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Rui Gomes, em 22.01.18

 

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Um texto intitulado Dependência, da autoria de O 6º Violino, do blogue Dia do Clube  que referimos para leitura e comentário dos nossos leitores:

 

«A Organização Mundial de Saúde considerou há pouco tempo o vicio dos jogos como uma doença. Uma entre outras dos tempos modernos. 

 

A utilização de consolas de jogos, fenómeno com pouco mais de duas décadas, foi e ainda é, um problema transversal à sociedade ocidental, afectando maioritariamente crianças e adolescentes.

 

Em tempos mais recentes, a utilização das redes sociais ganhou proporções gigantescas, atingindo uma camada de população com idade também superior. A utilização das mesma não encerra em si nada de pejorativo, é um meio de comunicarmos como outro qualquer, e à velocidade instantânea. Não pretendo correr o "risco" de fazer uma critica directa e contraditória da sua utilização. Para tudo há um tempo, e também eu recorro algumas vezes às mesmas para emitir opinião e/ou comunicar com amigos ou desconhecidos. Nada contra.

 

Viajemos no tempo até 2011, para chegarmos ao "cherne" da questão: Em 2011, um perfeito desconhecido do desporto em Portugal e no Sporting, aparece como alternativa à continuação daquilo a que se denominava o "projecto Roquette". Bruno Miguel, até então um desconhecido e pequeno empresário do ramo da construção civil, com apenas um funcionário, Luís Ferrão (hoje funcionário do Sporting), sem trabalho (basta ver o site da sua antiga empresa, Soluções Atelier) aparece como um fenómeno das redes sociais, em particular no Facebook. Presidente de uma Fundação que lhe colocava pão na mesa, a mesma viria a ser encerrada pouco depois de assumir a presidência do Clube. Para quem dizia à boca cheia que movimentava centenas de crianças, no mínimo, não lhe ficou bem o abandono das mesmas, nem o manchar do nome Aragão Pinto, cujo filho parece ser hoje alguém ligado a transferências de jogadores, daí, provavelmente, o seu silêncio. 

 

Sejamos claros, Bruno Miguel é um viciado, também em redes sociais, em particular no Facebook. Já tentou várias curas, mas tem sempre recaídas e não resiste. 

 

Ainda em 2011, Bruno Miguel começa a utilizar contas e perfis falsos para espalhar a sua "magia". Quem não se lembra do "Ricardo Cardoso",desaparecido desde as eleições de 2013, de "Bruno Gimenez (ou será Marioni)"?

 

Nós lembra-mo-nos muito bem. Não nos deu nenhuma "branca". Corremos o "risco" de errar, mas a memória ainda não está má. Mente sã e limpa, até ver.

 

"Bruno Gimenez Ricardo Cardoso de Carvalho", iniciou esta sexta-feira, após um empate (apenas um empate) da equipa sénior de futebol em Setúbal. Agora responde a adeptos que mostram algum descontentamento por uma exibição, ou pela sua excessiva (problema dele) exposição. Adeptos esses, que lhe pagam o ordenado que em 2011 não fazia ideia do que era. Responde com insultos, com má educação, com o desespero de quem é inseguro e sabe que depende dos resultados, como todos os presidentes que por ali passaram. Nem mais, nem menos. Mais uma "branca" que teve, ele que depois da derrota em Guimarães fez o que fez...

 

Mas mais, como uma criançola de estatuto médio, para além de insultar, desafia os sócios descontentes a duelos ao vivo na Assembleia Geral de dia 3 de Fevereiro. 

 

Sobre as Assembleias Gerais, tenho a dizer o seguinte: servem as mesmas para apresentar fundos russos que desapareceram em 2013, ou anunciar um investidor americano de 70 milhões de dólares, que mais tarde se descobriu serem falsos? É esse o conceito de Assembleia Geral para Bruno Miguel?

 

Ou quer silenciar quem com ele discorda, convocando os mesmos a quem mandava fazer umas chamadas telefónicas para sócios descontentes, servirem, mais uma vez, de guarda pretoriana?

 

Quem é Bruno Miguel para apelidar alguém de "cobarde"? O mesmo que em cinco anos esteve numa Assembleia Geral da Liga por 10 minutos, saído vergado a uma derrota com o rabo entre as pernas?


O mesmo que espicaça adversários e fica em casa ou marcha em cortejos folclóricos com protecção policial para os estádios adversários?

 

Quem preside às Assembleias Gerais não acha este comportamento degradante, alvo, no mínimo, de uma chamada de atenção, ou é apenas mais um pau mandado? 

 

Quantas Assembleias o Bruno Miguel esteve antes de 2011? Ou está cansado de "vender peixe" para pouco mais de cem associados? Acha mesmo que alguém com dois dedos de testa está para aturar a sua verborreia e incontinência verbal, insultando tudo e todos?


Bruno Miguel depende do Sporting para viver, fazendo o seu pé de meia para o "day after", "day after" que quer que seja o mais distante possível. É que depois não há mais nada...

 

E não se esqueça de que há gente bem resolvida na vida, que, para já, não quer chafurdar no lodo por si criado. Isso é bom para os que dependem do Clube para matar a fome. Mas, tudo a seu tempo».

 

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publicado às 08:11

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Rui Gomes, em 25.05.17

 

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Um artigo intitulado Rúben Semedo publicado no blogue Dia do Clube, da autoria de O 6.º Violino, que despertou a nossa atenção:

 

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«Rúben Semedo é um activo da SAD do Sporting.

Rúben Semedo, goste-se ou não, é produto da Academia de Alcochete.

Rúben Semedo foi aposta de Jorge Jesus, que viu nele qualidades para fazer dupla com Coates.

Rúben Semedo renovou contrato com o Sporting até 2022 há pouco mais de um ano, mais precisamente em 9 de Março de 2016.

A faixa ontem mostrada por uma das claques desvaloriza o jogador, o activo.

Passadas mais de 15 horas, a picareta falante, "Nuno Saraiva de Carvalho" ainda não fez um post a defender o jogador, o activo.

Ao contrário das dezenas de posts que já fez a defender o patrão, esta atitude só pode ter uma leitura. A faixa foi autorizada pela direcção do Clube, o que é ainda mais grave.

Curiosamente, as únicas faixas que tinham como alvo a tribuna presidencial foram mandadas retirar, sob o pretexto de não terem sido autorizadas.

Sintomático, o estado a que chegou o nosso Clube.

Uma vergonha».

 

O 6.º Violino

 

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publicado às 04:25

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