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img_192x192$2017_01_05_16_18_59_1203503_im_6366916Enquanto o ‘folhetim’ Edinson Cavani se encontra em ‘banho-maria’ (tornei-me crente da causa e acho que o uruguaio, que tem andado a brincar com uma instituição secular, vai assinar… porque LFV não quer ficar mal no assunto), o FC Porto regressou à função sem nenhuma ‘bomba’ (excepção para aquela que foi apresentada pelo ‘míster’), o Sp. Braga segue muito tranquilo e com Paulinho sem propostas que valham a pena (vejo os minhotos muito lá para cima na tabela…) e o Sporting está no Algarve, com a casa virada do avesso.

Porque tem seis novos jogadores, tirando alguns jovens (saúde-se, vá lá, a integração de Daniel Bragança), e deixou na soleira da porta da rua uns quantos, entre eles quatro contratações desta SAD: Ilori, Eduardo, Rosier e Camacho. Qualquer coisa a rondar 17 milhões de euros… Sem falar noutros em ‘saldo’: Acuña, Battaglia e Palhinha!

Ponto prévio: só conheço Adán de o ver jogar. De forma efectiva no Bétis, porque o Adán do At. Madrid, em dois anos (101 jogos)… só jogou sete vezes. Num guarda-redes, sabemos que é igual a nada. E Adán vem para ser titular. Assim, questiono: o que fez Maximiano, ele que representa o ADN do leão (está no clube desde 2012/13, tem 21 anos, é o futuro) para passar por isto? A não ser que venha aí uma proposta de muitos milhões… veremos se não será uma jogada como a de… Domingos Duarte. Rui Patrício não é bom exemplo?

Entretanto, a SAD terá encontrado um bode expiatório para o fracasso do futebol: Roberto Severo. A quem quis mudar de funções, e este, sportinguista de berço, preferiu dizer adeus ao seu clube do coração. Por isso, sócios e adeptos não calam a desgraça. Coisa(s) de doutores...

Excerto da mais recente crónica de José Manuel Freitas, Record

publicado às 03:34

img_192x192$2017_01_05_16_18_59_1203503_im_6366916Passou de preso preventivo a preso domiciliário. Tarde e a más horas, tendo em conta múltiplas atrocidades – dos assassinatos à violência doméstica – que nos entram nestes tempos casa dentro. Estar em prisão domiciliária parece-me, do que observo, forma mais leve de estar detido, embora estando numa casa da PJ e vigiado a tempo inteiro… para segurança do próprio Rui Pinto.

Mesmo assim, e sem sequer poder tocar em computadores, abre-se aqui uma janela de oportunidade para que a sociedade fique a saber das verdades que o famoso "hacker" deve ter escondidas, sem deixar de cumprir o castigo que lhe é devido por ter invadido (e surripiado "material") a casa do alheio. Amarrado ao silêncio durante um ano – deu aquela abébia no "Luanda Leaks" – que venha de lá agora o que interessa. Porque isso dá-nos muito jeito, como tantas vezes defendi, mesmo que, como noticia o Expresso, o que está nos discos rígidos não sirva de prova. Mas pode contribuir para que se conheçam muitos dos podres que têm dominado os bastidores, da política à banca, passando pelo Desporto. O ar em Portugal, mais respirável devido à pandemia, merece ficar puro. Doa a quem doer!

José Manuel Freitas, em Record

publicado às 12:45

 

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Opiniões sobre Jorge Jesus e a sua continuidade no Sporting não faltam, e parece-me claro que nas próximas semanas vamos ler e ouvir muitas mais. Esta, que transcrevo aqui, é apenas mais uma, da autoria de José Manuel Freitas, do portal MaisFutebol, onde palavras, e uma boa dose de elogios, não escasseiam:

 

«Adora ser cortejado. Como se de uma «miss» se tratasse. Ou uma figura do «show business». Ou mesmo a primeira figura de um filme candidato aos Óscares. Jorge Jesus é assim. E tem motivos para tal? Se olharmos estritamente pelo lado profissional, para aquilo que faz nas equipas em que trabalha ou pelo que extrai dos futebolistas, sem dúvida absolutamente nenhuma. E é isso que me interessa enquanto parte integrante desta indústria.

 

Acredito ser verdade, pois os desmentidos nunca foram muito veementes, que o FC Porto, através da sua figura principal, manifestou mesmo a Jorge Jesus a vontade de o ver na liderança dos dragões. Seria o culminar de um namoro antigo que terá para aí quase uma década. Pinto da Costa tem consciência de que é preciso um abanão dos grandes no edifício portista (mesmo que alguns dos seus pares não morram de amores pelo treinador, como se diz ser o caso de Antero Henrique) e que JJ é o homem ideal para o fazer.

 

Mas, mesmo que o projecto seja aliciante e Jesus tenha carta branca para construir uma nova casa A partir da base, em boa verdade há razões fortes para que troque Alvalade pelo Dragão? Numa análise simplista a resposta é não, ganhe ou não a Liga, realidade que só deve conhecida dentro de 10 dias, pois poucos acreditam que isso possa acontecer no próximo fim-de-semana.

 

Mais do que os recordes, que estão aí para serem batidos, nunca o Sporting, pelo menos neste século, jogou de forma tão consistente e brilhante como na presente temporada, nem nunca o Estádio de Alvalade registou assistências como as verificadas nesta Liga, sinal forte de que os adeptos gostam daquilo que têm visto.

 

Sim, nem tudo foi perfeito dirão alguns - e há duas ou três razões para que isso se tivesse verificado: um plantel que só depois de Janeiro mostrou mais soluções na corrida ao título; falta de eficácia particularmente em dois jogos capitais, Guimarães e com o Benfica em casa; mas uma equipa que pretende conquistar a Liga «não pode» empatar no seu ambiente com Paços de Ferreira, Rio Ave ou Tondela, para mais depois do que produziu fora de Alvalade.

 

A juntar a isto, JJ, muitas vezes destemperadamente, provocou de tal forma o rival que o toque a unir na Luz se ouviu nos quatro cantos do mundo, depois de no balneário – e isso foi determinante – todos terem concluído que era tempo de calar o técnico das últimas seis épocas com vitórias. E muitas delas têm acontecido porque o querer muitas vezes se tem superiorizado ao saber.

 

Mesmo assim, volto ao início: não há nada que a mim, enquanto observador, me garanta que Jorge Jesus tem motivos para deixar a meio o trabalho iniciado no Sporting, até porque a próxima temporada, mesmo com as baixas que se anunciam – saídas de Slimani e João Mário ou William Carvalho – tem tudo para ser mais forte. Nesse sentido, acredito, como diria JJ, que a sua continuidade nos leões é uma inevitabilidade.

 

E se for caso disso, Bruno de Carvalho também tem nas mãos a solução do problema: como já referi mais de uma vez na TVI24, no dia em que anunciar oficialmente a sua recandidatura tem o treinador a seu lado a renovar o contrato por mais duas épocas garantindo à nação sportinguista que o caminho será feito a dois».

 

Conjecturas e alguns exageros à mistura não obstante, será que a essência desta opinião continuará a ter vida caso o título não venha para Alvalade esta época ?

 

É que, caso isso aconteça e depois de se «por todos os ovos no mesmo cesto» e de se ter apenas a Supertaça para mostrar, mesmo tendo em conta a agradabilidade dos benefícios colaterais, muitos considerarão a época uma aposta não conseguida e... a elevado custo.

 

publicado às 05:54

Opinião com muita companhia

Rui Gomes, em 25.09.14

  

Há um aspecto do recém-episódio envolvente de Bruno de Carvalho e Manuel Fernandes que eu acho simplesmente fascinante. Muito à parte da essência da contenda, aparenta existir um grande número de pessoas, em geral, e sportinguistas, em particular, que, na óptica de umas quantas mentes que flutuam de forma pouco inconspícua na praça, interpretaram "mal" as palavras do presidente do Conselho Directivo do Sporting.

 

Reparei casualmente em um breve comentário de José Manuel Freitas - do jornal "A Bola" - que, segundo consta, é adepto benfiquista (não sei isto ao certo), mas para o caso até não interessa. Na sua coluna, onde aborda várias temáticas, escreveu o seguinte:

 

«A minha opinião vale o que vale, mas não posso deixar de reagir quando dizem que o grande capitão Manuel Fernandes, foi o pior funcionário dos leões. Não acredito, até porque se trata de um dos maiores símbolos do Sporting, e como eu, há largas dezenas de milhares que o podem confirmar.»

 

É bem verdade que a opinião de José Manuel Feitas, tal como a nossa, vale o que vale, e acaba por ser, apenas, a voz de mais uma "alma perdida" que não teve a capacidade intelectual para "correctamente" interpretrar as palavras de Bruno de Carvalho. A sua única  consolação, face a esta acentuada "carência", é em ter muita companhia.

 

Adenda: Segundo informações que nos chegaram por leitores, José Manuel Freitas é, na realidade, um grande adepto do Sporting. Fica assim corrigido a minha inicial indicação de que poderia ser adepto do rival.

 

publicado às 05:21

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