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A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) indicou hoje algumas condicionantes dos sorteios da I e II ligas, que se realiza esta sexta-feira, como a impossibilidade de alguns clubes jogarem em casa ou fora na mesma jornada.

A LPFP refere que SL Benfica e Sporting CP não podem, em simultâneo, ter na mesma ronda jogos em casa ou fora, uma condicionante também aplicada a FC Porto e Boavista, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães, e Gil Vicente e Famalicão.

Para o sorteio, que se realiza na sexta-feira no Palácio da Bolsa, no Porto, é determinado ainda o habitual, ou seja, que a segunda volta “terá que ser o espelho” da primeira.

Nas várias alíneas de ‘condicionantes’, a Liga refere a necessidade de evitar que a mesma equipa jogue consecutivamente, em casa ou fora, com as que tiveram melhor classificação média nas anteriores três épocas: Benfica, FC Porto, Sporting, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães.

Outro aspecto é o de “evitar” que a mesma equipa tenha duas deslocações consecutivas à Madeira e Açores, regiões que na I Liga têm o Marítimo e o Santa Clara, respectivamente.

Nas condicionantes, a LPFP quer evitar que uma equipa que dispute numa ronda um jogo com um adversário que esteja nas competições europeias (Liga dos Campeões ou Liga Europa) volte a ter na seguinte um adversário ‘europeu’.

Para o sorteio da II Liga, é determinado à partida que as equipas B de FC Porto e Benfica apenas se defrontem na última jornada de cada volta.

Aplica-se também a ‘regra’ das regiões, em que Mafra e Casa Pia não poderão jogar em simultâneo em casa ou fora na mesma ronda, e a indicação de que a Oliveirense jogará a primeira jornada como visitante, “em virtude da partilha de estádios”.

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publicado às 05:03

Os inenarráveis

Esfinge, em 31.05.19

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O Futebol Clube de Arouca é um clube do interior. Esteve na I Liga de 2013/2014, tendo tido a sua melhor época em 2015/2016, tendo-se apurado para a Liga Europa. A partir daí caiu a pique, em 2016/2017 desceu de divisão, para a II Liga, e na época que terminou, baixou aos Campeonatos Nacionais.

O seu presidente é, há largos anos, Carlos Pinto. Enquanto a equipa fazia boa figura, era uma figura emproada, que botava faladura por tudo e, sobretudo, por nada.

Das últimas notícias que há, o Clube terá fechado, literalmente, as portas aos jogadores, técnicos e funcionários.

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O Clube Desportivo Nacional da Madeira é um clássico português do sobe e desce. As presenças na Primeira Liga sempre foram frequentes, assim como as descidas. Subiu em 2016/2017, desceu este ano. O seu presidente é um dos inefáveis do futebol português, Rui Alves. Pelo que se consta, estará a preparar um despedimento colectivo no plantel.

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Ambos os clubes todos os anos apresentam à Liga demonstrações de capacidade financeira para poderem participar nas competições que esta organiza.

Ambos os clubes, dos quais os seus presidentes são os responsáveis máximos, assinaram contratos de trabalho com os trabalhadores, comprometendo-se a que lhes pagariam os salários.

E os atletas e técnicos confiaram nestas pessoas a sua vida e as das suas famílias. E fazem planos de vida a contar que os clubes e os seus presidentes são pessoas de bem, e que não prometem coisas que não podem cumprir. E que a Liga tem mecanismos para que não andem a participar nas suas competições instituições sem arcaboiço para tal.

Mas esta é apenas uma presunção. Aparentemente ilidida pelos factos. Nem os clubes têm condições para andar em campeonatos profissionais, nem os seus presidentes são pessoas que honram os compromissos que assumem, nem a Liga controla coisa alguma.

No futuro, só clubes com capacidade financeira deveriam participar nestas provas, estes senhores deveriam ser definitivamente arredados de dirigirem tudo o que vá para além de uma barraquinha de quermesse, e a Liga – a Liga deveria fazer um esforço de ser um bocadinho menos imprestável do que aquilo que é. E já agora, onde andam os sindicatos?

Este texto não é sobre o Sporting CP, mas é sobre valores como a honradez, seriedade e solidariedade. E esses... são bem nossos. Como podemos festejar as nossas vitórias, se soubermos que os artistas derrotados, para além dos pontos, podem perder o emprego e o sustento - deles e das suas famílias?

Nem tudo é um jogo.

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publicado às 04:04

Reflexão do dia

Rui Gomes, em 29.03.19

 

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No final de acesa reunião que foi realizada esta quinta-feira, em Gaia, o grupo de clubes denominado G15, decidiu, "por unanimidade", requerer reunião com o presidente da Liga, na próxima segunda-feira, para "pedir mais explicações" sobre o processo de reintegração do Gil Vicente na próxima edição da primeira liga, já exigida pela Federação Portuguesa de Futebol.

 

O chamado G15, do qual não fazem parte F. C. Porto, Benfica e Sporting, ou, pelo menos, uma boa parte dos clubes questionam a validade da decisão tomada por Pedro Proença, presidente da Liga, após acordo com Gil Vicente e Belenenses. Outros emblemas não aceitam que se volte a adiar a reintegração, desrespeitando o que ficou acordado em 2018 e que já se encontra plasmado no regulamento de competições para 2019/2020.

 

A Federação Portuguesa de Futebol, entretanto, também emitiu um comunicado, no qual exige a integração do clube de Barcelos na Liga já na próxima temporada. O organismo federativo diz não aceitar que "as expectativas criadas em todas as entidades e agentes desportivos, por via das alterações regulamentares e deliberações tomadas no seio da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, sejam frustradas neste momento, com impactos negativos em todas as competições seniores nacionais".

 

A FPF garante ainda que "os factos mais recentes vindos a público, quase três anos após a primeira decisão, em nada alteram a posição" e assegura que não terá uma "atitude passiva"  na matéria.

 

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publicado às 04:03

 

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Sejamos claros, desde já, para evitar más interpretações... O Sporting realizou uma péssima exibição, o Benfica foi superior e a vitória encarnada é indiscutível.

 

Esta disposição, no entanto, não significa que a arbitragem de Artur Soares Dias tenha passado despercebida, até porque ainda há muitos de nós que temos memória viva das suas actuações em jogos entre os rivais da Segunda Circular. Um cínico até teria a ousadia de afirmar que ele foi "bem escolhido" para este jogo.

 

Este árbitro, considerado um dos melhores da actualidade em Portugal, cometeu vários erros, tanto no capítulo técnico como no disciplinar. Apenas como meros exemplos, analisamos dois lances capitais, em que faltas foram ou não assinaladas sobre João Félix e Bas Dost.

 

No lance em que Renan sai aos pés de João Félix, o guarda-redes não toca sequer no jogador do Benfica, aproveitando este para se lançar com todo o aparato acrobático. Já revi este vídeo uma dúzia de vezes e, objectivamente, é esta a minha opinião.

 

Artur Soares Dias assinalou prontamente falta para grande penalidade e desconheço se o VAR complementou a sua decisão. Que eu me lembre, ele não se deslocou ao monitor na linha lateral para rever o lance.

 

Já agora, aproveito o ensejo para dizer que o miúdo João Félix é um talento muito promissor, mas se não deixar de ser "brinca na areia" com a frequência que vai ao chão, sujeita-se a que um qualquer peso pesado o faça sentir a fabilidade da sua actuação. E isto não se refere apenas a esta partida com o Sporting.

 

Vamos então ao caso de Bas Dost, em que por sinal, Soares dias até está bem posicionado à entrada da área e em linha directa com a bola. Creio que ficou prontamente à vista de todos que o guarda-redes do Benfica impediu Bas Dost de finalizar o lance, a um metro, se tanto, da linha de golo. 

 

Se Soares Dias viu - e tudo leva a crer que viu - nada assinalou e se não tivesse surgido o VAR, a falta nunca teria sido assinalada. Esta decisão, deste árbitro, está perfeitamente em linha com outras do género que ele tomou em jogos entre os rivais, sempre, por mera coincidência, decerto, a favorecer o Benfica.

 

Em análise final, pelas circunstâncias do jogo, acabou por não ter influência directa no resultado final. Caso tivesse sido um jogo disputado até aos últimos instantes, indiferente do vencedor, hoje teríamos passado o dia a debater mais uma arbitragem polémica do futebol português.

 

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publicado às 14:18

 

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O Sporting voltou a ceder pontos num jogo em que foi sempre superior ao Vitória de Setúbal - 48 ataques contra 25 / 42 cruzamentos contra 9 / 21 remates contra 11 - mas faltou, sobretudo, eficácia à equipa leonina no último terço do terreno. Sofreu um golo que serve para sublinhar a ausência dos defesas centrais lesionados, e que acabou por ser o suficiente para a formação sadina assegurar o empate.

 

O 'onze' inicial do Sporting: Renan; Ristovski, Coates, Petrovic e Jefferson; Doumbia, Wendel e Bruno Fernandes; Raphinha, Bas Dost, Diaby.

 

Suplentes: Salin, Nani, Luiz Phellype, Bruno Gaspar, Abdu Conté, Miguel Luís, Jovane Cabral.

 

Assistimos à estreia absoluta de Idrissa Doumbia, que apesar de ainda não estar cem por cento integrado na equipa, deixou indicações claras que poderá vir a preencher a posição "6" de futuro.

 

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Péssima arbitragem de Hélder Malheiro, tanto no capítulo técnico como disciplinar. Deu ordem de expulsão a Ristovski, aos 55 minutos de jogo, por protestos, num lance em que fechou os olhos à cotovelada que deixou um "galo" grosseiro na testa do defesa leonino.

 

Este empate transtorna as aspirações do Sporting relativamente aos lugares cimeiros. Fica agora a sete pontos do FC Porto (que ainda não jogou esta jornada), a cinco do Benfica e a quatro do SC Braga.

 

No próximo domingo temos o dérbi com o eterno rival da Segunda Circular.

 

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publicado às 21:04

 

O Sporting comunicou esta terça-feira que enviou uma carta ao presidente da Liga, Pedro Proença, pedindo medidas quanto às "entradas tardias de adeptos afectos ao Clube nos recintos desportivos aos quais se desloca", remetendo para os últimos dois jogos fora, frente ao Vitória de Guimarães e Tondela.

 

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Leia na íntegra o comunicado do Sporting:

 

"O Sporting enviou esta manhã uma carta endereçada ao Presidente da Liga Portugal, Dr. Pedro Proença, devido às entradas tardias de adeptos afectos ao Clube Leonino nos recintos desportivos aos quais se desloca. Em causa estão os factos ocorridos nos jogos em Guimarães e Tondela, onde já estavam decorridos aproximadamente 40 minutos do primeiro tempo quando, finalmente, os adeptos e associados entraram no recinto.

 

Para além destes atrasos de registo, não foram esquecidos os momentos de tensão sentidos na deslocação à cidade vimaranense, em que vários autocarros onde seguiam adeptos do Sporting foram apedrejados, obrigando a mudanças na rota, resultado também da demora das operações de segurança, principalmente no que respeita à escolta do transporte.

 

No jogo da passada segunda-feira, apesar de não haver registo de violência, o Sporting evidenciou também imensa demora nas operações de revista dos adeptos, sem qualquer explicação por parte das autoridades, o que retardou a entrada no recinto.

 

A privação da entrada dos adeptos é algo muito relevante, visto que afasta os adeptos dos estádios de futebol e, lentamente, da modalidade".

 

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publicado às 03:48

 

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O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, convidou os presidentes dos clubes da I Liga para uma “reflexão conjunta sobre a competitividade externa do futebol português”, disse à agência Lusa fonte oficial federativa.

 

Fernando Gomes enviou cartas aos clubes do escalão principal, propondo a realização de dois encontros, em 17 de Dezembro, precisamente no dia em que se completam sete anos sobre o início do seu mandato, um a Norte do país e outro a Sul, “para que seja mais fácil a presença dos presidentes”.

 

O objectivo do presidente da FPF é a “construção de um plano conjunto que permita ao futebol português reforçar a posição no ‘ranking’ europeu dos clubes profissionais de futebol”, questão que Fernando Gomes considera “nuclear para Portugal nos próximos anos”.

 

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publicado às 04:15

 

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Além do sorteio que teve de ser repetido devido a um erro, que ditou uma correção de um número e, consequentemente, a criação de novas grelhas para as duas competições profissionais, a Liga Portugal atribuiu esta sexta-feira os prémios relativos à temporada passada e os destaques vão para Sérgio Conceição, que venceu na categoria de melhor treinador do ano, e Bruno Fernandes, melhor jogador da época.

 

Jogador do ano da Liga NOS - Bruno Fernandes

 

Jogador jovem da Liga NOS - Rúben Dias (Benfica)


Melhor golo da Liga NOS - Rodrigo Pinho, contra o Tondela

 

Melhor marcador da Liga NOS - Jonas (Benfica)

 

Jogador Fair Play da Liga NOS - Iker Casillas, do FC Porto

 

Clube Fair Play da Liga NOS - Chaves


A equipa do ano é composta por:


Rui Patrício, Ricardo Pereira, Felipe, Coates e Alex Telles; Bruno Fernandes, Héctor Herrera e Pizzi; Jonas, Marega e Gelson Martins.

 

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publicado às 03:46

 

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Segundo publicação desta sexta-feira do Jornal de Notícias, pelo menos oito jogos da I Liga estão a ser investigados, pela Polícia Judiciária, sete deles a envolver os três 'grandes', e ainda o Feirense-Rio Ave.

 

Os jogos em questão foram sinalizados no caso dos e-mails (que envolve o Benfica), do Estorilgate (FC Porto) e Cashball (Sporting), em que, alegadamente, existem indícios de viciação de resultados e de combinação de jogos para apostas desportivas.

 

Além da PJ, foi designada uma equipa especial de três magistradas – duas procuradoras da República e uma procuradora-adjunta – do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Esta equipa está encarregue da investigação ligada aos processos relacionados com crimes financeiros, corrupção desportiva e viciação de resultados no futebol. 
 
Os jogos dos três 'grandes':

 - Rio Ave vs. Benfica, 24 de Abril de 2016
 - Marítimo vs. Benfica, 8 de Maio de 2016
 - Estoril vs. FC Porto, 15 de Janeiro de 2018
 - Sporting vs. Setúbal, 11 de Agosto de 2017
 - Vitória de Guimarães vs. Sporting, 19 de Agosto de 2017
 - Feirense vs. Sporting, 8 de Setembro de 2017
 - Moreirense vs. Sporting, 23 de Setembro de 2017
 

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publicado às 04:32

 

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A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) assumiu esta quarta-feira preocupação com os discursos ofensivos, que arruínam a imagem das competições, na sequência da troca de insultos entre os presidentes de Sporting e Braga.

 

Instado a comentar o diferendo ruidoso entre Bruno de Carvalho e António Salvador, o director de comunicação da Liga de Clubes, António Barroso, teve isto para dizer:

 

"Estamos preocupados com o nível extremado da discussão e o discurso inflamado que tem vindo a ser noticiado. A LPFP não se revê em discursos ofensivos e apela a todos os intervenientes para que tenham o máximo sentido de responsabilidade nas suas declarações.

 

Temos orgulho em ter um dos mais competitivos campeonatos da Europa, mas todo o ruído e deselegâncias estão a arruinar a imagem das nossas competições. Queremos uma recta final do campeonato repleta de emoção, entusiasmo e desportivismo. Só assim se poderá mostrar a excelência do futebol português. Reiteramos o apelo ao fair-play e à elevação".

 

Posição muito branda assumida pelo Executivo da Liga. Este e outros casos de registo no futebol português exigem uma mão pesada e não meros apelos ao fair-play e à elevação, disposições que obviamente não impressionam os principais protagonistas.

 

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publicado às 04:43

 

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O futebol profissional contribuiu directamente com 456,1 milhões de euros para o PIB português na época 2016/2017, de acordo com um estudo da Ernst & Young, realizado com base em informação fornecida pela Liga. O primeiro Anuário do Futebol Profissional Português nota que o peso da modalidade na economia nacional - correspondente a 0,25% do PIB -- seria ainda maior se fossem somados os impactos indirectos, em sectores como o turismo, a comunicação social e as apostas desportivas.

 

As sociedades desportivas geraram mais de 680 milhões de euros em volume de negócios em 2016/2017, valor impulsionado pela forte subida das receitas na Primeira Liga, que ascenderam a 659 milhões, um aumento de 31% face à época anterior. Benfica, FC Porto e Sporting concentraram 76% da globalidade das receitas durante aquele período, em que os maiores ganhos estão relacionados com transferências de jogadores (32%) e renegociação de contratos de transmissão televisiva de jogos (24%).

 

Com um total de 443,3 milhões, a I Liga foi responsável por mais de 97% do impacto global na economia portuguesa durante a época passada, que teve um acréscimo de 44% relativamente a 2015/2016, temporada em que o futebol profissional contribuiu com 315,9 milhões para o PIB.

 

Nessa época, a modalidade pagou 21,9 milhões em impostos e foi responsável pela criação directa de 2055 postos de trabalho (1.523 dos quais na divisão principal), segundo o estudo da empresa de auditoria e consultoria, que não apresenta os mesmos indicadores referentes a 2016/2017. "O estudo reforça que a maior parte dos postos de trabalho provêm das Sociedades Desportivas da Liga NOS que empregam 1 523 trabalhadores, em que 787 são jogadores, 212 são treinadores e 524 são outros funcionários das Sociedades Desportivas. Já as Sociedades Desportivas da LEDMAN LigaPro empregam, por sua vez 488 trabalhadores que se decompõem em 348 jogadores, 55 treinadores e 85 funcionários das Sociedades Desportivas", pode ler-se no documento.

 

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publicado às 03:22

 

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Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto, e Luís Filipe Vieira, homólogo do Benfica, estiveram sentados à mesma mesa da cimeira de líderes dos clubes de futebol profissional, organizada pela Liga de clubes, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

 

A reunião, levada a cabo em conjunto com Pedro Proença, presidente da Liga, teve como objectivo a discussão de três tópicos: reflexão dos dois anos e meio de governação da actual Direcção Executiva do organismo, o posicionamento da II Liga para os anos 2018 a 2021, e novos desafios.

 

Dos três clubes "grandes", só o Sporting não se fez representar. Além dos leões, Nacional e Santa Clara foram os únicos ausentes, em Coimbra.

 

Parece-me uma pergunta legítima... Quem defende os interesses do Sporting ?

 

Não sendo novidade que Bruno de Carvalho evita estas reuniões onde questões de foro global são debatidas, pasma que nem sequer tenha mandatado um representante.

 

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publicado às 04:28

 

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A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai ponderar se "há espaço" para a continuidade das equipas B no campeonato da II Liga.

 

O organismo era para discutir e votar alterações aos regulamentos das competições sobre temas que abrangem as cinco formações B que alinham no campeonato da II Liga, mas o ponto acabou por ser suspenso, para que o assunto possa ser alvo de uma reflexão.

 

Sónia Carneiro, directora executiva da LPFP, lembrou que está em discussão, no seio da Federação Portuguesa de Futebol, a criação de um campeonato sub-23:

 

"A eventual criação desse campeonato poderá levar a alterações do modelo competitivo da II Liga. Os clubes e a direcção da Liga consideraram que seria pertinente saber como vai ser esse campeonato e perceber até que ponto continua a haver espaço para as equipas B (na II Liga). Se não existir, teremos de remodelar o figurino da competição. No próximo mês de Março a Federação Portuguesa de Futebol vai fazer um 'workshop' sobre os contornos desse campeonato, e que a partir de então os clubes e a Liga poderão tomar uma decisão.

 

Esta competição teve desde sempre a capacidade de se regenerar, e facilmente poderá encontrar um modelo para que a II Liga tenha a mesma vitalidade, talvez mais próxima das populações, com equipas de natureza de II Liga. Os clubes têm essa capacidade de encontrar as soluções mais construtivas".

 

Actualmente, a II Liga é composta por 20 equipas, sendo que cinco são as formações B de Sporting, Benfica, FC Porto, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães.

 

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publicado às 04:23

Solange Carvalhas a melhor da Liga

Rui Gomes, em 08.07.17

 

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A futebolista do Sporting Solange Carvalhas foi eleita a melhor jogadora da Liga 2016/17, ao receber 17,77 por cento dos votos, à frente das colegas de clube Ana Borges, com 14,46, e Diana Silva, com 12,69.

 

A votação online decorreu no site do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) e eram elegíveis todas as jogadoras de todos os clubes que participaram na edição 2016/2017 da Liga.

 

Joana Vieira, do Futebol Benfica, foi a melhor marcadora da prova, com 34 golos, seguida de Solange Carvalhas e Diana Silva, com 33 e 26, respetivamente.

 

A melhor guarda-redes foi Rute Costa, do Sporting de Braga, com uma média de 0,13 golos sofridos, seguida de Patrícia Morais, do Sporting, com 0,57, e Neide Simões, do Valadares Gaia, com 0,78.

 

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publicado às 03:34

 

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É tradicional sempre que um clube comemora o aniversário, a Liga de Clubes publica uma nota no seu site oficial a dar os parabéns. Assim aconteceu, no sábado, pelo 111.º aniversário do Sporting Clube de Portugal.

 

Contudo... um "pequeno" lapso. A supracitada nota refere o 110.º aniversário do Clube. Como o texto publicado também dá destaque ao ano de 1906, como sendo o ano de fundação do Sporting, torna-se óbvio que alguém não sabe fazer contas. Pelo menos, queremos acreditar que tenha sido apenas isso.

 

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publicado às 21:20

 

A Assembleia Geral da Liga Portugal aprovou, esta segunda-feira, a proibição de "fumar na zona técnica, incluindo cigarros electrónicos". E o Sporting já reagiu, com acusações duras ao rival da Segunda Circular.

 

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A introdução desta ressalva no Regulamento Disciplinar surge alguns meses depois do incidente registado entre Bruno de Carvalho e Carlos Pinho, presidentes de Sporting e Arouca, respectivamente. A proposta, que viria a ser aprovada na generalidade, foi feita pelo Benfica. É causa para tranquilidade saber que os "encarnados" andam preocupados com estas questões "importantes". É sinal de que não existem outros problemas no futebol português.

 

Ora, até pela dúvida gerada no confronto entre Carvalho e Pinho, no túnel de acesso aos balneários, quanto à questão de uma eventual cuspidela, o artigo 136º-A, relativo ao "uso de expressões ou gestos ameaçadores ou indignos", considera ser "revelador de indignidade agravada o acto de fumar na zona técnica, incluindo cigarros eletrónicos e expelir fumo ou quaisquer outras substâncias, tais como saliva, na direcção de dirigentes, jogadores ou quaisquer outros agentes desportivos".

 

Bruno Mascarenhas, representante do Sporting na reunião magna dos clubes profissionais do futebol profissional, não se conteve perante os jornalistas, à saída da sede da Liga, no Porto:

 

«Isto é uma palhaçada, uma indignidade, que recebeu apenas a proposta favorável de Benfica, Arouca, Vitória de Setúbal e Famalicão. Temos votos contra de Sporting e FC Porto, todos os outros assobiaram para o ar e abstiveram-se. Considero que isto é uma perseguição ao nosso presidente, Bruno de Carvalho. Esta aberração terá consequência jurídicas nos locais próprios».

 

Numa outra medida aprovada pelos clubes e depois de tanta polémica sobre o assunto, os comentadores desportivos com ligações contratuais a clubes vão poder voltar a acumular as duas funções sem quaisquer penalizações para os mesmos ou para os próprios emblemas. Mais um caso em que determinados interesses falam mais alto.

 

Quanto a casos de corrupção e viciação de apostas desportivas, os agentes desportivos prevaricadores ficam "impedidos de se inscrever, ser inscritos ou de, a qualquer título, exercer funções como agentes desportivos sob qualquer outra qualidade". Pasma que esta proibição não existisse já nos Regulamentos !

 

Um destaque final relativamente ao vídeo-árbitro: o novo regulamento disciplinar prevê agora uma "sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 100 UC e o máximo de 300 UC" aos clubes que contribuam "determinantemente para impedir a correcta implementação, funcionamento ou utilização do vídeo-árbitro num jogo" da Primeira Liga. Dá para reflectir sobre a razão que levaria um clube a impedir "determinantemente" o funcionamento do vídeo-árbitro num jogo.

 

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publicado às 03:12

 

Era expectável Bruno de Carvalho andar preocupado nestes últimos dias por estar fora das luzes mediáticos que ele tanto adora, correndo o risco do protagonismo recair sobre outros personagens que ambulam pela praça futebolística portuguesa.

 

Consequentemente, como não podia deixar de ser, veio a "público" esta terça-feira através de uma carta enviada aos presidentes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), através da qual assume a perplexidade por estar a ser discutida publicamente a revisão dos regulamentos disciplinares, defendendo sanções exemplares:

 

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«O Sporting Clube de Portugal vem, em primeiro lugar e pela presente, manifestar perplexidade pelo facto de matéria que está a ser objecto de debate e análise em sede do grupo de trabalho com vista à revisão do Regulamento Disciplinar, estar em discussão na praça pública. Não nos parece que seja este o método mais adequado de obtenção de consensos e pacificação do futebol português que, como todos reconhecemos, devem ser uma prioridade de todos os agentes desportivos.

O Sporting Clube de Portugal tem sido portador de uma mensagem muito clara no que diz respeito ao normativo disciplinar que deve reger o futebol português. Sempre pugnámos, de há quatro anos a esta parte, pelo incremento de preceitos que visem a punição exemplar da corrupção, da opacidade, do incentivo ao ódio e à violência no fenómeno desportivo. Escrevemos-lhes por isso com a autoridade de quem tem consciência e convicção de que tem estado sempre na vanguarda das alterações e melhorias no futebol português.

Nesse sentido, o Sporting CP está inteiramente disponível para elevar ao extremo os mecanismos de sanção disciplinar de todos aqueles que, com responsabilidades, não cumpram os regulamentos em vigor.

Não podemos, no entanto, deixar de sublinhar algo que consideramos da máxima relevância. Nos últimos anos, o Sporting CP tem sido alvo preferencial das mais diversas ofensivas e invetivas que nos visam não apenas a nós, mas a toda a indústria do futebol. A este respeito, temos sido defensores intransigentes da aplicação de medidas que visem a promoção da verdade desportiva e da transparência no futebol português.

Foi precisamente nesse sentido que propusemos, entre outras medidas, aliás em linha com os programas de acção dos presidentes da FPF, da Liga e do Conselho de Arbitragem, a publicidade imediata dos relatórios dos delegados e dos árbitros, a introdução do vídeo-árbitro, a substituição imediata do responsável pela coordenação dos delegados da Liga, o fim dos observadores ou a punição exemplar de quem, por meios ilícitos, apoia material e financeiramente claques não legalizadas.

Temos, no entanto, absoluta consciência de que estas medidas não respondem na totalidade aos problemas prementes que enfrentamos hoje em dia. Desde logo porque o comportamento dos agentes desportivos, designadamente os dirigentes, é muitas vezes consequência de uma política de terrorismo comunicacional que alguns clubes entendem levar a cabo com resultados particularmente nefastos para a indústria do futebol e todos os que nela intervêm.

Nesse sentido, reafirmamos a nossa total disponibilidade para apoiar penas máximas para quem se exceda ou prevarique no exercício constitucional da liberdade de crítica e opinião, considerando, porém, que este quadro só é aplicável na circunstância em que nos sejam dadas condições para não termos que passar a vida a defender-nos do autêntico exército de caluniadores ao serviço de agendas clubísticas, que poluem o espaço mediático.

Atrevemo-nos inclusive a lançar o repto de que seja ponderada a introdução de um mecanismo de responsabilização objectiva dos Clubes pelas declarações proferidas por comentadores que lhes sejam manifestamente afectos, tal como já hoje sucede ao nível do comportamento incorrecto dos adeptos.

É pois neste contexto que propomos uma reunião ao mais alto nível com a presença dos Presidentes da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga Portugal, dos Clubes, do Governo e dos Operadores de Media que, como é público, têm sido utilizados, tantas vezes involuntariamente, para a prossecução de uma agenda de cartilha com matriz pirómana e incendiária que é devastadora para o desporto nacional.

Só através de um compromisso sério entre todos os intervenientes, e não podemos eximir ninguém desta responsabilidade, é que será possível a pacificação e descrispação tão necessárias ao futebol português».

 

É sempre uma "experiência" singular - não obstante o cansaço psicológico - ler/ouvir Bruno de Carvalho evocar os termos pacificação, descripação e ainda política de terrorismo comunicacional, recorrendo à sua teoria da indução por repetição, até se tornar credível vindo da sua pessoa. A sua recomendação de responsabilizar/punir os clubes pelas declarações proferidas por comentadores que lhes sejam manifestamente afectos, tal como já hoje sucede ao nível do comportamento incorrecto dos adeptos, é tão ridículo que não merece comentário da nossa parte. Até porque se a medida fosse aprovada e implementada, não dá para imaginar a punição de que o Sporting seria então alvo, pelo comportamento do seu presidente.

 

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publicado às 03:58

Goleadores da I Liga

Rui Gomes, em 13.03.17

 

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publicado às 19:35

Mais do deplorável mesmo

Rui Gomes, em 14.01.17

 

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Já tinha o título do post escolhido "Valeu Bas Dost e pouco mais", mas o golo do Chaves ao cair do pano obrigou-me a efectuar uma alteração, que, mais do que o resultado, reflecte a exibição do Sporting. 

 

Vou deixar a análise do jogo ao leitor, mas acho pertinente adiantar uma pergunta que eu entendo ser merecedora da nossa reflexão colectiva.

 

É facto incontestável que estamos a presenciar as consequências de uma época e de um plantel mal planeados. Para ser justo, até será insofrível sublinhar esta disposição. Talvez mais pertinente, na minha opinião, será questionar se estamos perante uma equipa mal orientada, tanto em termos de qualidade técnica de jogo como também no que diz respeito às constantes opções do treinador.

 

Ao fim e ao cabo, valeu o inesperado empate caseiro do Benfica diante do Boavista para o Sporting não ficar a dez pontos do primeiro lugar. Veremos o que faz o FC Porto.

 

Adenda: Pronto... temos aqui a explicação para tudo, por intermédio de Raul José, na ausência de Jorge Jesus:

 

«Foi falta de sorte. Entrámos a perder mas a equipa teve carácter e conseguiu dar a volta mesmo com dez. Não fomos felizes, sofremos golo furtuito na parte final e ficámos sem tempo para recuperar. Na segunda parte estivemos sempre por cima do jogo, demos a volta mas a sorte fugiu-nos no fim».

 

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publicado às 20:02

Regresso às vitórias

Rui Gomes, em 07.11.16

 

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Foi um jogo algo previsível, com um bom desfecho para o Sporting, embora com duas partes distintas. A primeira, até aos 49 minutos, quando surgiu a expulsão (2.º amarelo) do jogador do Arouca, em que a equipa leonina, conforme indicámos no post da convocatória, exerceu pressão alta e acentuou a sua postura ofensiva. A segunda, já com a superioridade numérica, em que os espaços começaram a aparecer e mais oportunidades de golo foram criadas, sob domínio absoluto.

 

Apesar do resultado e de uma exibição que satisfaz, o Sporting continua com dificuldades com a sua dinâmica ofensiva. O início de construção muito bom, para depois pecar por falta de penetração, especialmente pelo "miolo", e ineficácia de último passe. Dos 9', pelo golo de Bas Dost - num excelente lançamento de João Pereira e assistências de Rúben Semedo e Sebástian Coates - até já depois dos 30', o Sporting não fez um único remate à baliza do Arouca, acabando a primeira parte com um registo de 23 ataques e apenas 3 remates. Há aqui, há muito, um problema claro com a equipa, que Jorge Jesus ainda não conseguiu resolver.

 

O onze inicial for precisamente o que esperávamos, com João Pereira a render Schelotto e Joel Campbel a situar-se como segundo avançado. O costa-riquenho marcou um bom golo - o seu terceiro da I Liga - e terá feito o seu melhor jogo de "leão ao peito".

 

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Também Bas Dost de regresso aos golos. O seu quinto na Liga, aos 9', com já referimos, e novamente aos 68'. Bom sinal para um ponta de lança que se alimenta prioritariamente através de golos.

 

Adrien Silva de regresso à titularidade, fez sentir, como sempre, a sua influência na equipa, mas deixou a ideia, ao falhar a grande penalidade, que "quis" aliviar a carga sobre William Carvalho, pelo seu recém-falhanço do género.

 

Com o empate no Dragão, o Sporting recuperou terreno, igualando agora o FC Porto, ambos com 21 pontos, a 5 do líder Benfica.

 

P.S.: Novamente mais de 40 mil espectadores (40 743) em Alvalade. Os adeptos continuam a apoiar !

 

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publicado às 11:06

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