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Foto do dia

Rui Gomes, em 08.10.20

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Portugal 0 Espanha 0 -  Estádio José Alvalade - 7 Outubro 2020

O primeiro jogo com público em Portugal Continental desde o início da pandemia de Covid-19

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Gostei desta frase da "nossa" Mariana Cabral, em Tribuna Expresso:

"2500 espectadores viram o Portugal -Espanha e 2511 viram a Espanha jogar, até Portugal acordar".

publicado às 03:18

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Em entrevista à agência espanhola EFE, Frederico Varandas acusa o governo português de ter abandonado o futebol, por continuar a insistir que os jogos sejam disputados à porta fechada:

"O futebol está abandonado, sem apoio do Estado. É absurdo que dentro de um mês se venha a disputar em Portugal competições como o MotoGP e Fórmula 1 e não possa haver público nos estádios, como acontece noutros espectáculos, como as touradas.

Hoje já se sabe que a partir do 10.º dia em que o paciente testou positivo não existe risco de transmissão e em Portugal o doente continua ter de cumprir 14 dias de isolamento. Em Espanha ou Inglaterra os jogadores são isolados durante 10 dias.

Não se pode perder nunca o critério científico, o que está a acontecer devido ao ruído e à pressão, pois os verdadeiros grupos de risco são os idosos e os que têm já patologias associadas.

Não existe risco se os estádios receberem entre 20 a 30 por cento da sua capacidade. É impossível a sobrevivência económica dos clubes se esta restrição se mantiver durante muito mais tempo".

publicado às 16:34

O futebol voltou, mas não de forma igual. Depende das divisões em que se joga. Repare-se no exemplo que chega dos Açores este domingo.

Nos jogos da I Liga continua a não haver público nas bancadas e o Santa Clara - Marítimo decorre à porta fechada.

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Já no Estádio Municipal da Praia da Vitória, nos Açores (Ilha Terceira), em jogo da Série G do Campeonato de Portugal, a partida entre Fontinhas e Estrela tem “lotação esgotada” com público nas bancadas.

O Governo Regional dos Açores permite 10% de público nos estádios, à excepção do Santa Clara, que acatou as recomendações da Liga Portugal e da DGS para os encontros das Ligas profissionais.

Este domingo, a DGS confirma 552 novos casos e 13 mortes em Portugal.

publicado às 04:48

Liga quer ter público nos estádios

Rui Gomes, em 03.08.20

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A diretora executiva da Liga Portugal espera ter público nos estádios na próxima época, apesar da Covid-19.

No final da Assembleia Geral Extraordinária da Liga, Sónia Carneiro diz que é intenção reunir em breve com a Direcção Geral de Saúde.

“Todos percebemos, nestas últimas jornadas, que o público é o coração deste jogo. Foi triste ver as bancadas vazias. Já pedimos uma reunião com a DGS para abordar, de novo, este assunto. Queremos ter um tratamento idêntico ao de outros espectáculos e começar, paulatinamente, a ter público nos estádios, a partir do início da próxima época”, refere.

Foi nesta Assembleia Geral que foi aprovada a criação de um play-off a duas mãos entre o 16.º classificado da I Liga e o 3.º da II Liga e ainda um modelo transitório para a Taça da Liga, apenas com oito equipas, para 2020/21.

Entretanto, Pinto da Costa, na cerimónia de entrega das duas taças conquistadas pelo FC Porto esta época ao museu dos 'dragões', abordou  a questão da ausência de público nas bancadas do Estádio Cidade de Coimbra na final da Taça de Portugal:

"Todas as pessoas responsáveis com quem já falei, inclusive o secretário de estado do desporto, todas elas acharam que era inacreditável como é que não podiam estar ali umas centenas de pessoas. Toda a gente achava. O que é certo é que toda a gente acha que não faz sentido, que não tem razão de ser, que é uma injustiça, que vão levar os clubes à falência.

Isto é um não ligar ao futebol, permite-se público nas touradas, permite-se público nos espectáculos fechados. No dia em que estávamos a jogar em Tondela com o campo sem ninguém estava à mesma hora, não a dar chutos na bola, mas o Xutos & Pontapés a dar um concerto no Tivoli, que é um recinto fechado, com 500 pessoas. Mas isto tem alguma explicação? Eu só queria entender, mas ninguém me explica".

publicado às 04:48

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Em entrevista publicada no site oficial da UEFA, o dirigente do organismo europeu frisou que não vai correr “nenhum risco” com a introdução de espectadores nos estádios, embora deseje que isso aconteça “o mais cedo possível”:

“Vamos continuar a jogar sem a presença de público até que exista uma nova ordem. Não vamos correr nenhum risco. Como todos, eu preferia que os adeptos pudessem ir aos estádios, mas não é possível. Sou uma pessoa otimista e espero que isso possa acontecer o mais cedo possível.

O adiamento do Euro 2020 para 2021 foi um momento fundamental, porque foi uma decisão tomada ainda numa altura muito precoce. Todos os intervenientes entenderam que esse seria o caminho e foi gerado um espírito de total unidade e solidariedade.

As declarações de Aleksander Ceferin surgem numa altura em que em França se discute a possibilidade implementar jogos à porta fechada, depois do comportamento do público no particular realizado entre o Paris Saint-Germain e os belgas do Waaland-Beveren.

Para já, o governo francês ainda permite a presença de um máximo de 5000 pessoas nas bancadas, mas, precisamente por causa do referido jogo, ameaçou fechar os recintos aos adeptos. No Parque dos Príncipes, em Paris, várias imagens televisivas mostraram que muitos adeptos não respeitaram as regras e as medidas impostas de combate à pandemia da Covid-19.

publicado às 03:30

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No programa Gente que não sabe estar, da SIC, o primeiro-ministro António Costa disse que os jogos da Liga dos Campeões que vão ser disputados em Portugal durante o mês de Agosto vão ter público reduzido.

“Há uma coisa de que estou convencido, cada um desses jogos presencialmente vai ter menos público do que nesta sala do Vilaret [local onde se realizou o programa]".

A realização dos jogos da Liga dos Campeões em Lisboa em Agosto teve a luz verde da Direção-Geral da Saúde (DGS), mas ficou por saber se seria permitido público ou não nos estádios.

Marcelo Rebelo de Sousa já tinha dito que seria Portugal a decidir se haverá público nas bancadas, e não a UEFA. “Se for uma situação que aconselha a que não haja público, não há público. Quer dizer, quem manda é o país onde se realiza”, disse o Presidente da República em declarações aos jornalistas em Lisboa no dia 20 de Junho.

Já Miguel Guimarães, do Bastonário da Ordem dos Médicos, alertou, a 18 de Junho, para os riscos de haver público nos estádios:

“Eu não sei se a final da Champions vai ter ou não público. Se não tiver público, não tem qualquer inconveniente. Se tiver público, pode ser complicado.

A par dos aviões, eventos como jogos de futebol não são fáceis de controlar, e quando estamos a falar de uma prova de futebol a esse nível estamos a falar dos maiores estádios que temos em Portugal (Alvalade e Luz), que levam muita gente. Se for para ter público, pode ser complicado".

Miguel Guimarães ainda referiu que o actual quadro epidemiológico em Portugal coloca vários desafios à organização de um evento que terá grande repercussão a nível europeu e mundial.

publicado às 03:48

 

Episódios como os que se repetem a cada grande jogo, ou no campo do Canelas, vão servindo para matar a ideia de que o Estado, a lei, tem o exclusivo da violência.

 

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A condescendência com que as autoridades, os clubes e boa parte dos adeptos têm reagido aos sucessivos episódios de violência no futebol português gerou um vírus que, lenta mas inexoravelmente, se aceita com a normalidade das coisas rotineiras e indiferentes. Sabemos por intuição, por delitos provados ou por senso comum que todas as grandes claques são organizações onde a intimidação, a agressão gratuita ou dolosa e a xenofobia são prácticas comuns. Sabemos que em torno das claques, de todas as claques, prospera uma camada de rufias que alimenta hordas de cobradores de dívidas ou de seguranças de discotecas obedientes à lógica das organizações de malfeitores. Sabemos tudo isso e mais, mas desconhecemos uma única investigação profunda da autoridade tributária ou da Polícia Judiciária aos seus agentes, às suas práticas ou à sua ostentação de riqueza. É por isso que tudo se tornou rotineiro e indiferente, excepto quando as imagens de violência gratuita nos entram pelos olhos como aconteceu por estes dias.

 

A clubite irracional é o primeiro entrave à desminagem desse terreno pantanoso. Os do Sporting dizem que o mal está nos do Benfica e ambos se juntam para garantir que o extremo está no dos do FC Porto – e vice-versa. A verdade é que um registo isento dos incidentes dos últimos anos comprova que o mal está generalizado em todas as claques, o que torna a violência que protagonizam um problema colectivo – nacional. Querer desculpar, ou relativizar, os actos bárbaros dos “nossos” atirando pedras aos telhados dos rivais apenas serve para legitimar este caldo de cultura. Porque é disso que se trata: de um caldo de cultura obsceno e perigoso que germina perante a complacência geral.

 

(Pode ler o artigo completo aqui)

 

Manuel Carvalho - jornal Público

 

 

***Agradecemos a referência do leitor Adamastácio.

 

publicado às 11:42

Investigação problemática...

Rui Gomes, em 12.02.15

 

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Segundo noticia o "Público", a Polícia de Segurança Pública (PSP) - Unidade Metropolitana de Informação Desportiva (spotters) -  está a analisar as imagens captadas pelo sistema interno de videovigilância durante o "derby" de domingo passado, mas que está a sentir dificuldades para identificar os adeptos benfiquistas que arremessaram petardos, tochas e outros engenhos pirotécnicos para a bancada onde se encontravam adeptos do Sporting, aquando do golo do Benfica.

 

Isto, porque, alegadamente, os autores desses actos estavam de cabeça tapada e os ângulos das câmaras também não favorecem a identificação desses adeptos. Seis pessoas ficaram feridas na sequência desses arremessos. Duas pessoas terão sido detidas pela PSP, mas não é claro se a detenção se deve a estes actos ou a um qualquer outro incidente.

 

Ainda segundo a mesma "fonte policial" que terá informado o "Público", a PSP está a sentir as mesmas dificuldades para identificar os autores da faixa "Very Light 96" exibida no sábado durante o "derby" de futsal.

 

Pelos vistos, "dificuldades" é o lema do dia no que diz respeito à investigação em curso sobre os incidentes do fim de semana. Dá para pensar que tudo ficará em "águas de bacalhau" e que os autores dos actos passarão  impunes. Surpresa ?

 

publicado às 15:31

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