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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

O Sporting defronta o Gil Vicente para a 17ª jornada da 1ª Liga. Na época passada, em Barcelos, os leões e gilistas empataram (0-0). Depois de duas vitórias consecutivas, o Sporting voltou a marcar passo, um castigo para o esforço levado a cabo para chegar à vantagem, uma recompensa para a organização defensiva da equipa da casa. Mory Mbane anulou Gyökeres, o guarda-redes Andrew defendeu tudo o que havia para defender, os jogadores leoninos porfiaram, mas o golo redentor não surgiu. O árbitro André Narciso interrompeu uma jogada que deu golo por Trincão, para assinalar um penálti que depois reverteu. Foi o último jogo orientado por João Pereira.
Tal como o jogo em Barcelos na última época, este apresenta-se também com elevado grau de dificuldade. O Gil Vicente atravessa um bom momento, o treinador César Peixoto está a conseguir que a equipa jogue muito ligada, com um futebol defensivo, muito pressionante, e os jogadores procedendo a constante troca de posições. A defesa é segura, apenas Porto, Sporting e Benfica sofrerem menos golos, e ocupa o 4º lugar na classificação.
Na antevisão do jogo, Rui Borges apresentou-se determinado e confiante, mas consciente da dificuldade que constitui defrontar a equipa do Gil Vicente. Destacou-a como muito bem organizada em todos os momentos do jogo, competitiva, intensa, principalmente em casa. Dedicou o essencial da sua intervenção aos jogadores leoninos, garantindo que todos são importantes, que todos vão jogar e que todos vão ter oportunidades e responder por elas. Questionado sobre contratações no mercado de Inverno, respondeu que a principal necessidade é recuperar os que ainda não podem dar o contributo e que os que estão na CAN voltem quando assim puderem.
Na fotografia, imagem do Gil Vicente - Sporting disputado em 2024-25.
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