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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Pela primeira vez na história, as mulheres iranianas puderam assistir a um jogo de futebol da selecção do seu país. Aconteceu esta quinta-feira, num encontro de qualificação para o Mundial de 2022. O resultado?... 14-0, para o Irão contra o Camboja.

Portugal empatou a uma bola com o Irão e fica no segundo lugar do Grupo B, com os mesmos 5 pontos da Espanha, tendo esta a vantagem com mais golos marcados, depois do empate, por 2-2, com Marrocos.
O Uruguai, vencedor do Grupo A, é agora o adversário de Portugal. O jogo está marcado para as 19h00 do próximo sábado, no Estádio Olímpico de Fisht, em Sochi, onde Portugal empatou com a Espanha a três bolas na 1.ª jornada da fase de grupos.
Reconhecendo que o Irão não foi um adversário fácil pelo seu sistema de jogo, Portugal necessita de elevar o seu nível de performance contra os sul-americanos que não sofreram nenhum golo na fase de grupos.
Cristiano Ronaldo falhou uma grande penalidade, o primeiro castigo máximo falhado por Portugal em Mundiais, e Ricardo Quaresma marcou um grande golo com um espectacular remate de trivela.
Alvo de muitos debates, o vídeo-árbitro acabou por ter influência na vitória de Portugal sobre o Irão (2-1), triunfo que garantiu a passagem da equipa lusa aos oitavos de final do Mundial de sub-20.
Aos 73 minutos, o árbitro assinalou grande penalidade contra a equipa de Emílio Peixe. Perante algumas dúvidas no lance, o juiz recorreu ao vídeo-árbitro para analisar melhor a jogada, acabando por anular a decisão.
Por aquilo que é possível compreender, a iniciativa de recorrer ao vídeo-árbitro foi do próprio juiz, perante as dúvidas que sentia sobre o lance. Na realidade, uma vez que tinha dúvidas não devia ter assinalado a falta, sem a necessidade do vídeo-árbitro. Ainda, pela sua posição no terreno, devia ter visto que o jogador português tinha o seu braço junto ao corpo e não fez movimento algum deliberado para a bola.
Isto é o que vai acontecer com frequência no futuro e com a inevitável consequência de afectar a fluidez do jogo. Os árbitros vão tomar determinadas decisões, mesmo quando não têm a certeza do lance, conscientes de que poderão de seguida recorrer às imagens televisas para rever o que ocorreu. Com o passar do tempo, veremos a frequência de situações deste género e o seu impacte global no jogo.
Carlos Queiroz não é das pessoas com quem eu mais simpatizo no mundo do futebol - menos do que ele só mesmo o "Bruno"
-, mas merece reconhecimento pela qualidade do seu trabalho em preparar a selecção do Irão para este Mundial e, em especial, pelo excelente jogo da sua equipa frente à Argentina.
Acho que os iranianos surpreenderam os sul-americanos com a sua organização de jogo e até fiquei com a sensação que criaram mais oportunidades flagrantes de golo. Têm uns jogadores muito interessantes e jogaram bom futebol, que, na minha opinião, era merecedor de um empate, já que a natural supremacia da Argentina não se evidenciou. Para sua infelicidade, tudo foi resolvido já nos descontos com um bom remate de Messi, que até esteve muito discreto, sempre à espera que a bola viesse ao seu encontro. Segundo as suas queixas antes do jogo, quer que a Argentina alinhe com mais avançados: jogaram com dois pontas de lança, Aguero e Higuain, ele próprio e Di Maria nas suas costas e ainda entraram Lavezzi e Palacio. Dá para perguntar a Messi se pretende jogar com apenas três defesas e sem médio algum defensivo.
Um surpreendente bom jogo de futebol. Não esperava tanto !... No golo fiquei com a ideia que o guarda-redes não viu a bola partir e atirou-se para onde calculou que seria a sua trajectória.
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