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Jaime Marta Soares, confirmou esta terça-feira, em conferência de imprensa, a realização da Assembleia Geral Extraordinária no dia 23 de Junho.

 

O presidente da Mesa da Assembleia Geral reiterou que a reunião magna é destinada a deliberar sobre a revogação colectiva, com justa causa, do mandato dos elementos do Conselho Diretivo, sublinhando a intenção de dar a palavra aos sócios:

 

“O presidente da MAG, e a MAG, são os pilares da defesa intransigente dos estatutos. Como tal, têm o dever estatutário de defender a realidade, cumprir e fazer cumprir as regras do nosso clube.

 

O que tem acontecido no Clube é um autêntico golpe de Estado, liderado pelo presidente do Conselho Directivo Bruno de Carvalho. Uma situação inimaginável que se vive, que por ser tão fora dos regulamentos e estatutos são de uma ilegalidade grave.

 

A única AG legitimamente convocada, e pelo único órgão com poderes para tal, a MAG, está legalmente agendada para o próximo dia 23, no Altice Arena, e desde já se convidam todos os sócios para que nela participem com elevação e sentido democrático que os caracteriza, e onde desejamos que se possam afirmar em liberdade total e plena para o futuro do Sporting".

 

Bem... a lidar com um verme sem escrúpulos como Bruno de Carvalho, tudo é possível e veremos se a AG em causa será mesmo realizada. A ir avante, é imperativo a presença de muitos sócios para garantir, de uma vez por todas, a sua expurgação do Clube, assim como de todos aqueles que o apoiam.

 

publicado às 20:03

Fernando Correia desafia Marta Soares

Rui Gomes, em 26.05.18

 

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Fernando Correia, o novo porta-voz do lunático presidente, entre outras considerações que não vou perder tempo a transcrever, desafiou, esta sexta-feira, Jaime Marta Soares a revelar as "coisas que até o envergonham" que diz que sabe sobre Bruno de Carvalho:

 

"Marta Soares não pode nem deve hesitar em dizer tudo o que sabe do presidente e que considera tão vergonhoso, pois os sócios têm o direito de saber tudo e Jaime Marta Soares tem a obrigação de o dizer".

 

Fernando Correia informou, igualmente, que o presidente e os restantes sem-vergonha elementos do Conselho Directivo irão realizar três sessões de esclarecimento junto dos sócios em Lisboa, Faro e no Grande Porto. A primeira sessão será já este domingo, no Pavilhão João Rocha, a partir das 10h00, para que "os sócios possam esclarecer, sem quaisquer constrangimentos, quaisquer dúvidas que possam ter".

 

Por outras palavras, três ocasiões para vender a proverbial banha de cobra e dar lavagem cerebral aos mais incautos, em antecipação da Assembleia Geral do dia 23 de Junho.

 

Quanto ao desafio a Jaime Marta Soares, já aqui referimos num post desta sexta-feira que o presidente da Mesa da AG devia revelar o que sabe do presidente e que é pertinente à actual crise do Sporting.

 

publicado às 06:20

 

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Tudo indica que Jaime Marta Soares já tem em seu poder o requerimento - devidamente verificados ontem pela MAG em cooperação com uma sociedade de advogados - que reune o patamar mínimo de 1000 votos de sócios efectivos do Sporting a exigir uma Assembleia Geral para a destituição de Bruno de Carvalho e os restantes elementos do Conselho Directivo. Na realidade, fonte próxima do processo confirma que em menos de 48 horas foram recolhidas assinaturas com milhares de votos acima desse patamar mínimo.

 

Recorde-se que o requerimento em questão evoca a sucessão de actos lesivos ao Clube, a desprestigiante actuação pública dos membros do Conselho Directivo, a postura constante de divisão do Clube, quando se deveria pugnar pela sua união, as suspeitas e investigações de corrupção no desporto perpetrado pelo Clube, o incentivo a actuações agressivas e anti-desportistas, a demissão massiva dos membros dos vários órgãos sociais, o afastamento de parceiros de longa data e a preocupante degradação de património do Clube que exigem uma reflexão urgente e conjunta dos sócios do Sporting Clube de Portugal.

 

Consequentemente, Jaime Marta Soares já irá para a reunião desta quinta-feira dos órgãos sociais do Sporting com o requerimento em mão, e terá de convocar uma Assembleia Geral Extraordinária a realizar-se no prazo de trinta dias, caso Bruno de Carvalho e os outros dirigentes continuem a recusar demitir-se.

 

Uma fonte conhecedora do processo garante que será explicado aos sete membros do CD que a Assembleia de destituição pode vir a ficar marcada na história do Sporting pelos piores motivos e que não há necessidade de voltar a colocar o clube no topo da actualidade por razões que nada têm que ver com a sua actividade desportiva.

 

Os vogais Luís Roque e Luís Gestas têm sido muito pressionados a apresentar a carta de renúncia, e não terão sido os únicos. Por isso, há a esperança de que algum dos sete membros - basta um para o Conselho Directivo perder o quórum apesar de Marta Soares ter dito na semana passada que eram necessários dois - ceda durante uma reunião que se prevê de resolução imprevisível, embora o mais expectável passe pela marcação da AG Extraordinária tendo como base o requerimento que Marta Soares levará para a reunião.

 

publicado às 05:59

Os argumentos vazios de Marta Soares

Rui Gomes, em 04.02.18

 

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Jaime Marta Soares - presidente da MAG -, reagiu como um bom "bombeiro" a tentar apagar um fogo que ameaça alastrar-se, alegando que foi um "momento quente" que levou à interrupção dos trabalhos da reunião magna e ao abandono de Bruno de Carvalho e de outros elementos dos órgãos sociais.

 

"Foi da assembleias-gerais mais concorridas de sempre da era Bruno de Carvalho. Estiveram presentes 800 sócios e quase 5 mil votos. Dos 8 pontos da ordem de trabalhos, 6 foram aprovados. Tudo levava a acreditar que esses dois pontos seriam votados, mas quando estávamos para dar início à votação faltou calma às pessoas para que isso acontecesse. Depois houve desrespeito entre os sócios, o momento esteve quente mas sem ultrapassar os limites do bom senso. Nada ultrapassou minimamente os limites do que quer que seja. Numa alteração estatutária vem sempre ao de cima o calor dos que desejam, de outros que não desejam.

publicado às 04:36

Guerra sem fim à vista

Rui Gomes, em 26.03.17

 

Pelos vistos, os ânimos subiram de tom antes do Portugal-Hungria, aquando da chegada de Jaime Marta Soares ao Estádio da Luz para assistir ao encontro. Segundo a Sport TV, alguns adeptos afectos ao Benfica aproximaram-se do presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting com insultos e ameaças. Situação que obrigou a intervenção da polícia que serenou o ambiente e escoltou o dirigente leonino.

 

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Quem não perdeu a oportunidade para lançar mais um ataque ao rival da Segunda Circular foi Nuno Saraiva, director de comunicação do Sporting, através de uma missiva no Facebook:

 

«Hoje, à chegada ao estádio da luz onde se deslocou a convite da FPF e em representação do Sporting CP, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral foi insultado e ameaçado por elementos das claques do Benfica.

 

Não fosse a imediata intervenção da polícia, que soube comportar-se com enorme profissionalismo, e podia ter acontecido uma tragédia.

 

Esta é a diferença entre quem boicota a Selecção Nacional como parte de uma estratégia de intimidação e coação e quem sabe comportar-se e quer contribuir para a elevação do futebol português, como é o caso do Sporting Clube de Portugal.

 

O que hoje aconteceu, além de lamentável, é a consequência óbvia do comportamento intolerável de um clube que usa também o seu treinador para fazer ameaças com exércitos mitológicos de seis milhões. Mas é também o resultado do desespero de uma estrutura que está caduca e a sentir-se ameaçada.

 

Esperemos que as instâncias do futebol não se voltem a vergar, subservientes, perante quem dá esta imagem de um desporto e de um país que é Campeão Europeu, e que os autores, materiais e morais, daquilo que hoje aconteceu sejam devidamente punidos».

 

Já aqui comentámos o irrisório boicote do Benfica ao jogo da Selecção e não vamos voltar a abordar o assunto. O resto da missiva de Nuno Saraiva, que em nada contribuiu para resolver seja o que for relacionado com as duas Instituições centenárias e com o futebol português, acaba por ser mais do desagradável mesmo que já se ouviu vezes sem conta.

 

Nota de relevo, no entanto, para a sua referência à possibilidade de uma "tragédia" ter ocorrido salvo pela intervenção da polícia. Por todas as reportagens disponíveis sobre o incidente, parece-me um exagero grosseiro e porventura irresponsável deste director de comunicação.

 

publicado às 04:17

Quando o incêndio alastra...

Ricardo Leão, em 08.09.16

 

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Desesperado por não saber o que fazer com o "vulcão" cuja erupção provocou, Azevedo de Carvalho procura pateticamente uma saída que lhe permita enfrenter as urnas com o mínimo de confontação possível. Não terá, todavia, essa sorte. Se logrou convencer alguns, o fosso intransponível que criou com outros torna a tarefa impossível. 

 

Hoje, à laia de "apaga fogos" avançou o seu "bombeiro de serviço", comendador Marta Soares, tentando branquear a ideia de tribunal popular que ontem foi muito justamente avançada. Mas Marta, com a imperícia que o caracteriza e não se apercebendo que o vento mudou, em vez de tentar extinguir o incêndio com líquido apropriado, usou petróleo para ainda agigantar o "monstro".

 

Jaime Marta Soares, garante que "ninguém será julgado" nas audições aos antigos presidentes. "Não sou juiz nem a sala é um tribunal. Será uma reunião de esclarecimentos e entendimentos. Cada um dirá o que sente, se concorda ou discorda, para bem ou mal. Tudo será feito com elevação, de forma livre e democrática", diz.

 

Sobre o facto de terem assento na comissão representantes das claques, Marta Soares recordou que tal resulta de uma decisão tomada em assembleia geral e que "esta é soberana". De resto, salienta o presidente da MAG, "as reuniões terão regras". "Não será uma assembleia popular. As pessoas vão respeitar-se umas às outras. Não abdicarei das minhas competências. As claques têm toda a legitimidade e responsabilidade. Sabem estar. Vão dar a conhecer o que pensam e no que querem ser esclarecidas. Ninguém será julgado", reforçou Marta.

 

Ficámos "esclarecidos"... Bruno, esse, será em breve chamado a juízo. Mas num tribunal a sério e em acções intentadas exactamente por aqueles com que agora se tenta conciliar à viva força. 

 

publicado às 18:55

 

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Segundo o que está a ser noticiado e entretanto confirmado pelo antigo comandante dos bombeiros, Marta Soares, vários elementos do Sporting vão reunir e conversar sobre vários temas, antes da Assembleia Geral do dia 24, com foco na permanência ou destituição de Rui Barreiro, membro do Conselho Leonino.

 

Isto, sem ser surpresa alguma, uma vez que já na Assembleia Geral de 17 de Janeiro, o presidente da Mesa tinha dito que que ia propor a sua exoneração. Eis a sua recém-confirmação:

 

«Vamos analisar a quebra da disciplina regulamentar por parte do dr. Rui Barreiro, o que pode levar à sua destituição». 

 

A pessoa de Rui Barreiro é-me indiferente, mas é por de mais evidente que o objectivo é punir - já que não é possível silenciar - uma voz crítica, mesmo estando integrado no Conselho Leonino. O que vai ser debatido por Marta Soares e outros elementos, na acima referida reunião, não será a causa e a legalidade da destituição de Rui Barreiro - optando por essa via, arranja-se sempre argumentos - mas sim os prós e os contras mediáticos desse eventual acto, e o seu impacte na campanha eleitoral de Bruno de Carvalho.

 

Todavia, não obstante quaisquer manejos finórios, dificilmente não vai ficar a impressão de que tudo isto não é mais do que uma medida ditatorial por quem tem o poder entre mãos e "os trunfos na manga".

 

Rui Barreiro garante não ter conhecimento das “razões formais que levam a que surja essa proposta”“não recebi nada, zero”, garante – e lamenta que este tipo de questões surja numa “fase extremamente importante para o Sporting no campeonato nacional”.

 

“Quanto menos ondas houver, melhor. Pelos vistos, os dirigentes gostam de criar manobras de diversão nestas alturas, que julgo não serem úteis. Prefiro falar com propriedade após a reunião do Conselho Leonino de terça-feira, sendo certo que não vislumbro nenhuma razoabilidade jurídica, nem formal, para uma proposta dessas. Apenas, eventualmente, aquela lógica de ‘quem não está comigo, está contra mim e deve ser silenciado'".

 

publicado às 08:39

 

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Critica-se o presidente do Conselho Directivo Bruno de Carvalho ou a sua liderança do Clube, e a punição não tarda: processos em tribunal, expulsão de sócio e, no caso de Rui Barreiro, expulsão do Conselho Leonino.

 

O presidente da Mesa da Assembleia Geral, Jaime Marta Soares, revelou este sábado que vai propor a expulsão do Conselho Leonino do associado Rui Barreiro. Esta foi uma das deliberações da reunião magna que, segundo consta, reuniu cerca de 270 associados no Pavilhão Multidesportivo, em Alvalade:

«Convidei amavelmente o senhor Rui Barreiro para estar presente na AG, mas este recusou o convite vitimizando-se. Não posso estar de acordo com esta sua forma de estar na vida. Ele é reincidente neste tipo de situações. Por isso, tenho 30 dias para propor ao Conselho Leonino a sua exoneração. E, segundo os regulamentos do clube, nem sequer é preciso um processo disciplinar para consumar a sua expulsão. O senhor Rui Barreiro voltou a fazer-me acusações infames e que não se coadunam com o lugar que ocupa no Conselho Leonino»

 

Pensava eu que tinha acompanhado o todo desta "novela" desde o primeiro dia, mas parece-me agora óbvio que não será esse o caso, dado que me escapou as "acusações infames" que Rui Barreiro alegadamente dirigiu a Jaime Marta Soares.

 

Um cínico até diria que tudo isto faz parte de um  estratagema muito bem elaborado. Convida-se Rui Barreiro para se fazer ouvir em uma reunião magna; muito provavelmente ele não aceitará esse convite e teremos então o pretexto para o expulsar do Conselho Leonino.

 

Mas isto sou eu que tenho uma imaginação muito fértil. Nesse sentido e, também, no que diz respeito, segundo Marta Soares, aos 40 associados que tiveram "total liberdade" para falar. Não sou muito bom em matemática, mas 40 vezes não sei quantos minutos cada, com "total liberdade", ainda agora a Assembleia Geral estaria a decorrer.

 

Fico a pensar que depois de Eduardo Barroso apanhamos com este Marta Soares. É o caso clássico da cura ser igual ou ainda pior do que a doença, e não sei bem o que fizemos para merecer isto.

 

publicado às 05:14


Há algo disfuncional com as escolhas de Bruno de Carvalho para a posição de presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting. Primeiro, fomos «invadidos» pelo irreverente Eduardo Barroso com os seus inúmeros e bem conhecidos polémicos episódios de vincado indecoro e insensatez. Agora, surge Jaime Marta Soares, igualmente ruídoso, a questionar a venda do avançado holandês Ricky van Wolfswinkel: «Foi um negócio impensável e que fica a marcar, pelas más razões, a gestão de Godinho Lopes. Nunca pensei que o antigo presidente tivesse tomado uma atitude desta dimensão, o que é preocupante. Estou solidário com o presidente Bruno de Carvalho no sentido de este tomar medidas nos processos que têm de ser clarificados, com a venda do jogador holandês.»  

Em primeiro lugar, já aqui manifestei em diversos textos a minha discórdia pela transferência do jogador, mas não pelos motivos insinuados por Marta Soares. Segundo, ele deve-se questionar quanto ao muito do que precipitou o negócio: questões de tesouraria, claro, e as persistentes acusações e até ameaças verbalizadas tanto por Bruno de Carvalho como por Carlos Severino. Terceiro, não compreendo como é que uma questão do foro desportivo se relaciona com o presidente da Mesa da Assembleia Geral, salvo, como muito indica, por recado encomendado pelo presidente do Conselho Directivo.

Se existe algo menos transparente com este negócio, o processo deve ser devidamente investigado no foro interno por quem de direito e, então, agir de acordo com os resultados apurados. Entre tudo, ultrapassa o bom senso esta insistência em diabolizar Godinho Lopes, ao mais pequeno ensejo, quando o que o Sporting mais necessita, neste momento, é paz e tranquilidade e meios para concretizar um razoável sentido de unidade. Sobretudo, a exemplo recente de Daniel Sampaio, a «lavagem de roupa suja» em público, contrário à demagogia populista em voga, em nada beneficia o Sporting. Se existem provas de actos impróprios e/ou ilegais, as medidas adequadas devem ser prontamente tomadas pelas vias designadas para o efeito, que não incluem, o palco ruídoso. Será que nunca se aprende ou é mais uma tentativa para distrair a audiência e desviar atenções ?

 

publicado às 20:17

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