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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) continua a amealhar milhões de euros com o bom desempenho da selecção portuguesa nas grandes competições como os campeonatos mundiais e europeus.

Desde 2000, a FPF já angariou 142 milhões de euros, com destaque para a conquista do Euro2016, em França, tendo recebido 25,5 milhões de euros.

Dez anos antes, no Mundial2006 na Alemanha, a equipa das quinas já tinha arrecadado 22,5 milhões pelo quarto lugar. Agora, garantida a presença no Euro2020, Portugal tem também garantido 9,25 milhões de euros.

Este ano, Portugal ganhou ainda a Liga das Nações, sendo uma competição nova, ainda pouco mediática, logo menos rentável, mas mesmo assim a federação comandada por Fernando Gomes conseguiu um prémio de seis milhões de euros, com o bónus de não ter gastado em grandes deslocações e alojamento, uma vez que a competição foi organizada em Portugal.

Agora, quando ao Euro2020, que começa em Junho do próximo ano, cada uma das 24 selecções presentes irá receber os tais 9,25 milhões de euros apenas pela presença, mas o número pode aumentar para 34 milhões de euros - muito superior ao que aconteceu em 2016 - caso vençam a prova.

publicado às 02:45

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Algumas considerações de José Couceiro - director-técnico da Federação Portuguesa de Futebol - num almoço-debate, organizado pelo International Club of Portugal (ICP), num hotel de Lisboa, com o tema Deixa jogar... E formar para o mundo":

- "Para se ter um futebol de qualidade, precisamos de espaços com melhores qualidades. Vamos ter de ter, obrigatoriamente, melhores condições. Com o processo de certificação da FPF, só a partir de um determinado nível é que se pode fazer contratos de formação desportiva".

- "Os pais são um factor excessivo de pressão sobre os jovens. Não é preciso que sejam pais mal-educados, basta o pai estar na bancada a dar indicações contrárias ao que o treinador pediu ao filho, por exemplo. Coloca os jovens numa posição difícil. Obedecem ao treinador ou ao pai? Não têm de intervir”.

- "Copiar tudo o que se faz nas equipas seniores profissionais nos escalões de formação, sobretudo nos mais baixos, é um erro. É necessário adaptar o jogo à criança e não obrigar o jovem futebolista a adaptar-se ao jogo dos adultos".

- "O jogador é o centro de tudo. Quando os dirigentes ou os treinadores julgam que são eles o espaço central num jogo, estão a cometer um erro básico. Os treinadores são muito importantes para potenciar os jogadores, os dirigentes têm um carácter decisivo no processo, mas sem jogadores de qualidade, não se formam equipas de qualidade".

- "Há uma grande pressão sobre os treinadores encarregues das equipas de formação e fraco reconhecimento na sua valorização. Os clubes trabalham a um nível muito bom. Não há selecções nacionais sem clubes. O trabalho vem dos clubes e as selecções nacionais ajudam a potenciar".

Actualmente director-técnico da FPF, José Couceiro regista passagens, enquanto treinador de futebol, por Alverca, Vitória de Setúbal, FC Porto, Belenenses, Kaunas, da Lituânia, Selecção lituana, Gaziantepspor, da Turquia, Lokomotiv de Moscovo, da Rússia, Estoril Praia e Sporting, no qual também desempenhou o cargo de director-geral e foi candidato à presidência, nas eleições de 2013.

O homem que eu gostava de ver à frente do futebol do Sporting. Houve essa oportunidade em 2013, mas, claro, os sócios é que sabem mais e melhor e por isso não o elegeram.

publicado às 05:01

 

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A Federação Portuguesa de Futebol e a UEFA pediram para serem constituídas assistentes no processo que envolve Rui Pinto.

 

As duas instituições vão ser representadas pelo advogado e antigo Secretário de Estado do Desporto e da Juventude, Alexandre Mestre, consultor da Abreu Advogados.

 

Os requerimentos chegaram ao DCIAP no início de Abril, com a UEFA e a FPF a pedirem autorização para consultar os autos, alegando estar em causa o envolvimento de vários operadores ligados ao futebol.

 

Recorde-se que Rui Pinto foi detido na Hungria devido a um mandado de captura europeu pedido pela Polícia Judiciária. Depois de uma primeira fase em prisão domiciliária em solo húngaro, o português foi extraditado para Portugal, onde aguarda em prisão preventiva.

 

publicado às 06:32

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 29.03.19

 

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No final de acesa reunião que foi realizada esta quinta-feira, em Gaia, o grupo de clubes denominado G15, decidiu, "por unanimidade", requerer reunião com o presidente da Liga, na próxima segunda-feira, para "pedir mais explicações" sobre o processo de reintegração do Gil Vicente na próxima edição da primeira liga, já exigida pela Federação Portuguesa de Futebol.

 

O chamado G15, do qual não fazem parte F. C. Porto, Benfica e Sporting, ou, pelo menos, uma boa parte dos clubes questionam a validade da decisão tomada por Pedro Proença, presidente da Liga, após acordo com Gil Vicente e Belenenses. Outros emblemas não aceitam que se volte a adiar a reintegração, desrespeitando o que ficou acordado em 2018 e que já se encontra plasmado no regulamento de competições para 2019/2020.

 

A Federação Portuguesa de Futebol, entretanto, também emitiu um comunicado, no qual exige a integração do clube de Barcelos na Liga já na próxima temporada. O organismo federativo diz não aceitar que "as expectativas criadas em todas as entidades e agentes desportivos, por via das alterações regulamentares e deliberações tomadas no seio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, sejam frustradas neste momento, com impactos negativos em todas as competições seniores nacionais".

 

A FPF garante ainda que "os factos mais recentes vindos a público, quase três anos após a primeira decisão, em nada alteram a posição" e assegura que não terá uma "atitude passiva"  na matéria.

 

publicado às 04:03

 

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Dez dias após ter escrito este artigo aqui no Camarote Leonino, eis que hoje volto a escrever, não um original, mas antes para citar uma noticia acabada de ser lançada no site da FPF:

 

"O próximo jogo em casa da Selecção Nacional A no grupo B da fase de qualificação para o Campeonato da Europa de 2020, frente ao Luxemburgo, vai realizar-se no Estádio José Alvalade, a 11 de Outubro (19h45).

 

Antes desta partida, Portugal vai cumprir os dois encontros da "final four" da Liga das Nações na zona Norte do País: o Portugal-Suíça está já marcado para o Estádio do Dragão (19h45), sendo que o palco da outra partida dependerá do resultado frente aos helvéticos (as únicas possibilidades são o Estádio do Dragão e o Estádio D. Afonso Henriques).

 

Até ao mês de Outubro, a 'Equipa das Quinas' tem ainda duas deslocações no âmbito do apuramento para o próximo Europeu, à Sérvia (7 de Setembro) e à Lituânia (10 de Setembro).

 

O Presidente da FPF, Fernando Gomes, salientou a importância do apoio dos adeptos em todo o país nos compromissos que se avizinham:

 

"Nos últimos anos, a Selecção Nacional tem efectuado jogos em diversos estádios do País, o que de resto sucede com todas as Selecções Nacionais dos diferentes escalões. Em Junho estaremos no Norte, que escolhemos para receber a fase final da Liga das Nações, e em Outubro disputaremos um jogo muito importante com o Luxemburgo, em Alvalade. Estamos certos que, a exemplo do que aconteceu na recém-dupla jornada de qualificação para o Europeu 2020, os portugueses estarão nos estádios ao lado da Selecção nestes compromissos tão importantes."

 

Frederico Varandas, presidente do Sporting, congratulou-se com o regresso da principal Equipa das Quinas ao recinto do emblema leonino:

 

“Estamos muito satisfeitos com a decisão da Federação Portuguesa de Futebol. Não recebemos, no Estádio José Alvalade, um jogo da Selecção desde 2015. É o regresso da nossa Selecção, Campeã em título do torneio, a um palco de excelência que é a casa de um conjunto largo de jogadores que foram formados no Sporting Clube de Portugal. Uma feliz notícia para o Sporting. Esperamos um Estádio cheio e um grande ambiente de vitória para a Selecção Nacional."

 

in: www.fpf.pt

 

publicado às 16:30

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 24.03.19

 

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Na quinta-feira, a Federação Portuguesa de Futebol reuniu-se com com os presidentes de clubes que actuam no principal escalão português, e o assunto fulcral em discussão foi a redução do número de equipas da 1.ª Liga de 18 para 16, a curto prazo. 

 

Entende a FPF que é prioridade máxima tornar a 1.ª Liga mais competitiva - e assim subir no ranking da UEFA. Desta forma, seria possível que duas equipas portuguesas entrassem directamente para a Liga dos Campeões.

 

Outro ponto em discussão foi a reestruturação das competições internas, com foco na Taça da Liga. Esta competição poderá ser extinta, permitindo às equipas nacionais mais tempo de descanso.

 

publicado às 03:04

A "Luz" que ilumina a FPF

Rampante, em 16.03.19

 

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Escrevo este texto, motivado pelo comentário do leitor “Leão da Guia”, que comentava neste post, o facto da Selecção Nacional jogar os próximos dois encontros deste mês no Estádio da Luz.

 

Na minha opinião, é notório e demais evidente que existe uma óbvia preferência da FPF por este estádio, senão vejamos:

 

Desde Março de 2015 (último ano em que a Selecção jogou em Alvalade), até Março de 2019, a equipa de todos nós fez 25 jogos em Portugal, sendo 14 amigáveis e 11 oficiais.

 

Destes 25 jogos:

 

  • 8 foram no Estádio da Luz
  • 3 no Estádio-Fantasma de Leiria
  • 2 no Bessa e 2 no Algarve
  • 1 em Alvalade (a 04 de Setembro de 2015)
  • 1 no Estádio do Dragão
  • 8 nos restantes estádios

 

Se formos a ver apenas os jogos oficiais, então temos:

 

  • 6 no Estádio da Luz
  • 1 em Guimarães, Bessa, Algarve, Aveiro, Braga
  • 0 em Alvalade e 0 no Dragão

 

A última vez que a Selecção jogou em competição em Alvalade foi a 11 de Outubro de 2013, já lá vão quase 6 anos.

 

Exige-se que a FPF explique os motivos e se o não fizer, exige-se que os clubes exijam uma justificação junto da FPF.

 

O FCP provavelmente irá remeter-se ao silêncio, uma vez que o Estádio do Dragão já tem garantidos 2 jogos para este ano (após 3 anos de um amigável que lá se jogou).

 

Não havendo explicações públicas, é natural que as pessoas acreditem que esta preferência se dê pelos motivos que vieram a público através dos e-mails filtrados, ou seja, por haver trocas de dinheiro entre a FPF e o SLB, “pela porta do cavalo”, para além dos montantes oficiais.

 

Da minha parte, surpreende-me que nem FPF, nem SLB, tenham vindo ainda a público justificar o que para eles significa “…pagar pela porta do cavalo…”, em especial, porque esta afirmação indicia práticas ilegais de branqueamento de capitais, um crime público que a ser real, poderia levar a FPF a perder o Estatuto de Utilidade Pública.

 

Mais, surpreende-me que sendo o SLB uma SAD cotada em bolsa, nunca tenha havido por parte das entidades reguladoras, nomeadamente CMVM, qualquer questão e/ou pedido de esclarecimento, esquecendo-se porventura (ou fazendo-se de esquecida) que o crime é alargado às Instituições Reguladoras que, por mero indício, não actuem.

 

Este caso com certeza ainda dará muito que falar, até porque estes são crimes públicos e a partir do momento que a mera suspeita surja (e já surgiu na imprensa nacional) o Ministério Publico terá de actuar…

 

Poderão as Instituições tentar “esquecer” o caso, no entanto compete-nos a nós cidadãos pressionar até que haja respostas, e nesse sentido, o Sporting, como um dos principais lesados, poderá ter um papel fundamental, queira esta Direcção disponibilizar-se a isso.

 

P.S.: Podendo um jogo oficial render mais de 1 Milhão de euros (directa e indirectamente) ao “dono” do Estádio, é fácil perceber o quão apetecível é albergar os jogos da Selecção.

 

publicado às 12:00

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 07.12.18

 

Em declarações à Rádio Renascença, esta quinta-feira, Bruno Mascarenhas, ex-dirigente do Sporting, explicou as razões que o levaram a não abdicar do lugar como representante do Clube na Federação Portuguesa de Futebol:

 

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"A pessoa que tem de me contactar, até porque eu já demonstrei disponibilidade para isso, é o Dr. Frederico Varandas. Eu não vou andar a correr atrás dele a pôr-me em bicos de pés sobre este assunto (...) Não acredito que a Direcção do Sporting - porque isso revelaria uma total falta de conhecimento de como as coisas funcionam - esteja directamente por detrás disto. É, com certeza, um lapso. Porque não se pode tirar confiança política a um cargo que é de eleição. Acho que isto é um assunto que será esclarecido em breve. E mais uma vez digo, se o Dr. Frederico Varandas tiver interesse em falar, era bom que assim fosse.

 

O Sporting não tem possibilidade de substituir, ou de nomear, uma pessoa para o meu lugar, ou para o lugar do Dr. Rui Caeiro. O Sporting perderia, pura e simplesmente, o seu representante. Porque quem sobe é a pessoa que está atrás, isto é, um suplente de outra Sociedade Desportiva. Ainda recentemente, saiu o representante do Gil Vicente e entrou o representante do Tondela."

 

Sendo verdade, e em princípio não me parece que Bruno Mascarenhas teria a ousadia de mentir publicamente sobre uma questão tão fácil de confirmar, houve aqui um qualquer problema de comunicação, quiçá do jornal Record, o primeiro a noticiar o que até agora era um não assunto.

 

Dito isto, também é de estranhar que o presidente do Conselho Directivo do Sporting ou outro elemento da administração não tenham vindo prontamente a público esclarecer o caso.

 

Ou será que há aqui uma outra explicação ?

 

publicado às 04:18

 

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O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, convidou os presidentes dos clubes da I Liga para uma “reflexão conjunta sobre a competitividade externa do futebol português”, disse à agência Lusa fonte oficial federativa.

 

Fernando Gomes enviou cartas aos clubes do escalão principal, propondo a realização de dois encontros, em 17 de Dezembro, precisamente no dia em que se completam sete anos sobre o início do seu mandato, um a Norte do país e outro a Sul, “para que seja mais fácil a presença dos presidentes”.

 

O objectivo do presidente da FPF é a “construção de um plano conjunto que permita ao futebol português reforçar a posição no ‘ranking’ europeu dos clubes profissionais de futebol”, questão que Fernando Gomes considera “nuclear para Portugal nos próximos anos”.

 

publicado às 04:15

A solidariedade, segundo a FPF

Rui Gomes, em 20.10.18

 

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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou esta sexta-feira que irá aplicar parte da receita da participação da selecção principal no Mundial Rússia 2018 em 23 bolsas de estudo, a atribuir a alunos do ensino secundário.

 

O organismo aplica parte da receita do Mundial 2018 em bolsas para alunos carenciados. Segundo a FPF, as bolsas serão atribuídas no presente ano lectivo a alunos matriculados no 10.º ano, residentes em territórios de baixa densidade populacional e cujos agregados familiares demonstrem uma situação de insuficiência económica.

 

O regulamento para atribuição explicita que as bolsas "visam apoiar a prossecução dos estudos, a integração e inclusão, a alunos economicamente carenciados, residentes foram dos grandes centros urbanos, através das seguintes componentes: educação, desporto, cidadania".

 

O período de apresentação de candidaturas começa hoje e termina em 14 de Dezembro.

 

A selecção portuguesa de futebol, campeã europeia em 2016, encaixou 12,6 milhões de euros no Mundial Rússia 2018, competição da qual foi afastada nos oitavos de final pelo Uruguai.

 

publicado às 04:30

 

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Em comunicado enviado à Agência Lusa, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a Altive reagiram às várias criticas que surgiram após o jogo entre FC Porto e Vitória de Guimarães, numa partida em que o sistema de  videoárbitro esteve sem funcionar durante 30 minutos, altura em que ocorreram dois lances muito duvidosos, um deles deu mesmo o segundo golo ao FC Porto:

 

“O sistema é eficiente, como provam os cerca de 35 mil minutos sem registo de ocorrências que impeçam a sua utilização. Nesse período, foram comunicadas publicamente pelo Conselho de Arbitragem falhas em apenas dois jogos: Desportivo das Aves-Benfica (época 2017/18) e FC Porto-Vitória SC (2018/19).

 

Do protocolo de utilização do sistema em cada jogo faz parte um período de testes que envolvem técnicos na Cidade do Futebol [sede da FPF, em Oeiras] e no estádio, bem como a equipa de arbitragem. No jogo disputado no Dragão, (…) o sistema foi testado, como estipula o protocolo. Por volta dos 15 minutos perdeu-se a comunicação com o estádio, devido a falha num componente de ‘hardware’ da solução.

 

A Federação Portuguesa de Futebol e a Altice comprometem-se a continuar a trabalhar em conjunto no desenvolvimento tecnológico - mecanismos de redundância do sistema de videoarbitragem - que permita manter o futebol português na vanguarda”.

 

publicado às 12:56

 

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A Federação Portuguesa de Futebol está a trabalhar já há algum tempo no sentido de criar e lançar uma plataforma de conteúdos da qual fará parte um canal de televisão, noticia este semana o Jornal Económico. O projecto, que visa promover o futebol, deverá chegar à televisão dos portugueses no início de 2019.

 

Pretende ser uma resposta da FPF ao clima que se gerou durante esta temporada a partir dos debates televisivos com foco na discussão dos chamados “casos” de arbitragem. O canal dará privilégio às transmissões em directo e à interacção com as redes sociais e a FPF já começou o recrutamento de profissionais da área da comunicação.

 

Jaime Cravo (ex-SPORTV), Sara Freitas (ex-Porto Canal), Andreia Sofia Matos (ex-TVI) e Jorge Leitão são alguns dos nomes já confirmados para fazer parte do novo projecto e o recrutamento deve continuar nos próximos meses.

 

Segundo o referido jornal, esta plataforma e este canal poderão futuramente concorrer no mercado dos direitos televisivos do futebol para Portugal.

 

publicado às 05:07

 

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A Federação Portuguesa de Futebol lançou esta terça-feira o movimento Conquista o Sonho, com o objectivo de motivar os portugueses a ajudarem a Selecção Nacional rumo à conquista do Mundial de 2018.

 

A imagem de lançamento mostra personalidades conhecidas de diferentes áreas - música, representação, moda e desporto -, "que alcançam ou procuram alcançar grandes feitos num contexto internacional", revela a FPF.

 

Os internacionais portugueses Cristiano Ronaldo, Ricardinho, Madjer e Jéssica Silva, a manequim Sara Sampaio, os actores Daniela Ruah e Pêpê Rapazote, a cantora Ana Moura, a atleta olímpica Patrícia Mamona e o DJ Kura surgem juntos neta iniciativa por Portugal, com a nova camisola oficial da Selecção.

 

publicado às 02:23

 

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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou esta quarta-feira que não se vincula ao "memorando de entendimento" entre Belenenses e Gil Vicente e reitera a recomendação de reintegração na I Liga dos gilistas "no mais curto espaço de tempo".

 

Em comunicado, a FPF revela que analisará "no superior interesse do futebol português, as implicações deste documento, ao qual não se vinculou", tendo ainda reforçado um dos pontos de um comunicado datado de 06 de Junho de 2016, antes de o Belenenses formalizar o recurso, que, com o acordo anunciado na terça-feira, deverá ficar sem efeito.

 

Nessa altura, a FPF anunciou a decisão de não recorrer do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, datada de 25 de Maio desse ano, que ditou o regresso do Gil Vicente à I Liga, recomendando à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), também parte demandada no processo e cuja Comissão Disciplinar, à altura, foi a autora do acto primário sancionador, a reintegração do clube minhoto “no mais curto espaço de tempo possível”.

 

Só pode ser o futebol português !

 

publicado às 03:20

 

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O jornal do Sporting que chegou às bancas esta quinta-feira alerta sobre a demora de resposta da FPF a uma carta de Bruno de Carvalho enviada no final de Abril, na qual pediu ao organismo que "expressamente declare e publicite que o Campeonato de Portugal, de 1921/22 a 1937/38, conferiu aos clubes vencedores o título campeão nacional de futebol e, em conformidade, reconheça os 17 títulos de campeão nacional conquistados por Sporting, FC Porto, Benfica, Olhanense, Marítimo e Carcavelinhos".


 Foram enviados à FPF uma série de documentos e recortes de imprensa da altura. O Sporting sublinha ainda que para a sua fundamentação foi preponderante o livro comemorativo dos 75 anos da FPF intitulado "1914-1989 Os Anos de Diamante do 1.º Centenário do Futebol Português" da autoria de Henrique Parreirão e que conta com textos de João Havelange (presidente da FIFA à época), Jacques George (presidente da UEFA na altura) e Silva Resende (então presidente da FPF).

 

Por enquanto, e ainda segundo o jornal Sporting, a FPF ainda não reagiu e, perante a demora, até é justo questionar se irá reagir perante uma questão deveras problemática que mesmo entre sportinguistas não é verdadeiramente consensual.

 

publicado às 03:29

 

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Foi o que prontamente me veio à mente ao ler a notícia; um autêntico "circo" disciplinar, e em segredo de Estado, com a abertura de mais três processos. A entrada será mesmo grátis, contudo, a saída poderá custar uns milhares.

 

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou esta terça-feira a abertura de três procedimentos disciplinares "no âmbito das competições desportivas profissionais".

 

Em comunicado, o organismo explica que os três processos de inquérito foram enviados na segunda-feira à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e que se vão manter "em segredo até ao fim da instrução".

 

O primeiro processo, instaurado "por decisão do presidente", José Manuel Meirim, tem base em participação disciplinar e é relativo a "factos ocorridos em jogo da I Liga".

 

O segundo, por deliberação do CD, tem "base em notícias da comunicação social, relativas a declarações em rede social", com o terceiro, também proposto pela secção, a ser instaurado a "agente desportivo e sociedade desportiva, com base em participação disciplinar".

 

Bem... não é necessário ser um cientista da NASA para determinar que um dos processos é referente a Nuno Saraiva e, muito provavelmente, relacionado com a sua última missiva de Facebook, dirigida ao presidente e jogadores do SC Braga.

 

Também não surpreenderá ver mais uma "chicotada" disciplinar a Bruno de Carvalho, já que o presidente do Sporting colecciona este tipo de acções indiscretas, através das sua "brilhantes" intervenções públicas.

 

O terceiro, deixo com os leitores. De qualquer modo, não deixa de ser gratificante verificar que o Conselho de Disciplina federativo aproveitou esta paragem no Campeonato para entreter o pessoal com outros assuntos não de menor importância.

 

publicado às 03:51

 

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O caso das e-mails do Benfica tem feito correr muita "tinta" e tudo indica que vai dar para mais. Esta sexta-feira veio-se a saber que a Polícia Judiciária (PJ) esteve na sede da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em Julho, a fim de consultar as classificações dos árbitros das últimas temporada.

 

Ao que foi possível apurar, pelas notícias do dia, os inspectores da Polícia Judiciária levaram alguns documentos, mas não houve buscas, já que o processo foi feito sem mandado, mas pela insistência do próprio Fernando Gomes que contactou a PJ e a Procudoria Geral da República com vista à facultação de total acesso à documentação relativa às nomeações, classificações e relatórios dos árbitros desde Dezembro de 2011, data em que assumiu a liderança do organismo.

 

Estas declarações do líder federativo foram proferidas a 23 de Junho, numa altura que se encontrava na Rússia com a Selecção Nacional, que disputava a Taça das Confederações. A visita da PJ ocorreu semanas depois, já após o regresso da comitiva a Portugal.

 

Como já é do conhecimento público, esta mesma autoridade judicial, há cerca de duas semanas, esteve no Estádio da Luz, bem como nas casas de Luís Filipe Vieira, Paulo Gonçalves e Pedro Guerra, também no âmbito da investigação do caso das e-mails. Neste caso, houve um mandado de busca para o efeito.

 

Depois do que ocorreu com os infâmes processos dos "apitos", um cínico não pode deixar de questionar se este novo processo vai resultar em algo de positivo para o futebol português.

 

publicado às 03:48

 

O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) arquivou a exposição apresentada pelo Benfica contra o Sporting, no que diz respeito a uma alegada quebra unilateral e ilegal do contrato de empréstimo de Ryan Gauld e André Geraldes ao Vitória de Setúbal.

 

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Em finais de Janeiro deste ano, após a polémica partida da fase de grupos da Taça da Liga, entre Sporting e Vitória, decorrente do corte de relações institucionais entre os dois emblemas, os leões decidiram "resgatar" o médio escocês e o lateral português.

 

As águias apresentaram queixa, argumentando quebra contratual unilateral e ilegítima do Sporting. A SAD encarnada invocava, na altura, o o ponto 5 do artigo 78.º, que define que "não são admissíveis cláusulas que prevejam a possibilidade de, por iniciativa unilateral do clube cedente, ser imposto ao clube cessionário o termo do contrato de cedência antes do prazo contratualmente fixado".

 

Todavia, o entendimento do CD da FPF foi diferente, concluindo-se pela "inexistência de indícios da prática de qualquer infracção disciplinar" e, por consequência, arquivando-se o processo.

 

Ficamos com a ideia que esta decisão do Conselho de Disciplina dará ensejo a mais uma email ou duas do clube da Luz, em virtude da sua óbvia preocupação com os termos das cedências do Sporting.

 

publicado às 04:37

 

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Comunicado do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol

 

 

1. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pela natureza das suas competências, tem por regra a não intervenção pública.

 

O exercício da função disciplinar, qualquer função disciplinar, quer-se serena e reservada.

 

Situações há, todavia, em que o órgão disciplinar do futebol português não só pode como deve pronunciar-se publicamente mediante a emissão de comunicado.

 

O Conselho de Disciplina, na época desportiva que se encontra a quinze dias do seu final, já o fez, embora, naturalmente, em casos contados.

 

2. A emissão de um comunicado como a que agora se efectiva sendo excepcional deve fundar-se em razões ponderosas e objectivas, que reclamem a tomada de uma posição pública junto de todos os operadores do futebol e, acima de tudo, perante aqueles que vêem nessa modalidade desportiva uma referência quase diária, isto é, os adeptos, os amantes do desporto e o público em geral.

 

3. Hoje toda a imprensa confere assinalável destaque a um conjunto de declarações e factos, de diversa natureza e origem.

 

Refere-se ainda a investigação do Ministério Público e do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Assim sendo, perante este retrato público, não pode o Conselho de Disciplina deixar de se exprimir, em nome da confiança que devem merecer as instituições desportivas que exercem o poder disciplinar junto de um, como vimos, vastíssimo universo de entidades e pessoas.

 

4. Na sequência das primeiras declarações e notícias sobre o mesmo objecto, que tiveram lugar a 6 e 7 do corrente mês, o Conselho de Disciplina determinou no dia 8, a abertura de um processo de inquérito para apurar a possibilidade de, a partir delas, se configurar ou não a prática de alguma infracção disciplinar.

 

Tal despacho foi, de imediato, remetido à entidade com poder instrutório disciplinar exclusivo, a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

 

Ontem, perante novas declarações e notícias, foi determinado anexar esses elementos ao processo de inquérito.

 

O mesmo sucederá amanhã perante as notícias de hoje e sempre assim será quando o Conselho de Disciplina tomar conhecimento de elementos relativos ao objecto do inquérito.

 

Esclareça-se, aliás, que ao Conselho de Disciplina não chegou, até a este momento, qualquer denúncia, participação, queixa, seja de quem quer que seja ou mesmo anónima.

 

O Conselho de Disciplina agiu de imediato, perante as declarações e notícias públicas, como lhe impõe a lei e os regulamentos, não se demitindo das suas funções a coberto da necessidade do impulso de outros.

 

5. No momento em que nos encontramos a cerca de duas semanas do início de uma nova época desportiva, seria bom que os procedimentos disciplinares, relativos ao passado, se encontrassem a findar.

 

Não é assim e por diversas razões, muitas delas de natureza processual e erigidas em nome da garantia de defesa dos próprios agentes arguidos.

 

6. Tal, contudo, não deve ser um entrave a que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol e todos os operadores do futebol, desde logo, também, a Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, façam todos os esforços que são reclamados por todos aqueles que verdadeiramente amam o futebol como modalidade desportiva que se desenrola em conformidade com os valores desportivos.

 

Todos, no espaço das suas competências, devem isso ao futebol e, nesse sentido, apela-se a que todos tenham um empenhamento redobrado de molde a afastar de forma célere, não só o manto de suspeitas que escurece o universo das competições profissionais,  mas ainda para que todos os procedimentos disciplinares, independentemente da sua natureza ou objecto, venham a alcançar a mais rápida resposta final possível, de modo a que tais competições se disputem, desde o dealbar da época desportiva 2017/2018, num ambiente de regularidade e estabilidade.

 

O Conselho de Disciplina reafirma, uma vez mais, esse propósito de sempre.

 

Cidade do Futebol, 15 de Junho de 2017

 

José Manuel Meirim

 

publicado às 19:28

 

A FPF tornou pública esta sexta-feira a sua proposta para um novo Regulamento Disciplinar, fruto do trabalho levado cabo pela Comissão de Reforma do Regulamento Disciplinar da FPF, presidida por Germano Marques da Silva desde final de 2016. Este RD, a ser aprovado, não é aplicável à I e II Liga, bem como a Taça da Liga.

 

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Por entre uma série de alterações, agora trazidas a discussão, a FPF é clara: é um documento para ser analisado, discutido e por isso ainda aberto a propostas. Sendo assim, a federação divulga mesmo uma morada de mail (conselho.disciplina@fpf.pt) para onde podem ser enviados "contributos" até 16 de Junho.

 

O regulamento disciplinar em causa, que não é válido para as provas profissionais organizadas pela Liga, encerra diversas novidades. Entre elas, a liberdade do Conselho de Disciplina da FPF passar a poder "abrir um processo sumarísismo em qualquer circunstância"; a redução para 200 euros do valor das ofertas aos árbitros - acima disso será corrupção -, valor abaixo dos 300 euros que são o limite em vigor na UEFA.

 

Para ser justo, devemos reconhecer que a campanha do Sporting liderada por Bruno de Carvalho sempre teve algum efeito, muito embora, a bem dizer, para ter impacte global, a Liga de Clubes deveria também adoptar a medida.

 

Este é mais um caso que serve de fundamento para o argumento de que esta ambiguidade de jurisdição devia ser eliminada no futebol português uma vez por todas. Não faz sentido algum existirem regras para as provas organizadas pela FPF e outras para as que são do domínio da Liga.

 

publicado às 04:40

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