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Entrevista a Ristovski

Rui Gomes, em 15.02.20

publicado às 15:30

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publicado às 03:34

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publicado às 03:04

Frederico Varandas "abre o livro"

Rui Gomes, em 07.02.20

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Frederico Varandas concedeu uma grande entrevista a Record, onde abordou todos os temas da actualidade do Sporting Clube de Portugal. Rendimento da equipa de futebol, finanças, transferências e muito mais. O presidente do Sporting terá respondido a um vasto leque de questões pertinentes para o universo sportinguista.

Ao que consta, algumas das questões mais em destaque:

"No início da proxima época vamos ter a Academia nova... Não dá votos, mas dá o futuro do Sporting".

"É possível fazer "tudo isto"  e melhorar competitivamente a equipa? Não consigo".

"Bas Dost foi vendido por sete milhões de euros e o Clube precisava desse dinheiro para sobreviver".

"Marcel Keizer sofreu na pele os erros do nosso planeamento".

"Se isto é um Clube de malucos, o principal maluco sou eu".

"Com a venda de Bruno Fernandes virámos o Cabo das Tormentas".

Não confirmamos ao certo se no sábado ou no domingo, mas vamos tentar reproduzir toda a entrevista para então poder ser debatida pelos leitores. O jornal Record publica a mesma em Premium, a primeira parte esta sexta-feira e a segunda no sábado.

Dito isto, não é de prever que esta entrevista do presidente do Sporting vá alterar o estado de coisas muito significativamente. A maioria silenciosa de sportinguistas vai continuar... silenciosa, e os 'antis' e afins vão emergir dos buracos que nem ratos para tentar tirar o máximo de proveito da ocasião com críticas sem fim.

Este é o Sporting CP da actualidade e enquanto não mergulhar ainda mais na lama, muito dificilmente as coisas mudarão.

Adenda: Estou a pensar que nem sequer valerá a pena publicar a entrevista completa do presidente. Os adeptos, sem ser surpresa alguma, na realidade, só estão interessados em comentar/debater a época da equipa principal de futebol, os respectivos resultados e as contratações, tudo que já foi aqui debatido vezes sem conta.

publicado às 05:03

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Chegado ao Sporting durante o mercado de transferência de Janeiro do presente ano, proveniente do Akhmat Grozny por uma verba em torno dos dois milhões de euros, Idrissa Doumbia, com presença em 23 dos 25 jogos realizados pelo Sporting esta temporada, é o segundo jogador com mais minutos na equipa, ficando só atrás de Bruno Fernandes.

Em recém-entrevista à Sporting TV, o costa-marfinense recorda a sua chegada ao Clube revelando ainda o prazer de jogar no lugar que outrora foi ocupado por William Carvalho:

"É um grande prazer jogar neste Clube. Sabia que o Sporting era grande, mas só quando cheguei aqui é que percebi que era muito maior do que aquilo que eu pensava. As infra-estruturas, as condições e a grandeza do Clube e tudo o que o rodeia. É um prazer poder jogar num lugar que já foi do William Carvalho, um jogador da Selecção de Portugal.

Quando estive no Anderlecht o clube tambem tinha uma Academia, mas esta é qualquer coisa... Os jovens do Sporting têm imenso talento e já lhes disse imensas vezes que têm de agarrar as oportunidades, porque têm a hipótese de treinar com a equipa principal, têm de aproveitar e tentar fazer coisas boas pelo Clube.

O Sporting CP é uma montra mundial. Por onde passas as pessoas comentam que a formação no Sporting tem um nível incrível por isso acho uma óptima ideia o Clube investir no futebol da Costa do Marfim, fico feliz por isso.

Os treinadores e todo o staff têm-me ajudado a evoluir e a ser melhor dia após dia. Têm sido fantásticos comigo, é um grande prazer trabalhar aqui e sinto que estou melhor, mas também que há pontos em que ainda posso melhorar".

publicado às 02:02

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Luís Neto deu uma entrevista ao Jornal Sporting na qual abordou os momentos vividos depois de ter sofrido uma fractura na grelha costal com pneumotórax num lance dividido com Luís Maximiano:

"Nunca tive lesões graves durante a minha carreira. Por isso, foi ainda mais alarmante para todos o facto de nem me conseguir levantar, mas é uma situação normal. Tentei bloquear o remate e o Max não teve culpa nenhuma. Foi uma pancada muito forte e tive a certeza de que não conseguia continuar, principalmente pela dificuldade que tinha em respirar. Foi isso que me assustou.

Aproveito esta oportunidade para agradecer a todo o plantel o carinho demonstrado, porque no dia em que fizeram a homenagem durante o treino com a minha camisola, não consegui sequer agradecer. Em relação ao Bruno Fernandes, não esperava o que aconteceu. Estava a assistir ao jogo e foi uma imagem forte que me marcou, até porque, quando estamos em dificuldades, estes pormenores têm uma grande importância. A parte bonita do futebol também é a entreajuda entre a família Sportinguista, sendo que todos cuidamos uns dos outros.

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Espero recuperar e começar a treinar com a equipa já no mês de Janeiro, mas tudo a seu tempo. Temos três jogos logo no primeiro mês do ano que podem ser decisivos, frente a FC Porto, V. Guimarães e Benfica. Podemos aproveitar essas oportunidades para dar uma mostra da nossa força e daquilo que valemos. Quanto à Liga Europa, creio que podemos passar à próxima fase e demonstrar que o nosso lugar é no topo, juntamente com as melhores equipas.

No dia em que todos no Sporting CP remarem para o mesmo lado, estou seguro de que os outros clubes vão ter medo de nos defrontar”.

publicado às 03:04

publicado às 12:19

A entrevista do Presidente

Ophelia Queiroz, em 06.09.19

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No geral, gostei e fiquei esclarecida com a entrevista de Frederico Varandas. Não tive paciência para ir ler os críticos do costume, porque obviamente mesmo antes de o ouvir, eles já não gostavam. Se o presidente anunciasse a vinda do Cristiano Ronaldo ou do Messi iriam criticar.

Neste Clube, se se  falar do tempo e se disser que está calor hoje, mesmo que estejam 40 graus, virá sempre alguém dizer que não é correcto. Por isso mesmo, acho muito bem  o que o presidente disse: "Se eu quisesse fazer toda a gente feliz, vendia gelados"...

Não se pode agradar a Gregos e a Troianos; principalmente quando muitos desses Gregos e Troianos têm no seu ADN, uma espécie de matriz da maledicência, da calunia, do insulto fácil. Critica-se porque é branco e critica-se porque é preto. O que interessa de facto é que foi explicado tudo aquilo que a maioria dos adeptos, que tem espírito aberto, não tem veleidades de aparecer nos programas de TV a debitar as suas teorias da Terra Plana e afins, percebeu.

Quem não percebeu e não gostou, critique , mas dê tempo ao tempo.

O que mais interessa é que tivemos muito razoável encaixe financeiro, conservámos Bruno Fernandes e livrámo-nos da maioria dos monos que sugavam milhões do orçamento anual.

O caminho faz-se caminhando. Força presidente! O seu sucesso será o nosso sucesso.

publicado às 03:03

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Um dos temas que foi abordado por Frederico Varandas na entrevista de ontem à Sporting TV, foi o despedimento do treinador Marcel Keizer:

SAÍDA DE KEIZER

“Entendemos que o ciclo de Keizer fechou-se. Mas é justo relembrar como o clube estava em Novembro de 2018. É muito importante que percebam que nenhum treinador quer vir para um projecto em que não se sinta seguro. Marcel Keizer aceitou o desafio e cumpriu a missão num contexto difícil, num ambiente difícil. Venceu dois títulos importantes. Tínhamos a expectativa que a equipa crescesse na nova época, mas a final da Supertaça marcou muito. A própria confiança de Keizer baixou e isso passou para o grupo. Sentia-se que a equipa tanto podia fazer um jogo muito bom, como um jogo mau, não sentíamos a equipa com confiança”.

MOMENTO DA SAÍDA

Muita gente fala dos timings... a decisão não teve a ver com Rio Ave, foi uma decisão ponderada depois do que aconteceu a partir de 4 de Agosto. E há quem diga: para isso devia ter saído no final da época. Mas alguém ia despedir um treinador que tinha ganho uma Taça da Liga e uma Taça de Portugal naquelas condições? Alguém fazia isso? Tenho a certeza que não”.

ESTRATÉGIA DA DIRECÇÃO

“Se há coisa que esta administração e esta direcção não abdica é da estratégia e do rumo e jamais isso deve mudar conforme o treinador. A estratégia e o rumo serão os mesmos: aposta forte na formação com contratações cirúrgicas. Esta é a nossa linha. Não é por mudar o treinador que isso muda. A estrutura está montada, é profissional e tem um rumo”.

LEONEL PONTES

“Leonel Pontes não tem prazo, tem uma tarefa: depois estaremos cá para tomarmos as decisões que temos de tomar. Não foi escolhido para treinador dos sub-23 por acaso: conhece muito bem o futebol português, conhece a realidade do Sporting, a estrutura.. Conhece o plantel dos sub-23, da equipa A, as rotinas da equipa A, é da casa, conhece unidade de performance o departamento médico. E, muito importante, é um treinador português”.

PRÓXIMO TREINADOR

“Não pode ter medo de apostar na formação, porque é o futuro. Tem de ser competente, apostar na formação e obviamente tem de ter resultados”.

Para quem não teve oportunidade de assistir à entrevista, publicamos aqui o vídeo da mesma:

Os temas abordados pelo Dr. Frederico Varandas:

- As saídas de Thierry e Bas Dost: do "grande negócio" ao "negócio possível"

- «Ao primeiro desaire lá saem os esqueletos do costume...»

- «Há três ou quatro Sub-23 que vão fazer parte do plantel da próxima época»

- Balanço do mercado e explica reforços do último dia de defeso

- «Sete milhões pelo Podence é um bom negócio»

- «Bruno Fernandes vai ter o contrato revisto porque o merece»

publicado às 03:03

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Considerações de Wendel em recém-entrevista ao site Goal, em que refere a sua chegada ao Sporting, a influência de Bruno Fernandes na equipa e o desempenho de Marcel Keizer:

"[Quando perdemos ou jogo mal] vem logo a minha mãe dizer-me 'tu não és assim'. Diz logo que preciso de fazer um próximo jogo melhor e fica a semana inteira a falar-me ao ouvido [risos]. Se esta 'cobrança incomoda? Ah, incomoda. A gente vem de um jogo mau e não é bom chegar a casa e ouvir críticas. Fico mal com isso, ainda mais porque já chego a casa de cabeça quente. Mas depois paro para pensar e vejo que tudo isso é bom para mim. Procuro sempre analisar o que a minha mãe diz. No fundo, isso é bom.

Quando inicialmente era pouco utilizado no Sporting, pensei 'estava bem no Fluminense, o que vim fazer aqui? Não jogo aqui, jogava lá'. Isso é difícil, mas é passageiro. Tens que ser muito forte para encarar tudo isso de frente. Felizmente, tive a minha família do lado. Caso contrário, não sabia nem sequer o que estaria fazendo aqui ainda.

Os elogios ao Bruno Fernandes são bons para ele e para o resto do plantel. Somos nós que participamos em tudo com ele, somos nós que fazemos um passe, são os atacantes que sofrem os penáltis, etc. Todos ajudam. Quando o Bruno pede rapidamente a bola, temos a certeza que algo de bom vai acontecer. Ele tem uma leitura de jogo diferenciada, pensa sempre na jogada antes de todos. Tem sempre uma jogada guardada no bolso e prevê os lances. Deixa sempre um atacante na cara do guarda-redes, marca golos... Se o Bruno pedir a bola, então precisas de lha dar.

Não me sinto o melhor do Sporting a seguir ao Bruno. Há muita gente à minha frente ainda. Há o Acuña, o Coates, o Mathieu... outros jogadores que admiro muito aqui dentro. Depois venho eu [risos].

Marcel Keizer tem sido muito importante no meu crescimento no Sporting. As críticas são injustas. É um óptimo treinador que ajuda todos aqui. Perder faz parte, é futebol. É fácil criticar de fora, infelizmente existe muita injustiça. Mas vamos melhorar, por ele e pelo Sporting. Damos sempre o máximo no dia a dia, nos treinos, nos jogos... Todos aqui se conhecem, todos trabalham bem. Falta sorte, falta a bola entrar."

publicado às 06:01

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Considerações de Cristiano Ronaldo em entrevista ao site da UEFA, a dois dias do embate frente à Holanda na final da Liga das Nações:

"O segredo está na minha preparação e na minha ética de trabalho, visto que ainda me sinto bem, independentemente de ter 34 anos. O importante também é a cabeça, sentir-me motivado, contente e seguir o meu percurso como jogador, porque acho que ainda tenho muito para dar e sinto-me bem. Por tudo isso, o que eu quero é continuar nesta linha.

Quando visto a camisola da Selecção para mim é um orgulho enorme e é uma sensação diferente do que é jogar nos clubes. É o nosso país, a minha família é portuguesa, os meus amigos são portugueses. Cresci em Portugal, por isso torna-se especial vestir a camisola da Selecção. E, obviamente, havendo troféus em disputa, ainda se torna mais especial. Assim foi com o Euro 2004, com o Euro 2016 e agora com esta competição.

A Holanda é uma excelente selecção e tem jogado bastante bem. Já nos últimos tempos a tenho acompanhado de alguma forma e tem uma excelente selecção, com grandes jogadores, uns mais jovens, outros mais experientes, o que torna a equipa ainda mais forte.

Sabemos que vai ser um adversário bastante difícil, mas acho que tanto Portugal como a Holanda querem fazer um grande jogo e espero que Portugal possa ganhar. Sabemos que vai ser complicado, mas as finais são mesmo assim. (...)

Três finais (pela Selecção) das quais espero ganhar duas, pois seria fantástico e estou com esperança. A equipa está optimista e jogamos em casa, por isso o que peço é que o estádio esteja bonito, com boa energia e que os adeptos passem essa energia para nós. Podem estar confiantes, porque vamos tentar dar o nosso melhor dentro de campo".

publicado às 04:18

Conversa com Marcel Keizer

Rui Gomes, em 28.03.19

 

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Marcel Keizer, em entrevista ao jornal do Clube e Sporting TV, deixando no ar a ideia que já está a preparar a próxima época. Eis algumas das suas considerações:

 

A preparação da próxima época

 

"Não tenho definido um número de jogadores com os quais gostaria de trabalhar, mas estamos mais preparados com a qualidade. Se conseguirmos que a qualidade nos treinos aumente, o nível de jogo também subirá. Estamos a analisar os jogadores que temos no momento e os que podem chegar e esperamos construir um bom plantel para realizar uma grande temporada".

 

Se fosse possível recuar no tempo, haveria alguma coisa que faria de forma diferente ?

 

"Penso que não. Posso dizer que aprendi algumas coisas, como por exemplo que os meses de Janeiro e Fevereiro são muito complicados. Julgo que jogámos 23 jogos, o que é muito. No início da temporada já se sabe que o calendário está planeado desta forma e por isso precisamos de um plantel largo para cobrir todos estes jogos. Este foi um dos grandes problemas que identifiquei".

 

Relativamente a aposta em jogadores jovens

 

"Quando temos a possibilidade de dar minutos aos jovens jogadores temos de fazê-lo. Às vezes há momentos na época em que se pode fazer isso. Noutras alturas talvez não seja possível devido à pressão e temos de deixar os jogadores mais experientes actuarem. Uma coisa é certa: numa equipa com a grandeza do Sporting apenas os melhores jogadores podem jogar.

 

Nós estamos aqui para ganhar jogos e se entendermos que há um jogador de 16 anos que nos pode ajudar a ganhar, então não temos qualquer tipo de hesitação em colocá-lo em jogo. Além disso precisamos que a equipa seja refrescada com jogadores da formação, até porque não podemos ir ao mercado sempre que precisamos de jogadores. Felizmente para nós, o Sporting tem uma boa Academia e esperamos ver mais jovens jogadores".

 

O jogo da 2.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal frente ao Benfica

 

"Iniciando o jogo com muita energia e pressão, por sabermos que precisamos de marcar um golo cedo. É, obviamente, melhor começar com um 1-2 do que com um 0-2. Penso que o 1-2 nos dá muitas probabilidades, sabemos que com um golo chegamos à final. Se o jogo for mais aberto talvez seja preciso marcar mais golos, mas é algo que vamos ver durante o encontro.

 

Conhecemos o adversário e o adversário conhece-nos, não há segredos. Tudo depende da frescura das duas equipas. visto que ambas têm jogadores internacionais. Vai ser um jogo difícil, mas muito bom de se jogar, até pelos adeptos".

 

publicado às 12:26

 

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A eurodeputada (PS) Ana Gomes, concedeu uma extensa entrevista ao jornal Record este domingo, na qual aborda um vasto leque de questões intrisecamente associadas ao futebol nacional, nomeadamente Football Leaks, o caso de Rui Pinto, o processo E-toupeira e a Direcção do Benfica.

 

Eis um breve excerto de algumas das suas principais considerações:

 

O ÓPIO

 

“Sim, considero mesmo que o futebol é o ópio do povo. Isto não se passa apenas no nosso país, como o Football Leaks revelou. É um mal global. Isto tem de ser mudado. Nesse  exacto sentido, denunciantes como o Rui Pinto fazem um trabalho extraordinariamente importante para a defesa do interesse público e, especificamente, para o combate à criminalidade organizada.”

 

TEMER PELA VIDA

 

“Ele [Rui Pinto] teme e foi por isso que pediu para não ser extraditado, teme pela própria vida. Sabendo o nível irracional que as paixões clubísticas desencadeiam no nosso país, ainda esta semana vi uma senhora que foi agredida num pavilhão, sabendo que há uma evidente ligação a grupos de crime organizado associados às claques, é evidente que compreendemos que Rui Pinto tem razões para temer pela sua vida.”

 

E-TOUPEIRA E APITO DOURADO

 

“O que eu percebo do Apito Dourado e o que li sobre ele é que acabou por dar em muito pouco, não obstante ter ficado mais claro que havia uma podridão total nos circuitos do futebol. (...) Não é estranho que crimes graves de uma série de pessoas, como o corruptor do funcionário judicial envolvido que tinha passwords de magistrados para ir ver processos para o dito clube, e depois a direcção do clube não ser acusada, estando ela ao corrente?”

 

LUÍS FILIPE VIEIRA

 

“O Benfica é um dos grandes do futebol, o maior do nosso país em número de adeptos e um dos mais envoltos em acusações e em alegações de envolvimento em esquemas de corrupção. (...) Sabemos que o dirigente máximo do clube está referenciado em várias listas de grandes devedores do País por vários empréstimos não pagos. Há todo um passado de delinquência ligado a essa pessoa.”

 

publicado às 12:30

 

 

publicado às 11:00

 

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É a primeira vez que Rui Pinto fala em público, assumindo desde já o seu papel como “John”, o whistleblower que está por detrás do Football Leaks e que forneceu mais de 70 milhões de documentos à Der Spiegel nos últimos três anos e que esta revista alemã partilhou com o consórcio de jornalismo EIC (European Investigative Collaborations), de que o Expresso faz parte. Esta é uma versão resumida de uma entrevista alargada feita em Budapeste pela Der Spiegel, em conjunto com o Mediapart e o NDR, e que será publicada este sábado na edição impressa do Expresso.
 
É um hacker

Não me considero um hacker, mas um cidadão que agiu em nome do interesse público. A minha única intenção era revelar práticas ilícitas que afectam o mundo do futebol.

 

Como conseguiu obter mais de 70 milhões de documentos confidenciais e, nalguns casos, bastante delicados sobre a indústria internacional de futebol?

 

Iniciei um movimento espontâneo de revelações sobre a indústria do futebol. Não sou o único envolvido. Ao longo do tempo, mais e novas fontes de informação foram aparecendo e partilhando material comigo e a base de dados foi crescendo. Isto mostra que há muita gente preocupada com este assunto.

 

O mandado europeu emitido pelo Ministério Público português em seu nome e que levou à sua detenção há duas semanas acusa-o de cibercrime. Tem a ver com o Sporting e com a publicação de e-mails confidenciais em 2015. O que tem a dizer disso?


Estou pronto para explicar isso à autoridades judiciais quando for a altura certa, mas nego essa descrição das coisas.

 

Além disso, é acusado de utilizar informação privilegiada para chantagear a Doyen Sports no outono de 2015.


A única razão pela qual contactei a Doyen foi para confirmar a ilegalidade das suas acções, com base na quantidade de dinheiro que estivessem dispostos a pagar para que os documentos não fossem divulgados.

 

Isso não é um jogo. Parece chantagem.


Queria perceber o quão valiosos e o quão importantes eram os documentos para a Doyen. Achei que conseguia descobrir isso se soubesse o quanto a Doyen estava disposta a pagar pelo meu silêncio. Nunca foi minha intenção aceitar o dinheiro. Só queria expor a Doyen.

 

Até arranjou um advogado que ficou de arranjar um acordo para si. Ele encontrou-se com o director executivo da Doyen.


É verdade. Quis perceber quanto lhe ofereciam. Enquanto ele negociava, eu continuei a ler os documentos. Enquanto o fazia, dizia para mim mesmo: se os deixo comprarem-me agora, não valho mais que todos estes esquemas. Por isso escrevi à Doyen e disse-lhes para ficarem com o dinheiro. Não me pagaram um único cêntimo. O que fiz foi muito ingénuo. Olhando para trás, arrependo-me. Mas repito, nego ter cometido qualquer crime.

 

Foi divulgado que os investigadores em Portugal suspeitam que deu ao FC Porto e-mails incriminatórios do Benfica. A publicação desses documentos incendiou Portugal e mergulhou o Benfica numa crise. Teve alguma coisa a ver com isso?


Não li nenhuma declaração das autoridades sobre uma relação entre mim e o escândalo do Benfica. Uma revista publicou a história do Benfica no outono passado. Isso mudou a minha vida. A minha fotografia estava nas primeiras páginas dos jornais por todo o país. A minha conta de Facebook e o meu e-mail foram inundados com ameaças de morte.

 

Alguma vez ganhou dinheiro com o conhecimento que tinha dos crimes relacionados com a indústria do futebol?


Sei que esses rumores existem em Portugal. Para lhe dar uma resposta directa: não, nunca.

 

Recebeu ofertas para revelar os dados que possui?


Várias. Uma vez recebi um e-mail anónimo em que me era oferecido mais de meio milhão de euros. Recusei todas as ofertas, porque nunca agi com o propósito de ganhar dinheiro, mas sim com base no interesse público.

 

O advogado que negociou com a Doyen em seu nome em 2015 já o tinha representado antes numa disputa com o Caledonian Bank nas Ilhas Caimão. Os jornais portugueses dizem que roubou 300 mil dólares desse banco. É verdade?


No final, não recebi nenhum dinheiro desse banco. Não é que tenha roubado o dinheiro, essa não é a verdadeira história.

 

Qual é então a verdadeira história?


Não estou autorizado a falar sobre essas circunstâncias específicas porque assinei um contrato de confidencialidade com o banco. Uma coisa é certa: se tivesse cometido um crime, o banco ter-me-ia levado a tribunal. O caso nunca foi a tribunal e o meu registo criminal está limpo até hoje, em Portugal e em qualquer parte do mundo.

 

Por que é que comprou uma guerra com o Caledonian Bank?


Naquela altura, os bancos em Portugal estavam a falir; as pessoas perderam as suas poupanças de uma hora para a outra. Ao mesmo tempo, cada vez mais dinheiro desaparecia da Europa. Era claro que algo de errado se passava. Quis perceber melhor o que se passava. Quis perceber o sistema das offshore.

 

De onde tirou a ideia de, no outono de 2015, lançar o site Football Leaks?


Sou fanático por futebol desde criança e já tinha percebido, desde o Caso Bosman, que o futebol estava a caminhar na direcção errada. Os melhores dos jogadores jovens estavam a ir para as melhores equipas; toda a competição estava a dar vantagem aos clubes de topo. O grande impulsionador para mim foi o escândalo da FIFA em 2015. Além de todas as detenções que foram feitas na FIFA, vi que havia irregularidades em muitas transferências dentro de Portugal. Que mais e mais investidores invadiam o mercado. Comecei a recolher dados.

 

Foi contactado por alguma autoridade depois de ter feito as primeiras revelações do Football Leaks em 2016?


Recebi alguns emails de autoridades fiscais, incluindo uma da Alemanha, de Munique.

 

Qual foi o seu comportamento nessa altura?


Alguns pedidos foram feitos à bruta. Os investigadores financeiros ingleses queriam saber o meu nome e onde vivia. Isto é de loucos para um whistleblower que quer manter-se anónimo; claro que não respondi. Na altura não tinha advogados. Precisava de tempo e de uma estratégia que garantisse a minha segurança. Naquela altura, o pedido mais credível veio de França.

 

Porque está a resistir à extradição para o seu país?


Tenho quase a certeza que não terei um julgamento justo em Portugal. O sistema judicial português não é inteiramente independente; existem muitos interesses escondidos. Claro que há procuradores e juízes que levam o seu trabalho a sério. Mas a máfia do futebol está em todo o lado. Querem passar a mensagem que ninguém se deve meter com eles.

 

(Leia mais este sábado na edição impressa do Expresso)

 

publicado às 04:02

 

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Em entrevista à Marca, publicada esta sexta-feira, Fredy Montero faz saber que gostaria muito de renovar com o Sporting e ficar em Alvalade:

 

"Queria muito ficar, mas não depende só de mim, há muitos factores que podem fazer a diferença. O mercado está aberto e qualquer coisa pode acontecer. Agora estou aqui, a trabalhar a 100% para ajudar a equipa.

 

O Porto está muito forte e vamos ter de estar muito concentrados. É futebol, tudo pode acontecer, eles podem ter um dia mau e nós um dia bom.

 

A maior diferença (Keizer) está na forma de treinar. O esquema táctico é o mesmo, mas o técnico dá menos liberdade a cada jogador quando temos a passe da bola. Pretende que sejamos dinâmicos e que joguemos de forma simples, com um ou dois toques, que avancemos juntos".

 

Desconheço os valores envolvidos, mas tendo em conta os seus 31 anos e recém-histórico de lesões, não é muito provável que haja grande entusiasmo com a ideia de prorrogar o seu vínculo contratual.

 

Esta época, muito pela lesão de Bas Dost, Montero já participou em 16 jogos, 11 dos quais como titular, com 1050 minutos de jogo (média de 65,6 minutos por jogo), com 4 golos marcados, em todas as competições oficiais.

 

publicado às 04:31

 

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Nani concedeu uma entrevista ao jornal Record, publicada esta quarta-feira. Eis algumas das suas considerações que considero de maior interesse:

 

Regresso ao Sporting

 

"O que aconteceu no clube deu-me ainda mais força para vir. Queria estar tranquilo e desfrutar de jogar futebol. Tinha mesmo de ser aqui, em casa, no meu clube. Foi aqui que cresci e saltei para grandes palcos. Deixei muito dinheiro para trás, mas já não é a primeira vez. Quando fui para o Valência tinha propostas milionárias da China, que bateu muitas vezes à porta.

 

Nasci para jogar futebol, é a minha paixão, se não tivesse já ganho muito dinheiro, poderia ir para a China, mas como já ganhei algum, posso dar prioridade à família e a mim, como jogador".

 

A derrota em Guimarães e o título

 

"A derrota não vai afectar o nosso crescimento porque os processos continuam a ser assimilados, e esse crescimento não vai sair beliscado. O treinador já nos tinha dito que não iríamos ganhar sempre, não há drama. Vamos trabalhar para voltar às vitórias.

 

Ainda é muito cedo para se falar em corrida ao título. A meio da segunda volta sim, se estivermos nessa posição, a dois pontos do líder, por exemplo. Aí sim poderemos falar de título. Por agora, há muita corrida pela frente e temos é que mostrar qualidade, evolução e humildade".

 

José Peseiro

 

"Acho que fez um bom trabalho, não era nada fácil estar no seu lugar. Segurou o plantel, juntamente com os jogadores mais experientes. O nosso objetivo inicial era ganhar pontos e autoestima e foi isso que conseguimos. Só que houve sempre uma contestação em relação à forma como ganhávamos. Não era bonito, sempre no esforço, na raça. Mas eu sempre disse que mais valia ganhar mal, porque poderíamos e iríamos melhorar.

 

Nunca pensei que pudesse sair. Foi uma decisão que nos surpreendeu a todos porque foi muito rápido, mas as razões foram explicadas e tivemos de concordar. Somos jogadores, e não somos nós que tomamos as decisões e por isso não temos de opinar sobre nada".

 

Alcochete

 

“Já ninguém se lembra disso! Quem gosta e vibra com o futebol já esqueceu. As pessoas que sofreram mais com essa situação já não se lembram. Não vale a pena falar mais sobre isso, pois a maioria tenta ao máximo que não se fale. Se falarmos, recordamos”.

 

Bruno Fernandes

 

 “Não foi o Bruno que tomou esta decisão [de rescindir contrato]! Talvez um empresário, um familiar. Fizeram-lhe a cabeça e ouviram os ‘dlim-dlims’ [faz o gesto de moedas a cair]. Disseram-lhe logo que era uma oportunidade e uma hipótese de encaixar uns 5 milhões… É aquela ilusão! Por causa disto, muitos dão tiros nos pés, pois esquecem-se que, para enriquecer no futebol, é preciso jogar à bola”.

 

O anti-jogo em Portugal

 

“Não sou a favor do antijogo, não gosto de ver um jogador a ficar no chão a reclamar. Aqui, em Portugal, é uma pouca-vergonha, desculpem-me dizer isto, mas é uma coisa que temos de melhorar.

 

Fomos jogar com o Santa Clara e o lateral-esquerdo, o Mamadu, um gajo cheio de músculos que até me enervou. Cada vez que lhe tocava era ‘ahhh’! Eu só lhe disse: ‘Estás sempre a gritar, mano’…. Até o árbitro disse que era verdade e pediu-lhe para parar com os gritos. Qualquer toque com a mão na cabeça, por trás, ouve-se um ‘ahhh’! Também grito, não digo que sou um santinho, mas não é em todos os lances. É só sentir que estão pressionados e sentem um toquezinho. Não dá para jogar futebol assim!”.

 

A saída de José Mourinho do Manchester United

 

“É um grande treinador, com um excelente currículo e que já demonstrou, várias vezes, que é um dos melhores do Mundo. Os resultados não aconteceram, mas sabemos que este tipo de processos levam tempo.

 

O problema é que um clube como o United não pode, nesta altura, esperar tanto tempo como há uns anos, quando Ferguson pegou na equipa. Ele esteve 10 épocas sem ganhar o título!”

 

publicado às 03:17

 

 

publicado às 04:02

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 27.10.18

 

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"Os casos do Benfica - os emails, o e-toupeira, tudo isso - são uma vergonha para o futebol português.

 

Eu ando no futebol há alguns anos e obviamente presenciei e sei de coisas. Já contei tudo o que sabia às instituições do futebol português: FPF, Liga e Associação Portuguesa dos Árbitros de Futebol. E acredito que se vai fazer justiça. Digo-lhe mais: tenho a certeza que o futebol português jamais voltará a ser o mesmo, o dirigismo mudará, tudo será muito mais transparente.

 

Na cimeira dos presidentes da Liga eu disse que ia arrumar a minha casa, mas que eles também tinham de arrumar a casa deles. Nós vamos ser implacáveis na defesa da transparência".

 

Entrevista a Frederico Varandas na edição deste sábado do jornal Expresso.

 

Mais algumas considerações do presidente:

 

O empréstimo obrigacionista está montado e intermediado pelo banco Montepio, com cerca de 30 milhões de euros, para emitir em Dezembro. E o empréstimo anterior, cujo pagamento já fora adiado, iremos pagar tudo aos investidores na data prevista.

 

- O Wolverhampton paga 18 milhões de euros pelo Rui Patrício e o Sporting encaixa 14 milhões; os outros quatro milhões serão para os intermediários, sendo que a Gestifute, que era credora de sete milhões de euros do Clube, abdicou de três. E o Rui abdicou de um milhão de euros, do ano de contrato que restava do Sporting e de cinco milhões de euros, pelo prémio de assinatura. Não foi fácil e não posso explicar tudo.

 

- Já estamos a preparar 2019 e a agir em áreas específicas, que nos ajudam a ganhar. Na área de scouting, por exemplo, estamos a reformular o departamento e acabámos de contratar o José Guilherme Chieira, que esteve no FC Porto durante muitos anos. No departamento clínico, virá outro médico, João Pedro Araújo, que é melhor que eu.

 

- No Sporting que eu idealizo, a equipa tem de jogar melhor que o adversário pelo menos em 32 jornadas do campeonato. Pode nem ganhar, mas tem essa obrigação.

 

- Só dispenso jogadores ou treinadores quando tenho uma solução melhor em carteira.

 

- O primeiro passo é tornar o Sporting imune a essa fogueira e a própria comunicação social também está numa espécie de ressaca, estranha este vazio mediático. Se eu não falar durante duas semanas é estranho, mas já repararam, nos outros clubes, se os respectivos presidentes falam? Não.

 

- Como presidente, nunca entrarei dentro do balneário: é uma área de jogadores. Tal como eles nunca entrarão numa área de presidente. Também nunca farei uma crítica aos jogadores publicamente, porque essa será feita cara a cara.

 

- Quando cheguei à Direcção do Clube, uma das primeiras coisas com que me deparei  foi a validação de uma despesa de hotel no valor de 80 euros de um jogador que estava a fazer uns exames médicos.

 

- Uma empresa com receitas de milhões, 300 funcionários, mais de mil atletas - e uma despesa de 80 euros tem de ser validada pelo presidente? Isto só demonstra como o Sporting estava montado, tudo concentrado numa pessoa. Eram práticas da Idade da Pedra.

 

publicado às 12:59

Sousa Cintra em entrevista

Rui Gomes, em 23.10.18

 

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"Os sportinguistas estavam profundamente desiludidos e preocupados. O Sporting estava a cair a pique. A imagem do clube estava brutalmente afectada. Marta Soares não arranjava ninguém. Um dia falei com o Torres Pereira e disse-lhe: 'Você está disponível, porque não vai ajudar o Sporting?' Ele pôs as coisas nestes termos: 'Se você for, eu vou'.

 

Estou bem com a minha consciência. Foi arrumar a casa, preparar o empréstimo obrigacionista para quem chegasse. (...) as coisas não correram bem em Portimão, mas foi um acidente de percurso. A casa está arrumada, deixei o Sporting em primeiro lugar, acho que o dever foi cumprido".

 

JOSÉ PESEIRO

  

«José Peseiro foi escolha minha. Foi um senhor. Discutimos os valores, acertei tudo com ele de acordo com as nossas possibilidades [...] Ele ainda mais me surpreendeu, pois disse-me que se o futuro presidente não o quisesse ele sairia sem cobrar nem mais um dia de trabalho».

 

JOGADORES

 

«Peseiro fazia a leitura dos jogadores. Mas perdia muito tempo a analisar. Via, via, serve, não serve, houve ali alguma falta de decisão. Tenho enorme respeito pelo treinador, mas na escolha dos jogadores houve muita indecisão. Sim, depois não, depois sim, não, talvez...

 

Tivemos praticamente contratado aquele que jogou com o Benfica. Até lhes marcou um golo (Prijovic, do PAOL). Tivemos as negociações muito adiantadas. Esteve para vir. O Peseiro disse primeiro que sim, depois não, e no fim até disse que ele nem sequer iria para o banco».

 

JOVANE CABRAL

 

«O Jovane ganhava 2 ou 3 mil euros por mês. Uma vergonha. Vivia num sítio horrível, um craque daqueles. Não se compreendia. Renovei-lhe o contrato, aumentei-o dez vezes ou mais e dei-lhe 100 mil euros para comprar uma casa e viver condignamente com a mãe. Ele merecia».

 

RUI PATRÍCIO

 

«O Patrício tinha praticamente tudo acertado quando eu saí. É um grande sportinguista, um rapaz fantástico e gostaria que tivesse continuado connosco. É um dos melhores guarda-redes do mundo».

 

GELSON MARTINS

 

«Gelson estava completamente perdido. Ele estava com a cabeça no Atlético Madrid e nada o demovia. Estava perdido por ir embora. Incrível!... Estava disponível para negociar Gelson por 40 milhões, mas o Atlético não aceitou?».

 

RAFAEL LEÃO

 

«O Rafael Leão é uma 'espinha'...Triste, muito triste mesmo. Ele queria ficar no Sporting. Mas o pai e o empresário levaram-no àquele destino».

 

JORGE JESUS

 

«Sim, falei com ele. Ao Jesus corre-lhe sangue do Sporting nas veias e fez um excelente trabalho no clube. Tinha contrato assinado para ir para os árabes que o obrigava a ficar lá pelo menos seis meses. Se quisesse sair, tinha de pagar uma indemnização. Essa situação complicou a questão.

 

Quando ele lá chegou não gostou muito daquilo, ficou atrapalhado [risos] e sentiu vontade de voltar. Houve um momento em que isso esteve para acontecer, mas eles tinham o passaporte dele e as coisas ficaram por ali. Ainda falei com o Torres Pereira porque tem um irmão embaixador e ponderámos arranjar-lhe um passaporte para ele sair de lá. Houve essas conversas. Não veio por um fio?».

 

"Eu dei o meu contributo e queremos todos que o Sporting continue no bom caminho. Saí com a sensação de dever cumprido, estou com a minha consciência tranquila.

 

Queria arrumar a casa e preparar tudo para o presidente que viesse. Nunca mais serei candidato à presidência do Sporting, porque não quero ser".

 

publicado às 04:03

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