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Depois das boas indicações diante do Wolverhampton FC, na sua estreia pelo Manchester United, Bruno Fernandes voltou esta segunda-feira a deixar a crítica bastante agradada com aquilo que fez diante do Chelsea.

BBC

"Fernandes terá aumentado a satisfação de Solskjaer com alguns bons toques, incluindo um pontapé livre que acertou no poste, além de criar o golo de Maguire antes de ser substituído com uma forte ovação dos adeptos visitantes nos momentos finais".

Daily Mirror

"Todos os olhos estavam focados em Bruno Fernandes desde que assinou uma transferência milionária desde o Sporting. O internacional português fez uma estreia sólida diante do Wolves antes de passar algum tempo a construir laços com os seus colegas na paragem de inverno. Avisaram-no que iria ter uma experiência totalmente diferente diante do Chelsea, mas voltou a mostrar sinais prometedores. A espaços, especialmente na primeira parte, sentiu algumas dificuldades para entrar no jogo, mas tentou manter-se positivo quando teve a bola e a levou para a frente. As suas bolas paradas deram uma nova dimensão: atirou ao poste em cima da hora de jogo, minutos antes de ter feito a sua primeira assistência num canto que encontrou Harry Maguire. A sua colocação na bola parada pareceu mesmo o maior foco de perigo do United, isto enquanto se vai adaptando ao estilo de jogo da equipa. Por agora, muito bem".

Daily Mail

"Bruno Fernandes é especialista em bolas paradas. Harry Maguire também, de uma maneira diferente. Imagina-se que ambos vão transformar-se numa parceria formidável para o Manchester United a partir de bolas paradas."

Squawka

"O Manchester United andou desesperado desde o início da temporada por um criativo dominante. Scott McTominay e Nemanja Matic são bons a defender, Fred é um trabalhador que sabe fazer as coisas rodar, mas nenhum deles consegue replicar a criatividade que Paul Pogba oferece. Já Bruno Fernandes pode bem dar-lhes aquilo pelo que desesperam. Apesar de ter feito apenas o seu segundo jogo, assinou uma exibição sublime. O seu movimento foi tão inteligente, colocando-se sempre disponível aos colegas. Depois, quando recebia a bola, era capaz de trocar passes e colocar intensidade no jogo num ápice. Está claro que Bruno Fernandes está num nível acima e isso foi bem evidente na sua performance ainda antes de assistir para o Harry Maguire. É muito raro o United marcar de cantos, mas se o Bruno Fernandes continuar a cruzar assim? Esperem que as coisas fiquem sérias especialmente nas bolas paradas".

publicado às 03:30

 

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#1 - Caricatura Kitsch de Presidencialismo

 

Sejamos intelectualmente honestos. A maioria das aparições públicas deste Presidente são uma verdadeira perca de tempo. Difícil entender uma hora e meia de oração prévia numa Assembleia Geral, ou 50 minutos de humor sarcástico como assistimos constantemente nas aproximações aos núcleos. Os discursos constantemente direccionados para o Inimigo Invisível não ajudam o clube: não promovem uma interpretação critica da actualidade, não abordam os pontos fulcrais do dia-a-dia institucional nem dos verdadeiros interesses dos associados. Bruno de Carvalho é um sportinguista doente mas, tal não chega para se tornar expert em nada. O presidente tem de abrir espaço a outros, ou falar muito menos.

 

#2 - Conferências de imprensa selvagens

 

Tivemos na época 2015/2016 cerca de 180 conferências de imprensa fora do Match Day, em que ninguém se mostrou incomodado com o Status Quo das mesmas: 146 serviram para lançar farpas, fomentar guerrilhas, promover acusações e responder a picardias. O que se ganhou foi muito pouco perante o que se perdeu. Fez-se barulho, ao mesmo tempo que se conotou um estigma de pessimismo e guerra à instituição.

 

#3 - Todos são inimigos do Sporting

 

Do mesmo modo que um devedor-crónico receia a caixa de correio, todos os dias o clube receia as próximas páginas dos jornais. Promovido tal romance mediático a mensagem ao embate por uma Verdade Desportiva, não percebemos que gradualmente a comunicação social se afastou do Sporting. A verdade é que a "Verdade Desportiva" pouco interessa à Comunicação Social, por motivos que não interessa referir. Usar este meio para promover uma posição sobre tal tema, é tão ineficaz assim como Inácio a comentador televisivo. Aliás, o Director de Relações Internacionais criticar os órgãos de Comunicação Social em pleno prime-time, mais ajudou a criar uma barreira entre o clube e os Media. 

 

#4 - Falta ao clube um Media Relationship Advisor.

 

Existe um desfasamento visível entre os interesses institucionais do nosso Sporting e a abordagem dos Media ao clube. Tal se deve a um distanciamento institucional para com os Media, mas principalmente à ausência destes tais profissionais no nosso clube, credíveis e respeitados, que promovam co-relação entre departamentos sociais. É necessária uma Media Shortlist para um direcionamento imediato às redacções editoriais. Criação de Spotlights semanais a serem partilhados com toda a imprensa, assim como uma disponibilização diária de Press-releases. A criação de conteúdos informativos são vitais para o combate à já tradicional especulação off-season que tanto nos incomoda.

 

#5 - Não existe plano B

 

A recente notícia acerca de João Mário foi contundente para nós, mais do que deveria ser. O agente revela a insatisfação de um jogador, o jogador está defendido pelo decoro a que a concentração da selecção nacional obriga, ficando o Sporting com esta notícia nas mãos, sem saber o que fazer. Como supostamente ninguém assume posição pública, é "plantada" uma contra-resposta no jornal. Isto é péssimo, destabilizador e descaracteriza a confiança dos adeptos assim como do próprio jogador. Veja-se o que o Benfica fez quando o pobre Inácio levantou a questão da renovação do atleta Júlio César. A diferença entre quem está preparado e quem simplesmente não está. Basta o nosso departamento Media informar a comunicação social de um alegado andamento positivo do processo, que a polémica acaba por aqui.

 

Contamos com a contribuição dos leitores do Camarote na apresentação de outras razões que se considerem fundamentais a esta questão abordada, nomeadamente soluções que permitam uma maior e melhor ligação entre a Comunicação Social e o nosso Sporting.

 

publicado às 20:55

Incoerência maliciosa

Rui Gomes, em 22.11.12

 

Apesar da não novidade, temos aqui um perfeito exemplo de incoerência maliciosa por parte da comunicação social desportiva - neste caso, em particular, do «quasi-oficioso» emissário do clube da Luz - através do qual a informação é coordenada e manipulada à conveniência dos prevalecentes interesses. Sob a manchete: «Tivemos sorte em conseguir a vitória», eis o que o periódico desportivo «A Bola» publicou sobre as declarações de Franky Vercateren no final do embate com o Sporting Clube de Braga:

 

«A Bola»: Depois do final do jogo em que o S.C. Braga chegou a encostar o Sporting na sua grande área, o treinador dos leões reconheceu que a formação de Alvalade teve alguma sorte em ter conseguido terminar o jogo com os três pontos no bolso.

 

Vercauteren: Pode-se dizer que tivemos sorte em conseguir esta vitória, se calhar a sorte que nos faltou nos outros jogos. O adversário esteve forte, sobretudo no segundo tempo, mas estou satisfeito com o que fizemos no primeiro tempo. Sempre acreditei que a vitória ia chegar.

 

«A Bola»: Questionado sobre o golo invalidado ao SC Braga, Vercauteren defendeu que «o árbitro tem sempre razão e que as suas decisões têm sempre de ser aceites» e deixou elogios a Eric Dier, o jovem que lançou.

 

O artigo do jornal limitou-se a isto. Vejamos, então, a versão fidedigna das declarações do treinador do Sporting:

 

«Se o resultado me parece justo no final do encontro ? Depende de como se olha para o jogo. Se virmos só a segunda parte, temos de admitir que tivemos sorte, talvez a sorte que nos faltou nos outros jogos. Se virmos a primeira parte, então merecemos a vitória. Tivemos ocasiões de golo e dominámos a maior parte do tempo. Por isso acho que merecemos esta vitória que os jogadores já procuravam há tanto tempo, sobretudo pelo que fizemos na primeira parte. Defrontámos uma equipa muito boa, bem organizada e isso também nos dá valor».

 

«Se me pareceu bem anulado o golo de Alan ? Sim, vi logo que é falta. Mas acho que devemos dar paz aos árbitros e falar o menos possível deles para lhes dar condições para fazer um bom trabalho».

 

Seguiu-se um comentário sobre Eric Dier, semelhante ao que A Bola publicou e, depois, a última parte que o jornal deixou omissa:

 

«Se continuo a acreditar que podemos chegar à Liga dos Campeões ? Ainda é um longo caminho. Nós mantemos a ambição, mas ainda temos um longo caminho pela frente, que exige muito trabalho. Vamos continuar a trabalhar bem e, com o apoio dos adeptos, podemos chegar lá todos juntos. A vitória sobre o SC Braga não resolveu nada, mas é um passo importante no rumo que pretendemos seguir».

 

É por de mais evidente que «A Bola» compôe hábil e maliciosamente o que publica e deixa omisso o inconveniente. A predisposição para textos desta reduzida fidedignidade não é causa para espanto, pelo notórios precedentes de longa data, no entanto, nem por isso deixa de ser menos decepcionante que o conceito sobre os princípios da difusão de informação precisa e confiável, assentes em um impecável senso de ética e responsabilidade - quase como uma bossúla moral - sejam tão vulgarmente desprezados em um País que de há uns tempos a esta parte nutre a independência e a diversidade de expressão intelectual como pilares base de uma sociedade livre e diversificada.

 

* Artigo publicado hoje no Jornal do Sporting

 

publicado às 01:10

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