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Mensagem de despedida de Piccini

Rui Gomes, em 24.07.18

 

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Poucas horas depois de ter assinado por quatro épocas com o Valência, Cristiano Piccini divulgou uma mensagem nas redes sociais a despedir-se dos adeptos leoninos:

 

"Nunca vou deixar de apoiar este clube, mesmo depois do que aconteceu a 15 de Maio, na Academia. Sempre tive claro que queria sair pela porta grande, e não podia decepcionar 3,5 milhões de adeptos por culpa de 40 ou 50 pessoas que actuaram como criminosos com o objectivo de matar o sentimento de todos os sportinguistas.

 

Tive a possibilidade de jogar a Champions e foi aqui que vi nascer a minha filha. Deram-me todas as condições para evoluir.

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publicado às 03:28

 

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"Hoje é um dia difícil. Despeço-me da família Sporting, a minha casa nos últimos 13 anos. O Clube que me viu crescer e que me deu a oportunidade de dar o salto para o futebol profissional, que me permitiu celebrar títulos por esta grande camisola e ser campeão da Europa pelo meu país. Nós últimos meses o clube viveu momentos complicados, mas se teria de sair daquela que será sempre a minha 'casa', teria de ser da melhor forma possível para o Clube.

Levarei para sempre o meu Sporting no coração e serei sempre mais um adepto esteja onde estiver. Quero agradecer aos adeptos pelo carinho e apoio incondicional ao longo destes anos e a todos os meus companheiros, treinadores, médicos, fisioterapeutas, roupeiros e direcções que me ajudaram a ser melhor futebolista, mas sobretudo melhor pessoa".

 

William Carvalho

 

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publicado às 04:00

 

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Caros Sportinguistas

Após muitos ruídos e acontecimentos de que o Sporting Clube de Portugal e Eu, fomos alvo recentemente, remeti-me ao silêncio... não por ausência de sentimento, nem por falta de argumentos válidos, mas sim, por respeito ao Sporting Clube de Portugal e aos seus adeptos. 


Neste momento, já existe espaço para que possa dizer, em linhas breves, aquilo que sinto e o porquê da minha atitude reservada.


Suportei e vivi muitas situações menos positivas, para poder representar o meu clube, dando sempre o máximo de mim e sendo soberana, a minha vontade de honrar a camisola que vestia desde os meus 12 anos, bem como transmitir esses valores para todos os meus colegas, enquanto um dos capitães e um dos jogadores com mais anos de casa desta equipa, que sempre me orgulhou e irá continuar a orgulhar pela sua força e determinação genuínas! 

 

Mas também sou um ser humano... de carne e osso, igual a todos vocês, e por isso tive de tomar uma decisão. Os motivos que me levaram a sair são hoje conhecidos por todos vós... São de conhecimento público... as causas descritas na minha rescisão. 


Nunca faltei ao respeito a ninguém nem nunca o irei fazer, pois o meu silêncio até hoje, foi exclusivamente por respeito a todos! 


Até ao momento da minha rescisão, tinha-se tornado insustentável a minha continuidade, por comprometer a minha produtividade profissional perante o meu Clube, e por essa crucial razão, não estariam jamais, reunidas as condições para exercer a minha actividade profissional no Sporting.


Esta foi a minha casa durante 18 anos, sim a minha casa! 


Passei mais tempo no Sporting do que em casa dos meus Pais… 


Para além dos meus Pais... Sim foi o Sporting que me formou e me transformou naquilo que sou hoje, não só enquanto Sportinguista, mas também enquanto profissional e ser humano. Foi sem dúvida uma casa que me criou a todos esses níveis!


Seria impossível da minha parte "Virar Costas" ou prejudicar esta grande Família.


Por isso respeito e vou sempre respeitar todas as opiniões dos adeptos, agradecendo todo o apoio que me deram ao longo de todos estes anos... e vou continuar a acompanhar de perto e com o coração, este meu Grande Clube.

Após todos estes anos, esta não era a forma que imaginava de me despedir do meu clube e de todos Vós , mas espero que guardem convosco aquilo que sinto!!! Que sou e sempre serei um Leão!!

Rui Patrício

 

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publicado às 03:18

 

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Numa carta de suposta despedida, via Facebook, para não variar, o ex-presidente manda umas quantas alfinetadas àqueles que ele apelida de "ilustres inúteis" - muitos dos quais que foram seus acérrimos apoiantes -, embora a minha parte favorita seja a sua afirmação que eu transcrevo no título do post. Bruno de Carvalho a ser igual a si próprio até ao fim. Mas que figura tão triste e desprezível:

 

"Mas orgulho... perdi todo quanto vejo que afinal o Clube que eu amava, que quis transformar num Clube popular, de e para o povo, de e para os adeptos, de e para os sócios... afinal nunca deixou de ser um Clube de Viscondes com sempre com os mesmos a dominar: os Stromps, os Leões de Portugal os Cinquentenários, os Ricciardis, os Casquilhos, as Isabeis Trigo Miras, as Margaridas Caldeiras da Silva, os Abrantes Mendes, os Barbosas da Cruz, os José Pedro Rodrigues, os Sobrinhos, os Dias Ferreiras, os Barrosos, os Sampaios, os Zé Eduardos, os Seixas, os Severinos, os Vascos Lourencos, os Roquettes, os Godinhos, os Dias da Cunha os Rogério Alves, os Jaime Marta Soares... Enfim... um Clube de Ilustres Inúteis mas que realmente mandam.

E esqueçam os associados pois NUNCA vão mandar neste Clube... Vão ser sempre fantoches desta elite que só permite entrar quem se render aos seus interesses.

 

Não, não vou regressar para as bancadas. Não, não vou mais vibrar com as vitórias. Foram 46 anos de um amor intenso mas que vim a descobrir que não era o que eu pensava, que não me identifico minimamente com os seus falsos princípios e falsos valores e que me andava a trair.
 

Mas também quero dar uma palavra para aqueles que são 'bipolares', pois se não ganhamos ainda mais a culpa é vossa, pois são os primeiros a 'dançar' a música dos ilustres.

A minha carta de suspensão vitalícia de sócio segue segunda-feira e nunca mais seguirei sequer os eventos desportivos do Clube. Afinal o sportingado era eu, pois era um sportinguista enganado...

Foi uma honra servir os Sportinguistas, mas não sinto qualquer honra de ter servido uma instituição que me fez sair com o rótulo de criminoso e de mandante de ataques terroristas. Tristes e fracos de espírito todos aqueles, muitos ou poucos, que puseram uma cruz no sim à destituição da única Direcção que teve um mandato, no Clube e SAD positivo, que fez um Pavilhão, que devolveu a honra de ser do Sporting CP a milhões de Sportinguistas, que conquistou em 5 anos 7 títulos europeus e que colocou o Sporting CP novamente como a maior Potência Desportiva Nacional!
 

Não vou impugnar a AG apesar de todas as ilegalidades cometidas. Não quero fazer parte de um conjunto de cretinos que não valem o ar que respiram. Não me quero mais aproximar de uma elite bafienta e mal cheirosa que sempre dominou o Sporting Clube de Portugal!.

Que tamanha ingratidão e injustiça... Mas que fiquem com o Clube que eu fico com a minha dignidade e princípios que nunca deixei cair apenas para me manter no poder. Aos sportinguistas as minhas desculpas por mesmo nesta hora não conseguir ser hipócrita e vos mentir. Vocês não contam para nada neste SCP que é de Viscondes...".

 

Há mais nesta carta quase sem fim, mas depois de cinco anos de tanto Bruno de Carvalho, já chega. Agora, creio, é uma questão de esperar pelo muito que ainda não sabemos. Talvez ainda leve algum tempo a "desembrulhar", mas haverão "surpresas" - ou talvez não, para quem, como eu, há muito que insiste que não temos conhecimento de metade.

 

Quase que fico desapontado por não ter mencionado o Camarote Leonino, como aliás fez em várias outras ocasiões. Também para nós foi uma luta intensa que durou mais de cinco anos, até quase à exaustão. Houve dias em que eu nem sequer consegui dormir, tal o nível de desgaste após lidar com o exército de energúmenos e restantes 'soldadinhos da falange' que o apoiavam cegamente.

 

Não é surpresa alguma, que quase todos desapareceram deste espaço, muito embora eu não duvide, minimamente, que nos continuam a visitar assiduamente. Honestidade e hombridade de admitirem que erraram não é com eles. Nada que eu não esperava...

 

P.S.: Ah, sim... pede desculpa por nesta última hora não conseguir mentir. Mais palavras para quê ?

 

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publicado às 11:00

O «capitão» disse adeus

Rui Gomes, em 02.10.17

 

 

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publicado às 17:03

Mensagem emotiva de Beto

Rui Gomes, em 01.08.17

 

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Beto Pimparel esteve um ano em Alvalade e está agora de saída para o Goztepe Spor. A sua passagem pelo Sporting foi marcante e foi “um sonho cumprido”, como escreveu o jogador na sua página de Facebook:

 

 

«Como junto um ano de emoções, sonhos e paixões num texto? É difícil, mas vou arriscar. Demorei mas consegui cumprir o sonho. Meu e da minha família. Não foi em Alvalade, mas sim em Famalicão. Um jogo da Taça da Liga que para mim foi uma final da UEFA Champions League. E foi assim que encarei todos os jogos pelo Sporting Clube de Portugal. Dentro ou fora do relvado. Seja no banco ou a voar para os remates adversários... sei que cada um dos Sportinguistas sentiu o que eu senti: esta paixão ardente de representar tamanha instituição, tamanha cultura.

 

Era um miúdo quando vos abracei... cheguei um homem quando comecei a cantar O Mundo Sabe Que ali, ao vosso lado. Espero que sintam nas vossas mãos o aperto da minha mão, em sinal de agradecimento. Não me esqueço de vocês e nunca me esquecerei de todos os momentos que me ofereceram, seja a mim ou aos meus».

 

Boa sorte Beto... és um verdadeiro "leão" !

 

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publicado às 04:27

A despedida de Paulo Oliveira

Rui Gomes, em 19.07.17

 

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«Depois de mais de três anos de "leão ao peito", venho agradecer tudo o que o Clube me proporcionou. A todos os meus companheiros de equipa e todo o staff, a maior sorte do mundo. Estou a torcer. A todos osportinguistas o meu muito obrigado. Fizeram sempre com que me sentisse em casa!»

 

                                                                                        Paulo Oliveira

 

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publicado às 13:41

O adeus de um grande jogador

Rui Gomes, em 19.04.17

 

O meu último jogo e o jogo que ele fez

 

 

Este jogo não é sobre mim.

 

Mas, ao descer aquelas escadas divididas para o relvado, olho à volta e lembro-me como, antes, estava do outro lado da vedação. Tenho saudades. Por mais que me vire e olhe e observe e procure, em lado algum vejo alguém como eu. Estou velho em idade de jogador, estou a sentir muita coisa cá dentro, a mexer, estou nas últimas - é a minha última época a jogar, é a última vez que jogo neste estádio, pode ser a última oportunidade que tenho para ganhar a Liga dos Campeões por três clubes diferentes. Não seria mau acabar como o Seedorf, o único que já o fez. Mas nem estou a pensar muito nisso.

 

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Penso nos cinco anos que estive aqui. A passar, a correr, a lutar e a viver a vida no campo, passando. No vício com toda a gente tinha nesta competição, as fotos que há de quem a ganhou, a forma como a contam. Uma, duas, três, quatro, até à décima que ganhei e à undécima, que os vi ganhar. Sei que é a gasolina para a vida deles, porque já foi para a minha. O Cristiano, o Benzema, o Bale, que por diós não joga, o Luka, o Dani, penso no perigo que eles sempre são sozinhos, mesmo quando juntos, como equipa, não o parecem ser.

 

Por isso tento, como sempre, ser simples. Poucos toques na bola, passes rápidos, diretos ao pé, sem complicar. Quero simplificar para que os meus tenham espaço e tempo para complicarem. Descobrimos caminhos por fora com a preocupação que o Real tem em tapar-nos por dentro. O Alaba e o Ribéry aceleram à esquerda, tabelam, mas o corpo do Marcelo tapa a bola que o Thiago remata, na área. Ia lá para dentro, tenho a certeza. É o melhor que conseguimos fazer.

 

Queremos controlar, ser protagonistas aqui, onde é raro sê-lo alguém de fora. Gostamos de ser rápidos e intensos e mandar na bola e mandatar os outros com ela. É tão difícil, em parte, porque dificultamos a nossa vida. Queremos tocar perto e passar rasteiro qualquer bola que temos, à frente, no meio ou atrás. O Real sente-o, cheira-nos a insistência, transforma a nossa confiança em estupidez. Pressionam-nos com tudo quando perdem a bola e o Carvajal bate um remate para o Neuer se estica com a grandeza dos maiores. Mas ele não agarra a bola que o Dani cruza pouco depois. O Boateng está na linha, encostado ao poste, e não deixa que a recarga de quem mete a garra e a alma em tudo entre na baliza. Lidar com Sergio Ramos é um pesadelo, sou eu que o tenho de marcar nos cantos.

 

Fico nervoso. Começo a falhar passes. Vejo-os na minha cabeça, são simples, mas falho-os. E eles não me deixam esquecer como eram, e são, rápidos e frenéticos e intensos a contra-atacar. Já não tenho as pernas nem a velocidade, nunca a tive, para os parar. O Cristiano assusta-nos duas vezes. O Kroos, que vivia na casa onde hoje vivo em Munique (literalmente), ainda remata outra. Joder, eles estão melhor e, assim, parecem ser melhores.

 

Não vos digo o que Ancelotti nos disse. Mas o Carlo sabe em que botões carregar, nós gostamos dele e ele gosta de nos picar com as palavras. Há confiança para isso. E entramos com confiança e caímos em cima deles, depois do intervalo, com tudo. Aceleramos e fazemos mais do que fizemos, e eles sofrem. O Marcelo está na linha para barrar o remate do Arjen, no fim de uma bela jogada nossa. Já não está lá quando a classe do esguio Lewi engana o Navas no penálti que o Robben arranca. Ele é um tipo de jogos grandes, apesar de a reputação e senso popular não o achar.

 

Estamos vivos e eu prefiro fazer-me de moribundo. O Real fica mais prudente, recua as linhas, mas fico atrás, tento aproveitar o espaço para dar o primeiro vazão à bola e parar de errar passes sob pressão. Lá me mantenho, perto do Hummels e do Boateng. E tão bem que eles defendem, os dois, automáticos na contenção que fazem nos contra-ataques que têm de aguentar sozinhos, com os números contra eles. Empatam a decisão de quem tem a bola, obrigam a adiá-la.

 

Eles vão-nos salvando enquanto o jogo fica duro. Vejo faltas à minha volta e faço um par delas, feias, males menores para evitar que maiores aconteçam. O Robben joga como um miúdo, finta e cruza e remata e tudo o que temos de bom vem dele. As coisas ficam rápidas demais para mim - consigo acelerar a bola o quanto quiser, mas percebo o Carlo, a minha lentidão não é precisa quando a bola não é nossa. Ele tira-me, eu saio. Ouço aplausos, muitos, os que queria ouvir. Aplaudo-os de volta, insisto em retribuir até chegar ao banco. Mas, quando me estou a sentar, não me consigo acalmar.

 

O Casemiro, o bruto, ladrão e incansável Casemiro, rouba-nos uma bola a meio campo e, desengonçado, pica-a para a área. Ele viu o Cristiano como não pode estar e todos o vimos, sozinho, a cabecear para golo. Nem há um minuto tinha saído do campo. Não quero acreditar, como me custa a crer no que, segundos depois, vejo. Nem percebo como, é um corte na área, misturado com um ressalto e tudo a acontecer à queima-roupa, mas o Sergio Ramos marca um auto-golo. Faltam 12 minutos, a eliminatória está empatada, estamos em cima do Real no Bernabéu, onde toda a gente costuma ficar por baixo.

 

Estamos vivos. Que partidazo estava a ser, para se jogar e para se ver. Até que o árbitro, em quem ninguém estava a reparar por ele não querer estragar o jogo, decidiu estragá-lo. O Vidal foi limpo a tirar a bola ao Asensio e viu o segundo amarelo que já lhe tinha sido perdoado, embora menos, bem menos, que ao Casemiro - que bateu, derrubou, puxou e até se fez a um penálti. Os 10 que nos restaram passaram a morrer aos poucos.

 

Aguentámo-nos, valentes, até ao prolongamento. O Hummels, que vinha lesionado, arrastou-se. O Robben foi buscar os restos dos 20 anos que tinha dentro, e resistiu. O Lahm e o Thiago, pequenotes, foram a todas as bolas, e correram por dois ou três. Mas o Real eram os tipos que conheço tão bem. Agigantaram-se para a ocasião, o Sergio aos berros, o Luka sem perder bolas, o Kroos a fazer-nos persegui-la com os olhos.

 

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E o Cristiano, que sempre está no sítio certo da área e à espera da hora certa, fez-nos cair. Com o peito e o pé esquerdo marcou, primeiro com um passe do Ramos e um fora de jogo de posição; com o pé direito marcou outro, depois de o Marcelo nos cortar ao meio com a bola colada, e em sprint, e lhe oferecer o centésimos golo na Liga dos Campeões. Sim, são 100, quase tantos quanto os jogos (119) que levo comigo nesta competição.

 

Ele pode já não jogar metade do que o que marca, mas é um animal. Um monstro que nos marcou cinco golos numa eliminatória. Depois de ele nos matar em cinco minutos, o miúdo Asensio atropela-nos num último contra-ataque. Já estamos de rasto, sem pernas, nem motivação, ou esperança. Acabaram connosco, acabou-se. E acabou para mim.

 

Entro em campo, cumprimento quem consigo. Abraço o Lahm, que está a sentir o que sinto e deve sentir-se triste por também ter sido o último jogo destes para ele. O Cristiano, só sorrisos, agarra-se a uma bola e leva-a, carrega o direito de quem marca três golos num jogo. Todos do Real Madrid sorriem como ele, porque estão nas meias-finais pela sétima temporada seguida, é obra e é um recorde. Eles têm uma história bonita, como acho que foi a minha.

 

Eu sou o Xabi Alonso e foi um prazer passar a bola para vocês.

 

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publicado às 04:04

 

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Obrigado Sporting pelo carinho com que sempre me trataram.

Desejo o melhor a este enorme clube e serei eternamente grato. 1 adepto mais.

 

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publicado às 04:02

Para terminar o dia com um sorriso

Rui Gomes, em 04.09.16

 

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Zakaria Labyad rescindiu com o Sporting no último dia do mercado de transferências, pelo que agora é um jogador livre. A solução foi a rescisão mútua, de agrado ao Sporting, tendo em conta os encargos que tinha com o jogador.

 

Ora assim que foi consumada e anunciada a separação, a Internet reagiu de imediato. Os administradores da página "Um Azar do Krajl" resolveram 'embarcar' numa brincadeira e criaram um evento na página: a Festa de Despedida do Labyad. Um evento que rapidamente se tornou viral e está a ter um verdadeiro sucesso.

 

As piadas e brincadeiras sobre as saídas nocturnas do jogador não param. Além de Labyad, há outros nomes que têm sido associados ao evento, como são os casos dos benfiquistas Taarabt e Bilal Ould-Chick, e de Shikabala, também eles com fama de 'baladeiros'.

 

Os internautas têm dinamizado a página de forma que 45 mil disseram que iam à festa fictícia. O evento foi partilhado por mais de 11 mil pessoas. Todos têm contribuído, com muito humor, para este evento, com piadas a fazer trocadilhos com alguns nomes bem conhecidos no mundo do futebol. Um verdadeiro fenómeno !

 

A tal festa fictícia teve lugar este sábado, numa das discotecas mais conhecidas de Lisboa.

 

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publicado às 21:44

Mensagem de despedida de Slimani

Rui Gomes, em 01.09.16

 

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«É com um gosto amargo que escrevo esta mensagem para vocês, para os adeptos do Sporting que me apoiaram, que me suportaram, aclamaram o meu nome e aplaudiram nas bancadas. Vocês moram no meu coração e vocês vão ficar lá para sempre. A minha experiência neste Clube, que é uma família para mim, permitiu-me progredir e subir cada vez mais alto, e tudo graças a vocês”, começa por escrever o avançado.

 

Eu também queria agradecer a todos os meus companheiros destes belos anos, aos meus companheiros de jogo, aos meus irmãos com quem partilhei momentos maravilhosos, e eu desejo o melhor para o futuro dos treinadores que confiaram em mim, que me ensinaram bastante, a todo o staff médico e técnico e a todas as pessoas que trabalharam comigo no Clube.

 

Obrigado a todos por me apoiarem durante todos estes anos, por terem confiado em mim, por me amarem, eu li os vossos comentários, destes adeptos que são tão fiéis ao Sporting, e eu agradeço por todas as vossas mensagens maravilhosas que vieram direito para o meu coração. Vocês vivem em mim, no meu coração, eu parto para uma nova vida, mas o Sporting permanecerá sempre no meu coração, eu serei um leão para sempre».

 

                                                                                                 Islam Slimani

 

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publicado às 19:35

Foto do Dia

Rui Gomes, em 29.08.16

 

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 Despedida em lágrimas de Slimani

 

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publicado às 04:01

A despedida de Aquilani

Rui Gomes, em 27.08.16

 

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Olá Leões! Olá Sportinguistas!

 

Foi um orgulho para mim jogar com essa camisola e defender vossas cores. Conheci uma magnífica realidade e um público incrível que nos suportou em Alvalade e no mundo entero.


Minha aventura acaba aqui. Espero deixar uma boa lembrança como eu vou ter de vocês. Sempre dei o máximo e intentei de honrar a camisola que levei.


Saúdo um grupo de jogadores fantásticos e sou convencido que vão a ganhar e obter o que nós quitaram injustamente a época passada.


Saúdo todas as pessoas que trabalham na Academia, pessoas menos visíveis mais com as quais instaurei uma relação fantástica e que foram muito importantes para mim. Umas pessoas excepcionais!

 

Vou seguir e torcer por vocês!

 

Um grande abraço,


Alberto Aquilani

 

 

(A mensagem e foto exactamente como Aquilani publicou nas redes sociais)

 

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publicado às 05:01

Foi mesmo a despedida João Mário ?

Rui Gomes, em 14.08.16

 

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Esta poderá muito bem ser a última foto de João Mário

com as cores do Sporting - 13/08/2016

 

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publicado às 03:38

A despedida de Marcelo

Rui Gomes, em 10.02.16

 

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Marcelo Boeck, um  excelente profissional com o perfil de "leão", que representou muito dignamente o Sporting Clube de Portugal. Da nossa parte, muito sinceramente, os votos de muitas felicidades e um fim de carreira coroado de sucessos.

 

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publicado às 18:11

 

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O espanhol Raúl Gonzalez terminou a carreira de futebolista com a conquista de mais um título, ajudando os New York Cosmos a derrotarem os Ottawa Fury, do luso-descendente Marc dos Santos, na final do segundo escalão norte-americano. Em Long Island, Nova Iorque, a grande figura do encontro que marcou o adeus de Raul foi o argentino Gaston Cellerino, que marcou os três golos dos Cosmos no triunfo, por 3-2.

Além do treinador Marc dos Santos, o conjunto canadiano teve ainda na equipa o luso-descendente Mauro Eustáquio (internacional sub-23 pelo Canadá), que entrou aos 77 minutos.

Quem também terminou a carreira neste encontro foi o internacional espanhol Marcos Senna, campeão europeu pela Espanha em 2008.

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Raúl, de 38 anos, jogou durante 16 anos no Real Madrid, depois de se estrear com apenas 17 anos na equipa principal. Com os merengues" conquistou, entre outros títulos, 6 ligas espanholas, 4 supertaças e 3 ligas dos campeões.

Até 30 de Setembro, o eterno «capitão» madridista era o maior goleador da história do Real Madrid, estatuto que perdeu para o português Cristiano Ronaldo que nesse dia, ao 'bisar' frente ao Malmo, na Liga dos Campeões, passou a somar 324 golos com a camisola dos "merengues", ou seja, mais um.

Em 2010, o espanhol rumou aos alemães do Schalke 04, que representou durante duas épocas antes de se mudar para o Al-Saad, do Qatar, no qual jogou dois anos e do qual se despediu em Março de 2014. Após uma retirada momentânea dos relvados, assinou pelo Cosmos em Dezembro do ano passado.

Raúl Gonzalez disputou 102 jogos internacionais com a camisola da Espanha e é o segundo melhor marcador da selecção espanhola, atrás de David Villa.

 

Um breve resumo de alguns dos seus muitos golos está disponível aqui. Um brilhante jogador que deixa saudades.

 

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publicado às 15:36

Agradecimento de Marco Silva

Rui Gomes, em 09.07.15

 

O novo treinador do Olympiacos publicou uma mensagem de agradecimento dirigida ao Sporting e aos sportinguistas:

 

A vida de um treinador é feita de mudança e chegou a hora de abraçar um novo desafio, como treinador do Olympiacos, na Grécia, a minha primeira experiência fora de Portugal. Não posso, contudo, esquecer o último ano ao serviço do Sporting Clube de Portugal, nem deixar de proferir uma palavra de apreço pela forma como fui acolhido em Alvalade.

 

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Para os adeptos fica o meu agradecimento, por mim e toda a equipa, pelo apoio que foi essencial na tarefa de lidar com as adversidades que sempre surgem durante uma época desportiva. Na minha memória ficam também os jogadores, pelo esforço e união, e todos aqueles que, na equipa técnica e no staff de apoio, contribuiram com o seu trabalho diário para que pudéssemos lutar pelos nossos objectivos.

 

Maiores felicidades futuras para o Sporting Clube de Portugal.

 

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publicado às 12:16

Nani despede-se de Alvalade

Rui Gomes, em 18.05.15

 

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Sporting  4    SC Braga  1

 

17 de Maio de 2015

 

A última vez que se viu Nani envergar o verde e branco

do Sporting no Estádio José Alvalade

Gostei bastante do carinho que os adeptos mostraram por Nani. A substituição não foi inocente, foi nesse sentido. Não sabendo qual o futuro de Nani queria que ele tivesse esta despedida de Alvalade.

                                                                                          

                                                                                                                  Marco Silva

O vosso apoio foi indescritível. Tal como no passado, levo o Sporting mo meu coração ! Obrigado, Sporting Sempre.

 

                                                                                                                        Nani

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publicado às 04:45

 

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Em conferência de imprensa realizada esta quinta-feira, na sede de Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença anunciou que decidiu colocar ponto final na sua carreira de árbitro, algo que já constava há alguns dias:

 

«Anuncio hoje o abandono da minha carreira. Trata-se de uma decisão ponderada e tomada em consciência, suportada por alguns factores que pesam em mais de duas décadas de arbitragem. O desgaste de uma actividade tão exigente em termos físicos e mentais, bem como o facto de ter concretizado os objectivos e as metas a que me propôs, foram preponderantes nesta tomada de decisão. É tempo de dar lugar aos actuais valores da arbitragem. Sinto-me extremamente realizado. Saio com a consciência tranquila.»

 

Não tenho dúvida alguma que qualquer adepto de futebol, indiferente de simpatia clubista, pode apontar o dedo crítico a actuações menos felizes de Pedro Proença. Sempre lhe reconheci competência, mas recordo claramente algumas ocasiões em que me irritou, imenso, com decisões suas. Aliás, isto será verdade com qualquer outro árbitro, presente ou passado, no entanto, creio que não exagero pela sugestão que Pedro Proença foi um bom profissional e que terá sido, porventura, o melhor e mais credenciado árbitro da sua geração.

 

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publicado às 03:55

O presidente falou

Rui Gomes, em 21.05.14

 

 

O presidente do Sporting falou, explicou, mas não sei se terá elucidado os sportinguistas tanto quanto se esperava e desejava, mas até novas informações, teremos de viver com o que foi divulgado. A conferência de imprensa desta terça-feira serviu fundamentalmente para dizer adeus a Leonardo Jardim, um processo que o presidente denominou, não com pouca ambiguidade, "o fim de um ciclo". Decerto obedecendo a uma estratégia delineada pelo Mónaco, o treinador optou por não confirmar o seu destino, o "segredo" mais conhecido no planeta.

 

Apenas breve comentário sobre dois aspectos da oratória de Bruno de Carvalho, o primeiro dos quais, inevitavelmente, os já notórios 15 milhões de euros, correspondente a uma declarada cláusula de rescisão no contrato de Leonardo Jardim. Segundo a versão agora relatada pelo presidente, esse montante era somente aplicável caso o destino fosse um clube nacional, que para o estrangeiro a compensação pagável ao Sporting era de 3 milhões. No entanto, parece que o Mónaco foi muito generoso e foi além do que estava pré-estipulado, oferecendo ainda mais 3 milhões mediante os objectivos alcançados por Leonardo Jardim. E, por fim, "existe um valor em caso de regresso a Portugal nas próximas quatro épocas, o remanescente e 15 milhões de euros". Excepto pelos detalhes, esta explicação do presidente não surpreendeu, minimamente. Uma vez que nada serve massacrar a temática, esta é a palavra final do presidente e ficamos por aqui.

 

O segundo aspecto da oratória, e esse até foi elucidativo, tem a ver com o poder de decisão neste período interino da época, sobre dispensas e reforços. Neste contexto, o presidente afirmou que "todos (Piris, Magrão, Welder, Paulo Oliveira e Slavchev) têm o aval do presidente (adoro quando ele se refere a si próprio na terceira pessoa), do Augusto Inácio e do Virgílio." Considero elucidativo, para mim pelo menos, porque desconhecia que o Virgílio também tem palavra no futebol profissional. Era a minha impressão que a sua esfera de actividade era limitada à formação. Isto, que foi muito debatido aqui no blogue, está agora esclarecido.

 

Compreensivelmente, o presidente recusou falar sobre o novo treinador. Esse, no seu próprio timing, merecerá uma conferência de imprensa exclusiva para a sua apresentação. Como já tive ocasião de mencionar em forma de comentário num outro post, veio ao meu encontro informação directamente da SAD confirmando que o novo técnico, sem ser surpresa alguma, é definitivamente Marco Silva, com um contrato de dois anos e mais um de opção.

 

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publicado às 03:28

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