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Acabou a erva daninha?

Naçao Valente, em 08.07.19

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Admite-se que Godinho Lopes pode ter sido um mau presidente. Pode ter gerido mal, financeira e desportivamente, o nosso Clube. Não foi o primeiro nem o único responsável. Quando chegou este já estava como se sabe. Mas de uma coisa não o podem acusar: de ter cometido ilícitos relacionados com o cumprimento dos Estatutos. Antes pelo contrário, quando estava para ser marcada uma Assembleia destitutiva, decidiu demitir-se, para dar voz aos sócios na escolha de outra direcção, sem perda de tempo.

Godinho Lopes não foi expulso de sócio, pela sua incompetência governativa. Aliás, com base nesse critério, muitos presidentes deveriam ter sido expulsos. Godinho Lopes foi expulso por revanchismo, por uma Direcção que logo aí deu os primeiros sinais de fumo da sua natureza, mostrando ao que vinha. Quem vivia num mundo de ilusão paralelo é que não percebeu. É curioso constatar que essa expulsão fosse aceite como uma coisa natural sem significado, sem protesto, sem indignação

Godinho Lopes que até tinha  dinheiro seu  no Sporting, aceitou a decisão e retirou-se para a sua vida privada, porque a tinha, sem qualquer alarido. Deixou de ser sócio, mas não deixou de ser sportinguista, nem andou pela comunicação social a fazer-se de vítima, que na minha perspectiva e em certo sentido, até foi.

O presidente que agora foi expulso e os seus fanáticos apoiantes, são (serão)  um caso de estudo na história do Sporting. Com ilusionismo mascarou a realidade e pintou-a com as cores do arco-íris. Após um processo de destituição, durante o qual violou os Estatutos, procurou inviabilizar uma AG legalmente marcada, e criou órgãos paralelos. Já depois de destituído, recusou sair de Alvalade, boicotou contas e procurou impedir a entrada da Comissão de Gestão. Quando saiu não deixou um Clube mais sólido, antes pelo contrário.

O presidente que agora foi expulso, continuou e continua a assombrar a vida do Clube. Depois de ter  decidido de tarde que já não era sportinguista e de manhã que voltava a ser, depois de  querer ser candidato à presidência quando já não podia, depois de  insultar os associados que votaram a sua destituição, depois de continuar a insultar os que o iam expulsar, ainda tem o apoio de uma minoria ruidosa.

Esta gente que demonstra estar refém do culto a uma pessoa como um salvador, não pode ser verdadeiramente sportinguista. E se o for, tem de optar entre a adoração fanática a uma personalidade, ou o apoio incondicional a uma Instituição com 113 anos de história e dezenas de presidentes. Esta Instituição continuará, e a actual Direcção e as que vierem a seguir, cumpridos os seus mandatos, não passarão de meras notas de rodapé. Porque o que continuará a persistir é o Sporting Clube de Portugal, obra de milhões de anónimos, passados e vindouros.

Este Clube urge estabilidade e união. Sem elas nunca se conseguirão grandes vitórias. Mas a estabilidade e a união não podem ser construidas em constante confronto. E para isso há momentos em que é imprescindível fazer rupturas. Nenhuma planta cresce no meio de ervas daninhas. Receio que este corte, necessário,  ainda não tenha eliminado a raiz.

Entretanto, a nova época está à porta. O Sporting, que em condições difíceis, conquistou mais títulos na campanha que terminou, que nas cinco anteriores, vê a sua Direcção vaiada por uma minoria deveras fanatizada. Os nossos dirigentes e atletas merecem respeito. Se a cegueira não deixa alguns ver isso, os que põem o Sporting acima de líderes transitórios, devem mobilizar-se no apoio ao Clube.

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publicado às 03:35

Matheus Pereira pede desculpa

Rui Gomes, em 28.02.19

 

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Matheus Pereira, cedido pelo Sporting ao Nuremberga, recorreu esta quarta-feira às redes sociais para pedir desculpa pela expulsão no jogo com o Fortuna Dusseldorf, no passado sábado.

 

Expulso logo aos 4 minutos, o extremo brasileiro protagonizou a expulsão mais rápida de sempre do clube em jogos da Bundesliga.

 

"Passado alguns dias, e com a cabeça mais fria, sei que errei e só posso, neste momento, pedir desculpas pelo meu acto injustificável. À torcida e ao clube as minhas sinceras desculpas".

 

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publicado às 05:00

Ainda a "obra" de Hélder Malheiro

Rui Gomes, em 01.02.19

 

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Segundo recém-reportagens, Stefan Ristovski foi punido com dois jogos de suspensão na sequência da expulsão em Setúbal por decisão de Hélder Malheiro.

 

De acordo com o relatório desse apitador, citado pelo mapa de processos sumários, o lateral-direito do Sporting viu o vermelho por dirigir-se ao árbitro "de forma agressiva, esbracejando e a gritar 'Para o c******'. 

 

Depois da expulsão, Ristovski "voltou a ir na direcção do árbitro de forma agressiva, sendo agarrado por vários colegas, e tentando chegar ao pé daquele gritou 'filho da p***', 'filho da p***', 'filho da p***'".

 

Também expulso neste jogo foi Vasco Fernandes, secretário-técnico leonino, por palavras dirigidas ao apitador após a partida, ainda dentro de campo. "Hoje f****** o trabalho de uma semana desta gente toda", pode ler-se no relatório do árbitro. 

 

Bem... nada de espectacular nestes acontecimentos. Já era de esperar castigo para Ristovski, e com o vermelho directo por insultos ao juiz da partida, dois jogos de suspensão são a norma.

 

Pelos vistos, por água abaixo foi a tese da cuspidela, assente em rumores circulados por alguns encarnados e pseudo-sportinguistas.

 

É por de mais óbvio que Ristovski, que até não é um jogador agressivo, terá de controlar os ânimos de futuro, para evitar semelhante punição. Igualmente óbvio, é que a reacção dele deve-se ao facto de o apitador ter completamente ignorado a agressão que sofreu, tenha sido esta voluntária ou involuntária por parte do jogador do V. Setúbal.

 

Já agora, gostaria de saber a avaliação ao trabalho de Malheiro, tendo em conta as muitas ocasiões em que prejudicou o Sporting com as suas (não) decisões.

 

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publicado às 17:42

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 10.12.18

 

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"Apesar de tudo, há que dar os parabéns ao Marcus Acuña. Já fez mais de vinte jogos e em praticamente todos eles ficou ali no limiar de ir para a rua. Aguentou-se valentemente até hoje. Praticamente um herói, este nosso argentino que provavelmente deve andar em consultas de 'anger management' para se ter andado a aguentar tão bem até esta jornada. Agora acalma-te lá que nós precisamos de ti a titular todos os jogos".

 

Diogo Faro, jornal Expresso

 

 

Nota: Em assunto separado, está a ser noticiado que Wendel fez uma entorse do joelho esquerdo com lesão parcial do ligamento colateral interno, que o obrigará a uma paragem de pelo menos oito semanas. O jogador do Sporting vai ser sujeito a uma nova reavaliação nas próximas 48 horas mas a primeira abordagem indica que será esse o tempo em que não poderá dar o contributo à equipa.

 

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publicado às 14:05

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 28.09.18

 

 

"Depois de termos feito o 2-1, desequilibraram um jogo desta forma, com a expulsão do Conti, numa situação que o cartão amarelo era aceitável. Com esta decisão condicionou o desenrolar o jogo. Mas é melhor eu não dizer mais nada porque se dissesse tudo o que tenho na alma... Eu quero e vou estar no jogo com o FC Porto. Custa-me que um ártbitro desiquilibre um jogo desta forma".

 

Rui Vitória

 

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publicado às 04:03

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 20.09.18

 

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Regresso para esquecer de Cristiano Ronaldo a Espanha. O capitão da Selecção Nacional foi expulso com vermelho directo, pelo árbitro alemão Felix Brych, no embate entre o Valência e a Juventus.

 

CR7 entrou em picardias com Murillo, numa altura em que a bola não estava nessa zona e acabou por ver o cartão vermelho por suposta agressão, aos 29 minutos. Foi o árbitro de baliza a dar indicação para o vermelho directo.

 

Na jogada, em que a bola nem estava perto, dá para ver Ronaldo chocar-se com Murillo. O português foi pedir ao jogador 'ché' para se levantar, de que nada se teria passado, mas terá lhe agarrado o cabelo. Não é claro, mas poderá ter sido essa acção que levou à sua expulsão.

 

Cristiano Ronaldo abandonou o Mestalla em lágrimas. Esta foi a primeira vez que foi expulso na sua carreira na Liga dos Campeões, onde leva 154 jogos.

 

O jogo entre Valência e Juventus é relativo à primeira jornada do grupo H da Liga dos Campeões e marca também a estreia de CR7 pela "Vecchia Signora" na liga milionária.

 

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publicado às 04:33

Bruno de Carvalho! Que futuro?

Rampante, em 26.06.18

 

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No passado dia 23, o Sporting pela mão dos seus sócios, mostrou ao País que nada nem ninguém se sobrepõe às instituições. A Mesa da Assembleia Geral chamou os sócios a pronunciarem-se e eles acorreram de forma exemplar. Deste chamamento, resultou a destituição da Direcção num acto puro de Sportinguismo onde se destituiu com mais de 70% dos votos, uma direcção que 4 meses antes tinha tido o aval dos sócios em quase 90% dos votos naquela que até à data era a AG mais concorrida de sempre. A conclusão imediata é que os sócios do Sporting dão mais valor à ética, aos comportamentos e aos valores morais do que aos homens que os lideram.

 

Alguns actores da cena Sportinguista, dizem que o que se passou é passado e agora é tempo de olhar para o futuro, quiçá, por não quererem ser relembrados que no recém-passado juraram vassalagem aos destituídos, no entanto e pese embora eu não seja pessoa de recalcamentos, sou da opinião que ainda há assuntos do passado para serem discutidos e relembrados, pois eu não sou a favor das “acções esfregona” (esquecer tudo), sou sim a favor da responsabilização pelos actos praticados.

 

Ontem falava-se em auditorias forenses bem como outras acções, no entanto, não nos podemos esquecer que neste preciso momento já existe em andamento um processo liderado pelo CFD e é sobre esse processo que me vou focar hoje, uma vez que dele podem surgir efeitos de consequência imediata para o Sporting.

 

Que processo é este?

 

O que está em cima da mesa, é uma queixa promovida por sócios (tiveram de ser 10 no mínimo), contra a Direcção destituída (em funções ao momento da queixa). Este tipo de queixa está prevista nos Estatutos e cabe ao CFD dar-lhe seguimento.

 

O que aconteceu até agora?

 

Segundo é do meu conhecimento, um grupo de sócios entregou ao CFD uma queixa contra a Direcção por incumprimento dos Estatutos e dos deveres de sócio. Com a queixa na mão e tendo a mesma sido fundamentada, foi enviado à Direcção um pedido de pronunciação, ou seja, o CFD pediu à Direcção para se explicar e contar a sua versão dos factos. Esse pedido foi ignorado pela Direcção, uma vez que, os membros directivos não reconheciam sequer aquelas pessoas como constituintes de qualquer órgão em funções. Não havendo contra-argumentação, ao CFD não coube outra opção que não a validação da queixa promovida pelo conjunto de Sócios, e dado os factos nela explanados, resultou a suspensão imediata de todos os envolvidos.

 

Ao CFD coube ainda a tarefa de informar os sócios em apreço e estes têm 10 dias úteis para contestar a decisão.

 

O que se vai passar agora?

 

Depende. Se os sócios visados não contestarem a decisão do CFD, a mesma será efectivada e o CFD deverá pronunciar-se acerca do tempo de suspensão a cada um dos visados, sendo que, se a suspensão for superior a 1 ano, passaremos a falar de expulsão de sócio. Se os sócios visados contestarem a decisão do CFD, então o CFD terá de analisar o conteúdo da contestação, fazer ou não novas averiguações e por fim decidir sobre a manutenção da suspensão e se sim, qual o prazo da mesma.

 

Mas BdC pode mesmo vir a ser expulso?

 

SIM. Ao contrário do que muitos pensam, os Estatutos são a Pedra Basilar de qualquer instituição. A importância dos Estatutos é tão grande para uma instituição, como a Constituição é para um País e se num País não se podem fazer Leis que desrespeitem a sua Constituição, numa instituição não se podem fazer regulamentos internos que firam os Estatutos. Eles são o topo e nada nem ninguém, isoladamente, está acima deles.

 

Mas o que fez BdC para desrespeitar os Estatutos?

 

Seria mais fácil perguntar, o que não fez, mas vamos a factos. Estabelece o artigo 21º dos Estatutos os deveres dos sócios, sendo que alguns são óbvios quanto ao flagrante delito por parte do sócio BdC, tais como:

 

  • honrar o Clube e defender o seu nome e prestígio;
  • cumprir pontualmente as disposições dos estatutos e regulamentos do Clube e acatar as deliberações dos órgãos sociais e as decisões dos dirigentes;
  • aceitar o exercício dos cargos para que sejam eleitos ou nomeados e exercê-los com exemplar conduta moral e cívica e em conformidade com a orientação definida pelos órgãos sociais do Clube;
  • zelar pela coesão interna do Clube;
  • manter impecável comportamento moral e disciplinar de forma a não prejudicar os legítimos interesses do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, nomeadamente defendendo e zelando pelo património do Clube;
  • manter, até a Assembleia Geral respectiva, a confidencialidade das informações obtidas através do exame aos livros, contas e demais documentos, respeitando, em qualquer caso, a honra do clube, o seu nome e prestígio, bem como a sua coesão interna;

Se dos deveres de sócio, BdC, teve dificuldade em os fazer-se cumprir, dêmos uma olhadela ao artigo 28º que nos indica claramente que “São punidos disciplinarmente os sócios que cometam alguma das seguintes infracções:

 

  • desrespeitar os estatutos, regulamentos internos do Clube e deliberações dos órgãos sociais;
  • injuriar, difamar e ofender os órgãos sociais do Clube ou qualquer dos seus membros, durante ou por causa do exercício das suas funções;
  • proferir expressões ou cometer actos, dentro ou fora das instalações do Clube, ofensivos da moral pública;
  • atentar contra, prejudicar ou por qualquer outra forma impedir o normal e legítimo exercício de funções dos órgãos sociais do Clube.”

BdC, consegue coleccionar um número assinalável de actos que se revertem em infracções, sendo que o mais incrível é que ele consegue estar sob alçada de TODAS as alíneas de infracções. TODAS.

 

Ok, mas isso é motivo para expulsão de um sócio?

 

Dizem os Estatutos que as sanções (os castigos) aplicáveis podem ser: a admoestação, a repreensão registada, a suspensão e a expulsão, sendo que a sanção dependerá da gravidade dos actos. No entanto, os Estatutos também dizem que “As sanções deverão ser especialmente agravadas quando as infracções tenham sido praticadas por membros dos órgãos sociais em exercício de funções”.

 

No caso de BdC, temos um sócio em funções num órgão social, que dos 9 deveres de sócio incumpre em pelo menos 6, e que das 4 infracções sancionáveis previstas nos Estatutos, efectuou múltiplos actos puníveis por TODAS. Se isto não for motivo para expulsão, então o que teria um sócio de fazer para ser expulso? E note-se, aqui não se trata de gostar ou não do sócio BdC, aqui trata-se de cumprir ou não o que está plasmado no documento que é Pedra Basilar do Sporting.

 

E BdC ainda pode fazer alguma coisa?

 

Pode. BdC em caso de expulsão pode apelar à Assembleia Geral e solicitar que se vote ou não a sua expulsão, cabendo uma vez mais a palavra final aos sócios.

 

E as eleições? BdC pode ou não ir a votos a 8 de Setembro?

 

Depende. Ninguém neste momento pode dizer com clareza SIM ou NÃO. Existem demasiadas variáveis, desde logo, é preciso primeiro conhecer a decisão do CFD, depois saber se BdC vai ou não contestar e mesmo contestando é preciso saber se a MAG quer ou não fazer alguma AG antes das eleições.  Como eu disse, demasiadas variáveis e neste momento é tudo especulações.

 

Como nota final gostaria de dizer o seguinte. Existem vários sócios a dizer que BdC deve ser derrotado em eleições e eu compreendo esses argumentos, pois são uma tomada de posição mostrando que não têm medo perante o populista BdC. Houve até quem dissesse que só sendo derrotado em eleições se pode acabar com o “fantasma” de BdC. Uma vez mais, a um candidato eu até compreendo esse discurso, em especial antes da AG de destituição, MAS não pode ser. O Respeito pelos Estatutos é FUNDAMENTAL e se houve alguém, populista ou não, que os incumpriu então tem de se submeter ao julgamento dos mesmos. Um sócio só porque é popular não pode ter tratamento distinto. Não expulsar BdC apenas e só para o deixar ir a eleições, seria um desrespeito aos Estatutos e a todos os sócios que estão sob alçada dos mesmos. Não expulsar BdC é dar-lhe a importância que ele já não tem!

 

PS: Em relação às eleições de 8 de Setembro, acredito que BdC não irá estar presente nas mesmas por 2 motivos: 1º ele não se quererá sujeitar a novo enxovalho publico, pois são cada vez menos os seus apoiantes (com o post de ontem “matou” mais uns quantos); 2º porque por essa altura ele já estará debaixo de fogo de outros juízos, nomeadamente juízos civis e quiçá, criminais.

 

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publicado às 18:45

 

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O Sporting apresentou esta quarta-feira recurso ao castigo de um jogo aplicado a Radosav Petrovic pelo Conselho Disciplina (CD) da FPF, para que este seja despenalizado e esteja disponível para defrontar o FC Porto na sexta-feira.

Confesso que este recurso vem como uma grande surpresa para mim, porque sempre entendi que decisões deste cariz não eram passíveis de recurso. Será, porventura, um novo regulamento da FPF e, pelos vistos, já com um precedente de registo.

 

Mas, começando pelo princípio, o recurso do Sporting é assente no entendimento de que Petrovic não cometeu qualquer infracção no lance em que viu o cartão vermelho no jogo com o Moreirense, e no precedente aberto com a despenalização do jogador do Vitória de Guimarães B, Dénis Duarte, que foi expulso na primeira jornada da 2.ª Liga, na partida com o Varzim, em 6 de Agosto de 2017, pelo árbitro Bruno Rebocho, que lhe exibiu dois cartões amarelos, aos 54 e 59 minutos, o primeiro dos quais por uma falta que não cometeu. Suspenso por um jogo pelo CD, o Vitória de Guimarães recorreu da decisão, apresentando um vídeo para demonstrar que o seu jogador não tinha cometido a falta que levou à amostragem do primeiro cartão amarelo por parte do árbitro.

O CD enviou o vídeo para o árbitro Bruno Rebocho, o qual, perante as imagens, admitiu ter-se equivocado, admissão essa que levou aquele órgão disciplinar a dar razão às pretensões do Vitória de Guimarães e a retirar a sanção, o que permitiu a Dénis Duarte defrontar na jornada seguinte a Oliveirense.

No caso de Petrovic, o Sporting entende que este não cometeu qualquer falta sobre o jogador Zizo, do Moreirense, razão pela qual o segundo cartão amarelo que lhe foi exibido, aos 61 minutos do jogo, pelo árbitro Tiago Martins, não se justificava e constituiu um erro grave.

O Sporting espera que o Conselho de Disciplina, na reunião prevista para quinta-feira, analise o recurso e tome a decisão de despenalizar o futebolista sérvio, para que este possa defrontar, caso Jorge Jesus assim o entenda, o FC Porto, na sexta-feira, em jogo da 25.ª jornada.

 

Apesar da FIFA evitar intervir em competições domésticas, face às circunstâncias, não posso senão reflectir sobre o parecer do organismo que superintende o futebol mundial.

 

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publicado às 04:26

A expulsão de Petrovic e o VAR

Rui Gomes, em 27.02.18

 

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Corria o minuto 61 quando Petrovic viu o segundo cartão amarelo e foi expulso, na sequência do lance com o jogador do Moreirense, Bilel, em que, na realidade, não houve falta alguma. Tanto o jogador como o banco do Sporting protestaram a decisão do árbitro - Jorge Jesus alega que foi por indicação do quarto árbitro - mas de nada serviu. Para quem esperava a intervenção do vídeo-árbitro, este é um lance onde o VAR não pode intervir.

 

O protocolo do vídeo-árbitro não prevê a actuação em expulsões verificadas através de um segundo cartão amarelo, mas apenas quando um jogador vê o cartão vermelho directo. Esta é de resto uma das quatro situações em que o VAR tem intervenção, juntamente com golos, penáltis e troca de identidade.

 

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publicado às 03:44

 

 

Esta acção não é exclusiva a Danilo Pereira, pelo contrário, é muito comum no futebol e mais vezes do que não passa impune.

 

Um qualquer jogador comete uma falta flagrante - no caso de Danilo, agarrou o adversário pela camisola - e depois protesta por o árbitro assinalar falta. O jogador do FC Porto ainda foi mais longe e deu uma palmada na banderinha de canto para acentuar o seu desagrado. Foi expulso ao ver o segundo amarelo do jogo.

 

Decisão correcta do árbitro que devia verificar-se com mais frequência.

 

Entretanto, Danilo deve ter levado um "puxão de orelhas" que o levou a publicar uma mensagem nas redes sociais:

 

"Peço desculpa pela minha atitude irresponsável e desnecessária no lance do segundo cartão amarelo. São atitudes que não se podem repetir! Contudo, estou bastante feliz e satisfeito pela vitória".

 

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publicado às 19:00

 

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Estará explicada a expulsão de Ary Papel na derrota do Sporting B diante do Famalicão (0-6). O árbitro internacional Hugo Miguel tinha feito um gesto a indicar que tinha sido por palavras. Agora, o mapa de castigos do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol discrimina aquilo que o angolano disse a um dos assistentes de Hugo Miguel.


"O agente, após uma falta, dirigiu-se ao árbitro assistente n.º 1 e d¡sse 'Onde é que ¡sto é falta, c...?'. tendo repetido de seguida: 'Vai mas é para o c...", conforme é relatado no Relatório do Árbitro", pode ler-se na justificação do castigo de um jogo e da multa de 536 euros.

 

Bem, sendo assim, o jogador leonino foi bem expulso. A primeira "boca" ainda se pode aceitar como linguagem "catedrática" muito comum em jogos de futebol, já a segunda é imperdoável. É evidente que temos a opção de aceitar ou não a fiabilidade do relatório do árbitro.

 

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publicado às 04:11

 

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O Sporting emitiu esta sexta-feira um comunicado, dando conta que através de uma decisão unânime do Conselho Fiscal e Disciplinar, Paulo Pereira Cristóvão foi expulso de sócio.

 

Além de transcrever o que foi noticiado, adianto um breve comentário sobre a questão, que, à raiz, me repugna. Para não haver equívocos e ambiguidades, esclareço, desde já, que a pessoa Paulo Pereira Cristóvão é-me completamente indiferente, salvo, naturalmente, em tempos de outrora, enquanto exerceu funções no Sporting.

 

Nem sequer me dou a ponderar os quês e porquês desta circunstância que nos confronta e afronta. A minha repugnância deve-se exclusivamente às acções ditatoriais do palhaço que ocupa o lugar da presidência do meu Clube, cuja audácia e bravura manifestam-se apenas e tão só ao abrigo do manto que esse lugar lhe providencia. Um 'zé ninguém' que veio do desemprego para uma posição que lhe permite adornar o que de outra forma não era mais do que uma vida de oportunismo transigente, assim como impor o seu querer sobre tudo e todos na sua alçada.

 

O antigo dirigente leonino, agora ex-sócio também, até tem razão com um dos seus argumentos. Estamos a lidar com um figurante que age como se fosse dono do Clube centenário chamado Sporting Clube de Portugal. Não hajam quaisquer ilusões, o conflito sobre a mesa é exclusivamente do foro pessoal, apanhando o Sporting por tabela. Daí que o 'actor', num acto de represália, tenha dado ordens ao Conselho Fiscal e Disciplinar e os simplórios que constituem esse organismo limitaram-se a obedecer. Temos, como resultado, a expulsão deste sócio. Já aconteceu a outros e veremos quem será alvo no futuro. Numa ditadura palhaçal tudo é possível !

 

Bem... já disse mais do que era minha intenção dizer. Na realidade, o 'actor' não merece a atenção que lhe prestamos, mas pela sua baixeza, sordidez, arrogância e egocentrismo, é difícil de ignorar.

 

Eis a explicação para a expulsão de sócio, anunciada pelo acima referido organismo:

 

"Em causa estão, nomeadamente, a violação dos seguintes deveres: honrar o clube e defender o seu nome e prestígio, zelar pela coesão interna do clube, manter impecável comportamento moral de forma a não prejudicar os legítimos interesses do Sporting - designadamente, defendendo e zelando pelo património do Clube -, e, adicionalmente, e por ser, à época das infrações, órgão social, deveria cumprir e fazer cumprir os estatutos e exercer o respetivo cargo com a maior dedicação e exemplar conduta cívica e moral.

 

Esta decisão, que produziu efeitos a partir de 17 de Outubro, foi remetida a 13 do mesmo mês ao referido ex-associado, de acordo com a lei, tendo-se constatado que o mesmo se recusou a ser informado da respetiva notificação. Foram já dadas instruções ao departamento de Sócios do Sporting Clube de Portugal para que o ex-associado Paulo Pereira Cristóvão seja eliminado da base de dados do Clube, não obstante já se verificar que o mesmo não cumpria o dever de pagamento de quotas desde dezembro de 2016".

 

A acima citada decisão já mereceu resposta, via comunicado, por parte do antigo dirigente do Sporting:

 

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publicado às 03:23

 

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Dando seguimento ao nosso post desta segunda-feira Com ou sem VAR, continuamos a ter decisões desordenadas, relativamente ao incidente (troca de palavras) no jogo entre o Vitória de Guimarães e Marítimo, foi hoje anunciado que Zainadine (Marítimo) foi suspenso por dois jogos, enquanto que o vimarenense Jubol vai ficar um jogo de castigo.

 

Recorde-se que o árbitro Fábio Veríssimo, que acompanhou o episódio de perto, não gostou do teor da conversa e deu ordem de expulsão aos dois jogadores.


Como se pode ler no relatório do árbitro da AF Leiria, Zainadine correu desde a área até ao meio-campo, quando Ricardo Valente estava a ser assistido, e iniciou a discussão. "És um filho da p... do c.... Vai para a p... da tua mãe. Quem pensas que és tu, palhaço?", disse o defesa moçambicano. Logo de seguida, Jubal respondeu. "Vai para a p... que te pariu, seu filho de uma p.... Vou-te f..." .

 
Ora, o central do V. Guimarães, que fica afastado da visita ao Restelo, tem uma pena mais leve do que a de Zainadine - falha a receção ao Benfica e a 3.ª eliminatória da Taça caso o jogo seja na data prevista - devido à atenuante que consta na alínea d) do ponto 1 do 55.º artigo do Regulamento Disciplinar da Liga. Em causa está o facto de o brasileiro ter reagido a uma provocação.

Na base da decisão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol está a alínea b) do artigo 158.º, que prevê que os atletas possam ser castigados "no caso de expressões dirigidas contra outros jogadores, com a sanção de suspensão a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos".
 
Não pretendemos de modo algum absolver de responsabilidade os dois jogadores, nem inocentar a oratória, mas, na realidade, é apenas um caso que obedece aos critérios pessoais do árbitro. Este tipo de discussão, recorrendo a ofensas e impropérios, infelizmente, é comum no futebol. Creio que muito poucos árbitros teriam recorrido a expulsão para serenar os ânimos.
 
O passar do tempo e jogos dirá se este incidente, com as consequências de registo, servirá para refrear confrontos semelhantes no futuro.
 

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publicado às 18:25

A cor da camisola faz diferença !

Rui Gomes, em 30.04.17

 

 

Não é que seja novidade alguma, mas merece sempre a pena sublinhar a realidade. Aqui não nos preocupamos em defender o FC Porto, mas não deixa de ser verdade que Luisão sempre gozou de um estatuto especial de impunidade em Portugal, e que a expulsão de Maxi Pereira peca por insuficiência, tal o número de vezes que ele mereceu esta sanção enquanto de "encarnado" e passou ileso.

 

A cor da camisola faz diferença, hoje... e sempre !

 

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publicado às 03:20

 

 

Confesso sentir alguma satisfação ao ver estas imagens e ao ler reportagens sobre o comportamento de Teo Gutiérrez ao serviço do Rosario Central, onde se encontra por empréstimo do Sporting até ao final da época. Para quem acompanha o blogue, não é segredo algum que sempre critiquei este jogador enquanto em Alvalade, muito pela sua falta de carácter, e não foram a meia dúzia de golos que marcou antes de sair que me persuadiram a mudar de opinião.

 

O avançado colombiano marcou pela primeira vez em sete jogos pelo Rosario Central e para celebrar o feito correu na direcção dos adeptos adversários e festejou com uma alusão ao River Plate, eterno rivais do Boca Juniors, despoletando uma autêntica batalha campal e acabando por ser expulso.

 

A polêmica participação de Teo Gutiérrez não parou por aí. Depois do vermelho, o jogador deixou o relvado comemorando, tapou o nariz ao ser vaiado pelos adeptos e voltou a repetir o gesto da faixa da camisola do River.

 

Em declarações à imprensa, Ricardo Carloni, vice-presidente do Rosário Central, deixou aviso: “Cometeu um erro que já fizemos saber que não poderá repetir com a camisola do Rosário. Sabíamos os riscos que corríamos ao contratá-lo, mas ainda acreditamos que ele possa mudar. Se não, vamos ter de conversar sofre o futuro".

 

Teo Gutiérrez é incorrível. Já o demonstrou por onde passou e não vai ser agora que vai optar por um comportamento digno. Que Jorge Jesus possa ter saudades dele, é caso para um psicólogo explicar.

 

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publicado às 05:02

Consideração do Dia

Rui Gomes, em 15.09.16

 

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«As influências e o peso de uma equipa são muito importantes. Durante o jogo, os jogadores do Real Madrid falavam com o árbitro, faziam gestos, não se passava nada... e bem. Eu fiz a mesma coisa e nem foi para o árbitro. Uma falta, manifestei-me que não era e ele estava lá não sei onde...

Tenho dúvidas que se estivesse no banco até ao fim perderíamos este jogo. Algumas não... não tenho dúvidas nenhumas».

 

A explicação de Jorge Jesus, na conferência de imprensa no final do jogo, sobre a sua expulsão, ordenada pelo árbitro italiano Paolo Tagliavento.

 

As imagens televisivas mostraram de modo esclarecido, Jorge Jesus a protestar veemente a falta assinalada a William Carvalho num lance com Modric.

 

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Como já indiquei no meu outro escrito, Jorge Jesus fez um excelente trabalho a preparar a equipa para este difícil jogo e é um momento para o congratular e não criticar. Dito isto, se alguém tem de ter um comportamento sensato e equilibrado é o líder, indiferente se o árbitro decidiu bem ou mal um qualquer lance. Jorge Jesus devia ter reflectido sobre a sua participação num jogo de carácter europeu, no terreno de um adversário com enorme peso e influência.

 

Nunca saberemos se o resultado teria sido diferente, caso a expulsão não tivesse ocorrido, e não fica bem a Jorge Jesus oferecer essa hipotética garantia agora, especialmente se considerarmos que ele próprio é a parte mais responsável.

 

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publicado às 04:53

 

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A indignidade desceu de vez ao Sporting. A mando de Bruno Azevedo de Carvalho. Preterindo todas as formalidades legais e estatutárias, em antecipação a uma eventual decisão que só pelos sócios podia ser tomada, eis que surgiu a expulsão de associado do Sporting do anterior presidente do clube, Luiz Godinho Lopes. Uma vergonha, que faria corar de estupefacção José de Alvalade. Uma indignidade sem limites e um absurdo legal condenar alguém sem contraditório, uma atitude que envergonha os verdadeiros sportinguistas.

 

Eis a defesa de Luiz Godinho Lopes, através de comunicado:

«Exclusivamente com o objectivo de esclarecer os sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal em primeiro lugar e para defesa da minha honra e integridade moral em segundo lugar, decidi fazer este comunicado.

 

Não pretendo, para salvaguarda do bom nome do nosso Clube, discutir na praça pública este tema e espero, nos tribunais, repor a verdade dos factos. Não sendo exaustivo, apresento a seguir o desfecho:

 

Quando em vésperas do jogo da Taça de Portugal, que com minha satisfação ganhámos, recebi o.."pseudo inquérito"....com a intenção de me expulsar - fiquei incrédulo.

 

Não reagi publicamente, pois entendi que o Sporting Clube de Portugal é sempre mais importante e, portanto, não deveria desviar as atenções para este tema, que já estava decidido: a minha expulsão de sócio.

 

Não reagi na semana seguinte pois a notícia relativa ao SCP era a não continuidade do treinador Marco Silva e a contratação de Jorge Jesus.

 

Fi-lo então na semana seguinte na certeza de que a "intenção" passaria a realidade muito brevemente. É assim que agora me notificam antes da Assembleia Geral do dia 28, para poderem apresentar esta decisão como se tivesse terminado, internamente, um dia de caçada e a conquista de um troféu e, logo, nada melhor do que a sua exibição.

 

Senão vejamos:

 

Quando se toma posse em Março de 2013, a seguir a um mandato interrompido e resultante de umas eleições muito atribuladas e se leva 19 meses (Outubro de 2014) a apresentar o resultado de uma "auditoria de gestão" de um período de 24 meses(duração do mandato anterior referido);

 

Quando se abre um inquérito que leva sete meses (Outubro de 2014 a Maio de 2015) e durante esse período, tal como na "chamada auditoria de gestão" não se interroga os visados;

 

Quando não se anexam os documentos que fundamentam a expulsão e são dados 15 dias para responder a um inquérito de sete meses e a uma "auditoria" apresentada 19 meses depois;

 

É porque se quer expulsar, independente de qualquer defesa.

 

As razões e fundamentos apresentados são extraídos de um contexto, com omissão propositada de informação, com vista a atingir o objectivo pré-traçado.

 

Amanhã serão apresentados novos resultados. Os visados não conhecem os mesmos nem lhes foram feitas quaisquer perguntas. No entanto a comunicação social foi informada e as conclusões de uma "auditoria que não o foi" vão ser apresentadas amanhã em Assembleia Geral.

 

Ouvir falar de desvios sem conhecer nem a base nem o seu objecto e calúnia. Discutir na praça pública só serve para manchar o bom nome do Sporting Clube de Portugal.

 

É assim que é "gerido" hoje o nosso Sporting Clube de Portugal. Quando tudo parece tranquilo, sem oposição interna e com "sede" de ganhar no futebol, decide-se "minar" por dentro.

 

A decisão de fazer a defesa no tribunal resulta de:
- poder ter acesso a toda a informação que ainda esteja no Clube
- poder estar perante uma entidade imparcial em que se confia
- poder repor com o tempo necessário e indispensável a verdade dos factos

 

Com a certeza de que:
- nunca "usei o lugar para meu benefício", de que
- "nunca geri com dolo", de que
- "todas as atitudes que tomei foram para beneficiar exclusivamente o Sporting Clube de Portugal" e de que
- nenhuma "verdadeira auditoria" pode manchar o meu bom nome

 

Irei processar pessoalmente os que agora me expulsaram e também os que tentaram prejudicar a minha imagem, pondo em causa os seis anos (1999/2003; 2011/2013)da minha vida que dediquei a tempo inteiro com prazer e sem contrapartidas ao Clube mas com sérios prejuízos profissionais e familiares. Aguardarei o desfecho com a mesma tranquilidade de jamais ter prejudicado o meu Clube.

 

Viva o Sporting Clube de Portugal.»

 

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publicado às 14:26

Justiça poética !

Rui Gomes, em 15.06.14
 

 

Além da enorme surpresa em ver Costa Rica vencer o Uruguai, por 3-1, o jogo ainda proporcionou outro acontecimento "inédito" - que eu considero justiça poética - pela "espectacular" expulsão daquele muito gentil rapaz que joga a defesa direito pelo clube do outro lado da Segunda Circular.

 

Maxi Pereira assume a distinção de ser o primeiro jogador a ser expulso no Mundial 2014 - no primeiro jogo da selecção do seu país - uma ocorrência fenomenal considerando que no campeonato português foram necessários 162 jogos para um árbitro ter a coragem de fazer justiça às suas inúmeras acções faltosas.

 

Neste caso concreto, aconteceu aos 90+4 minutos de jogo, quando Maxi Pereira decidiu pontapear o jogador costa-riquenho Joel Campbell, o 99.º cartão vermelho directo na história dos Campeonatos do Mundo.

 

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publicado às 07:13

Fenómeno da década

Rui Gomes, em 07.10.13

 

 
Algo verdadeiramente extraordinário aconteceu no embate de domingo entre o Estoril e o Benfica: Maxi Pereira foi expulso !!!
 
A primeira ocorrência do género com o defesa encarnado em 7 campeonatos e nem sequer foi uma expulsão directa, mas pelo segundo amarelo. Um autêntico fenómeno, quase "milagre", sem explicação lógica - ou terá até muita - em que um dos mais faltosos jogadores da Liga portuguesa conseguiu passar impune estes anos todos. Nem mesmo a agressão cometida sobre Jefferson - ilustrada na foto - no jogo da 3.ª jornada desta época, foi o suficiente nos olhos do árbitro para merecer a expulsão. Nada menos do que incrível !
 

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publicado às 04:01

Diferenças de opinião

Rui Gomes, em 06.03.13
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A expulsão de Nani no embate com o Real Madrid está fazer correr muita tinta mas, curiosamente, alguns ingleses não consideram que a expulsão tenha sido injusta. Entre estes, Roy Keane, ex-capitão dos «Red Devils» que, a comentar o jogo para a ITV, afirmou que a decisão do árbitro foi correcta por ter sido «jogo perigoso» e «merecedor de cartão vermelho», indiferente da intenção de Nani. Explicou, ainda, que «um jogador tem de estar sempre consciente dos outros jogadores à sua volta quando se faz à bola. Foi um caso infeliz e eu compreendo as emoções, mas Nani foi bem expulso.»

 

Se os adeptos do Manchester United já estavam mal dispostos, mais furiosos ficaram pelas palavras do seu antigo capitão e manifestaram o seu desagrado nas redes sociais. Keane também explicou que muito embora a decisão final seja do árbitro, não se sabe ao certo se não foi por indicação do seu auxiliar que estava mais próximo do lance. De qualquer modo, mais um caso polémico do futebol que vai ser discutido nos cafés e nos bares durante muito tempo.

 

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publicado às 11:36

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