clube de Portugal.

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Enquanto Leão, o internacional português realizou 210 jogos e marcou 167 golos.

O Sporting Clube de Portugal deseja a João Saraiva - Madjer - as maiores felicidades pessoais e profissionais e manifesta o enorme orgulho em poder ter na sua história o melhor jogador de sempre de futebol de praia.

Como o próprio disse recentemente: “É muito bom ser considerado o melhor de sempre, mas é ainda melhor ser do Sporting Clube de Portugal”.

Obrigado por tudo, Campeão!

publicado às 03:31

"Não sou leão desde o berço mas serei a partir de agora."

"Aos sportinguistas, um agradecimento muito grande. Espero que fiquem com boas

recordações minhas e irei levar-vos para sempre no meu coração."

publicado às 21:58

Mensagem de despedida de Gudelj

Rui Gomes, em 06.08.19

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Nemanja Gudelj, médio de 27 anos que na temporada passada representou o Sporting por empréstimo do Guangzhou Evergrande e esta época se mudou para o Sevilha, despediu-se ontem do Clube nas redes sociais:

"Quero agradecer a toda a família sportinguista pelo meu ano neste Clube. Agradecer muito a todos por me receberem de braços abertos e tratarem-me como família. Desde o primeiro dia senti-me em casa. Das melhores memórias que tenho na minha carreira são no Sporting, onde ganhei duas taças que vão ficar comigo para sempre. Quero desejar aos jogadores, ao staff e ao Sporting tudo de melhor no futuro. Serei sempre um adepto do Sporting. Uma vez leão, sempre leão!".

publicado às 03:30

Carlos Mané despediu-se do Sporting

Rui Gomes, em 23.07.19

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Carlos Mané, a caminho de Vila do Conde para representar o Rio Ave, despediu-se do Sporting, com muita classe e dignidade, diga-se:

"Cheguei ao Sporting com 7 anos, uma criança com sonhos, desejos e ilusão de me tornar jogador de futebol. Saio com 25 depois de ter crescido como jogador e, sobretudo como Homem. Obrigado ao Sporting por tudo o que fizeram por mim e por me terem ajudado a chegar tão longe. Orgulho e respeito por ter feito parte da vossa História! Obrigado Sporting!!"

publicado às 04:04

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Pedro Cary despediu-se este domingo do Sporting com uma mensagem no Instagram, depois de nove anos de leão ao peito:

"A todos os sócios e simpatizantes do Sporting Clube de Portugal que me acompanharam ao longo destes épicos 9 anos: não vos escrevo em tom de despedida, mas sim em forma de agradecimento. Foram 18 títulos conquistados - 6 Campeonatos Nacionais, 5 Taças de Portugal, 5 Supertaças, 1 Taça da Liga e 1 Uefa Futsal Champions League - de Leão ao Peito, onde o esforço, a devoção e a dedicação prevaleceram.

Comigo, mais do que uma mala bem cheia de vitórias, levo também pavilhões cheios, os cânticos que soarão para sempre no meu ouvido e um apoio incondicional dentro e fora de campo. Convosco conquistei o maior título de todos, o respeito das pessoas no mundo do futsal, corrijo, o respeito das pessoas no mundo do desporto. 'Obrigado' é uma palavra curta para descrever a minha Gratidão".

O ainda «capitão» do Sporting, Bruno Fernandes, não tardou a enviar uma mensagem a Pedro Cary:

"És um exemplo! E sinto-me honrado de, após anos a seguir-te pela televisão, poder ter-te conhecido. És uma excelente pessoa e profissional. Desejo-te o melhor, amigo".

***Entretanto o Sporting confirmou também a saída de André Sousa, que chama a si várias conquistas de leão ao peito, entre as quais a tão desejada Liga dos Campeões, três Campeonatos Nacionais, três Taças de Portugal, duas Taças da Liga, três Supertaças e duas Taças de Honra.

Boa sorte a ambos!

publicado às 05:47

Boa sorte Dieguinho

Rui Gomes, em 20.06.19

publicado às 04:15

 

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O antigo director de comunicação do Sporting, Nuno Saraiva, despediu-se esta sexta-feira do Clube através de uma mensagem publicada no Facebook, na qual assume 'mea culpa':

 

"Deixei passar uns dias, na tentativa (falhada) de que a minha racionalidade não fosse contaminada pela emoção.

 

Como é público, deixei de ser director de comunicação do Sporting Clube de Portugal. Não por vontade minha, mas por consequência de uma decisão absolutamente legítima e totalmente transparente do novo Presidente do Clube. Ao contrário do que a dada altura alguns tentaram fazer crer, não levantei qualquer espécie de obstáculo nem fiz nenhuma exigência para além do que a lei determina.

 

Foram dois anos de enorme intensidade. Com erros cometidos? Certamente que sim. Com excessos que poderiam ter sido evitados? Seguramente. Mas foram também dois anos de grande privilégio e paixão, em que conheci e fiquei amigo de muitas pessoas extraordinárias.

 

Quero agradecer, na pessoa da minha querida Rosa Duarte, a todos os colaboradores do Sporting Clube de Portugal a oportunidade que me deram de trabalhar com muitos dos melhores profissionais do mercado. A todos os extraordinários atletas, treinadores e dirigentes estou grato pela forma como me receberam e comigo trabalharam.

 

Ao nosso Presidente Frederico Varandas e à sua Direcção desejo que nos façam felizes, porque o seu sucesso é o sucesso do Sporting CP.

 

A quem insiste em medir o sportinguismo dos outros e em fazer julgamentos de carácter sem cuidarem de saber do que falam, digo-lhes apenas que isso não é Unir o Sporting.

 

A todos um enorme obrigado pelo que aprendi e me proporcionaram.

 

Parafraseando o Presidente, nasci Sporting, cresci Sporting, respiro Sporting e sou o Sporting. Sim, sou eu, é o Presidente, bem como são todos os Sócios e Adeptos porque, sem nós, sem todos nós, não há Clube.

 

Saudações Leoninas a todos e Sporting Sempre!".

 

Admitir que cometeu "erros" e que houve "excessos" que poderiam ter sido evitados é dizer muitíssimo pouco, tendo em consideração a generalidade das circunstâncias e, em particular, o seu desempenho, maioritariamente não em defesa do Sporting, mas sim para o benefício do presidente destituído.

 

Com isto dito, acabamos por reconhecer que não vale a pena "bater em mortos". Nuno Saraiva faz parte de um sórdido ciclo do passado que esperamos que nunca mais se repita na história desta honrosa Instituição centenária.

 

publicado às 05:31

Mensagem de despedida de Piccini

Rui Gomes, em 24.07.18

 

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Poucas horas depois de ter assinado por quatro épocas com o Valência, Cristiano Piccini divulgou uma mensagem nas redes sociais a despedir-se dos adeptos leoninos:

 

"Nunca vou deixar de apoiar este clube, mesmo depois do que aconteceu a 15 de Maio, na Academia. Sempre tive claro que queria sair pela porta grande, e não podia decepcionar 3,5 milhões de adeptos por culpa de 40 ou 50 pessoas que actuaram como criminosos com o objectivo de matar o sentimento de todos os sportinguistas.

 

Tive a possibilidade de jogar a Champions e foi aqui que vi nascer a minha filha. Deram-me todas as condições para evoluir.

publicado às 03:28

 

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"Hoje é um dia difícil. Despeço-me da família Sporting, a minha casa nos últimos 13 anos. O Clube que me viu crescer e que me deu a oportunidade de dar o salto para o futebol profissional, que me permitiu celebrar títulos por esta grande camisola e ser campeão da Europa pelo meu país. Nós últimos meses o clube viveu momentos complicados, mas se teria de sair daquela que será sempre a minha 'casa', teria de ser da melhor forma possível para o Clube.

Levarei para sempre o meu Sporting no coração e serei sempre mais um adepto esteja onde estiver. Quero agradecer aos adeptos pelo carinho e apoio incondicional ao longo destes anos e a todos os meus companheiros, treinadores, médicos, fisioterapeutas, roupeiros e direcções que me ajudaram a ser melhor futebolista, mas sobretudo melhor pessoa".

 

William Carvalho

 

publicado às 04:00

 

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Caros Sportinguistas

Após muitos ruídos e acontecimentos de que o Sporting Clube de Portugal e Eu, fomos alvo recentemente, remeti-me ao silêncio... não por ausência de sentimento, nem por falta de argumentos válidos, mas sim, por respeito ao Sporting Clube de Portugal e aos seus adeptos. 


Neste momento, já existe espaço para que possa dizer, em linhas breves, aquilo que sinto e o porquê da minha atitude reservada.


Suportei e vivi muitas situações menos positivas, para poder representar o meu clube, dando sempre o máximo de mim e sendo soberana, a minha vontade de honrar a camisola que vestia desde os meus 12 anos, bem como transmitir esses valores para todos os meus colegas, enquanto um dos capitães e um dos jogadores com mais anos de casa desta equipa, que sempre me orgulhou e irá continuar a orgulhar pela sua força e determinação genuínas! 

 

Mas também sou um ser humano... de carne e osso, igual a todos vocês, e por isso tive de tomar uma decisão. Os motivos que me levaram a sair são hoje conhecidos por todos vós... São de conhecimento público... as causas descritas na minha rescisão. 


Nunca faltei ao respeito a ninguém nem nunca o irei fazer, pois o meu silêncio até hoje, foi exclusivamente por respeito a todos! 


Até ao momento da minha rescisão, tinha-se tornado insustentável a minha continuidade, por comprometer a minha produtividade profissional perante o meu Clube, e por essa crucial razão, não estariam jamais, reunidas as condições para exercer a minha actividade profissional no Sporting.


Esta foi a minha casa durante 18 anos, sim a minha casa! 


Passei mais tempo no Sporting do que em casa dos meus Pais… 


Para além dos meus Pais... Sim foi o Sporting que me formou e me transformou naquilo que sou hoje, não só enquanto Sportinguista, mas também enquanto profissional e ser humano. Foi sem dúvida uma casa que me criou a todos esses níveis!


Seria impossível da minha parte "Virar Costas" ou prejudicar esta grande Família.


Por isso respeito e vou sempre respeitar todas as opiniões dos adeptos, agradecendo todo o apoio que me deram ao longo de todos estes anos... e vou continuar a acompanhar de perto e com o coração, este meu Grande Clube.

Após todos estes anos, esta não era a forma que imaginava de me despedir do meu clube e de todos Vós , mas espero que guardem convosco aquilo que sinto!!! Que sou e sempre serei um Leão!!

Rui Patrício

 

publicado às 03:18

 

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Numa carta de suposta despedida, via Facebook, para não variar, o ex-presidente manda umas quantas alfinetadas àqueles que ele apelida de "ilustres inúteis" - muitos dos quais que foram seus acérrimos apoiantes -, embora a minha parte favorita seja a sua afirmação que eu transcrevo no título do post. Bruno de Carvalho a ser igual a si próprio até ao fim. Mas que figura tão triste e desprezível:

 

"Mas orgulho... perdi todo quanto vejo que afinal o Clube que eu amava, que quis transformar num Clube popular, de e para o povo, de e para os adeptos, de e para os sócios... afinal nunca deixou de ser um Clube de Viscondes com sempre com os mesmos a dominar: os Stromps, os Leões de Portugal os Cinquentenários, os Ricciardis, os Casquilhos, as Isabeis Trigo Miras, as Margaridas Caldeiras da Silva, os Abrantes Mendes, os Barbosas da Cruz, os José Pedro Rodrigues, os Sobrinhos, os Dias Ferreiras, os Barrosos, os Sampaios, os Zé Eduardos, os Seixas, os Severinos, os Vascos Lourencos, os Roquettes, os Godinhos, os Dias da Cunha os Rogério Alves, os Jaime Marta Soares... Enfim... um Clube de Ilustres Inúteis mas que realmente mandam.

E esqueçam os associados pois NUNCA vão mandar neste Clube... Vão ser sempre fantoches desta elite que só permite entrar quem se render aos seus interesses.

 

Não, não vou regressar para as bancadas. Não, não vou mais vibrar com as vitórias. Foram 46 anos de um amor intenso mas que vim a descobrir que não era o que eu pensava, que não me identifico minimamente com os seus falsos princípios e falsos valores e que me andava a trair.
 

Mas também quero dar uma palavra para aqueles que são 'bipolares', pois se não ganhamos ainda mais a culpa é vossa, pois são os primeiros a 'dançar' a música dos ilustres.

A minha carta de suspensão vitalícia de sócio segue segunda-feira e nunca mais seguirei sequer os eventos desportivos do Clube. Afinal o sportingado era eu, pois era um sportinguista enganado...

Foi uma honra servir os Sportinguistas, mas não sinto qualquer honra de ter servido uma instituição que me fez sair com o rótulo de criminoso e de mandante de ataques terroristas. Tristes e fracos de espírito todos aqueles, muitos ou poucos, que puseram uma cruz no sim à destituição da única Direcção que teve um mandato, no Clube e SAD positivo, que fez um Pavilhão, que devolveu a honra de ser do Sporting CP a milhões de Sportinguistas, que conquistou em 5 anos 7 títulos europeus e que colocou o Sporting CP novamente como a maior Potência Desportiva Nacional!
 

Não vou impugnar a AG apesar de todas as ilegalidades cometidas. Não quero fazer parte de um conjunto de cretinos que não valem o ar que respiram. Não me quero mais aproximar de uma elite bafienta e mal cheirosa que sempre dominou o Sporting Clube de Portugal!.

Que tamanha ingratidão e injustiça... Mas que fiquem com o Clube que eu fico com a minha dignidade e princípios que nunca deixei cair apenas para me manter no poder. Aos sportinguistas as minhas desculpas por mesmo nesta hora não conseguir ser hipócrita e vos mentir. Vocês não contam para nada neste SCP que é de Viscondes...".

 

Há mais nesta carta quase sem fim, mas depois de cinco anos de tanto Bruno de Carvalho, já chega. Agora, creio, é uma questão de esperar pelo muito que ainda não sabemos. Talvez ainda leve algum tempo a "desembrulhar", mas haverão "surpresas" - ou talvez não, para quem, como eu, há muito que insiste que não temos conhecimento de metade.

 

Quase que fico desapontado por não ter mencionado o Camarote Leonino, como aliás fez em várias outras ocasiões. Também para nós foi uma luta intensa que durou mais de cinco anos, até quase à exaustão. Houve dias em que eu nem sequer consegui dormir, tal o nível de desgaste após lidar com o exército de energúmenos e restantes 'soldadinhos da falange' que o apoiavam cegamente.

 

Não é surpresa alguma, que quase todos desapareceram deste espaço, muito embora eu não duvide, minimamente, que nos continuam a visitar assiduamente. Honestidade e hombridade de admitirem que erraram não é com eles. Nada que eu não esperava...

 

P.S.: Ah, sim... pede desculpa por nesta última hora não conseguir mentir. Mais palavras para quê ?

 

publicado às 11:00

O «capitão» disse adeus

Rui Gomes, em 02.10.17

 

 

publicado às 17:03

Mensagem emotiva de Beto

Rui Gomes, em 01.08.17

 

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Beto Pimparel esteve um ano em Alvalade e está agora de saída para o Goztepe Spor. A sua passagem pelo Sporting foi marcante e foi “um sonho cumprido”, como escreveu o jogador na sua página de Facebook:

 

 

«Como junto um ano de emoções, sonhos e paixões num texto? É difícil, mas vou arriscar. Demorei mas consegui cumprir o sonho. Meu e da minha família. Não foi em Alvalade, mas sim em Famalicão. Um jogo da Taça da Liga que para mim foi uma final da UEFA Champions League. E foi assim que encarei todos os jogos pelo Sporting Clube de Portugal. Dentro ou fora do relvado. Seja no banco ou a voar para os remates adversários... sei que cada um dos Sportinguistas sentiu o que eu senti: esta paixão ardente de representar tamanha instituição, tamanha cultura.

 

Era um miúdo quando vos abracei... cheguei um homem quando comecei a cantar O Mundo Sabe Que ali, ao vosso lado. Espero que sintam nas vossas mãos o aperto da minha mão, em sinal de agradecimento. Não me esqueço de vocês e nunca me esquecerei de todos os momentos que me ofereceram, seja a mim ou aos meus».

 

Boa sorte Beto... és um verdadeiro "leão" !

 

publicado às 04:27

A despedida de Paulo Oliveira

Rui Gomes, em 19.07.17

 

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«Depois de mais de três anos de "leão ao peito", venho agradecer tudo o que o Clube me proporcionou. A todos os meus companheiros de equipa e todo o staff, a maior sorte do mundo. Estou a torcer. A todos osportinguistas o meu muito obrigado. Fizeram sempre com que me sentisse em casa!»

 

                                                                                        Paulo Oliveira

 

publicado às 13:41

O adeus de um grande jogador

Rui Gomes, em 19.04.17

 

O meu último jogo e o jogo que ele fez

 

 

Este jogo não é sobre mim.

 

Mas, ao descer aquelas escadas divididas para o relvado, olho à volta e lembro-me como, antes, estava do outro lado da vedação. Tenho saudades. Por mais que me vire e olhe e observe e procure, em lado algum vejo alguém como eu. Estou velho em idade de jogador, estou a sentir muita coisa cá dentro, a mexer, estou nas últimas - é a minha última época a jogar, é a última vez que jogo neste estádio, pode ser a última oportunidade que tenho para ganhar a Liga dos Campeões por três clubes diferentes. Não seria mau acabar como o Seedorf, o único que já o fez. Mas nem estou a pensar muito nisso.

 

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Penso nos cinco anos que estive aqui. A passar, a correr, a lutar e a viver a vida no campo, passando. No vício com toda a gente tinha nesta competição, as fotos que há de quem a ganhou, a forma como a contam. Uma, duas, três, quatro, até à décima que ganhei e à undécima, que os vi ganhar. Sei que é a gasolina para a vida deles, porque já foi para a minha. O Cristiano, o Benzema, o Bale, que por diós não joga, o Luka, o Dani, penso no perigo que eles sempre são sozinhos, mesmo quando juntos, como equipa, não o parecem ser.

 

Por isso tento, como sempre, ser simples. Poucos toques na bola, passes rápidos, diretos ao pé, sem complicar. Quero simplificar para que os meus tenham espaço e tempo para complicarem. Descobrimos caminhos por fora com a preocupação que o Real tem em tapar-nos por dentro. O Alaba e o Ribéry aceleram à esquerda, tabelam, mas o corpo do Marcelo tapa a bola que o Thiago remata, na área. Ia lá para dentro, tenho a certeza. É o melhor que conseguimos fazer.

 

Queremos controlar, ser protagonistas aqui, onde é raro sê-lo alguém de fora. Gostamos de ser rápidos e intensos e mandar na bola e mandatar os outros com ela. É tão difícil, em parte, porque dificultamos a nossa vida. Queremos tocar perto e passar rasteiro qualquer bola que temos, à frente, no meio ou atrás. O Real sente-o, cheira-nos a insistência, transforma a nossa confiança em estupidez. Pressionam-nos com tudo quando perdem a bola e o Carvajal bate um remate para o Neuer se estica com a grandeza dos maiores. Mas ele não agarra a bola que o Dani cruza pouco depois. O Boateng está na linha, encostado ao poste, e não deixa que a recarga de quem mete a garra e a alma em tudo entre na baliza. Lidar com Sergio Ramos é um pesadelo, sou eu que o tenho de marcar nos cantos.

 

Fico nervoso. Começo a falhar passes. Vejo-os na minha cabeça, são simples, mas falho-os. E eles não me deixam esquecer como eram, e são, rápidos e frenéticos e intensos a contra-atacar. Já não tenho as pernas nem a velocidade, nunca a tive, para os parar. O Cristiano assusta-nos duas vezes. O Kroos, que vivia na casa onde hoje vivo em Munique (literalmente), ainda remata outra. Joder, eles estão melhor e, assim, parecem ser melhores.

 

Não vos digo o que Ancelotti nos disse. Mas o Carlo sabe em que botões carregar, nós gostamos dele e ele gosta de nos picar com as palavras. Há confiança para isso. E entramos com confiança e caímos em cima deles, depois do intervalo, com tudo. Aceleramos e fazemos mais do que fizemos, e eles sofrem. O Marcelo está na linha para barrar o remate do Arjen, no fim de uma bela jogada nossa. Já não está lá quando a classe do esguio Lewi engana o Navas no penálti que o Robben arranca. Ele é um tipo de jogos grandes, apesar de a reputação e senso popular não o achar.

 

Estamos vivos e eu prefiro fazer-me de moribundo. O Real fica mais prudente, recua as linhas, mas fico atrás, tento aproveitar o espaço para dar o primeiro vazão à bola e parar de errar passes sob pressão. Lá me mantenho, perto do Hummels e do Boateng. E tão bem que eles defendem, os dois, automáticos na contenção que fazem nos contra-ataques que têm de aguentar sozinhos, com os números contra eles. Empatam a decisão de quem tem a bola, obrigam a adiá-la.

 

Eles vão-nos salvando enquanto o jogo fica duro. Vejo faltas à minha volta e faço um par delas, feias, males menores para evitar que maiores aconteçam. O Robben joga como um miúdo, finta e cruza e remata e tudo o que temos de bom vem dele. As coisas ficam rápidas demais para mim - consigo acelerar a bola o quanto quiser, mas percebo o Carlo, a minha lentidão não é precisa quando a bola não é nossa. Ele tira-me, eu saio. Ouço aplausos, muitos, os que queria ouvir. Aplaudo-os de volta, insisto em retribuir até chegar ao banco. Mas, quando me estou a sentar, não me consigo acalmar.

 

O Casemiro, o bruto, ladrão e incansável Casemiro, rouba-nos uma bola a meio campo e, desengonçado, pica-a para a área. Ele viu o Cristiano como não pode estar e todos o vimos, sozinho, a cabecear para golo. Nem há um minuto tinha saído do campo. Não quero acreditar, como me custa a crer no que, segundos depois, vejo. Nem percebo como, é um corte na área, misturado com um ressalto e tudo a acontecer à queima-roupa, mas o Sergio Ramos marca um auto-golo. Faltam 12 minutos, a eliminatória está empatada, estamos em cima do Real no Bernabéu, onde toda a gente costuma ficar por baixo.

 

Estamos vivos. Que partidazo estava a ser, para se jogar e para se ver. Até que o árbitro, em quem ninguém estava a reparar por ele não querer estragar o jogo, decidiu estragá-lo. O Vidal foi limpo a tirar a bola ao Asensio e viu o segundo amarelo que já lhe tinha sido perdoado, embora menos, bem menos, que ao Casemiro - que bateu, derrubou, puxou e até se fez a um penálti. Os 10 que nos restaram passaram a morrer aos poucos.

 

Aguentámo-nos, valentes, até ao prolongamento. O Hummels, que vinha lesionado, arrastou-se. O Robben foi buscar os restos dos 20 anos que tinha dentro, e resistiu. O Lahm e o Thiago, pequenotes, foram a todas as bolas, e correram por dois ou três. Mas o Real eram os tipos que conheço tão bem. Agigantaram-se para a ocasião, o Sergio aos berros, o Luka sem perder bolas, o Kroos a fazer-nos persegui-la com os olhos.

 

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E o Cristiano, que sempre está no sítio certo da área e à espera da hora certa, fez-nos cair. Com o peito e o pé esquerdo marcou, primeiro com um passe do Ramos e um fora de jogo de posição; com o pé direito marcou outro, depois de o Marcelo nos cortar ao meio com a bola colada, e em sprint, e lhe oferecer o centésimos golo na Liga dos Campeões. Sim, são 100, quase tantos quanto os jogos (119) que levo comigo nesta competição.

 

Ele pode já não jogar metade do que o que marca, mas é um animal. Um monstro que nos marcou cinco golos numa eliminatória. Depois de ele nos matar em cinco minutos, o miúdo Asensio atropela-nos num último contra-ataque. Já estamos de rasto, sem pernas, nem motivação, ou esperança. Acabaram connosco, acabou-se. E acabou para mim.

 

Entro em campo, cumprimento quem consigo. Abraço o Lahm, que está a sentir o que sinto e deve sentir-se triste por também ter sido o último jogo destes para ele. O Cristiano, só sorrisos, agarra-se a uma bola e leva-a, carrega o direito de quem marca três golos num jogo. Todos do Real Madrid sorriem como ele, porque estão nas meias-finais pela sétima temporada seguida, é obra e é um recorde. Eles têm uma história bonita, como acho que foi a minha.

 

Eu sou o Xabi Alonso e foi um prazer passar a bola para vocês.

 

publicado às 04:04

 

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Obrigado Sporting pelo carinho com que sempre me trataram.

Desejo o melhor a este enorme clube e serei eternamente grato. 1 adepto mais.

 

publicado às 04:02

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