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A história é conhecida há muito em Portugal: Frederico Varandas, médico de formação, esteve envolvido no combate à primeira vaga da pandemia de Covid-19, prestando serviço no Hospital Militar, em Lisboa. O caso foi ganhando projecção e este sábado é notícia no NY Times, o prestigiado jornal com sede em Nova Iorque. "The Coronavirus Patient Had a Question: Don"t You Lead a Soccer Team? [O doente com coronavírus tinha uma pergunta: você não é o líder de um clube de futebol?]" é o título do artigo.

A reportagem da autoria de Tariq Panja está disponível aqui.

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Adenda: Fui alertado há instantes pelo meu colega redactor Leão Zargo que o artigo só está acessível a subscritores do NY Times. Como eu sou, não identifiquei essa restrição. Infelizmente, não há alternativa, uma vez que o artigo é mesmo muito extenso. É referido em vários outros sites noticiosos, mas todos a dar o mesmo link que eu dei aqui. Fica a ideia...

publicado às 13:20

"Parece que não gostaram..."

Director adjunto do New York Times

Rui Gomes, em 24.04.20

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"O Benfica não respondeu ao nosso pedido para comentar o artigo até depois de ter sido publicado. Aparentemente não gostaram... A resposta do clube é agora a principal manchete no site do Benfica".

Comentário de Andrew Das, director adjunto do New York Times, na sua conta do Twitter, relativamente à reacção pós-publicação do clube da Luz ao artigo da véspera do jornal norte-americano.

Ainda relacionado com o supracitado artigo, aqui publicado no Camarote Leonino, eis um comentário de Miguel Poiares Maduro na sua conta do Twitter:

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publicado às 04:33

Benfica e juiz encarnado chegam ao NY Times

The Soccer Club as Sovereign State

Rui Gomes, em 23.04.20

Judges, prosecutors and even Portugal’s prime minister count themselves as Benfica supporters. But what happens when those fans are allowed to preside over cases that affect the club’s interests?

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The judge’s allegiance to Benfica, the biggest soccer club in Portugal, hardly made him an outlier.

Benfica quite often boasts that it can count more than half of Portugal’s population as supporters, and judges, prosecutors, top police officials and even the country’s prime minister are regular guests in the directors’ box at the team’s matches. One judge has been so loyal, in fact, that he was honored last year with a Golden Eagle lapel pin, symbolic of his half-century affiliation with the club.

So when it was revealed that a judge, not the one given the lapel pin but another one, had joined the legion of critics assailing a 31-year-old computer hacker, Rui Pinto, who had embarrassed Benfica by publishing some of its darkest secrets online, few rushed to his defense.

But to lawyers for Pinto, who is scheduled to stand trial this summer, the judge’s fandom was a serious problem: He had been assigned to oversee their client’s case.

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“You don’t feel at ease,” Pinto’s Portuguese lawyer, Francisco Teixeira da Mota, said in a telephone interview. “Of course, we would like someone who is not committed to Benfica.”

Benfica’s reach, though, may make that extremely difficult. The Lisbon team is the biggest of Portugal’s three most powerful clubs, a sporting and media colossus whose influence extends into nearly every aspect of daily life in the country. It is a team whose victories are celebrated, whose losses are greatly mourned and whose fans hold positions of power in everything from media to banking to government. That power, Benfica’s critics say, affords the club and its leaders a type of leverage that extends far beyond the soccer field, and explains why some refer to it as the Octopus.

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Ana Gomes, a known career diplomat turned anticorruption campaigner, stated in a recent interview that she believed Benfica’s outsize influence had given it a privileged status in Portuguese society, particularly when it came to legal matters. The phrase she used to describe that status — “state capture” — refers to the notion that private entities like corporations, or maybe even a popular sports team, can grow so powerful that they are able, if they choose, to unduly influence the state itself.

***Pode ler o resto do extenso artigo de Tariq Panja aqui.

publicado às 13:02

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