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21933450_DbcuU.pngNa Sporting TV, Miguel Braga, Responsável de Comunicação do SCP, fez alvo dos penáltis que são marcados a favor do FC Porto, o último dos quais facilitou a vitória dos portistas frente ao Marítimo, ontem à noite. Isto, na cauda de uma outra grande penalidade que garantiu o empate contra o Boavista:

"O FC Porto conseguiu vencer com o 12º penálti que foi marcado esta época a seu favor. São 12 penáltis em 20 jogos, o que quer dizer que, em 60 por cento dos jogos, o FC Porto tem um penálti a seu favor.

Relembro que, quando terminou a primeira volta, o FC Porto tinha os mesmo penáltis que o SC Braga, o Sporting e o Benfica juntos. Actualmente, já consegue ter mais, o que é uma coisa extraordinária.

Há ainda uma particularidade. Tem-se falado muito do novo jogador do FC Porto e ele está com uma média extraordinária de penáltis sofridos. Em 40 minutos, o Francisco Conceição já conseguiu ter dois penáltis por faltas cometidas sobre si, o que, se não é um recorde, é no mínimo um número muito interessante.

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Fico satisfeito por o Benfica vir à nossa causa. Mais vale tarde do que nunca. No entanto, este é um pedido peculiar ou estranho, por ser altamente selectivo. Em jogos em que acham que têm razão, pedem para ouvir o áudio e para que a comunicação do VAR seja pública. Não é uma questão de... quando nos dá jeito queremos ouvir as comunicações do VAR.

Por uma questão de transparência e até por uma questão de principio as comunicações deviam ser audíveis! O Sporting tem-se batido, ao longo dos últimos meses, por isso, já fez comunicados por causa disso, espero que o Benfica deixe de ser tão selectivo e perceba que tudo isto é uma questão de transparência e um valor global para o futebol. Não deve ser utilizado apenas quando alegadamente achamos que teremos a nossa razão para ouvir aquelas comunicações.

Relativamente ao encontro do próximo sábado, no Dragão, se o Sporting ganhar o jogo não é automaticamente campeão, se perder o jogo também não deixa de ficar à frente".

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Entretanto, Rúben Macedo, o autor do penálti que permitiu aos dragões vencerem a partida nos Barreiros, que supostamente saiu do relvado em lágrimas (de crocodilo), tem sido alvo de muitos insultos nas redes sociais, nomeadamente depois de vir a público uma publicação sua no Instagram, em que citou o discurso de agradecimento de André Villas-Boas após ter sido distinguido com o galardão Dragão de Ouro em 2011. "O portista sente, sofre, luta. O portista quer, pede e exige. O portista junta, acumula e ganha".

Recorde-se que o agora extremo do Marítimo fez oito anos de formação no FC Porto e ainda quatro anos na equipa B portista, com empréstimos pelo meio. Chegou ao Marítimo no Verão, proveniente do Desportivo das Aves.

publicado às 03:49

Miguel Braga aponta aos rivais

Rui Gomes, em 17.02.21

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No programa Raio-X da Sporting TV, Miguel Braga, Responsável de Comunicação do Sporting, condenou as declarações de Pinto da Costa após o jogo com o SC Braga:

"Há uma relação directa entre a conferência de imprensa [de Pinto da Costa] e os actos que se seguiram, nomeadamente as ameaças de morte ao árbitro Luís Godinho e à sua família. Não é descabido afirmar que parte daquelas palavras foram incentivo às acções que se desenrolaram. O Sporting repudia qualquer incentivo à violência.

Essa narrativa de críticas à arbitragem não cola. É um tipo de comportamento que não ajuda nada. Aliás, pelo contrário, só estraga o futebol português. O FC Porto é a equipa em Portugal com menos amarelos e aquela que durante a 1ª volta do campeonato teve mais penáltis a seu favor, mais do que Sporting, Benfica e SC Braga juntos".

A propósito das críticas do Benfica à arbitragem, Miguel Braga teve isto para dizer:

"Estão de alguma forma tentar desvalorizar a liderança do Sporting apontando como argumento os árbitros ou outras coisas mais surreais, como a quantidade de jogos que tem sido desgastante para as outras equipas e o facto de o Sporting não estar na Europa e ter sido eliminado na Taça de Portugal.

Curiosamente, desde o dia 9 de Dezembro até (ante)ontem, se olharmos para os grandes, fizeram exactamente o mesmo número de jogos. A única equipa que fez mais jogos do que o Sporting, mais um, foi o SC Braga. O Sporting lidera o campeonato por mérito e é a única equipa que até ao momento está sem derrotas"

publicado às 03:03

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Miguel Braga, Responsável de Comunicação do Sporting CP, reagiu, no programa Raio-X da Sporting TV, às recém-críticas do FC Porto à arbitragem:

"Quem ouvir os responsáveis do FC Porto a falar e ver a realidade, não bate a bota com a perdigota. No jogo do FC Porto vi dois amarelos bem mostrados, se o 1º não é amarelo então pelo amor de Deus…

"Não podemos passar a vida toda com esta linguagem agressiva e estratégia bélica do FC Porto em tudo o que faz, vide o caso dos falsos positivos, e depois deparamo-nos com a realidade que nos diz exactamente o contrário: é a equipa com mais penáltis a favor e menos amarelos. Acho extraordinário".

publicado às 03:05

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Miguel Braga, responsável pela comunicação do Sporting, lamentou a posição assumida por Sónia Carneiro, directora executiva da Liga, no que diz respeito à suspensão do jogo de castigo aplicado a João Palhinha.

A presença de João Palhinha na visita do Sporting a Barcelos, para defrontar o Gil Vicente, amanhã, não é, por enquanto, um dado adquirido. Está dependente do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), que pode resolver o processo antes da partida da 18.ª jornada.

Neste caso específico, só uma decisão favorável aos leões poderá reverter o amarelo mostrado ao médio por Fábio Veríssimo no Bessa e que o teria afastado do dérbi com o Benfica, após inquérito do CD, se o Sporting não tivesse interposto uma providência cautelar juntamente com o recurso que fez seguir para o TAD – e que foi apreciada pelo presidente do TCAS.

O TAD admitiu o recurso a 30 de Janeiro. Na terça-feira estarão cumpridos 10 dias, pelo que a deliberação estará iminente.

ADENDA

A Federação Portuguesa de Futebol vai recorrer para o Supremo Tribunal Administrativo do provimento dado à providência cautelar apresentada por João Palhinha, pelo Tribunal Central Administrativo do Sul, confirmou esta segunda-feira à Lusa fonte federativa.

Na sexta-feira, o Conselho de Disciplina da FPF apresentou uma exposição ao Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais sobre a suspensão do castigo imposto ao médio do Sporting (cinco cartões amarelos), que possibilitou a utilização de Palhinha no jogo frente ao Benfica, em 1 de Fevereiro.

Palhinha foi castigado em 27 de Janeiro, em processo sumário, tendo o pleno da secção profissional do CD da FPF considerado improcedente o recurso do jogador.

E a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto?... pergunto eu.

publicado às 18:00

Jornal Sporting

Rui Gomes, em 05.02.21

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Como Carlos Barbosa da Cruz escreveu, e muito bem, esta semana no jornal Record, “se se generalizou o uso do VAR, porque se concluiu, e bem, que a tecnologia podia suprir os naturais erros de julgamento dos árbitros, não entendo por que é que essa mesma tecnologia já não serve para corrigir lapsos” dessa natureza.

Não aproveitar todos os recursos ao nosso alcance para trazer mais justiça ao mundo, seja do futebol ou outro qualquer meio ou indústria, é afastarmo-nos do propósito de lutar por uma sociedade melhor e mais justa.

Com a admissão por parte do árbitro do seu erro, com imagens que o comprovem, insistir no erro é, simplesmente, desvirtuar a justiça desportiva. E como alguém disse um dia: “se errar é próprio do Homem, insistir no erro é próprio do diabo”.

Independentemente da actual discussão jurídica, a verdade é que em menos de um mês, o Sporting CP voltou a ser prejudicado, à imagem do que aconteceu com o caso dos “falsos positivos” de Nuno Mendes e Andraz Sporar. 

Excerto da crónica de Miguel Braga, no jornal Sporting

publicado às 03:20

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Miguel Braga, Responsável de Comunicação do Sporting, no programa Raio-X da Sporting TV, deu voz ao descontentamento do Sporting CP, relativamente ao posicionamento do Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol no processo que conduziu à suspensão de João Palhinha.

"O Sporting foi prejudicado mais uma vez, pois esta decisão condicionou a preparação para o jogo com o Benfica. No regulamento existe a possibilidade da despenalização. É uma possibilidade legal. Foi unânime na imprensa desportiva que a falta foi mal assinalada, possivelmente nem era falta e muito menos cartão amarelo.

Tivemos um árbitro, Fábio Veríssimo, que teve a coragem de assumir o seu erro e, em comunicação com o Conselho de Arbitragem, ter explicado que cometeu um erro. Claro que não pode ter visto o lance em toda a sua extensão, quando, depois, chegou a casa e viu que tinha feito mal.

O facto de existir uma falta discutivelmente inexistente, o dar um cartão amarelo, um jogador ser suspenso automaticamente, o árbitro reconhecer o erro e admitir que não devia ter dado o cartão amarelo… Nada disto foi suficiente para o CD, que prejudicou o Clube e o jogador João Palhinha.

Ao contrário de outros clubes, o Sporting nunca premeditou o seu ataque ou tão pouco tentou minar este CD logo desde o seu início ou quando estava a ser formado. Agora, a reflexão que nós exigimos é que, perante uma injustiça, perante as palavras de um árbitro, que reconhece o seu erro, e perante a verdade desportiva, este CD agiu de forma errada.

Era o que faltava, agora, um tribunal desportivo tentar penalizar o Sporting. Isso não vai acontecer. É uma questão de credibilização da própria arbitragem. Errar é humano, o não admitir o erro e fingir que tudo está bem é que vai contra quem quer a verdade desportiva dentro de campo".

A inclusão de Sporar no negócio que conduziu à contratação de Paulinho ao SC Braga:

"Se olharmos para o início da época e para os jogos que o Sporar fez (ou não) a titular, não é preciso fazer uma dedução brilhante para perceber que, possivelmente, o Sporar ia ter menos minutos em campo do que poderá ter no SC Braga. E, para não termos um jogador parado, a desvalorizar, durante seis meses, foi uma opção estratégica do clube que se percebe facilmente".

Não deixa de estranhar os pormenores revelados pelos bracarenses no comunicado que confirmou a venda de Paulinho ao clube de Alvalade:

"Sei o que estava acordado dizermos, sei que numa transferência mais antiga, a do Rafa, o SC Braga não teve a grande preocupação de dar tantos pormenores. Teremos que lhes perguntar. Nós informámos aquilo que tínhamos de informar".

Miguel Braga conclui, não sem antes confirmar a compra, em Dezembro passado, de mais 40 por cento numa futura venda de Bruno Tabata, e de reconhecer que não existe qualquer pressa em exercer o direito de opção sobre Pedro Porro.

Reportagem de João Lopes, Record

publicado às 13:15

21933450_DbcuU.pngDepois das reacções do FC Porto e de Francisco J. Marques, Miguel Braga, Responsável de Comunicação do Sporting, explicou os factos relacionados com a situação de Sporar e Nuno Mendes na Sporting TV, criticando a ignóbil postura do clube do Norte e respondendo, ainda, à ameaça dos portistas de que poderiam falhar o encontro da Allianz Cup:

"Temos de perceber a irresponsabilidade, tacanhez e a mesquinhez que é preciso para escrever um comunicado tão desprezível relativamente a um assunto como é a pandemia e os testes. O Sporting CP não está a ser beneficiado, não foi beneficiado nem sequer está a tirar nenhum proveito que não esteja completamente no seu direito. O Sporting CP foi prejudicado porque teve dois jogadores aptos impedidos de jogar por um erro de um laboratório que já admitiu o erro.

O Sporting implementou medidas adicionais ao planos de testagem protocolares e tem acompanhamento significativamente muito maior da saúde e do que se passa com os jogadores relativamente à Covid-19. Por achar estranho, foi pedir segundas e terceiras opiniões. E não pediu passado dois meses, foi logo no imediato. Os resultados demoram a chegar. E não é preciso o FC Porto falar com a DGS ou com a própria Liga, porque como devem imaginar o Sporting já o fez.

Acho uma irresponsabilidade, e não percebo o que se passa na cabeça do FC Porto por dizer isto, ainda deixar, além das pressões e ameaças públicas, uma semiameaça que é de não comparecer ao jogo. Para nós será mais fácil, estamos na final se não quiserem comparecer.

O Sporting CP tem a prova que existiu um erro e alguém no Norte do país quer que o Sporting continue a ser prejudicado, porque se calhar acordou mal disposto. Não se pode manter este tipo de atitudes irresponsáveis e muito pequeninas e estar constantemente a incendiar o futebol português, fazendo considerações por o presidente do Sporting CP ser médico e afirmando um chorrilho de mentiras e tentando uma narrativa enganadora e irresponsável.

Na véspera de um clássico, desviar atenções para o que se vai passar dentro de campo e denegrir o Sporting e o seu presidente é de uma tacanhez enorme de pensamento e uma forma de estar na vida e no desporto que, eu acho, as pessoas estão fartas".

Nem mais!!!

Nota: Além das declarações de Miguel Braga, o Sporting também emitiu um comunicado, disponível aqui.

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Entretanto, o SC Braga, como não podia deixar de ser, também decidiu intrometer-se onde na realidade não é chamado e emitiu um comunicado, fundamentalmente para manifestar a sua "indignação" por o Sporting querer o que apelida de "tratamento de excepção".

Entre outras coisas, diz isto:

"As regras são muito bem explicitas e, julgávamos nós, tinham sido elaboradas com a obrigatoriedade de TODOS os clubes as cumprirem. Qual não é a nossa surpresa quando ontem, ao final da tarde, somos confrontados com dois ‘falsos positivos’ por parte do Sporting, alegando um putativo erro do laboratório de análises (entretanto desmentido ao jornal O JOGO pelo director clínico da UNILABS, Maia Gonçalves).

O SC Braga mostra-se profundamente indignado pela intenção do Sporting em ter um tratamento de excepção neste contexto pandémico, não só face ao protocolo vigente a nível da Liga profissional de futebol, como no que diz respeito à sociedade em geral. Iremos estar particularmente atentos à decisão soberana das autoridades locais de saúde, confiando que se mantenha o cumprimento escrupuloso das normas vigentes".

publicado às 03:34

Liga teve falta de sensibilidade

Rui Gomes, em 13.01.21

Cinco dias após a turbulenta viagem à Madeira, e depois de Rúben Amorim ter acusado a directora-executiva, Helena Pires, de ter exercido pressão sobre a comitiva leonina, agora foi Miguel Braga que surgiu a reforçar a tónica. No programa ‘Raio-X’, da Sporting TV, o responsável de comunicação do Sporting garante que o clube está apostado em “seguir em frente” quanto ao sucedido, no entanto sublinha as queixas do técnico contra a postura da Liga, que através de fontes do organismo já veio negar qualquer tipo de pressão.

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“Ficou claro o que se passou. O Rúben (Amorim) tem muitas qualidades e uma delas é a forma como se expressa, não deixa dúvidas. Houve alguma falta de sensibilidade por parte da Liga, acredito que ao dia de hoje não voltariam a repetir essas palavras. Não foi o Sporting que decidiu não aterrar na Madeira ou se o avião podia ou não aterrar. Foi uma situação que não se deveria ter passado, mas passou”, considerou Miguel Braga, comentando a publicação de Pedro Proença, presidente da Liga, que aponta no sentido de o futebol manter a sua actividade, a despeito do agravamento da pandemia. 

“Se há actividade em Portugal que está testada e trabalha diariamente para impedir que a pandemia cresça tem sido o futebol. Cada um daqueles jogadores ou elementos do staff já fez mais de 50 testes. Há esta preocupação, não somos imunes à pandemia”, salientou.

Excesso de zelo

A propósito do que considera ter sido uma falta ofensiva mal assinalada a Zouhair Feddal,  frente ao Marítimo, o responsável frisou, igualmente, o desagrado em relação ao critério que tem sido aplicado pela arbitragem contra o Sporting CP: “Parece que de cada vez que saltam (os centrais do Sporting) na área é falta contra nós. E não se percebe o porquê...”

publicado às 13:45

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No programa Raio-X da Sporting TV, esta segunda-feira, Miguel Braga, Responsável de Comunicação do Sporting CP,  voltou à carga sobre a arbitragem:

"A percepção que tenho é que os árbitros têm medo de, em caso de dúvida, tomarem certas decisões que possam prejudicar o Benfica ou o FC Porto. Um amarelo perdoado a Romário Baró em Guimarães que resultaria na sua expulsão, uma falta flagrante que antecedeu o primeiro golo do Benfica ao Portimonense, falta para grande penalidade cometida por Vlachodimos não assinalada...

Apesar dos processos instaurados pelo Conselho de Disciplina da FPF ao Sporting CP, Rúben Amorim e Emanuel Ferro, não quero acreditar em perseguição. É preciso perder o medo de ir contra o poder instituído que é representado pelo Benfica e o FC Porto."

publicado às 04:34

"Não há razão para o VAR não ver"

Rui Gomes, em 03.01.21

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Miguel Braga, Responsável de Comunicação do Sporting CP, considera, com plena razão, que ficaram por marcar dois penáltis a favor do Sporting na partida com o SC Braga, mais concretamente sobre Feddal e Tiago Tomás, ambos na primeira parte. E criticou ainda o facto de apenas ter sido mostrado cartão amarelo ao guarda-redes bracarense por entrada violenta sobre Sporar:

"Bom jogo contra uma boa equipa e mais três pontos, porém o VAR deveria ter auxiliado na marcação de dois penáltis. Não há razão para que o VAR não tenha visto. Não há razão alguma para que o VAR não tenha assinalado. O amarelo ao Matheus é também inexplicável. Próxima paragem: Nacional da Madeira".

Mais uma vez, o Conselho de Arbitragem da FPF evidenciou-se pelo seu silêncio. Veremos ainda se deste jogo ainda vai sair mais algum processo disciplinar contra o Sporting e seu treinador.

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Carlos Carvalhal, no entanto, tem outra visão das coisas:

"Não falo de arbitragens. Os jogadores do Sporting queixaram-se? Espectacular (risos). Tenho uma visão diferente, do jogo. Foi um jogo disputado. Duas equipas que tentaram fazer o seu melhor. Fizemos um bom jogo e tivemos qualidade para sair do espartilho táctico que estava o jogo. Tivemos as três oportunidades flagrantes, na segunda parte podíamos ter marcado, com uma excelente defesa. Marcámos e foi invalidado. Polémicas não é para mim".

Foi invalidado, com dois jogadores em clara posição irregular. Mas será pedir muito para ele admitir este simples facto.

publicado às 03:03

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publicado às 17:30

21933450_DbcuU.pngMiguel Braga, responsável pela comunicação do Sporting CP, vai ser alvo de um novo processo disciplinar, instaurado pela secção profissional do Conselho de Disciplina federativo, “por eventuais declarações sobre a arbitragem antes dos jogos, proferidas em canal de televisão da sociedade desportiva, nomeadamente sobre a nomeação, por parte do órgão responsável pela arbitragem, de agentes de arbitragem para jogo a ser disputado no âmbito das competições profissionais”, como refere o comunicado emitido pelo organismo disciplinar, revelando ainda que o processo já seguiu para a Comissão de Instrutores da Liga Portugal, devendo agora cumprir os trâmites normais neste tipo de processo.

Noutro comunicado, o CD informa que o recurso apresentado pelo Sporting relativamente ao castigo de três jogos de suspensão aplicado a Rúben Amorim, entretanto cumprido, não obteve provimento.

publicado às 12:29

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Miguel Braga, director de comunicação do Sporting, reagiu à nomeação de Tiago Martins por parte do Conselho de Arbitragem (CA) para o jogo de hoje com o Mafra, para a Taça da Liga:

"Como não acredito que o CA faça provocações ao Sporting vejo um sinal de confiança neste árbitro. Espero que tenha muito mais sorte que nos últimos dois jogos, frente ao Moreirense como árbitro - empate 0-0 em Julho com um agarrão a Coates na área contrária a não ser assinalado nos descontos -, e no clássico como VAR onde não viu a agressão do Zaidu ao Porro, e depois chamou o Luís Godinho que reverteu o penálti do Zaidu sobre o Pote.

Estamos bem tranquilos com os processos em curso. Reclamámos porque tínhamos de reclamar. Não faltámos ao respeito a nada nem a ninguém, e se voltássemos a atrás faríamos o mesmo. Foi uma opinião de revolta, vinda de dentro, por isso encaramos os processos com normalidade. Vamos ver como correm".

publicado às 02:48

A perseguição não tem pausa

Rui Gomes, em 13.12.20

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João Mário homenageado antes do jogo com o Paços de Ferreira

pelos seus 100 jogos de leão ao peito.

O Conselho de Disciplina da FPF instaurou um processo disciplinar a Frederico Varandas, Miguel Braga e ainda ao jogador João Mário pelas críticas destes à arbitragem após o jogo Famalicão vs Sporting. Segundo explicou o CD em comunicado, a decisão "tem por base participação disciplinar apresentada pelo Conselho de Arbitragem da FPF, por alegadas declarações proferidas em órgão de comunicação social".

O referido processo foi enviado à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, "ficando excluída a publicidade até ao fim da instrução", pode ainda ler-se na nota.

Veremos o que vai sair deste processo. Qualquer eventual sanção a Frederico Varandas e Miguel Braga é de menores consequências, já o mesmo não se pode dizer de João Mário, caso venha a implicar o seu afastamento de jogos.

O que o presidente disse no final do jogo em Famalicão já é bem conhecido. Eis o que João Mário afirmou na flash-interview da Sport TV:

"Anularam-nos um golo limpo, no final, já vi o lance e não consigo ver falta. Faz parte, mas é difícil compreender esta decisão. Há que haver respeito e não houve. Acabamos por responder a algumas bocas do banco do Famalicão. Foi um bom jogo e infelizmente não nos deixaram ganhar.

Sinto orgulho por atingir a marca de 100 jogos pelo Sporting. Faltou a vitória, fizemos por isso, chegámos a marcar, mas o árbitro acabou por anular o lance".

A verdade tem um peso que nenhuma mentira pode falsificar, mas... tem o seu preço!

publicado às 03:33

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A injustiça com toda a sua carga negativa tem, por vezes, a capacidade de unir as pessoas em prol de algo positivo. Sábado passado aconteceu um desses momentos. Já depois dos 90 minutos de jogo, El Patrón subiu até ao meio-campo contrário e percebendo a intenção do cruzamento de Pedro Porro, acelerou o passo e fez-se à bola; o que aconteceu a seguir é um daqueles momentos para que vivem os adeptos: uma explosão de alegria, contagiante, um rugir do Leão que acredita até ao fim, um capitão que carrega a sua equipa na luta com vários adversários, um grupo que se une num abraço solidário de alegria. Só que não.

Da Cidade do Futebol chegou o primeiro aviso à navegação e posteriormente numa análise bastante rápida para o efeito, o árbitro Luís Godinho aniquilou os seus próprios instintos, revertendo um golo limpo em falta a favor do FC Famalicão. O jogo acabaria pouco depois e, volvidos poucos minutos, o mundo do futebol foi surpreendido por uma posição inédita do Conselho de Arbitragem (CA) – alguém, em nome do CA, ligou directamente para pelo menos cinco órgãos de comunicação social dando conta que a análise de Godinho ao lance de Coates estava, afinal, certa.

Os dias seguintes mereceram a atenção de vários analistas, comentadores, especialistas e nem tanto, que se dedicaram a dizer se existiu ou não falta, se a famigerada intensidade foi suficiente para se considerar infracção, se o golo deveria ter sido validado. A discussão – mesmo que inquinada por uma posição a priori do CA, condicionando todo um sector – foi profícua, provando que a existir erro de Godinho ele foi tudo menos “claro e óbvio”, desrespeitando, por isso, o próprio protocolo do VAR. E não foi a primeira vez que tal sucedeu: basta recordar o lance entre Zaidu e Pedro Gonçalves e a reversão do pontapé de penálti e consequente expulsão do jogador do FC Porto.

Seriam quatro pontos de avanço e começam a tremer, mas quanto mais tremem e fazem isto, mais força dão a este nosso grupo. Isso vos garanto”, afirmou depois do encontro o presidente Frederico Varandas. “Na equipa do Sporting CP quando vai um, vão todos e será assim até ao fim do campeonato”, garantiu o treinador Rúben Amorim.

Do nosso lado, Sócios e adeptos do Sporting CP, cabe-nos conseguir demonstrar a vontade do Clube em lutar contra os poderes estabelecidos e o sistema instalado. Lembrando-nos que juntos seremos sempre mais fortes e que será na União que reside a nossa força.

Sporting sempre!

Miguel BragaResponsável de Comunicação do SCP

publicado às 11:30

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A notícia sobre o processo Cashball já foi aqui ontem publicada e debatida, no entanto, abordamos novamente o tema caso os leitores ainda queiram contribuir com algo mais ao debate.

Começamos por transcrever as respectivas considerações de Miguel Braga, responsável pela comunicação do Clube, na Sporting TV:

"Oficialmente ainda não fomos notificados. É positivo, é bom que o Sporting não esteja envolvido em qualquer processo de corrupção, nem que seja alegadamente.

Mas isto não quer dizer que não estejamos expectantes em relação a outros processos de outros clubes, que estão em curso, e que em princípio, se as coisas decorrerem nos prazos normais da nossa justiça, nos próximos meses deveremos ter novidades".

Compreendemos muitíssimo bem ao que Miguel Braga se refere. Veremos o andamento dos processos e esperamos um desfecho num futuro não muito distante conforme à razão. Como sempre, contudo, no que concerne o futebol e a Justiça portuguesa, seria  prudente esperar bem sentado.

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No mesmo sentido do post, um breve excerto da crónica semanal de Bruno Prata, em Record, intitulada "Para além das buscas":

"A Luz já foi alvo de nove buscas, sendo que foram executados quatro mandados na mais recente, o que deu azo a que alguém gracejasse que, um dia destes, a PJ ainda iria descobrir o brinco de Vítor Baptista. Alguns dos factos em examinação datam de há cinco anos e decorrem investigações há cerca de três. Ninguém sabe como tudo acabará, mas não restam dúvidas algumas, por muito que isso custe a compreender a Capristano e a outros inexoráveis e catatônicos adeptos, que o Benfica nunca sairá (totalmente) a ganhar. Mesmo que a judicatura lhe venha a conferir a ausência de culpa, isso não lhe garantirá de modo algum a inocência nos juízos da ética e da respeitabilidade. Ficará para sempre com os proverbiais telhados de vidro que noutros fóruns e noutros tempos sobreviveram ao Apito Dourado… E isso, por si só, significa a perda de uma enorme vantagem...".

publicado às 04:19

Mensagem clara

Rui Gomes, em 11.11.20

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Miguel Braga, director de comunicação do Sporting, recorreu às redes sociais para reiterar a recém-mensagem de Rúben Amorim, a propósito do reforço do plantel quando reabrir o mercado em Janeiro.

Na antevisão do jogo com o V. Guimarães, Rúben Amorim disse: "O mercado está ainda muito longe, não temos qualquer ideia, fazemos as coisas de forma planeada e não é por estarmos em primeiro que vamos investir mais ou menos. Há um processo, as ideias são claras, ninguém está a pensar no mercado."

E se "alguém" (do Sporting) está a pensar no mercado, faz muito bem em nada divulgar na praça pública.

publicado às 12:00

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Só há instantes li o escrito de Miguel Braga no Twitter - daí a publicação deste post - mas muito antes, durante o jogo, telefonei a um amigo e disse-lhe que não há palavras para descrever a arbitragem da equipa de Nuno Almeida e do VAR. Ou melhor, disse que é uma autêntica vergonha.

Entretanto, como já referi, o director de comunicação do Sporting teve isto para dizer:

"É GRAVE o VAR ter chamado o árbitro... É MUITO GRAVE o árbitro ver as imagens e anular o golo... É GRAVÍSSIMO o penálti marcado a favor do FC Porto... Não basta encostar dois jogos na prateleira. Esta equipa de arbitragem não pode voltar a apitar. Em nome da credibilidade da arbitragem".

É de antecipar que esta iniciativa de Miguel Braga seja alvo de discussão, contudo, isto não obstante, ele tem cem por cento razão no que ao trabalho da arbitragem diz respeito.

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Para não fugir à regra, no final da partida o arruaceiro Sérgio Conceição dirigiu-se a Nuno Almeida indubitavelmente com algumas palavras "simpáticas", como aliás já é seu hábito sempre que os jogos não favorecem a equipa portista. Alguma surpresa em ver o árbitro exibir o cartão vermelho, na sequência do acto.

publicado às 02:32

Dualidades e outras coisas

Rui Gomes, em 24.10.20

Screenshot (260).pngO terramoto provocado pela dualidade de critérios do primeiro clássico da época, teve réplicas ao longo de toda a semana. A presença do árbitro Pedro Azevedo na Sporting TV   contribuiu para esclarecer algumas almas menos iluminadas e relembrar a outros que as regras existem e que devem ser iguais para todos. O FC Porto teve mesmo a particularidade de ter um jogador que deveria ter visto dois cartões vermelhos – primeiro por entrada grosseira e perigosa sobre Pedro Porro, depois por fazer penálti; o internacional sub-21 espanhol teve, inclusivamente, de fazer tratamentos nos dias seguintes – e que, mesmo assim, acabou por fazer a totalidade do jogo. É obra.

O mantra repetido até à exaustão que uns jogam nos limites mina a capacidade de decisão sobre lances que não podem ser considerados normais no futebol, sobre atitudes que confundem propositadamente agressividade com violência. É, por vezes, uma linha ténue que separa os conceitos, mas é uma linha que existe e que não deve, nem deveria, ser menosprezada. Como a linha da decência, ultrapassada por um ou outro comentador azul e branco, que chegaram mesmo a dizer que Pedro Gonçalves deveria ter visto o cartão amarelo no famigerado lance com Zaidu, por simulação. Só mesmo a falta de vergonha permite comentários públicos assim.

Para meditar sobre estas dualidades que têm marcado a história do Futebol português nos últimos anos, recordo a entrevista de Tomislav Ivković à Tribuna do Expresso, guarda-redes que defendeu as nossas balizas – e dois penáltis do Maradona – nos finais dos anos 80 e princípio dos anos 90. À pergunta se se sentia o domínio do FC Porto, Ivković foi peremptório: “Ohhh, naqueles tempos… Era na Europa toda: cada país tinha o seu FC Porto. O comportamento dos árbitros e dos dirigentes era diferente quando se tratava do FC Porto”. Continuando: “posso dizer que o Pinto da Costa e o Reinaldo Teles eram as pessoas a que toda a gente queria agradar. Porquê? Porque havia a ideia de que eles podiam ajudar quando fosse preciso. Faziam-se bonzinhos, queriam ficar perante eles”.

Heródoto afirmou ser necessário “pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”. Continuar a fingir que nada se passou no passado servirá o presente de alguns, mas não ajudará o futuro do futebol português. A introdução do videoárbitro (VAR) foi uma medida benéfica na luta pela transparência do futebol nacional e como tal precisamos de proteger a figura do VAR e apetrechá-la de mais instrumentos que ajudem à compreensão de determinadas decisões e à clarificação dos processos. Não queremos regras diferentes, exigimos sim, critérios idênticos.

Texto da autoria de Miguel Braga, Director de Comunicação do SCP

publicado às 12:30

Miguel Braga acusa Inácio de mentir

Rui Gomes, em 26.08.20

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Miguel Braga, director de comunicação do Sporting, no Twitter, acusa Augusto Inácio de mentir e de prejudicar o Sporting no processo Mihajlovic:

 "Falemos de mentir e Augusto Inácio. A seis dias de uma AG de destituição fez jogada de mestre e contratou Mihajlovic. Não satisfeito, em apenas seis meses alterou o seu testemunho, mentindo e contribuindo para que o Sporting fosse penalizado em 3 M€. Amor assim, não, obrigado".

Não é claro a que propósito surge este assunto nesta altura. Porventura, relacionado com alguma recém-declaração de Inácio ou até mesmo o processo de Mihajlovic, que ainda não está finalizado.

ADENDA

O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) condenou a SAD do Sporting a pagar 3 milhões de euros a Sinisa Mihajlovic. O despedimento ocorreu em Junho de 2018, antes do início do próprio contrato. O departamento jurídico desaconselhou.

Apesar de só ter rescindido contrato com Frederico Varandas na presidência do Sporting, no dia 25 de Setembro de 2018, Augusto Inácio já não era director desportivo desde o início de Julho.

O antigo dirigente dos leões corroborou, no auto de acusação, a versão apresentada pela Sporting SAD referente ao despedimento de Mihajlovic, mas depois de ser afastado do cargo, perante o advogado de Mihajlovic, mudou a versão e argumentou que por não entender inglês não percebeu o que estava em causa.

(Reportagem de Record de 30 Novembro 2019)

publicado às 11:15

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