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O 'CIES Football Observatory' lançou esta segunda-feira um estudo relativo às equipas com mais penáltis assinalados a favor nos diversos campeonatos europeus desde 2018/19. Confira o 'top-10' da Liga Bwin, onde a formação que ocupa a primeira posição do ranking cobra um castigo máximo a cada 272 minutos, o equivalente a cerca de três jogos.

1.º - FC Porto (penálti a cada 272 minutos)

2.º - Sporting (penálti a cada 287 minutos)

3.º - V. Guimarães (penálti a cada 366 minutos)

4.º - Tondela (penálti a cada 409 minutos)

5.º - Santa Clara (penálti a cada 479 minutos)

6.º - Benfica (penálti a cada 527 minutos)

7.º - SC Braga (penálti a cada 531 minutos)

8.º - Marítimo (penálti a cada 664 minutos)

9.º - Moreirense (penálti a cada 702 minutos)

10.º - Portimonense (penálti a cada 708 minutos)

publicado às 15:00

As Notas de Julius 2021/22 (21)

Julius Coelho, em 29.11.21

Nesta rubrica, o leitor tem a oportunidade de apreciar - e se entender, criticar as notas (0-6) que eu atribuí aos jogadores do Sporting CP e a outros intervenientes do jogo com o Tondela da 12.ª jornada da Liga BWIN, que resultou numa vitória do Sporting por 2-0. Golos de Sarabia (10') e Paulinho (50').

Quinze minutos com entrada de leão com um futebol total levaram ao primeiro golo do jogo, depois baixaram a intensidade e relaxaram, foi o momento de testar a defesa para o dérbi. Na segunda parte, com as orelhas ainda a arder do que ouviram no balneário, voltaram a carregar no acelerador e o segundo golo chegou naturalmente e outros mais podiam ter chegado. Depois do jogo exigente contra o Borussia a equipa cumpriu o objectivo da vitória.

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DESTAQUE - LUÍS NETO - 5 - Jogo irrepreensível e até surpreendente do veterano rijaço como o ferro. Não tem sido opção na equipa titular mas mostrou estar em grande forma e quão útil ainda é, rápido a ler o jogo e fortíssimo na antecipação. Fez um corte do outro mundo e até bastante arriscado, imagine-se, quando o gazela Murillo isolado se preparava para bater o Adán. Manteve enorme intensidade de princípio ao fim.

ANTONIO ADÁN - 4 - Sempre muito seguro tanto entre como fora dos postes, raramente foi incomodado pelos avançados do Tondela; os problemas foram sempre resolvidos pelos seus defesas antes da bola chegar a ele com perigo.Um aspecto que é visível, o seu jogo de pés tem melhorado bastante.

RICARDO ESGAIO - 4.5 - Realizou um boa exibição, muito forte a defender, com as costas sempre bem protegidas, conseguiu libertar-se várias vezes e subir pelo seu corredor para fazer ligação com os colegas da frente. Sempre muito activo, tranquilizou o treinador que resolveu fazer descansar o Pedro Porro para o dérbi de sexta feira.

SEBASTIÁN COATES (CAP) - 4.5 - Não sabe jogar mal o capitão do Sporting, mesmo no período em que a equipa baixou substancialmente a intensidade foi sempre o gigante Seba, igual a si próprio, tanto nas intercepções da bola como a comandar toda a defesa. Teve que puxar pelos galões e gritar para todos quando viu a equipa a relaxar e a facilitar.

GONÇALO INÁCIO - 4 - Apareceu na sua posição de raís alternando algumas vezes com o Luís Neto. É um central já feito e apto para a selecção nacional. Quando a equipa deixou o Tondela pegar no jogo, a defesa voltou a mostrar porque é a menos batida do campeonato. Ainda levou uns apertões do capitão em lances em que não leu na perfeição os espaços e o timing do passe do adversário para as suas costas.

NUNO SANTOS - 3 - Seguindo as palavras do treinador, quem não estivesse bem neste jogo não jogaria o dérbi. O Nuno fez uma primeira parte irreconhecível, não ganhou um drible, menos mau a fechar o corredor mas a ligar o jogo esteve bastante abaixo do que sabe fazer. Melhorou na segunda parte e até teve oportunidade para fazer um golo num remate já dentro da área, solto e só com o guarda redes pela frente rematou forte para uma defesa de recurso.

JOÃO PALHINHA - 3.5 - Foi dos elementos que entrou muito forte no jogo até a equipa chegar à vantagem, depois reduziu bastante a intensidade e passou a gerir o esforço. Mais posicional, tentou resguardar-se, mas o azar bateu-lhe à porta num lance fortuito, numa tentativa de corte a um cruzamento para a sua área, não acertou na bola e foi traído pelo músculo da perna; veremos em breve se foi apenas um esticão ou se chegou mesmo a rasgar. Aparentemente pode ter sido só um esticão, mas que pode ser o suficiente para o afastar do dérbi.

MATHEUS NUNES - 4 - Que susto, quando aos 43' deitou-se no relvado contorcendo-se com dores numa perna, pensamos que seria um problema muscular, mas depois ele fez o gesto de uma simples pancada e felizmente pôde continuar. Uma exibição muito regular com alguns momentos de elevado nível técnico; um passe magistral com o seu pé direito a isolar o Sarabia já dentro da área adversária, deu origem ao segundo golo marcado por Paulinho.

PABLO SARABIA - 4.5 - Acabou por ser decisivo no resultado. Abriu cedo o marcador aproveitando o atraso de um defesa adversário. Podia ter feito o segundo por duas vezes na segunda parte: isolado rematou já dentro da área e permitiu a defesa do Pedro Trigueira. Felizmente que num desses lances a bola sobrou para a dupla Pote/Paulinho que obraram o segundo golo. Tirando esses lances esteve muito infeliz nos dribles e nos passes.

PEDRO GONÇALVES - 3.5 - Exibição muito discreta, não fosse o lance em que ofereceu de bandeja o golo ao Paulinho e um outro quando bem colocado, quase na zona de penálti, atirou para grande defesa do guarda-redes do Tondela e podíamos comentar que passou praticamente ao lado do jogo. Foi substituído quando ainda faltava meia hora para o final.

PAULINHO - 3.5 - Depois daqueles infernais primeiros 15 minutos, foi desaparecendo do jogo sem fazer a sua já patente pressão alta na saída da bola da defesa e do meio campo do adversário. Também deve ter ouvido ao intervalo, porque voltou a pressionar a defesa do Tondela no segundo período e acabou por marcar o segundo golo que lhe foi oferecido de bandeja pelo Pote.

DANIEL BRAGANÇA - 4 - Rúben Amorim optou por não arriscar excesso de desgaste a Matheus Nunes e substituiu-o logo a abrir a segunda parte com o Daniel. Fresco, trouxe outra dinâmica ao jogo, provocando mais intensidade e critério no passe, obrigando a uma maior circulação da bola com todos os colegas a movimentarem-se com mais rapidez. Período em que nasceram vários lances que podiam ter dado o terceiro golo.

TIAGO TOMÁS - 3 - Entrou com bastante energia a lutar e a provocar desequilíbrios na defesa do Tondela; combativo e destemido a meter o pé. A sua acção foi importante para a equipa manter-se por cima do jogo. Pressionou sempre a saída de bola do adversário. Teve também a sua oportunidade para marcar mas permitiu a defesa com os pés do Pedro Trigueira. Sofreu e fez algumas faltas na luta.

MANUEL UGARTE - 2.5 -  Está ainda alguns furos abaixo do João Palhinha para aquela tarefa de varrer o meio campo. Entrou e acumulou faltas que podia evitar. Falta-lhe ritmo para uma posição difícil mas muito importante para o jogo da equipa, tanto a ligar o jogo do ataque e muito mais a fechar os espaços ao adversário logo no meio campo, tarefas que executou de forma sofrível.

NÁZINHO - 2.5 - Entrou para o lugar do visivelmente desinspirado Nuno Santos para os 20 minutos finais do jogo, naquela que foi a sua estreia absoluta na Primeira Liga. Muito jovem (18 anos), procura ainda adaptar-se ao nível de exigência e responsabilidade desta equipa vencedora; tentou jogar simples e não comprometer.

TABATA - 2 - Entrou a substituir o Paulinho já ao cair do pano. Oito minutos em campo só deram para ganhar um ressalto perto da área do Tondela, rematou de imediato mas a bola foi interceptada por um defesa tondelense.

RÚBEN AMORIM - 5 - Continua a cobrar um impressionante número de vitórias seguidas na Liga. Chegar aos mesmos 32 pontos da classificação geral com as mesmas 12 jornadas da época passada, é obra digna. Depois de um jogo tremendo no meio da semana em que derrotou uma das mais poderosas formações do futebol mundial, manteve o plantel focado no compromisso do campeonato. Viu a equipa começar a querer cair no final da primeira parte e falou com todos ao intervalo. Assertivo na hora de refrescar a equipa e gastou as cinco substituições.

PAKO AYESTARÁN - 3.5 - Apresentou-se com invulgar ousadia em Alvalade - embora pessoalmente ausente devido à Covid-19 - com uma equipa destemida a olhar de frente o campeão. Com processos muito bem trabalhados, o Tondela disputou o resultado até  ao momento do Sporting perceber que tinha que acelerar o jogo e fazer a natural diferença. De realçar a notável exibição do seu guarda-redes que evitou com excelentes paradas que o resultado fosse mais dilatado.

HUGO MIGUEL (Árbitro) - 3.5 - Tem uma estranha forma de interpretação dos lances quando disputados com intensidade, para sua defesa marca quase sempre falta, fica mais fácil e resolve o seu problema. Errou várias vezes com essa interpretação. Decidiu bem no primeiro golo, viu que foi o defesa a atrasar a bola ao seu guarda-redes e com isso a colocar em jogo o Sarabia.

LUÍS FERREIRA (VAR) - 3.5 - No único lance em que foi chamado a intervir, na validação do primeiro golo marcado por Sarabia decidiu bem.

publicado às 06:04

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