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Apesar de o Sporting ter terminado a edição 2019-20 da I Liga em quarto lugar, atrás do SC Braga, Frederico Varandas garante que os bracarenses jamais poderão rivalizar com a grandeza dos leões:

"Não é por uma ou outra época menos bem conseguida que alguma vez o SC Braga vai conseguir ser o que o Sporting é. Repare no exemplo do Liverpool! Esteve 30 anos sem vencer o campeonato, fez épocas muito aquém do seu passado e, no entanto, nunca deixou de ser um gigante.

O Sporting mesmo numa época atípica de 4º lugar... será sempre um gigante e jamais o SC Braga será um rival, com todo o respeito que o SC Braga nos merece".

O presidente do Sporting diz que a má época da equipa principal também é justificada por erros de arbitragem, sobretudo após o reatamento do campeonato.

"Como é obvio, o Sporting foi severamente prejudicado nesta retoma do campeonato. Quando eu vejo o lance do Coates em Moreira de Cónegos e o árbitro Tiago Martins, mesmo tendo sido chamado pelo VAR a ver aquelas imagens, a considerar que não é penálti fico muito preocupado com a competência desse árbitro. Mas não foi só essa situação. Recordo-me por exemplo dos jogos contra Paços de Ferreira e Tondela em casa, em que vários penáltis ficaram por marcar, apesar de termos vencido esses dois jogos".

A propósito do regresso de Jorge Jesus: "Desejo-lhe o melhor, excepto profissionalmente".

Excerto de um texto de António Tadeia:

Sei que o Sporting é um campo minado para o qual nem a guerra civil do Afeganistão prepara um homem. Costumo mesmo dizer que o futebol português está de tal modo que sempre que se vê um debate ele acaba com portistas a insultar benfiquistas, benfiquistas a insultar portistas e sportinguistas a insultarem-se uns aos outros.

No caos que resultou dos processos de afirmação (primeiro) e implosão (depois) do “brunismo”, em que muitos sportinguistas quase regozijam com a temporada com mais derrotas da história do clube só para poderem dizer “votaram nisto? Agora aguentem!”, não deve ser fácil vir reconhecer culpas próprias em público, porque isso equivale a dar munição aos saudosistas de um passado que não regressa, que nem por isso hesitariam por um segundo em apontá-las directamente à cabeça de quem manda".

publicado às 12:37

Entrevista exclusiva a Mathieu

Rui Gomes, em 24.07.20

publicado às 13:15

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Silas na sua primeira entrevista desde que saiu do Sporting em Março - que transcrevi da Tribuna Expresso - em que afirma que sentiu que os jogadores já não estavam focados e concentrados.

O QUE PENSOU QUANDO FOI PARA O SPORTING?

"Ouvi algumas opiniões, que para mim era importantes, e eram todas diferentes daquilo que eu apanhei. As opiniões eram uma coisa e quando cheguei comecei a ver que era muito diferente. O que me levou a aceitar foi sobretudo o simbolismo que o Sporting tem para mim (...) tinha jogado dois anos no Sporting, em miúdo sempre gostei do Sporting (...) Eu sou de arriscar. Não sou de me atemorizar perante os desafios."

A EQUIPA NÃO JOGOU DA MANEIRA QUE QUERIA?

"O Sporting nunca jogou da maneira que eu queria e que sinto que poderíamos jogar. Era um contexto muito diferente do que existe agora (...) O Sporting tinha uma característica que foi um dos nossos problemas enquanto equipa: tinha vários jogadores que jogam muito no limite do risco. Ter um ou dois às vezes é bom, mas ter quatro ou cinco torna as coisas mais complicadas pois torna-se uma equipa com muita pressa. Este Sporting tinha muita pressa.

A urgência de ganhar, e os jogadores a sentirem essa ansiedade de ganhar, fazia com que a nossa equipa fosse muito mais vertical do que aquilo que eu acho que deve ser. Várias equipas em Portugal são assim (...) O Bruno [Fernandes] era o jogador que não sentia tanta ansiedade. Ele tem muita confiança nele próprio. Se sofrêssemos um golo o Bruno não ia abaixo a nível psicológico. Não sentia tanto porque não era de desistir."

E O SISTEMA?

"O Sporting jogava quase sempre em 4-2-3-1, um sistema que não uso muito, pois não me identifico e não gosto muito. Tive de me adaptar aos jogadores, pois senti que o facto de terem ganhado muito títulos em 4-2-3-1 os deixou presos ao sistema. Se eu pegar numa equipa de início, dificilmente joga em 4-2-3-1. Gosto muito do 4-3-3 e de uma linha de três. São os sistemas com os quais mais me identifico."

A SAÍDA E AS IDEIAS DE HUGO VIANA E VARANDAS

"As derrotas pesam muito, ainda mais no Sporting, e não estávamos mesmo à espera de ser eliminados [da Liga Europa, pelo Basaksehir]. Fizemos quatro golos e sofremos cinco de bola parada. A bola parada tem muito de concentração dos jogadores e de foco. Ali sentimos que os jogadores já não estavam focados. A frustração da derrota levou-me logo nesse dia a falar com o Hugo Viana. Depois ele disse-me e com toda a razão: 'Silas, vamos dormir sobre o assunto, que a seguir à derrotas as decisões que se tomam quase nunca são boas'.

Foi isso que fizemos, mas depois de descansarmos continuei a sentir o mesmo. Não estávamos a ser a solução e achava que o Sporting devia ter a oportunidade de contratar alguém a pensar no futuro. Alguém que pudesse fazer uma equipa à sua imagem.

Há uma coisa muito importante quando falo do Hugo Viana e do presidente [Frederico Varandas]. Temos opiniões diferentes, mas eu tenho a convicção que mesmo tendo opiniões sobre muitos assuntos, eles são muito bem-intencionados. Querem o bem do Sporting. Isso é uma coisa. Outra coisa são ideias que eu tenho que são diferentes das deles. Eu e eles tínhamos ideias diferentes. Eles acreditam mesmo que as ideias deles são o melhor para o Sporting e acho que isso é o mais importante para os sócios reterem."

JOVANE CABRAL

"Estava para ser emprestado. O próprio jogador pensava que o melhor para ele era ser emprestado. O Jovane vinha de uma série de lesões e a verdade é que quando o começo a ver treinar... O Jovane nunca queria perder. Eu não conhecia bem o Jovane e a verdade é que quando o vi a treinar pensei logo que aquele miúdo não podia sair dali. Ele é tão competitivo que nós precisávamos de jogadores assim. Faltava-nos isso e queria que ele ficasse.

Mas ele tinha na cabeça o empréstimo e falou comigo sobre isso. Disse-lhe para treinar connosco e que na última semana do mercado víamos. A cada treino que fazia eu só tinha mais certezas que era impossível deixar o Jovane sair."

E BRUNO FERNANDES

"A equipa era dependente de Bruno Fernandes dentro do campo porque, realmente, um jogador como o Bruno, que tem tantos golos, tantas assistências, deixa uma marca nos primeiros tempos que é difícil de apagar. O Bruno hoje é, para mim, o principal jogador da equipa do Manchester United. Ele mete nele próprio uma grande responsabilidade e um jogador destes deixa sempre uma marca importante. É muito difícil encontrar um jogador como o Bruno Fernandes.

O Sporting neste momento não tem. Em Portugal, nenhum clube tem. Quando se perde um jogador assim, naturalmente que a equipa se vai ressentir. Era difícil segurá-lo e era injusto, pois ele merece estar onde está. Merece estar a jogar na melhor liga do mundo."

publicado às 05:03

Considerações de Vítor Oliveira

Rui Gomes, em 30.06.20

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Recém-entrevista que Vítor Oliveira concedeu a Isabela Paulo, Tribuna Expresso, que se recomenda ao leitor, pelas considerações de um treinador muito experiente - actualmente no Gil Vicente, próximo adversário do Sporting - sem necessariamente concordar com tudo.

Limitei-me a escolher três considerações que acho interessantes:

"Jogar para ganhar é mais galvanizador do que para não perder. É um futebol mais positivo, mais alegre. Viver ao longo da semana e vésperas do jogo com a ideia de ganhar dá-nos outra motivação para o treino e até para a adversidade. Jogar para não perder é um tormento e põe as pessoas velhas. E não quero ficar velho tão depressa".

- "Louvo a coragem de Ana Gomes - e nota a falta dela entre políticos. Tem razão na defesa pública de Rui Pinto. Se calhar, cometeu um crime grave, mas confirme-se o que denunciou e investigue-se quem cometeu ilegalidades. Quem duvida da veracidade dos e-mails do Benfica ?... Precisamos de uma classe política diferente!".

- "Não acredito que o Sporting lute pelo título na próxima época com estes jogadores. É impossível e é preciso mais. Agora acredito plenamente que pode fazer com estes jovens uma parte final de campeonato excelente. Não há a pressão do título e não há público nos estádios. São duas ajudas enormes e o Sporting pode tirar alguns benefícios".

A entrevista completa disponível aqui.

publicado às 15:00

Entrevista a Sebastián Coates

Rui Gomes, em 21.05.20

publicado às 18:05

Entrevista a Juskoviak

Rui Gomes, em 14.05.20

"Fico surpreendido como podem reconhecer-me depois de tantos anos!"

publicado às 04:00

Entrevista exclusiva com Deo

Rui Gomes, em 10.05.20

publicado às 04:00

O herói de Alkmaar

Rui Gomes, em 05.05.20

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Há precisamente 15 anos (5 de Maio de 2005), o Sporting CP foi à Holanda perder mas apurou-se para a final da Taça UEFA, com um golo de Miguel Garcia. Depois de terminar a carreira na Índia, tornou-se gestor imobiliário. Está agora com 37 anos e recorda alguns momentos passados em Alvalade.

O golo em Alkmaar, há 15 anos

Apesar de não termos conquistado qualquer título, foi um ano espetacular. Dava gozo jogar, treinar. Estávamos supermotivados. Aquele momento foi o mais alto da minha carreira. Faz 15 anos. O número da minha camisola, por acaso, era o 15. É mais um motivo para celebrar esse golo (risos). (…) O meu filho mais velho já me pede para ver, pergunta por que é que eu não continuo a jogar (risos).”

Um golo e quatro pontos na cara

Foi num canto contra nós. Eu queria atacar a bola, só que o Sá Pinto ganhou primeiro para tirar da área e acabou por acertar-me, já não me recordo se foi com o cotovelo ou com a mão, e abriu-me um corte por cima do lábio. Levei três ou quatro pontos, já nem sei! Até fui cosido a sangue frio no balneário ao intervalo.”

10 anos no Sporting

Quando cheguei ao Sporting com 14 anos já havia o Ricardo Quaresma nessa equipa de iniciados. Havia o João Paiva. Havia o Marinho. Havia o Jaime Bragança. Era uma equipa recheada de grandes jogadores. (…) Mais tarde, com o Ronaldo na equipa, ele já era craque. Eu entrava em campo, na altura era o capitão da equipa de juniores, e pensava: ‘Temos aqui o Ronaldo, estamos tranquilos, porque mais cedo ou mais tarde ele vai marcar um golo ou dois.’ (…) Já se via que ele ia ser um grande jogador. Não dava para ver ainda que ia ser um dos melhores do mundo, mas dava para ver que ia chegar rapidamente à primeira equipa.”

A saída para a Reggina

Eu até Dezembro fiz mais ou menos o mesmo número de jogos do Abel Ferreira. Mas em Dezembro lesionei-me, no jogo em casa contra o Spartak Moscovo. Na mesma altura recebi uma proposta da Reggina. O Sporting não me deixou sair. Não quiseram renovar e pediram que esperasse até ao final da época. Mas eu queria resolver a minha vida. Não queria ficar à espera até ao final da época, sem saber para onde é que eu ia. A Reggina fez-me então outra proposta, para que eu assinasse de imediato e fosse para lá no final da época. Foi o que eu fiz. (…) O Sporting soube e a partir daí nunca mais joguei.”

Comer búfalo em vez de vaca

Em Mumbai não se come vaca. Então, o que é que se come? Búfalo! (risos). Eu já tinha comido búfalo algumas vezes mas daquela vez. Estava com um amigo português que me disse que a carne não lhe estava a saber bem. A mim estava. Comi o meu bife e o dele.

À noite, entretanto, comecei a ficar maldisposto. Acabei num hospital, onde as divisões eram do género das nossas cortinas de casa de banho. As marquesas eram de madeira, nem um colchão almofadado. Ar condicionado nada, havia ventoinhas. E ao meu lado estava deitado um rapaz que tinha dengue. Só queria era ir embora dali! Mas correu tudo bem, lá se passou.”

Hugo Viana e Beto

São pessoas que estão lá só para dar o melhor e ajudar o Sporting. São sportinguistas ferrenhos, fanáticos. Ninguém mais do que eles quer ganhar um campeonato. Por isso, eu acho que será uma questão de tempo para que o Sporting consiga atingir os objectivos que certamente passarão por ser campeão.”

Frederico Varandas

Foi ele que me ajudou a recuperar de uma lesão no tendão de Aquiles quando eu voltei da Índia. Ficámos com uma boa relação, de amigos".

publicado às 03:03

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Algumas considerações de Sebastián Coates, esta quarta-feira, em entrevista ao programa "Tirando Paredes" da rádio uruguaia 1010:

"Não sei o meu futuro. Estou a jogar e o futebol é muito dinâmico. Nunca sabemos o que pode acontecer. Hoje por hoje estou muito confortável no Sporting, sou um dos que joga mais, sou um dos mais antigos e gosto muito do país. Hoje não penso em experimentar outras ligas, mas amanhã o clube pode ter de vender.

Este ano não nos saiu tão bem como os anteriores. Ficámos fora das Taças rapidamente em Portugal e o campeonato é sempre muito difícil. Há equipas muito fortes, como o Benfica e o FC Porto, que estão sempre na luta pelo título. Normalmente conseguimos acompanhá-los, mas este ano não foi o melhor. Mas, se não cancelarem as provas, ainda falta campeonato e esperamos terminar no melhor lugar possível.

No ano passado joguei um pouco mais, porque este ano me expulsaram e tive uma lesão. Mas o importante é que seja titular e que jogue a bom nível, que é muito importante. Este Clube é muito importante, a Liga também e isso é muito positivo.

A ideia da Liga é terminar o campeonato, mas esta é uma situação que pode mudar de dia para dia. Penso que não é possível apontar as datas para o término da competição, porque depende sempre da evolução do vírus. Os jogadores perderam ritmo competitivo e vamos precisar de alguns dias para nos prepararmos. Neste momento, o futebol não é o mais importante. Importante é que toda a gente esteja bem de saúde".

publicado às 04:03

Jovane Cabral em entrevista

Rui Gomes, em 31.03.20

"Tenho muitas saudades da bola. Jogar é sempre bom, assim

como estar com os adeptos e as pessoas do Clube"

publicado às 05:04

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Algumas considerações de Luís Maximiano, em entrevista concedida esta sexta-feira ao jornal O Jogo:

"Temos um treinador novo, com novas ideias, queremos fazer o melhor e ir à Europa é um objectivo. Temos de conseguir o lugar mais acima possível. O míster passa uma energia muito positiva ao grupo, que está muito feliz, e estamos a trabalhar para chegar aos lugares acima.

A equipa está a encarar jogo a jogo, não vamos estar a pensar já nos últimos jogos quando há mais até chegar lá. Todos os jogos têm a mesma importância. Preparámo--nos para o jogo do Aves e agora era o Vitória de Guimarães, mas aconteceu isto que o país está a viver... O pensamento é de um jogo de cada vez e no fim logo se vê.

A crise de resultados teve realmente impacto na equipa. Quando cais numa fase assim negativa afecta a equipa, o grupo. Num dia somos bons e no seguinte já não prestamos. Mas o que temos de fazer é trabalhar e dar o melhor para sair desta fase.

Claro que quando entramos em campo contamos com o apoio dos adeptos. Quando as coisas não correm bem, com a exigência que os adeptos têm de querer ganhar, é normal haver contestação ou não estaríamos a jogar num clube grande como o Sporting se não quiséssemos passar por isso. Temos de estar preparados para isso. Se não conseguimos ganhar e chegar à exigência que eles querem é normal sermos contestados e temos de fazer o nosso trabalho na mesma".

publicado às 02:03

Entrevista a Coates

Rui Gomes, em 19.03.20

publicado às 18:56

Os rumores de um possível regresso de Leonardo Jardim a Portugal e ao Sporting estão sempre no horizonte, muito pela relação de amizade que o técnico mantém com Frederico Varandas. O facto de estar desempregado de momento e ter assistido ao jogo em Braga recentemente, apenas serviram para intensificar os rumores.

No entanto, Jardim refuta um regresso a Portugal num próximo futuro:

"Não vou voltar a Portugal em breve. O meu enquadramento familiar está fora daqui, o meu filho está numa fase em que tenho de prestar especial atenção à sua educação. Além disso, a minha ideia de carreira desportiva não passa por Portugal neste momento".

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O futebol tem um mediatismo muito grande e por isso eu até entendo que haja alguma dificuldade para algumas pessoas em entenderem a minha relação de amizade com Frederico Varandas. Mas temos de voltar aos princípios: a nossa relação foi construída quando ele era médico do Sporting e eu treinador. Temos uma relação familiar, que envolve amigos em comum. E quando ele aceitou o desafio de ser presidente... fiquei feliz, porque ele alcançou um objectivo de vida, mas apesar de todos os rumores que são construídos, não vou deixar de falar com ele, nem vamos deixar de ser amigos.

Na primeira vez que eu saí do Monaco, ele contactou-me. Mas fui sempre muito claro, dizendo que não valia a pena insistir. Não era uma questão financeira: simplesmente não queria - não quero - voltar a Portugal. Ele entendeu de imediato.

Mas é um facto que sempre que o Sporting passa por períodos difíceis (e ultimamente isso tem acontecido com regularidade) o meu nome vem sempre à baila. O Sporting é um Clube com muita paixão, mas também com muitas divisões.

Vivi a realidade do Sporting e conheço o Clube por dentro. Não é uma mera opinião. O Sporting é um Clube difícil, é o menos estável dos três grandes. E mesmo em comparação com o SC Braga... lá há liderança há já vários anos; o FC Porto tem uma liderança de há já várias épocas e o Benfica igual. Projectos consolidados.

O Sporting tem uma alteração constante de liderança nos últimos 15 anos. Nem sei bem quantos foram, mas isso nem é importante para a ideia. O Sporting é um Clube formado por imensas facções e nunca ninguém está de acordo. Independentemente de estar o A, B C ou D à frente do Clube, há sempre facções contra, como é com o Varandas hoje em dia.

(...)O Sporting é um vulcão, está sempre em erupção.

O Clube deve ter outra forma de estar!".

publicado às 06:02

Entrevista a Ristovski

Rui Gomes, em 15.02.20

publicado às 15:30

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publicado às 03:34

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publicado às 03:04

Frederico Varandas "abre o livro"

Rui Gomes, em 07.02.20

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Frederico Varandas concedeu uma grande entrevista a Record, onde abordou todos os temas da actualidade do Sporting Clube de Portugal. Rendimento da equipa de futebol, finanças, transferências e muito mais. O presidente do Sporting terá respondido a um vasto leque de questões pertinentes para o universo sportinguista.

Ao que consta, algumas das questões mais em destaque:

"No início da proxima época vamos ter a Academia nova... Não dá votos, mas dá o futuro do Sporting".

"É possível fazer "tudo isto"  e melhorar competitivamente a equipa? Não consigo".

"Bas Dost foi vendido por sete milhões de euros e o Clube precisava desse dinheiro para sobreviver".

"Marcel Keizer sofreu na pele os erros do nosso planeamento".

"Se isto é um Clube de malucos, o principal maluco sou eu".

"Com a venda de Bruno Fernandes virámos o Cabo das Tormentas".

Não confirmamos ao certo se no sábado ou no domingo, mas vamos tentar reproduzir toda a entrevista para então poder ser debatida pelos leitores. O jornal Record publica a mesma em Premium, a primeira parte esta sexta-feira e a segunda no sábado.

Dito isto, não é de prever que esta entrevista do presidente do Sporting vá alterar o estado de coisas muito significativamente. A maioria silenciosa de sportinguistas vai continuar... silenciosa, e os 'antis' e afins vão emergir dos buracos que nem ratos para tentar tirar o máximo de proveito da ocasião com críticas sem fim.

Este é o Sporting CP da actualidade e enquanto não mergulhar ainda mais na lama, muito dificilmente as coisas mudarão.

Adenda: Estou a pensar que nem sequer valerá a pena publicar a entrevista completa do presidente. Os adeptos, sem ser surpresa alguma, na realidade, só estão interessados em comentar/debater a época da equipa principal de futebol, os respectivos resultados e as contratações, tudo que já foi aqui debatido vezes sem conta.

publicado às 05:03

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Chegado ao Sporting durante o mercado de transferência de Janeiro do presente ano, proveniente do Akhmat Grozny por uma verba em torno dos dois milhões de euros, Idrissa Doumbia, com presença em 23 dos 25 jogos realizados pelo Sporting esta temporada, é o segundo jogador com mais minutos na equipa, ficando só atrás de Bruno Fernandes.

Em recém-entrevista à Sporting TV, o costa-marfinense recorda a sua chegada ao Clube revelando ainda o prazer de jogar no lugar que outrora foi ocupado por William Carvalho:

"É um grande prazer jogar neste Clube. Sabia que o Sporting era grande, mas só quando cheguei aqui é que percebi que era muito maior do que aquilo que eu pensava. As infra-estruturas, as condições e a grandeza do Clube e tudo o que o rodeia. É um prazer poder jogar num lugar que já foi do William Carvalho, um jogador da Selecção de Portugal.

Quando estive no Anderlecht o clube tambem tinha uma Academia, mas esta é qualquer coisa... Os jovens do Sporting têm imenso talento e já lhes disse imensas vezes que têm de agarrar as oportunidades, porque têm a hipótese de treinar com a equipa principal, têm de aproveitar e tentar fazer coisas boas pelo Clube.

O Sporting CP é uma montra mundial. Por onde passas as pessoas comentam que a formação no Sporting tem um nível incrível por isso acho uma óptima ideia o Clube investir no futebol da Costa do Marfim, fico feliz por isso.

Os treinadores e todo o staff têm-me ajudado a evoluir e a ser melhor dia após dia. Têm sido fantásticos comigo, é um grande prazer trabalhar aqui e sinto que estou melhor, mas também que há pontos em que ainda posso melhorar".

publicado às 02:02

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Luís Neto deu uma entrevista ao Jornal Sporting na qual abordou os momentos vividos depois de ter sofrido uma fractura na grelha costal com pneumotórax num lance dividido com Luís Maximiano:

"Nunca tive lesões graves durante a minha carreira. Por isso, foi ainda mais alarmante para todos o facto de nem me conseguir levantar, mas é uma situação normal. Tentei bloquear o remate e o Max não teve culpa nenhuma. Foi uma pancada muito forte e tive a certeza de que não conseguia continuar, principalmente pela dificuldade que tinha em respirar. Foi isso que me assustou.

Aproveito esta oportunidade para agradecer a todo o plantel o carinho demonstrado, porque no dia em que fizeram a homenagem durante o treino com a minha camisola, não consegui sequer agradecer. Em relação ao Bruno Fernandes, não esperava o que aconteceu. Estava a assistir ao jogo e foi uma imagem forte que me marcou, até porque, quando estamos em dificuldades, estes pormenores têm uma grande importância. A parte bonita do futebol também é a entreajuda entre a família Sportinguista, sendo que todos cuidamos uns dos outros.

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Espero recuperar e começar a treinar com a equipa já no mês de Janeiro, mas tudo a seu tempo. Temos três jogos logo no primeiro mês do ano que podem ser decisivos, frente a FC Porto, V. Guimarães e Benfica. Podemos aproveitar essas oportunidades para dar uma mostra da nossa força e daquilo que valemos. Quanto à Liga Europa, creio que podemos passar à próxima fase e demonstrar que o nosso lugar é no topo, juntamente com as melhores equipas.

No dia em que todos no Sporting CP remarem para o mesmo lado, estou seguro de que os outros clubes vão ter medo de nos defrontar”.

publicado às 03:04

publicado às 12:19

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