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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Há mesmo coisas incríveis na vida, esta, que tem um significado muito especial para mim, e que não resisto partilhar com os leitores.
Uma das recepcionistas no escritório chamou-me hoje a atenção que, pelos vistos, está a correr um spot publicitário na televisão norte-americana sobre "fitness" e que um familiar dela a alertou que eu apareço em uma foto que se encontra exposta na parede no local onde parte do vídeo foi filmado.
Desconheço quem é o realizador da obra assim como o protagonista principal do breve vídeo, intitulado My Grandson's Hero (O herói do meu neto), e que vem com o seguinte texto em inglês, que eu aqui transcrevo em português:
"Não sou um herói. Não me encontrarão em nenhum museu. Não existem estádios com o meu nome, ou cromos com a minha imagem. Não sou o vosso herói, mas sou o dele. Viver uma boa vida. Está ao alcance."
Logo no início do vídeo aparece uma foto na parede, à esquerda, que é nada mais nada menos a minha equipa de futebol de 1982 - da qual diversos elementos já faleceram, infelizmente. Eu, como presidente do clube em questão, então, estou na fila de cima à esquerda, ao lado de um rapaz mais alto que era então o chefe do departamento de futebol. Naquele período de quatro anos fomos campeões três vezes e vice-campeões no outro, a um mero ponto do vencedor, além de muitas outras conquistas.
Também por mera coincidência, na equipa do mesmo clube de 1984, em que ainda constavam diversos atletas da de 1982, estava um jogador formado no Sporting, de nome João Moniz, natural de Angra do Heroísmo, que jogou para mim em diversos clubes. Quem desejar pesquisar os registos históricos, o João Moniz aparece na foto oficial do Sporting de 1972/73, como vencedor da Taça de Portugal, e na de 1973/74, como Campeão Nacional.
Mas, em análise final, esta coincidência da foto no spot publicitário é fascinante, para mim, claro. Coisas da vida.
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