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Jornal Sporting

Rui Gomes, em 21.10.21

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No editorial desta edição do Jornal Sporting André Bernardo - administrador da SAD e vogal do Conselho Directivo - apela ao voto na Assembleia Geral do Sporting marcada para este sábado, no Pavilhão João Rocha. E cita, neste contexto, o discurso de tomada de posse do ex-presidente dos EUA, John Fitzgerald Kennedy. "Não se questionem sobre o que o vosso país pode fazer por vocês. Questionem-se, antes, sobre o que podem fazer pelo vosso país."

"Recordo que, no próximo sábado, dia 23, o que está em votação em Assembleia Geral (AG) é a aprovação das contas do Clube relativas aos exercícios de 2019/2020 e 2020/2021. Contas auditadas, certificadas e novamente certificadas pelo auditor.

O voto de aprovação de contas é um voto de aprovação relativamente às contas. Ponto. Que exige por parte dos sócios um dever de objectividade e responsabilidade perante a associação secular da qual fazem parte, e por cuja imagem de credibilidade e reputação devem zelar. Qualquer outro intuito fere este princípio e o bem superior do Sporting Clube de Portugal.

Todos os sócios, independentemente do seu direito de opinião e liberdade de expressão, deviam ter isto presente. O que é hoje em dia, mais do que nunca, evidente é que no Sporting CP existe um segmento de sócios que decide proselitamente sem qualquer base de racionalidade ou evidências".

publicado às 13:00

Jornal Sporting

Rui Gomes, em 25.02.21

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A angústia do adepto antes do penálti

Foi em 1972 que Peter Handke escreveu “A angústia do guarda-redes antes do penálti”, livro onde a angústia causada pelo pontapé da marca dos nove metros é uma metáfora da própria vida. Na edição desta época da Liga NOS, a ansiedade tomou conta dos adeptos no que se refere a pontapés de penálti: uns porque sim, outros porque não, muitos porque acreditam que o que mais importa é ganhar, mesmo que a vitória seja por meio a zero. Mas independentemente da razão que assiste (ou não) aos adeptos nacionais, olhemos para alguns números:

- Nas primeiras 20 jornadas, o FC Porto foi a equipa com mais pontapés de penálti a favor, num total de 12, o que representa um castigo máximo a favor em 60% dos jogos. Segue-se o FC Famalicão com seis pontapés de penálti a favor (30%) e um grupo de equipas – Gil Vicente FC, SC Farense, CD Santa Clara e Sporting CP – com cinco penáltis, ou seja, com 25%;

- E apesar de em Junho deste ano, Sérgio Conceição ter dito “temos de ter mais penáltis a favor, criar mais ocasiões para termos penáltis”, o FC Porto não só lidera a tabela este ano, como na época de 2019/2020 também foi a equipa com mais penáltis: um total de 14 em 34 jogos, representando 41,1% de jogos com penáltis a favor. Seguiram-se Rio Ave FC e CD Tondela, com 11;

- Recuando mais um ano, época 2018/2019, o pódio dos pontapés de penálti dividiu-se entre Sporting CP (15 a favor, ou seja, 44,1%), Vitória SC (dez) e SL Benfica (nove). E na temporada anterior, de 2017/2018, quem liderou foi o SL Benfica (11 a favor, num total de 32,3%), GD Chaves (dez) e Rio Ave FC (nove).

- Nas últimas dez temporadas, em seis delas, a equipa com mais penáltis a favor em 34 jogos, não atingiu a marca do FC Porto em 20;

- Do lado dos árbitros, o trio com mais pontapés de penálti assinalados é composto por: Rui Costa (em 14 jogos assinalou seis penáltis), Manuel Mota (11 jogos/seis penáltis) e João Pinheiro (nove jogos/cinco penáltis). Do lado oposto, está António Nobre que em nove jogos não assinalou qualquer pontapé de penálti.

Deixemos o poder dos números para a balança de Justiça de cada um e notar que além de liderar com números expressivos a tabela dos pontapés de penálti a favor, o FC Porto também se arrisca a ganhar o prémio Fair Play da Liga NOS – é actualmente a equipa menos amarelada do Campeonato –, o que não deixa de ser perversamente peculiar.

Miguel BragaResponsável de Comunicação do SCP

publicado às 18:00

Longo discurso velho problema

Rui Gomes, em 20.01.15

 

O título é da autoria de Vítor Serpa, no seu Editorial no jornal "A Bola", em que ele dedica umas linhas a comentar a performance de orador de Bruno de Carvalho na Assembleia Geral do passado sábado, assim como a recém- polémica precipitada pelo personagem José Eduardo. Entre outras coisas, escreveu:

 

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«Bruno de Carvalho teve uma intervenção de mais de uma hora e meia na Assembleia Geral do Sporting. Ninguém consegue estar a ouvir, com atenção, durante tanto tempo, nem mesmo se o tema do discurso muito o interessar, nem mesmo se o orador for de excepcional qualidade, nem mesmo por respeito ao presidente do clube.

 

 

(...) O presidente do Sporting, ao que rezam testemunhas presenciais, fez o discurso que ao tempo da decisão de reunir os sócios não estava previsto. Neste momento, o Sporting vive momentos bem menos agitados e há o consenso interno de que a estabilidade é amiga das condições ideais aos bons resultados desportivos.  

 

Fica, então, com os "pés de fora" o sócio José Eduardo, aquele que, tanto nas colunas de A BOLA, com em intervenções dispersas noutros órgãos de informação, atacou o treinador do clube. Porém, bastará alguma capacidade de observação para se entender que, ao escrever o que escreveu e ao dizer o que disse, José Eduardo tentava apenas prestar um bom serviço ao Sporting e, não menos importante, um bom serviço ao presidente do seu clube. Também não tenho dúvidas de que Bruno de Carvalho e a sua Direcção aplaudiram o essencial dessa intervenção. Um dia a História esclarecerá.»

 

*** Vítor Serpa desconhece que durante a "maratona" de Bruno de Carvalho, houve vários "timeouts" para os fumadores, sem sequer interromper o orador.

 

publicado às 14:54

Editorial por Rui Paulo Figueiredo

Rui Gomes, em 02.01.13

O editorial por Rui Paulo Figueiredo, vice-presidente do Sporting, publicado na edição de janeiro 3, 2013 do Jornal do Sporting:

 

«Futebolisticamente, a saída de 2012 foi a pior possível, com o Sporting a ficar afastado do único título que podia ainda vir a conquistar, a Taça da Liga. A mais uma apagadíssima demonstração da equipa, que não permite invocar outras desculpas, somou-se também, não se deve ignorar, uma arbitragem muito tendenciosa, que também não convem que alguém pense que ignoraremos, sobretudo porque exigimos respeito pelo nosso Clube.

 

O nosso futebol, já foi anunciado, vai conhecer este mês, em que o mercado de transferências estará aberto, várias transformações, com uma necessária adequação do seu orçamento à realidade competitiva e às dificuldades financeiras do País e do Clube, para além de haver atletas que estiveram longe daquilo que se lhes pedia competitivamente.

 

O que não significa que deixe de ter objectivos ou que se diminua a exigência para com os profissionais do futebol. A presença na Europa do futebol na próxima temporada é um objectivo obrigatório.

 

A equipa principal de futebol do Sporting começa 2013 numa situação inimaginável e é preciso muito trabalho para as coisas voltarem aos exitos. Trabalho, trabalho, trabalho é uma exigência absoluta.

 

Se a equipa principal de futebol tem sido a equipa do nosso descontentamento, não podemos deixar que se transforme numa espécie de eucalipto que seque tudo à sua volta, remetendo para o desconhecimento feitos que merecem ser destacados no universo desportivo do Clube.»

 

***Esta, a parte do editorial mais centrada no futebol profissional.

 

publicado às 23:59

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