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Mas que chachada!!!

Rui Gomes, em 28.12.19

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Segundo Pedro Henriques, especialista em Direito Desportivo, será difícil Yannick Bolasie ser despenalizado a tempo de defrontar o FC Porto, no dia 5 de Janeiro:

"Efectivamente é uma luta contra o tempo que o Sporting incorre, porque os prazos que estão previstos no regimento do Conselho de Disciplina dificultam uma apreciação em tempo útil para que o jogador possa, eventualmente, vir a ser despenalizado e participar nesse jogo.

Antes de mais é importante frisar que este recurso não tem efeito suspensivo, ou seja, a interpretação deste recurso não suspende a aplicação da sanção que foi atribuída ao jogador, portanto tem um efeito meramente devolutivo.

Em tese, é possível que haja uma decisão antes do Clássico, contudo teria que correr tudo de uma forma muito célere para que fossem cumpridos os prazos e o jogador pudesse ser despenalizado".

O segundo cartão amarelo mostrado a Yannick Bolasie, e consequente expulsão, foi um erro claro de João Pinheiro, árbitro que dirigiu o encontro entre Sporting e Portimonense. Pedro Henriques justifica o porquê do Conselho de Disciplina manter o castigo:

"Possivelmente, o Conselho de Disciplina considerou apenas o relatório do árbitro e deve ter seguido a sua decisão com base nisso. É a justificação que vejo para manter a decisão que tinha sido tomada pelo árbitro".

Possivelmente... não, mas sim obviamente. Mas que chachada!!!

publicado às 02:46

Muito ruído para desviar atenções

Rui Gomes, em 25.01.19

 

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O Sporting terá decido terminar (sendo verdade) com a ligação ao ex-árbitro Pedro Henriques, uma situação comentada por António Salvador, presidente do SC Braga, no rescaldo do jogo entre os dois clubes, na meia-final da Taça da Liga:

 

"No final do jogo ouvi um ex-árbitro a comentar na SportTV que há falta do Dyego Sousa sobre o Acuña. Esse ex-árbitro é um avençado do Sporting. Como é que é possível um comentador analisar um lance daqueles e dizer que é falta clara. É inacreditável o que se passa no futebol português".

 

Entretanto, foi apurado que Pedro Henriques tinha as funções de dar aulas de arbitragem, formação em redor das regras, comportamentos, sempre ao nível da pedagogia.

 

A ligação entre o Sporting e Pedro Henriques começou na Direcção de Godinho Lopes e manteve-se com Bruno de Carvalho. Poderá terminar agora (?) por decisão de Frederico Varandas.

 

Se o presidente do Sporting decidir terminar a ligação entre o Clube e Pedro Henriques apenas em função do ruído precipitado por António Salvador, é muito simplesmente um erro. Esperamos que haja algum esclarecimento.

 

Este tema está a ser dado relevo apenas e tão só para desviar atenções dos reais problemas do futebol português e, mais concretamento, do afastamento do Benfica e SC Braga da Taça da Liga.

 

Os comentários de Pedro Henriques ao serviço da Sport TV em nada se relacionam com o Sporting e, na realidade, quando ele opina que houve falta de Dyego Sousa sobre Acuña, tem cem por cento razão. As imagens disponíveis confirmam a exactidão da decisão que surgiu por iniciativa do VAR.

 

De igual importância, é o facto que Pedro Henriques actualmente não exerce qualquer função oficial no futebol português. O que ele expressa na TV e nos jornais é de idêntica essência ao que é feito por muitos outros comentadores.

 

publicado às 17:11

"Jefferson é claramente o melhor"

Rui Gomes, em 22.09.16

 

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Pedro Henriques, que representou Benfica, FC Porto, V. Setúbal, Belenenses, Santa Clara e Académica ao longo da sua carreira, como lateral esquerdo, agora comentador para a Sport TV, teve isto para dizer sobre o aparenta dilema do Sporting - ou seja, de Jorge Jesus - em preencher essa mesma posição satisfatoriamente:

 

«O melhor é o Jefferson, sem dúvida. O Bruno César é uma adaptação, umas funcionam, outras não, e se tem havido tanta rotatividade entre ele e o Marvin, é porque não têm correspondido. Para mim, o Jefferson é claramente o melhor, de longe, e não vejo a necessidade de ir ao mercado contratar novo jogador para a posição.

 

Os jogadores que foram contratados não são miúdos para apostar no futuro, são jogadores feitos, maduros, para serem alternativas imediatas. Eu vejo de fora, não estou nos treinos, mas pelo que já vi o Jefferson fazer antes de Jesus e até com Jesus, é claramente um jogador titular no Sporting, ou até no Benfica ou no FC Porto, não fica a dever nada aos que têm jogado nas outras equipas. Não é internacional brasileiro, mas a esses os portugueses não podem chegar. É claramente o melhor».

 

Jefferson foi utilizado por Jorge Jesus apenas num único jogo, diante do Marítimo na primeira jornada da Liga NOS, tendo sido substituído ao intervalo, para nunca mais "calçar". Curiosamente, na época passada, com o mesmo treinador, foi titular em 27 jogos. Foi perdendo espaço, contudo, com a chegada de Marvin Zeegelaar em Janeiro.

 

publicado às 03:41

Pedro Henriques elogia Capela

Rui Gomes, em 30.04.13

 

O árbitro que proporcionou uma vitória «limpinha» ao clube de Carnide sobre o Sporting, foi alvo de fortes elogios por Pedro Henriques, ele próprio antigo árbitro internacional e actual comentador televisivo: «Gosto muito do João Capela, é talvez o árbitro que em Portugal melhor conhece as leis em termos teóricos, é uma pessoa íntegra, honesta e com um sentido de competência muito grande. Já tive oportunidade de dizer que acho que não foi um desempenho completamente bem seguido, há dois lances de grande penalidade por marcar.  E quando assim é os árbitros não se sentem felizes nem realizados. O João Capela já terá analisado o jogo e terá tirado as suas ilações.»

 

Palavras muito simpáticas de Pedro Henriques mas nada convincentes. Diz ele que Capela não teve um «desempenho completamente bem conseguido»; não sei o que seria, na sua consideração, um desempenho desastroso, para um juiz que assinala sistematicamente só para um lado ao longo dos 90 minutos e que deixa por assinalar não duas, mas sim quatro grande penalidades e as expulsões de Maxi Pereira e Matic.

É impossível aceitar que foi apenas um dia infeliz para Capela, pela gravidade dos erros e por terem sido todos em detrimento do Sporting. Ele pode ser o homem mais honesto do mundo, mas aquele seu desempenho na Luz deixa muitas dúvidas sobre a sua pessoa. No final das contas, veremos qual o preço que o Sporting pagou pela suposta competência, integridade e honestidade deste apitador.

 

publicado às 10:10

Não é para esquecer nem branquear

Rui Gomes, em 25.04.13

 

Apesar da irrefutável evidência, a comunicação social desportiva e afins tem vindo a lidar com a actuação de João Capela no "derby" da Luz de luvas brancas, com o evidente intuito de minimizar danos e fazer esquecer o que não deve ser esquecido. Muito do que se tem lido e ouvido faz referência a erros cometidos pelo árbitro mas, logo de seguida, vem um "mas", sempre um "mas". Os exemplos são muitos, mas para o efeito transcrevo parte de um comentário da autoria do antigo árbitro e actual comentador televisivo Pedro Henriques:

 

«João Capela teve uma noite difícil com tomadas de decisão ao nível das áreas, onde nem sempre decidiu bem. É justo e admissível que o critiquem ao nível da competência e do desempenho, "MAS" merece o respeito e a consideração, pelo ser humano digno, honesto, íntegro e com carácter que eu sei que é. Casos de jogo no dérbi, foram cinco e todos ao nível das áreas. Ficaram duas grandes penalidades por assinalar, nomeadamente ao minuto 8, numa falta cometida por Maxi Pereira sobre Capel e ao minuto 88, quando Maxi Pereira com o braço impediu a progressão de Viola no interior da área.»

 

Para completar o branqueamento, Pedro Henriques ainda sublinhou o mérito de João Capela por «deixar jogar» e «dar fluidez ao jogo». Além das outras faltas para grande penalidade que o comentador menosprezou, ainda ficaram diversos outros lances por salientar, além da vertente disciplinar. A parte que Pedro Henriques evade, é o facto de Capela só ter deixado jogar para um lado e de os lances de maior impacto no jogo terem sido todos ajuizados em detrimento do Sporting. Igualmente pouco convincente é o argumento de defesa sobre honestidade e integridade. Seria aceitável se os erros tivessem sido equilibrados, mas não foram, portanto essa tese cai num vazio obscuro.

 

Mas este é o estado das coisas no futebol português. João Capela estará uma ou duas jornadas sem apitar e depois regressará como se nada fosse. Quem foi prejudicado terá de continuar a lidar com os prejuízos.

 

publicado às 15:58

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