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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Não é que seja novidade alguma, mas merece sempre a pena sublinhar a realidade. Aqui não nos preocupamos em defender o FC Porto, mas não deixa de ser verdade que Luisão sempre gozou de um estatuto especial de impunidade em Portugal, e que a expulsão de Maxi Pereira peca por insuficiência, tal o número de vezes que ele mereceu esta sanção enquanto de "encarnado" e passou ileso.
A cor da camisola faz diferença, hoje... e sempre !
... E, sobretudo, hipocrisia patente, por parte de Paulo Olavo e Cunha, antigo presidente da Assembleia Geral do Benfica, ao fazer esta declaração sobre as incidências do jogo de ontem, no Dragão, nomeadamente no que diz respeito ao comportamento de Maxi Pereira:
Maxi Pereira fez uma segunda falta para cartão amarelo. Se o jogo não fosse no Porto e o árbitro não fosse do Porto, estou convencido que não acabaria o jogo. O árbitro não usou o mesmo critério o jogo todo e, com a camisola do Benfica, o Maxi teria sido expulso.
Na realidade é caso para rir, ao ler a afirmação "com a camisola do Benfica, o Maxi teria sido expulso" !!!
Nos oito anos que Maxi Pereira representou os "encarnados", quantas e quantas vezes ele devia ter visto o segundo amarelo ou ter sido expulso directamente ?... Com rigor, e sem o mínimo de exagero, cada segundo jogo. Mas agora, como já não enverga as cores do clube da Luz, os critérios são "diferentes" e a objectividade de análise de benfiquistas também sofreu uma alteração radical.
Dá novo significado à expressão "puxar a brasa à nossa sardinha", mas vindo do "glorioso" cá do burgo, tudo é de esperar.
Além da enorme surpresa em ver Costa Rica vencer o Uruguai, por 3-1, o jogo ainda proporcionou outro acontecimento "inédito" - que eu considero justiça poética - pela "espectacular" expulsão daquele muito gentil rapaz que joga a defesa direito pelo clube do outro lado da Segunda Circular.
Maxi Pereira assume a distinção de ser o primeiro jogador a ser expulso no Mundial 2014 - no primeiro jogo da selecção do seu país - uma ocorrência fenomenal considerando que no campeonato português foram necessários 162 jogos para um árbitro ter a coragem de fazer justiça às suas inúmeras acções faltosas.
Neste caso concreto, aconteceu aos 90+4 minutos de jogo, quando Maxi Pereira decidiu pontapear o jogador costa-riquenho Joel Campbell, o 99.º cartão vermelho directo na história dos Campeonatos do Mundo.
Escolhi este breve texto - algures nos espaços de opinião - por reflectir, no essencial, o meu parecer sobre este jogador do clube do outro lado da Segunda Circular:
Há jogadores que beneficiam de inexplicável condescência dos árbitros...
Que é precisamente o que se passa com Maxi Pereira que claramente já não tem fôlego para ir e voltar como dantes. Daí o recurso sistemático à falta, algumas vezes bem violentas e perigosas, como foi o caso em Alvalade. Perante a simpática complacência do sr. Hugo Miguel, que fez de conta, à semelhança dos seus colegas do apito.
Uma pergunta que faço a mim próprio há muito tempo: O que é preciso para Maxi " o inviolável" Pereira ser expulso ?
«Como pode Maxi Pereira acabar todos os jogos?»
A pergunta é de Vítor Pereira, após o Benfica - FC Porto na Luz. Não há que ter compaixão alguma pelo treinador portista, pois ele sabe bem «puxar a brasa à sua sardinha», no entanto, ele faz a pergunta que muitos já andam a fazer há longa data e que, na realidade, não padece de explicação por ser o segredo mais bem conhecido. Por incrível que pareça, o jogador do clube da Luz só tem 6 amarelos na Liga e 1 na Taça de Portugal e nunca foi expulso esta época. Em 2011/12 viu 11 amarelos na Liga e 1 na Taça da Liga, mas também nunca foi expulso, tanto por acumulação como por cartão vermelho directo. Como não podia deixar de ser, essa «distinção» viria a ser-lhe atribuída na Liga dos Campeões, prova em que viu o total de 7 amarelos.
Jorge Jesus:«João Ferreira fez uma grande arbitragem.» !!!
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