Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



f032b1d7064201fba2a5be3c984bb38d--portugal.jpg

Na peugada do seu super-alucinado guru, essa imbecil gentalha exibe uma total carência de civismo, de moral e – face à gigantesca tragédia que se abateu sobre o nosso ameaçado planeta – de verdadeiramente infame e chocante falta de humanitarismo!

Para essa cambada de garotos tudo e mais alguma coisa vale, mesmo o mais execrável e repugnante, para alimentar a sua ilusória ambição de se apoderar do Sporting – o que, nunca acontecerá!

Depois da inesquecível e dolorosa catástrofe produzida pelos seus destituídos mentores, os verdadeiros sportinguistas jamais o permitirão!

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:33

mw-1280.jpg

Naquele dia, liguei logo para a minha mulher, porque não sabia se iria voltar a casa. Este episódio ficará para sempre na minha memória. Ainda hoje, no final dos jogos, tenho medo de que volte a acontecer” – Jérémy Mathieu

Nunca vivi nada como isto, nem acho que tenha acontecido em mais algum lado. Mais do que pela minha vida, temi pela da minha família. Pedi à minha mulher para ir com a minha filha para o Porto. Fiquei mais nervoso, com mais ansiedade antes dos jogos e com medo de que isto se repita se a equipa tiver um resultado menos positivo”Bruno Fernandes

Pensei que ia morrer... O meu pensamento era que não nos matassem... 'Queres ir embora? parto-te a boca toda'... disse-me um dos atacantes. Senti que o presidente estava a voltar os adeptos contra os jogadores. Ainda hoje, passado ano e meio, quando vou a Portugal não me sinto em segurança. Ainda há adeptos maldosos contra nós. Tive muitas ameaças. Tivemos de tomar medidas, eu e a minha família. Tinha de sair. Era impossível continuar em Portugal. Mesmo estando em Inglaterra, há noites e momentos em que ainda vivo aquilo” – Rui Patrício

image_content_2799001_20200228180727.jpg

"Foi horrível. Não sabia qual seria o meu futuro. Vi entrar um homem muito grande com máscara, depois entraram mais e o sexto agrediu-me na cabeça com um objecto e caí imediatamente para o chão, a sangrar, mas ele começou a dar-me pontapés e a dizer a outro para fazer o mesmo. Estava com imenso medo. Logo a seguir ao ataque, fui a um psicólogo e ele sugeriu que seria bom para mim sair do país. Decidi ir três semanas para a Áustria. A minha mulher estava grávida e ela queria dar à luz em Lisboa, “ – Bas Dost

"Muito antes da invasão, Mustafá ligou-me a dizer que o presidente Bruno de Carvalho lhe tinha pedido para ameaçar os jogadores e ainda partir-lhes os carros. Fui um dos principais alvos dos cerca de 40 invasores da Academia. Três ou quatro agarraram-me e deram-me vários socos no peito e nas costas, e a gritar que eu não merecia vestir aquela camisola. Tive muito medo. Fiquei sem saber o que fazer. Estava em pânico"William de Carvalho

Disseram-me que me iam matar, que sabiam onde eu morava e onde era a escola dos meus filhos. Agrediram-me enquanto diziam 'não mereces essa camisola'. A minha primeira reacção foi ligar para a minha família. Senti medo, mais pela minha mulher e os meus filhos. Durante algum tempo andava sempre a olhar para trás, para ver se estava a ser seguido” – Marcus Acuña

"Depois deste incidente fiquei sempre com medo. Ainda hoje, cada vez que o Sporting perde um jogo, fico com medo que isto se volte a repetir. Mandei a mulher e a filha para a Macedónia. Eu fiquei alojado num hotel e no final do jogo da Taça fui ter com eles” – Stefan Ristovski

“Eles diziam que nos matavam se não ganhássemos o próximo jogo [final da Taça). Na reunião, no estádio, na véspera da invasão, o presidente Bruno de Carvalho disse que tinha o chefe da claque a ligar-lhe para saber onde moravam o Acuña e o Bataglia. Nos dias seguintes à invasão tinha muito receio e não andava tão exposto como antes”André Pinto

img_817x460$2019_09_25_22_34_04_361679.jpg

"Desataram aos socos e pontapés logo que entraram, lançando tochas e gritando 'o Sporting somos nós!' Ameaçaram-nos que, caso não ganhássemos no domingo seguinte a Taça, voltariam. Um dos agressores ordenou-me que despisse o equipamento do Sporting. Colocaram-se à porta do balneário, para impedir a nossa saída. Ficámos todos sem reacção e eu em estado de nervos. Já fora do edifício, vi o nosso treinador, Jorge Jesús, a sangrar do nariz e o Bas Dost magoado e a chorar por ter sido atingido na cabeça. Tive pesadelos por causa do ataque” – João Palhinha

Estes são extractos dos depoimentos do julgamento no Tribunal de Monsanto, de algumas vítimas (físicas e morais) da invasão terrorista à Academia Sporting, no trágico 15 de Maio de 2018, por uma horda de delinquentes e malfeitores, cruelmente insensíveis à realidade de que por detrás de cada jogador de futebol existem uma mãe, um pai, uma esposa, filhos, uma família – enfim, seres humanos…

25137208_770x433_acf_cropped.jpg

E – para rematar – recorde-se estas infâmes palavras publicamente proferidas pelo então presidente do Clube – o principal instigador da hostilidade à equipa de futebol e autor moral da profunda degradação do clima vivido no Sporting – no próprio dia mais negro da história da centenária Instituição:

Foi chato ver os familiares dos jogadores e do “staff” a ligarem”… “O crime faz parte do dia-a-dia”…

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:47

Confesso que me decepciona irritantemente o facto de a nossa equipa principal de futebol se apresentar frequentemente a jogo, sobretudo no estrangeiro, plena e voluntariamente despida tanto da identidade visual do Sporting CP como da força global da sua própria imagem – aquela que, ao longo de mais de cem anos, tornou o nosso Clube distintamente identificável em Portugal e internacionalmente.

Tal como há pouco aconteceu em Istambul, vemos repetidamente, através das reportagens televisivas, os balneários utilizados pelo Sporting decorados com espectaculares fotos dos jogadores envergando a tradicional camisola listada verde-branca – a mesma com que, obviamente, centenas ou milhares de apoiantes se apresentam nas bancadas dos estádios, desfraldando orgulhosamente o estandarte verdejante.

Mas, imensa frustração... nenhuma equipa trajada de verde-branco surge nos relvados, mesmo naquelas partidas em que não existe a mínima hipótese de o seu equipamento se confundir com o do adversário, desperdiçando-se soberanas oportunidades de expansão da internacionalidade do Clube. Um paradoxal algo absurdo, a juntar a tantos outros que contribuem gradualmente para destruir a leal paixão pelo futebol.

82915495_10156546108926555_4880200909847527424_o.j

E, talvez seja apenas pura superstição ou mera coincidência, mas as minhas expectativas de sucesso do Sporting em jogos além-fronteiras desvanecem-se de imediato quase sempre que, com um misto de mágoa e indignação, assisto à entrada em campo da nossa equipa, despojada do seu histórico, famoso e vistoso equipamento tradicional – como se tratasse de um qualquer desconhecido 'clubezeco' do bairro. Sentindo-me então dominado por um mau presságio, infelizmente confirmado pela maioria dos seus desaires…

Reconheço, obviamente, que esta penosa actual realidade se deve às pressões do poderoso mundo mercantilista, sem sentimentos, que domina e infecta cada vez mais o desporto, principalmente o futebol. As exigências dos patrocinadores e fabricantes de equipamentos sobre os clubes são permanentes, intensas e não raramente abusivas. A marca Sporting Clube de Portugal, como as dos seus concorrentes, encontra-se prioritariamente subjugada aos interesses próprios das empresas participantes. O deus dinheiro tudo absorve!

Todavia, há que prevalecer o equilíbrio e o bom-senso. Ninguém, nenhuma marca, ganha com a descaracterização da histórica imagem visual do Clube. Antes pelo contrário: todos perdem. Quanto maior for o sucesso desportivo do Sporting CP e da sua prestigiosa marca – nacional e internacionalmente – mais bem-sucedidas e lucrativas serão as empresas e marcas que o apoiam ou com ele colaboram.

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:18

84111044_685627718851945_2502333803045847040_n.jpg

É profundamente condenável a manifesta falta de consideração e de respeito – tanto do arrogante e autoritário senhor Jorge Sousa como da maioria dos seus colegas portugueses – pelos reais artistas do espectáculo futebolístico, que são os jogadores, normalmente ofendidos na sua dignidade humana e profissional por juízes sem a mínima qualificação cívica, ética, psíquica ou técnica para exercer função tão decisiva e responsável.

Na realidade, o que predominantemente se constatou em Braga, no domingo, foi mais uma expressivamente escandalosa “arbitragem” (?) de um tal senhor dubitativamente classificado como “um dos melhores apitadores nacionais”, a qual reconfirmou, de novo e inequivocamente, a justa razão porque – apesar de Portugal ser o Campeão da Europa – os árbitros lusos não serem convocados para actuar nas grandes competições europeias. Um afastamento humilhante para o nosso país futebolístico.

2020-02-04.png

Antes de autorizados a desfilar a sua soberba, a sua incompetência e a sua reconhecida e habitual pressão tendenciosa pelos relvados, os árbitros nacionais deviam ser obrigados a frequentar um deveras exigente curso de formação profissional na Inglaterra – no qual aprenderiam, igualmente, a distinguir e a sancionar exemplarmente o número cada vez maior de futebolistas simuladores e mergulhadores que fazem da batota a sua grande e ridícula especialidade, defraudando a autenticidade do jogo e lesando, consequentemente, o público que paga para assistir a um espectáculo limpo e honesto.

Texto da autoria do nosso estimado colaborador Leão da Guia

*Nota: Primeiro e sobretudo, o nosso agradecimento ao estimado leitor Pedro51 pela gentileza de nos enviar a foto que aqui publicamos.

Na imagem é possível ver o aperto de pescoço de Wallace - jogador do SC Braga - a Rafael Camacho, mesmo nas 'barbas' do árbitro auxiliar, acção que pode ser considerada agressão, punível com expulsão directa.

publicado às 03:04

Orgulho de sportinguista

Rui Gomes, em 15.01.20

Sporting-Orgulho-1.jpg

Na tarde do passado sábado... o meu grande orgulho de sportinguista voltou a atingir o cume. Em transmissões simultâneas, três diferentes canais televisivos lusos confirmavam inequivocamente a histórica grandeza do nosso Clube.

Num deles, o Sporting jogava e ganhava no futsal em Matosinhos, apurando-se para a final da Taça da Liga (que perdeu com uma arbitragem visivelmente inquinada). No segundo canal, a equipa de hóquei em patins vencia largamente na Marinha Grande para a Taça de Portugal. E no terceiro, em transmissão do Pavilhão João Rocha, os leões do basquetebol cilindravam espectacularmente a Ovarense.

Um dia de grande sucesso, coroado, na mesma noite, com o triunfo da equipa de futebol em Setúbal, a despeito da execrável farsa encenada pelo presidente do Vitória.

E ainda, neste mesmo fim-de-semana, as atletas leoninas consagraram-se, pela quinta vez consecutiva, no Jamor, campeãs nacionais de atletismo de estrada em seniores, vencendo igualmente a competição em juniores, dominando em absoluto,  masculino e feminino, individual e colectivamente, enquanto que o conjunto principal masculino de ténis de mesa conquistava a quinta Taça de Portugal também consecutiva.

Lastimavelmente, contudo, o tema permanentemente dominante no comentário ou debate público, senão mesmo o único, é o insucesso da nossa equipa principal neste cada vez mais corrupto futebol português, como se o Sporting CP fosse uma instituição (ou empresa) exclusivamente futebolística, à inglesa – ignorando-se sistemática, absurda e injustamente os notáveis feitos, nacionais e internacionais, dos atletas sportinguistas na grande maioria das restantes modalidades, parte dos quais honrando o nosso país. Atitude que, no fundo, revela um lamentável défice de cultura desportiva.

Não, o Sporting não é, nunca foi e espero que jamais venha a ser apenas futebol!

No entanto, todos aqueles que se dedicam, afanosa, insistente e fastidiosamente, a criticar o Sporting na globalidade (e os seus dirigentes) pela actual falta de sucesso da sua equipa principal de futebol (das bolas que não entram nas balizas ou batem nos postes) parecem ter-se esquecido, por incurável amnésia ou manifesta intencionalidade, de que o futebol foi, precisamente, a maior vítima das consequências calamitosas herdadas da gestão irresponsável e catastrófica do alucinado charlatão tardiamente destituído.

Consequências estas que tiveram o efeito de deixar o Clube numa situação absolutamente ruinosa, ajoujado de dívidas, profundamente agravada pela invasão terrorista à Academia, cujos danosos efeitos financeiros rondaram os 250 milhões de euros. Uma pesarosa realidade, cuja solução exige, obviamente, tempo e um gigantesco esforço – requerendo a compreensão, a tolerância e a adesão convicta de toda família sportinguista.

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:48

Fora com os vândalos!

Rui Gomes, em 09.01.20

juve-leo-sporting.jpg

Parece absolutamente incompreensível que o Sporting Clube de Portugal – dispondo da tecnologia necessária – não descubra, identifique e recorra aos seus seguranças e à PSP para, de imediato, expulsar e deter esses vândalos cretinos e desordeiros, responsáveis pelos distúrbios e o clima tenebroso que fomentam no estádio ou no pavilhão do nosso Clube - desafiando ostensivamente as clamorosas reacções condenatórias da generalidade do público presente.

Na realidade, só passam por não ser mais que bandos de delinquentes, perturbadores do espectáculo desportivo, criadores de um ambiente deveras intolerável, irritante, revoltante e assustador. Contribuindo fundamentalmente para o afastamento das pessoas dos estádios – causando, por conseguinte, avultados prejuízos financeiros ao Sporting.

mw-860.jpg

Recorrem a cânticos insultuosos, tarjas com mensagens ofensivas e despropositadas, explosivos, chamas e destruição de cadeiras, lançamento de tochas incandescentes para o relvado e sobre os jogadores, densa fumarada intoxicante – afectando gravemente crianças, idosos, pessoas com problemas respiratórios e, obviamente, os próprios atletas em jogo (como é possível colocar dentro do estádio todo esse perigoso material? Não existe controlo algum?).

Enfim, uma autêntica e infame sabotagem ao nosso Clube promovida por essa gentalha indesejável e destrutiva, que deve ser policialmente denunciada, banida para sempre de recintos desportivos e judicialmente forçada a pagar integralmente os volumosos danos causados pelos seus actos criminosos, assim como as indemnizações e coimas impostas pelas instâncias oficiais.

Porque não adoptar o bom exemplo da Juventus? Como noticiado, na sequência de uma denuncia do clube de Cristiano Ronaldo, a polícia de Turim deteve, no passado Setembro, 40 elementos da claque mais radical da agremiação, entre os quais dez dos seus líderes, acusados de prática chantagista por ameaças, provocarem nas bancadas, durante os jogos, cenas desordeiras e violentas e de entoarem cânticos insultantes se não recebessem um número específico de privilégios, incluindo bilhetes gratuitos, que seriam, de seguida, vendidos no mercado negro…

Caros sportinguistas, o que é que este caso nos faz lembrar?

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:48

Assustadoramente inacreditável

Rui Gomes, em 22.10.19

JustiC3A7aportuguesanC3A3oreconheceplanoderecupera

Mais uma preciosíssima “pérola” desta peculiar Justiça portuguesa…

Segundo revelaram há dias vários jornais, o Tribunal da Relação de Lisboa defende que o insulto, a ofensa e a baixeza moral fazem parte do futebol.

Efectivamente, um acórdão dos juízes da 9ª Secção daquele tribunal fundamenta-se em considerações polémicas para recusar o enquadramento penal de injúrias no mundo do desporto, com a justificação de que comportamentos reveladores de baixeza moral são, de alguma forma, tolerados na cena futebolística.

O jornal A Bola referenciou um caso, a propósito, em que durante um qualquer jogo um delegado insultou um técnico com expressões gravosamente ofensivas – as quais, no entanto, aquele tribunal entendeu que as ofensas, feitas no seio do mundo do futebol, não atingiram um patamar de obscenidade e grosseria de linguagem, argumentando que no contexto de acesa discussão, numa envolvência futebolística em que foram proferidas, aquelas palavras não têm outro significado que não seja a mera verbalização de palavras obscenas, sendo absolutamente incapazes de pôr em causa o caráter, o bom nome ou a reputação do visado.

A decisão judicial acentua ainda que um comportamento revelador de falta de educação e de baixeza moral e contra as regras de ética desportiva é de alguma forma tolerado nos bastidores da cena futebolística.

Igualmente divulgada pelos media cá do burgo, foi a reacção do presidente do Comité Olímpico de Portugal, que, afirmando-se surpreendido com o teor do acórdão, afirmou: "Na perspectiva daquele tribunal, um recinto desportivo é uma espécie de offshore, onde se pode praticar o que é criminalizado no exterior".

Para José Manuel Constantino, esta gravíssima decisão derruba esforços de professores, pais e autoridades desportivas para a regulamentação dos comportamentos em situações competitivas. Ao justificar que são aceitáveis expressões que ferem o património pessoal, humilham, mancham a honra e a dignidade pessoal, o exemplo que se transmite é muito negativo.

E agora?” – interroga-se o Expresso... Ou, como diria certamente o saudoso Fernando Pessa: “E esta hein?”…

É por de mais evidente que chocantes e assustadores exemplos destes, vindos da própria Justiça, complicam ainda mais a tarefa gigantesca, mas urgente e crucial, de mobilizar e motivar esforços contra a crescente violência física e verbal no mundo do desporto.

Com magistrados desta mentalidade, é facílimo compreender o estado desastroso em que existe a Justiça portuguesa – indubitavelmente a maior responsável pelo enorme atraso de Portugal face aos países evoluídos, onde ela funciona, transparente e credível.

Texto da autoria do nosso leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 15:00

Não nos deixemos iludir...

Rui Gomes, em 15.10.19

albert_einstein_a_realidade_e_meramente_uma_ilusao

Estou plenamente convicto, há muito, de que a esmagadora maioria dos sportinguistas apoia firmemente a Direcção no seu possível propósito de banir radical e definitivamente de associados e de todas as instalações do Clube essa indesejável gentalha, cujo constante e condenável comportamento desordeiro tem provocado crescente mal-estar e indignação de todos os que - no estádio ou no pavilhão - têm pleno direito a assistir pacificamente às variadas actividades do Sporting, para além de incomensuráveis danos financeiros e de repercussão.

Lamentavelmente, a agora tão mal-afamada (dentro e fora do país) Juve Leo tornou-se gradualmente presa fácil de arruaceiros, delinquentes e afins (alguns até com cadastro criminal), estratégica e astuciosamente infiltrados na própria claque, usando-a como única actividade 'profissional', explorando parasiticamente o Sporting Clube de Portugal - gozando das inadmissíveis, injustificáveis e generosas benesses (incluindo bilhetes grátis, viagens, estadias, acesso directo aos jogadores e técnicos, etc.) concedidos pelo psicopata charlatão, tardiamente destituído, em troca de serviços pessoais de milícias protectoras do alucinado ditador.

São, pois, estes ditos órfãos do 'brunismo' que, saudosos das suas muitas infames regalias - e contando com a vergonhosa conivência da media sem escrúpulos - espalham e fomentam os ridículos espectáculos desordeiros que se têm verificado e que visam atacar o Sporting e os seus legítimos dirigentes. Não nos deixemos iludir...

Texto da autoria do nosso leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 04:03

Numa extensa e interessante entrevista de Rui Miguel Tovar, publicada no site do “Mais Futebol” na passada quinta-feira, o conhecido antigo chefe do Restaurante Churrasqueira no Campo Grande, João Dinis (cozinheiro do Sporting Clube de Portugal nas deslocações da sua equipa ao estrangeiro nos anos 70 a 90), desfiou um longo somatório das suas memórias, recheado de curiosas revelações e inéditos relatos de episódios pessoais com protagonistas históricos como, entre outros, Yazalde, João Rocha, Bobby Robson, José Mourinho, John Toshack, António Oliveira, Rui Jordão, Manuel Fernandes, Meszaros, Carlos Queiroz, Luís Figo, Balakov, Carlos Xavier, Futre, Mário Jardel, Jaime Pacheco, Jorge Jesus ou o massagista Manuel Marques (o inesquecível “mãos de ouro”).

Mas, indubitavelmente, a mais surpreendente revelação do chefe João Dinis incida no fervoroso sportinguismo demonstrado pelo actual presidente do Sport Lisboa e Benfica:

960.jpg

O Luís Filipe Vieira era um sportinguista ferrenho. Trabalhava numa casa de pneus e o seu patrão ia muito à Churrasqueira nessa altura com os seus empregados. Todos nós, no restaurante, tínhamos carros do seu 'stand'. Foi então que conheci o Luís Filipe Vieira. Um sportinguista ferrenho. Nem imagina... sócio e tudo. Se não deixou de pagar as quotas, deve ser o número dois-mil-e-tal. A gente falava muito do Yazalde, dos seus golos, das suas jogadas”.

Na mesma entrevista, João Dinis confessou que, depois de sempre ter assistido aos jogos do Sporting, em casa e fora, deixou de o fazer a partir do trágico incidente do very-light no Estádio do Jamor, em 1996, na final da Taça de Portugal com o Benfica, em que um adepto do Sporting foi mortalmente atingido. “O very-light passou mesmo por cima de nós. Aquilo fez-me desistir de ir à bola”.

E não terminou a longa entrevista sem relatar mais um episódio ”picante”, daqueles que, na sombra, contribuíram decisivamente para a obscuridade, a suspeição e a desconfiança que hoje envolve o tão martirizado futebol português:

Lembrei-me de uma outra história, esta, passada há 30 anos, com o Jaime Pacheco. A Churrasqueira fechava ao domingo à noite e convidei-o para ir comer a minha casa. Já bem bebidos, tive então a coragem de lhe perguntar sobre a força do Porto no futebol português. E ele disse-me 'João, vou contar-te, não digas a ninguém: quando o delegado ao jogo entrava no balneário do árbitro, entregava as fichas dos jogadores titulares e uma nota de 100 dólares'. (…)

Ainda quanto a Luís Filipe Vieira:

Após uma passagem pelo FC Alverca (onde julgou ter descoberto a sua “mina de ouro” no futebolista angolano Pedro Mantorras) e complicados problemas com a Justiça, tornou-se, na sua actividade de empresário da construção civil e da imobiliária, um notório grande devedor... ao Fisco e à Banca, tendo-se refugiado finalmente, e comodamente, como presidente do Benfica.

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 05:03

2056079-43117067-2560-1440.jpg

Segundo o publicado pelo Expresso, baseado em notícia divulgada pela agência Reuters, a polícia de Turim deteve ontem (segunda-feira) cerca de quarenta elementos de algumas das claques mais violentas da Juventus – incluindo dez dos seus líderes – suspeitos de chantagear o clube a fim de obter ingressos grátis para os jogos, que, de seguida, eram vendidos no mercado negro.

O método utilizado era bem simples: caso a Juventus não disponibilizasse bilhetes a esses grupos, os seus membros ameaçavam causar cenas de violência nos estádios e entoar cânticos ofensivos e racistas durante os jogos do clube de Cristiano Ronaldo.

Derivada de queixa da Juventus às autoridades, e após um ano de investigações por parte uma unidade especial da polícia de Turim, a operação estendeu-se a 14 cidades do norte e centro de Itália – devendo os suspeitos ser acusados de conspiração, crime organizado, lavagem de dinheiro e agressão.

Acrescenta esta mesma notícia ter este caso surgido poucos meses depois do Ministério Público italiano ter aberto uma investigação, que ainda decorre, à alegada infiltração de membros da máfia calabrese em grupos de ultras da Juventus.

Atendendo aos imensos danos e perturbações causados por algumas das suas “claques” radicais infiltradas de desordeiros, os clubes portugueses mais atingidos por este crescente problema bem deviam seguir o exemplo do campeão italiano – isto, claro, se, devidamente mentalizadas, as nossas autoridades policiais se empenhassem na exterminação deste cada vez mais gravoso fenómeno social.

Texto da autoria do nosso leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 02:33

shutterstock_598416197_nur-für-redaktionelle-Zwec

Agora, que se inicia mais um campeonato nacional de futebol, alguém se recordará ainda da punição federativa acumulada de quatro (ou seis) interdições aplicadas ao Estádio da Luz - mas até hoje não cumpridas?

O que acontecerá? Estarão os processos escondidos no fundo de uma qualquer gaveta do presidente do inútil Instituto da Juventude e Desporto ou do igualmente inútil secretário de Estado do Desporto? Do próprio presidente da FPF ou do seu Conselho de Disciplina?

Haverá ordens superiores da “geringonça” a pensar nas próximas eleições?... Estará o Benfica, realmente, acima da lei (como parece)? Estarão todos os responsáveis envolvidos ansiosamente à espera de que mais este incómodo assunto mergulhe definitivamente no oceano do esquecimento?

Vá lá, expliquem-se!

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:33

vieira-gomes-1_770x433_acf_cropped.jpg

Para lastimável descrédito do Desporto e da Justiça deste singular país, tem-se constatado ultimamente a tendência de alguns dos maiores devedores ao fisco e à banca (isto é, a todos nós, cidadãos contribuintes) - nomeadamente empresários da construção civil e da imobiliária - se refugiarem comodamente como altos dirigentes de populares clubes de futebol. Um expediente habilidoso que, resistindo ilicitamente ao cumprimento da lei e das dívidas, lhes permite garantir a manutenção da sua vida confortável, em prejuízo das vítimas ignoradas e sofredoras dos seus calotes.

A fim de conservar o seu poder (indispensável à sua segurança) esses astutos personagens cultivam avidamente o apoio das aduladoras e inconscientes massas adeptas dos seus clubes, usando simultaneamente o seu prestigioso estatuto na conquista de uma influência cada vez mais notória e pessoalmente interesseira sobre as variadas instâncias desportivas, políticas ou da comunicação social – o que resulta, obviamente, numa promiscuidade crescentemente suspeitosa e altamente perniciosa para a imprescindível integridade do movimento desportivo nacional, sobretudo o futebolístico.

Neste particular e inflamado contexto, não surpreende que o comum observador manifeste o seu repúdio pela frequente e desavergonhada exibição pública, nas elegantes tribunas dos estádios e outros locais, desses desafiantes grandes caloteiros, principalmente quando ladeados de governantes e políticos igualmente destituídos de pudor.

Texto da autoria de Leão da Guia

publicado às 03:33

17435526_JUwya.jpeg

A decisão da Mesa da Assembleia Geral do SCP  de proporcionar ao desprezível charlatão destituído uma nova oportunidade de se defender perante os sócios representa, na minha óptica, mais um injustificável acto de generosidade para quem causou, comprovadamente, incomensuráveis e irreparáveis danos materiais, desportivos, morais e reputacionais à nossa muito prestigiosa e honrada Instituição centenária – que o alucinado psicopata, por ele próprio, lançou na lama e continua, odiosamente, a perseguir.

Apoiado por aqueles que ainda restam das milícias pretorianas que criou para ajudá-lo a conservar-se no poder (saudosos, por certo, das inconcebíveis benesses que recebiam em troca) e pela conivência sem escrúpulos dos seus amigos dos jornais e das televisões que com intuitos algo populistas teimam em conceder-lhe palco, o deposto ditador recusa-se a aceitar que o seu tempo já há muito se esgotou. De pouco ou nada valendo todo o seu saturado ridículo exibicionismo.

Afirma, agora, que não comparecerá na Assembleia Geral de amanhã. Mas, tratando-se de um pantomineiro compulsivo, haverá motivo para desconfiar ou admitir tratar-se de mais um dos seus truques. Bastará recordar o que aconteceu na assembleia destituitiva de 23 de Junho. Mas, não faltarão certamente os arruaceiros órfãos do brunismo…

Ora, os sportinguistas, amanhã, devem expressar uma mensagem bem clara, inequívoca e bem definitiva de que não aceitamos, entre nós, aventureiros, oportunistas, demagogos, ditadores, divisionistas, trapaceiros, incendiários, violadores dos Estatutos ou abusadores do prestígio e dos recursos do Clube para seu exclusivo interesse pessoal.

Exigimos total civismo, dignidade, decência, estabilidade, tranquilidade, união, lealdade e espírito muito positivo. Fidelidade total aos ideais, valores e princípios que inspiraram e determinaram a existência da nossa nobre e gloriosa Instituição.

Torna-se, portanto, imperiosa a nossa presença e votação na Assembleia Geral. O Sporting necessita – e merece – todo o sacrifício dos sportinguistas!

Texto da autoria do nosso leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 05:04

A detenção de Michel Platini

Rui Gomes, em 20.06.19

michel-platini-saiu-em-liberdade-2880x1800.jpg

É ainda demasiado cedo para saber se a detenção de Michel Platini, em França, foi um dos primeiros efeitos práticos das denúncias do Football Leaks, de Rui Pinto – que, antes da sua detenção em Budapeste e da posterior entrega às autoridades portuguesas, terá cedido à Justiça francesa, a pedido desta, uma parte dos ficheiros das suas investigações sobre a corrupção da mafiosa rede internacional do futebol.

Todavia, para quem leu o livro Football Leaks, ou extractos do mesmo transcritos na imprensa, o que agora acaba de acontecer ao antigo e famoso ídolo do futebol francês e, mais tarde, presidente da UEFA – que (tal como o seu amigo Joseph Blatter, presidente da FIFA) acabou por ser demitido – era obviamente previsível, pelo menos para averiguações.

De notar, a propósito, que também um recém-reeleito vice-presidente da FIFA, Ahmad Ahmad, foi este mês detido em Paris.

A atribuição do Campeonato do Mundo 2022 à “grande potência planetária do futebol” – o Qatar – que desencadeou de súbito uma explosão internacional de perplexidade e suspeita, tornar-se-ia o factor determinante conducente à descoberta das nebulosas e fraudulentas negociatas envolvidas na eleição de um país onde o calor insalubre do Verão forçaria (pela primeira vez na história da modalidade) a organizar o torneio no Inverno – com gravíssimas consequências para a normal realização das competições nacionais da quase totalidade dos países restantes.

download.jpg

Progressivamente, têm sido desvendados subornos de vários tipos, compra de votos e troca de compensações entre as federações votantes, incluindo a aquisição, com fabulosos investimentos, do Paris Saint Germain pelo riquíssimo Estado do Qatar, uma insólita operação garantida pelo beneplácito da FIFA e da UEFA, bem como obscuras e lucrativas combinações entre dirigentes dos dois organismos.

Agora, será que estas enérgicas acções das autoridades francesas motivarão, finalmente, as suas apáticas congéneres portuguesas a seguir-lhes o exemplo? Esperaremos (sentados?)...

Texto da autoria do leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 04:17

1440x810_football-leaks-le-hacker-rui-pinto-presen

A ciclópica e temerária cruzada a que, corajosamente, se devotou Rui Pinto – desmascarar de vez a gigantesca teia mafiosa internacional do futebol (com acentuado envolvimento português) – é, reconhecidamente, digna do apreço e do incentivo de toda a gente que exige, pugna e paga por um jogo limpo, honesto, livre de batota e de corrupção. Ele tem prestado, por isso, um indubitavelmente relevante serviço de multinacional interesse público.

Desconcertante e enigmaticamente, porém, o jovem alegado hacker encontra-se, como se sabe, preso em Portugal desde Março, porque a medieval e sempre intrigante Justiça portuguesa assentou a sua total prioridade na caça ao “malandro” do denunciante – em vez de se concentrar primordialmente no mais óbvio, no que verdadeiramente importa: a investigação dos inúmeros actos e suspeitos nacionais da prática dos gravíssimos crimes denunciados (algo a que, obviamente, os envolvidos procuram impedir…).

Ora, como é fácil de perceber, esta surreal posição da nossa desacreditada justiça não aponta para o combate à criminalidade organizada, apenas a incentiva e conforta os seus actores. A sua mensagem parece, pois, ser: “cometam à vontade as vossas vigarices, que, se elas forem denunciadas, os delatores é que serão condenados”. E isto é o que se poderá chamar de “Justiça do avesso”…

Evidentemente que o grau de valor do delito imputado a Rui Pinto pelo Ministério Público português, e usado como pretexto para a sua detenção – recurso a meios ilícitos nas suas pesquisas das fraudes cometidas pelas redes mafiosas do futebol – não é, de modo algum, minimamente comparável com a importância extrema da dimensão e gravidade dos crimes por ele detectados, documentados e revelados no Football Leaks – corrupção, suborno, fuga aos impostos, lavagem de dinheiro sujo, tráfico humano e de influências, pressões, trocas de favores, jogos viciados, resultados adulterados, apostas manipuladas, etc. – envolvendo tanto a FIFA como a UEFA, federações, clubes, dirigentes, empresários, agentes, investidores, advogados, banqueiros e, até, futebolistas.

Tudo ilegalidades que causaram, e continuam a causar, incalculáveis danos aos países e instituições lesadas. Mas, sobretudo, à própria indústria do futebol mundial e aos amantes do excitante jogo – cuja existência futura se julga cada vez mais imprevisível.

rui_pinto.jpg

Entretanto, como tem sido noticiado, para além das críticas públicas da eurodeputada Ana Gomes à actuação das autoridades portuguesas – que acusa de agirem a pedido do notório fundo de investimento Doyen Sports, suspeitamente ligado à máfia do Azerbaijão, sediado em Malta, e que nem sequer paga quaisquer impostos em Portugal – tem vindo a crescer de visibilidade e de tom a condenação internacional contra a absurda e paradoxal situação a que Rui Pinto está forçadamente submetido no seu próprio país.

Isto, com destaque para a recém-publicada carta aberta em defesa do jovem português, subscrita por cerca de cinquenta diretores de jornais (como “The Sunday Times”, “Der Spiegel”, “Le Soir” e “Politiken”), jornalistas, eurodeputados, directores e fundadores de várias organizações não-governamentais, incluindo Repórteres sem Fronteiras, Freedom of the Press Foundation e o Centro Europeu para a Liberdade de Imprensa e dos Media.

Há, ainda, que salientar o importante facto das autoridades policiais, judiciais e fiscais de França, Bélgica, Holanda e Suíça, confiadas na total legitimidade de todas as provas até agora recolhidas, já terem manifestado o seu empenhado interesse na colaboração de Rui Pinto, com vista à investigação das eventuais fraudes e respectivos suspeitos. E as autoridades de Portugal, o que farão?...

Não existe, portanto, dúvida alguma de que sem a prestimosa e grandemente arriscada iniciativa do jovem português e seus companheiros, a actividade criminosa das sinistras máfias do futebol mundial prosseguiria – silenciosa, ignorada, opaca, rentável, confortável e impune – no segredo dos deuses…

Mas, meditando, finalmente, em toda esta execrável e tenebrosa realidade de momento, a grande interrogação dominante que ressaltará nas mentes comuns não poderá deixar de ser: “Quem tem medo de Rui Pinto?”…

Texto da autoria do leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 04:04

A universalidade do Sporting

Rui Gomes, em 19.02.19

 

20976584_HaztF.jpeg

 

A propósito da celebração dos quarenta anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China, o semanário Expresso publicou no passado sábado um extenso artigo - do qual aqui se salienta esta oportuna e interessante passagem, que testemunha uma vez mais a extraordinária e orgulhosa universalidade do nosso Sporting:

 

“Durante os três anos e meio que viveu em Pequim (1981-84), após o estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países (1979), António Tânger, o terceiro embaixador português na China, foi o principal animador de um Sporting Diplomatic Sports Club, que jogava ténis, futebol e badminton “com equipamento verde e branco” e cujo emblema era o leão do Sporting Clube de Portugal”.

 

Palavras do embaixador António Tânger:

 

“Eu era sportinguista e tinha amigos na direcção do Clube. Andámos pela China toda a praticar desporto com os chineses”.

 

Não será uma simples coincidência: mesmo sem relações diplomáticas, no verão de 1978 o Sporting CP fez uma pequena digressão pelo continente chinês. Num dos jogos, a equipa leonina defrontou a selecção chinesa. Entre a assistência, o comandante militar de Pequim e vice-primeiro-ministro, Chen Xilian. O Sporting venceu por 2-0. Outros tempos, sem dúvida”.

 

Recorda-se que esta digressão, ainda antes do estabelecimento das relações diplomáticas, constituiu evento inédito e de grandes repercussões. Chefiada pelo então presidente João Rocha, ela contribuiu, de seu modo, para o facilitação da abertura das ligações amistosas entre os dois países.

 

Mais um facto histórico que deve orgulhar todos os sportinguistas. Particularmente as novas gerações – incluindo aqueles cuja prioritária, senão única, missão actual parece ser a de desprezar e enxovalhar a dignidade histórica do Clube. Os seus ideais, valores e princípios.

 

Texto da autoria de Leão da Guia

 

publicado às 04:31

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 25.01.19

 

pai-natal-perfimes-e-companhia.jpg

 

"Como já anteriormente comentei, a tão polémica como enigmática decisão judicial em causa, respeitante ao caso E-toupeira, suscitou, obviamente, esta pergunta simples, mas basilar: ... quem foi, de facto, o verdadeiro beneficiário final dos trinta crimes que constam da acusação, atribuídos aos acusados indiciados para ir a julgamento ?

 

Terá sido o Pai Natal ?...".

 

Leitor: Leão da Guia

 

publicado às 04:34

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 30.12.18

 

image (2).jpg

 

"Em Portugal, nada aconteceria, como sempre (punição ao Inter Milão pelos cânticos "racistas") - apesar do comportamento incivilizado, ordinário, provocativo e tenebroso das chamadas "claques" a que - perante a inoperância cobarde dos clubes, Federação e governo - se assiste permanentemente nos estádios portugueses, constituindo a principal causa do afastamento do grande público que verdadeiramente interessa, nomeadamente famílias com crianças e idosos.


Aqui, praticamente todos os desmandos e infracções caem no poço do esquecimento. Um simples e actual exemplo: não foi há poucas semanas que a federação divulgou o castigo de um jogo à porta fechada no Estádio Luz? Será este mais um dos incontáveis casos que terão afundado no poço?...".

 

Leitor: Leão da Guia

 

publicado às 04:01

 

21280228_WQ8Tw.jpeg

 

Parecendo-me, no mínimo, desconcertante – senão prepotente – a decisão do presidente da Mesa da Assembleia Geral de, sem qualquer sustento estatutário, permitir, para além da presença, a intervenção pessoal de sócios que se encontram formalmente suspensos na reunião magna do próximo sábado.

 

Considero tão controversa atitude como uma totalmente injustificável generosidade, ou condescendência, para com indivíduos que causaram, comprovadamente, enormes danos materiais, morais e reputacionais ao Sporting Clube de Portugal. Gente indubitavelmente responsável pelo período mais negro da história centenária, nobre e honrada da nossa Instituição. Ou será que já nos esquecemos da longa tragédia sofrida?...

 

O pretexto da tão propalada e desejada “união” entre os sportinguistas não pode, de modo algum, servir para beneficiar aqueles que, consciente e deliberadamente, se apossaram do Clube para seu exclusivo interesse pessoal, atropelando os Estatutos, instaurando um regime totalitário, ditatorial e despótico, fomentando intencionalmente o divisionismo entre associados e a perseguição odiosa aos críticos e discordantes do rumo sinistramente catastrófico a que aventureiros e oportunistas sem escrúpulos conduziam o Sporting.

 

Não será, por certo, necessário relembrar o interminável rol de abusos e delitos praticados sob a batuta do destituído charlatão psicopata que tão profunda e dolorosamente feriu para sempre o nosso amado Clube – o que, como se sabe, se encontra, de resto, nas mãos da Justiça.

 

O que importa neste momento é impedir, pela força do nosso voto, o indesejável regresso dos predadores. Sem recearmos eventuais manifestações perturbadoras ou intimidatórias dos ainda sobreviventes órfãos do brunismo, torna-se fundamental para os destinos do Sporting votarmos no próximo sábado, no Pavilhão João Rocha – com a mesma adesão, coragem e clarividência demonstrado em Junho, no Altice Arena.

 

O Sporting precisa e merece todo o nosso sacrifício!

 

Leão da Guia

 

 

Nota: Está a ser noticiado que uma "fonte" próxima do lunático ex-presidente fez saber que ele não irá à Assembleia Geral e que mandatará alguém da sua confiança para ler o discurso que o próprio escreveu, relativamente à causa da sua suspensão.

 

Esta é a suposta estratégia que Bruno de Carvalho tem definida neste momento, embora a mesma fonte admita a possibilidade de ela ser alterada, caso algum facto que decorra até à hora da reunião magna o "obrigue" a marcar presença.

 

publicado às 03:33

Ponte de ligação aos leitores

Rui Gomes, em 11.09.18

 

cristiano-ronaldo-portugal-spain-world-cup_1l1q8x3

 

"Estará Cristiano Ronaldo excluído da Selecção Nacional?


Se não está, acho incompreensível que o número 7 da camisola da equipa que defrontou esta noite a Itália tenha sido envergado por outro jogador (neste caso, Bruma). 


Uma decisão que entendo, não apenas deveras injustificável, mas igualmente desairosa e desconsideradora para com o capitão da Selecção portuguesa e seu melhor jogador e representante de sempre".

 

Leitor: LEÃO DA GUIA

 

publicado às 05:04

Comentar

Para comentar, o leitor necessita de se identificar através do seu nome ou de um pseudónimo.




Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Taça das Taças 1963-64



Pesquisar

  Pesquisar no Blog



Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D




Cristiano Ronaldo