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Gastaram-se litros de tinta, usaram-se uns quantos quilos de palavras, passe o exagero, com interpretações, tão ou mais subjectivas, que o lance de penálti revertido no jogo Sporting-FC Porto. Do que foi dito e escrito, resulta um denominador comum: o homem do apito, esteve certo na sua decisão em função do que observou directamente, mas, ao mesmo tempo, esteve errado, de acordo com as imagens televisionadas, que lhe foram apresentadas pelo VAR. Assim sendo, a reversão acabou por ser correcta, ou por outras palavras, "escreveu-se direito por linhas tortas". Quando o assunto cair no esquecimento, a banda continua a tocar.

Imagens televisionadas? Começam aqui as contradições. Porque razão o VAR meteu o "bedelho" onde não devia. Sobre tudo o que li e ouvi, há uma posição unânime: o lance em causa não constituía um erro grosseiro do árbitro. E mesmo perante as imagens que têm aparecido, a intervenção do defesa portista na acção do avançado é susceptível de diversas interpretações. Também não se nega o contacto, o que se discute, fundamentalmente, é se teve ou não influência no seguimento da jogada.

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Para não acrescentar mais litros ou quilos à polémica, coloco algumas interrogações: o que se passou na comunicação, que não devia ter existido, entre o VAR e árbitro? O que viu este nas imagens televisivas que o levou a mudar a sua anterior decisão? Não viu contacto? Se viu, calculou então a sua intensidade? Com que certezas mudou a decisão? Será que não os tem no sítio? Tem medo de quê ou de quem?

Em conclusão, o homem do apito foi célere na marcação da infracção, mas depois de uma conversa de "pé de orelha", mudou de agulha. Acredito que quando foi ver as imagens já tivesse a reversão decidida.

Vimos vários comentadores encartados a dizer que não era caso para VAR, mas que a sua intervenção repôs a verdade, a partir da dita conversa, que não podia ter existido. Que raio de coerência é esta? A verdade é que é fácil bater num clube sério como o Sporting CP, ainda por cima com o acordo de certas facções internas. Na realidade, não me lembro de ver estes comentadores mexer uma palha, contra as falcatruas que beneficiam outros clubes. A verdade é que não se "escreveu direito por linhas tortas" mas escreveu-se "torto por linhas direitas". 

publicado às 03:49

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O que é que Luís Godinho viu no monitor - com a cumplicidade de Tiago Martins (VAR) - diferente do que viu no relvado no momento real do lance?

O facto de ser o mesmo VAR que agiu na época passada em Moreira de Cónegos, tal como Frederico Varandas refere nas suas declarações, deve ser "mera" coincidência, decerto?!?

O árbitro assinalou falta de Zaidu sobre Pote na área numa primeira instância e exibiu o 2º cartão amarelo ao lateral-esquerdo portista. No entanto, reavaliou o lance no monitor e reverteu a decisão.

(O vídeo do lance disponível aqui)

Frederico Varandas, em conferência de imprensa, manifestou a sua indignação:

"Hoje o Sporting CP está triste porque perdeu dois pontos e acho que o futebol português também está triste porque teima em não mudar. Já vi o lance várias vezes, e só faço uma pergunta: este mesmo lance, este possível penálti, sabem quando é que era revertido no Estádio do Dragão ou na Luz? Nunca, nunca. O árbitro vê empurrão nas costas, assinala penálti, depois o VAR surge a analisar se há intensidade, se é dentro ou fora da área. É o costume... o VAR só deve analisar num erro clamoroso. Para mim é penálti, é. O jogador leva um encosto no ar, para mim é penálti. Foi marcado, em Alvalade, é revertido. Mas também vi em Tondela o Doumbia ser pisado, o árbitro bem a mostrar o vermelho, o VAR chamou e reverteu em amarelo. Também vi um penálti claríssimo em Moreira de Cónegos que o mesmo VAR de hoje não viu. O VAR chamou o árbitro, viu, mas o árbitro continuou a achar que não era penálti.

São estas coisas que acontecem frequentemente no futebol português, mas sobretudo ao Sporting. O mesmo VAR não vê o vermelho directo ao Zaidu, qual é a dúvida? E é por isso que acho que o futebol português devia estar triste. Infelizmente, em Portugal, para triunfar só por mérito, é muito difícil. No futebol ainda mais. Não interessa se a pessoa foi apanhada em escutas, se tem processos judiciais, interessa é se tem poder, se ganhou e aí todos prestam vassalagem.

O Sporting dá todo o apoio ao presidente da arbitragem mas já disse isto três vezes: Se os soldados não prestam, encostam-se. E se virmos, há um denominador comum muitas vezes. Há valores que o Sporting não abdica, não vamos fazer o que se fazia, não vamos jogar sujo. Mas se tivermos de gritar, vamos gritar bem alto. Custe o que custar, vamos vencer."

__________________________________________________

ADENDA

Faltava, neste post, os pareceres de alguns "peritos" cá do burgo...

Jorge Faustino (nota 3) - Arbitragem que confirmou a maturidade de um "jovem" internacional onde alguns erros de critério não influenciaram o resultado. Trabalho globalmente positivo.

- Zaidu, na tentativa de jogar a bola, mas numa abordagem muito negligente, acertou com a sola da bota no pé de Pedro Porro. Vantagem bem aplicada e correta a exibição do amarelo na interrupção seguinte.

- Existe contacto do braço de Zaidu nas costas de Pedro Gonçalves que parece não ter impacto na movimentação deste. Lance de interpretação de intensidade onde se aceita a decisão de não sancionar penálti.

Marco Ferreira (nota 3) - Cometeu alguns lapsos a nível técnico e disciplinar. Errou em assinalar o pontapé de penálti com o VAR a intervir correctamente. Acusou a pressão do jogo acabando por não influenciar o resultado final.

-  Zaidu aborda tarde a bola e pisa o pé do adversário de forma negligente, Árbitro aplica a lei da vantagem e adverte na interrupção. Boa decisão.

- Zaidu e Pedro Gonçalves tentam disputar a bola dentro da área do Porto com o avançado a cair, Árbitro assinala pontapé de penálti. VAR aconselha o árbitro a verificar o monitor e reverte a decisão correctamente. Lance normal sem infracção.

**** Surpresas?... Nenhuma!!!

publicado às 04:04

 

publicado às 18:25

 

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E se a mão na bola de Cédric Soares no Portugal - Irão, que fez correr tanta tinta, tivesse sido sancionada com um livre directo em vez de uma grande penalidade? Essa é a sugestão do ex-árbitro internacional alemão Thorsten Kinhöfer, que considera a actual definição de mão na bola uma área cinzentas nas leis de jogo e acredita ter encontrado a solução para sancionar esse tipo de lances, tantas e tantas vezes polémicos e esmiuçados ao pormenor.

 

Para ele, sancionar uma mão na bola dentro da área através de um livre directo no ponto frontal da área mais perto da infracção seria a opção mais justa, à excepção de mão manifestamente deliberada para evitar um golosobre a linha de baliza, que continuaria a ser castigada com grande penalidade.

 

"Se o castigo não for tão pesado, será retirada pressão ao árbitro", argumentou Kinhöfer ao Bild, inspirado na regra de lançamentos livres do andebol.

 

O antigo árbitro alemão, 50 anos, apitou 213 jogos da Bundesliga entre 2001 e 2015, tendo sido árbitro FIFA entre 2006 e 2013, período no qual dirigiu 28 jogos internacionais de clubes e selecções.

 

Uma ideia inovadora, mas que merece ser deliberada pelo International Board (FIFA).

 

publicado às 04:03

 

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"Quero que me expliquem de uma vez por todas como se deve abordar estes lances. Robson está a um metro e meio. Ao levantar o braço tem o braço em posição normal. É claramente um lance em que a bola vai à mão, ele não tem luvas na mão, não quer defender a bola. Não aumenta a volumetria do corpo. Eu disse no treino aos jogadores para não defenderem estes lances com os braços atrás das costas porque perdem mobilidade. No primeiro treino da semana abordei este tema. Só quero que me digam qual é o procedimento e todos os árbitros ajam em conformidade com o procedimento".

 

Jorge Simão, treinador do Boavista

 

Nota: Se deu essas instruções aos seus jogadores, errou, neste jogo ou em qualquer outro.

 

publicado às 05:07

Penálti precisa-se !

Rui Gomes, em 07.04.18

 

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E nem é preciso o VAR, basta enviar um email!!!

 

publicado às 22:51

 

 

Não sei se é o primeiro caso do género desde que o VAR foi introduzido ao futebol, mas aos 72' do FC Porto-Boavista, Sérgio Oliveira marcou o terceiro golo dos dragões de penálti, mas o mesmo foi anulado por vídeo-árbitro pelo facto de o médio ter escorregado na execução do castigo máximo e acabar por dar dois toques na bola.

 

Até que ponto a tomada de decisão de rever o lance foi influenciada pelo guarda-redes do Boavista - o primeiro a chamar a atenção do árbitro -, é difícil de determinar, mas de uma forma ou outra acabou por ser a decisão correcta.

 

publicado às 02:32

O desavergonhamento "encarnado"

Rui Gomes, em 28.10.17

 

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O desavergonhamento do clube da Luz e das suas hostes ao virem falar do golo de Bas Dost frente ao Rio Ave, uma situação in extremis que, quanto muito, é milimétrica, para aqueles que têm dúvidas, quando temos mais uma vez num jogo do glorioso cá do burgo um lance que passa "despercebido" tanto ao árbitro como ao VAR.

 

Estamos a referir o autêntico atropelamento de Luisão a Luís Machado do Feirense, aos 50 minutos de jogo. Muito embora a Benfica TV não repita o lance, pela óbvia inconveniência do mesmo, a imagem original não deixa margem para quaisquer dúvidas. Curiosamente, o árbitro está muito bem posicionado directamente em linha com o lance e sem ninguém a incomodar a sua visão.

 

Desta vez não houve uma avaria técnica de comunicação com o VAR, mas sim escuridão total.

 

Podem, então, continuar com esses argumentos de encher o bolso para adulterar a verdade. Nada de novo, aliás, para aqueles lados da Segunda Circular.

 

publicado às 13:41

 

Ou melhor... como não marcar um penálti !

 

publicado às 13:52

 

 

 

 Rui Vitória, instado a comentar o vídeo-árbitro na conferência de imprensa pós-jogo:

 

«Que pergunta é essa? O lance não tem nada, é justo, é correcto. Ponto final. Temos satisfação por ganhar. Não venham com conversas dessas comigo porque não alimento essas coisas».

 

Vítor Oliveira, treinador do Portimonense, comenta o vídeo-árbitro:

 

"Se os critérios forem iguais para toda a gente, o video-árbitro é óptimo. Temos que verificar se os critérios de avaliação são mais ou menos equivalentes ou se são muito diversificados, ou se se faz uma leitura num jogo e outra completamente diferente em outro. Vi agora no balneário. No penálti não me parece que haja qualquer tipo de falta. Há um contacto normal, penso que há uma simulação do Salvio e não há penálti. Acabámos por ser derrotados por um chouriço que apareceu no jogo".

 

Nuno Saraiva comenta vídeo-árbitro no Benfica vs Portimonense:

  

«Depois do que aconteceu esta noite na luz, não voltem a falar-me do penálti claríssimo sobre o Bas Dost no jogo com o Vitória de Setúbal. Tenham vergonha! E alguém que explique como é que, respeitando a lei das probabilidades, o mesmo árbitro, que hoje teve olho de milhafre, pode ser VAR em 3 dos primeiros 5 jogos do mesmo clube. Se calhar, na Luz, é melhor que passem a chamar-lhe VARíssimo».

 

publicado às 03:50

 

 

... E, pelos vistos, com o vídeo-árbitro a "aplaudir" a performance do avançado brasileiro do Benfica. O mau da fita foi Marcão, claro. Tocar no actor, na área, implica correr graves riscos. Ainda por cima, o livre que levou ao lance do "puxão" que Hugo Miguel "viu", foi mal assinalado. Siga...

 

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publicado às 04:07

Como se defende um penálti !?!

Rui Gomes, em 22.03.17

 

Terá sucedido num jogo da "Premier League".

Espectacular !!!

 

publicado às 12:36

Um penálti... bem defendido !!!

Rui Gomes, em 01.07.16

 

 

Rui Patrício foi um dos heróis do apuramento de Portugal para as meias-finais do Euro 2016. O guarda-redes do Sporting defendeu a quarta grande penalidade, da autoria de Blaszczykowski, abrindo caminho à vitória, que seria depois sentenciada por Ricardo Quaresma.

 

Isto, no jogo da sua 50.ª internacionalização pela equipa das quinas.

 

publicado às 05:58

SLB soma e segue, mas...

Rui Gomes, em 15.02.15

 

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Não assisti ao embate entre o Vitória de Setúbal e o Benfica e, pelo resultado, e não só, até não duvido que a equipa da Luz tenha sido superior. Mas... e há quase sempre um "mas" em jogos dos encarnados, existiu um lance para grande penalidade logo aos dois minutos, quando Jardel empurra Rambé com o braço e ainda lhe dá uma pisadela, para o afastar da baliza de Artur, que passou impune.

 

São estes pequenos/grandes detalhes que, por vezes, fazem a diferença. Curiosamente - ou talvez não - não li ninguém do V. Setúbal a queixar-se do árbitro.

 

A jogada em questão está disponível aqui.

 

publicado às 19:51

Caso resolvido !

Rui Gomes, em 25.08.14
 

 

publicado às 04:54

E o penálti...

Rui Gomes, em 24.08.14

 

Nani pegou na bola e terá pedido a Adrien para marcar...
 
Adrien

 

«Foi o momento do jogo e Nani sentiu que estava confiante. Durante o jogo quem está mais confiante é quem marca. Nani é um reforço que vem ajudar o Sporting e tenho a certeza que está aqui para nos ajudar.»

 

Marco Silva

 

«Foi um momento do jogo e Nani estava confiante. É verdade que existe uma hierarquia e Adrien é o nosso marcador, mas volto a dizer que é o momento do jogo. Não vamos criar um caso em torno disto, se ele tivesse marcado não estaríamos aqui a falar sobre isso. Nani tem todo o nosso apoio. É um jogador experiente, maduro e um elemento criado aqui. É um jogador que nos vai ajudar, mas volto a dizer que é preciso um colectivo forte.»

 

Luís Pedro Sousa - Record

 

«Nani passou por cima de toda a hierarquia pré-estabelecida e, perante a comprometedora inércia de Marco Silva, mostrou a Alvalade a diferença entre um filho e um enteado da casa. Adrien, cuja fiabilidade da marca dos 11 metros é quase total, ficou impotente. Adrien minimizou o episódio mas não gostou da ultrapassagem; já Marco Silva, mesmo reconhecendo a existência de uma hierarquia, foi lesto a desvalorizar uma questão que nunca existiria num banco liderado por Jorge Jesus ou Julen Lopetegui.

Ao contrário dos homólogos de Benfica e FC Porto, Silva foi contratado para integrar uma estrutura e não para pensá-la ou planificá-la. Já tem pouca voz activa na política de contratações, bem como noutros temas de gestão corrente da equipa de futebol. Se não controlar pelo menos aquilo que se passa em campo, arrisca-se a não passar de um treinador que chegou prematuramente a um grande.» 

 

Adenda: Pelos comentários dos leitores, entendo que devo explicar que este post visa, apenas e tão só, apresentar pontos de vista diferentes sobre a mesma ocorrência e, daí, incentivar o debate. Lamentavelmente, há sempre quem prefira confrontar o mensageiro em vez de debater a mensagem. Escolhi o breve extracto do artigo de opinião de Luís Pedro Sousa - pessoa que não conheço e nem sequer tenho memória de ter lido no passado - por mera casualidade e para esse específico fim.

 

Dito isto, tenho uma opinião própria sobre o que decorreu pela marcação da grande penalidade por Nani, e até concordo com Marco Silva quando ele diz que o lance só vem a debate por não ter sido concretizado. A responsabilidade por tudo o que decorre em campo é sempre do treinador, indiferente das circunstâncias. Duvido que se Nani tivesse sido alertado durante a semana sobre quem é que marca as grandes penalidades na equipa, isto tivesse acontecido e, além disso, há meios durante o decorrer de um jogo para o treinador comunicar os seus desejos para dentro do relvado. Recordo, até, quando José Mourinho recorria ao envio de recados escritos para para fazer sentir a sua voz de comando.

 

Há uma parte do artigo com que eu concordo, nomeadamente onde o autor refere que Marco Silva "tem pouca voz activa na política de contratações". Há muito que penso isto, apenas por fazer sentido, pelo que é possível observar. Se concordarmos que Marco Silva é um treinador competente, ele nunca teria optado por contratar mais em quantidade do que em qualidade, mesmo tendo em conta as restrições financeiras do Clube. Este meu parecer até não é novidade alguma, porque já o deixei expresso em outros textos publicados.

 

Não viso fomentar oposição alguma a Marco Silva, muito embora seja crítico da sua gestão do plantel durante a pré-época e ainda não consiga identificar o que ele pretende desta equipa. Aceito argumentos em contrário, mas não tenho vindo a verificar evolução de jogo alguma por parte do Sporting e temo este estado das coisas, porque os jogos mais difíceis ainda estão para vir, a começar já na próxima semana.   

 

publicado às 15:21

 

 

As fotos do lance polémico em que Pedro Proença assinalou a falta

para grande penalidade que acabou for eliminar o México do Mundial 2014.

 

O seleccionador do México, Miguel Herrera, acusou Pedro Proença de ter errado na decisão e além de o responsabilizar pelo afastamento mexicano da competição, exige que a FIFA não permita mais actuações suas no Brasil.  Arjen Robben, o avançado holandês, admitiu depois do jogo que mergulhou em uma ocasião durante a primeira parte, mas que a eventual e fatal última decisão do árbitro português foi legítima. Certo ou errado, não era de esperar outra coisa.

 

Para não haver más interpretações, esclareço desde já que assisti ao jogo como adepto de futebol completamente imparcial, dado que não torci por nenhuma das equipas. Vejo Robben jogar há muitos anos e conheço bem as suas características, e assim que ele entrou na área mexicana, fiquei logo na expectativa de ver uma queda, voluntária ou involuntária. Tive ocasião de rever o lance uma dúzia de vezes - só não publico o vídeo porque será retirado passado pouco tempo, por uma questão de direitos - e, na minha opinião, o defesa estaca o pé no relvado exactamente como se vê na foto e Robben prontamente salta em mergulho. No vídeo, tal como na foto, não se verifica qualquer contacto. Pedro Proença está situado em posição frontal ao lance, ligeiramente dentro da área. A ausência de contacto é verificável pelo ângulo lateral e terá sido o ângulo frontal que induziu o árbitro a assinalar a falta.

 

Com tudo isto, é de esperar perspectivas diferentes por parte da audiência.

 

publicado às 05:45

Limpinho, limpinho !!!

Rui Gomes, em 14.06.14
 

 

Fica-se com a ideia de que Luiz Felipe Scolari tirou uma página do "livro" de Jorge Jesus quando afirmou: "Vi o lance dez vezes e para mim é penálti." Só faltou parafrasear o treinador do Benfica com o seu notório "limpinho, limpinho". Já o artista Fred surgiu com uma explicação perfeitamente lógica: "É um penálti claro (...)  a FIFA já tinha alertado todas as 32 equipas de que os árbitros marcariam penálti em jogadas assim."

 

Por conseguinte, de acordo com a explicação de Fred, podemos esperar mais decisões do género.

 

publicado às 05:11

Ainda só vamos no primeiro jogo...

Rui Gomes, em 13.06.14
 

 

Preza-me verificar que as manchestes desta sexta-feira confirmam que não errei na minha apreciação da grande penalidade decisiva concecida ao Brasil:

 

"Um samba com toque clandestino"

 

"Brasil ganha na estreia com «mãozinha» do árbitro"

 

"Empurrão japonês na festa de Neymar"

 

"O polémico penálti no Brasil - Croácia"

 

"Brasil impõe «factor casa» no jogo inaugural do Mundial»

 

Mas a maior "confirmação" veio de Luiz Felipe Scolari: "Vi o lance dez vezes e para mim é penálti".

 

publicado às 09:07

UEFA: Penálti sem expulsão

Rui Gomes, em 13.12.13

 

 

O Comité Executivo da UEFA anunciou que vai propor ao "International Board" (FIFA) que o jogador que cometa falta para grande penalidade, no caso de ser o último defensor dentro da grande área, deixe de poder ser expulso com vermelho directo e veja apenas o cartão amarelo. Isto, segundo Gianni Infantino, secretário-geral da UEFA, visando eliminar a tripla penalização actualmente em uso: penálti, expulsão e suspensão.

 

Espera a UEFA que o organismo que define as regras da modalidade, se pronuncie sobre a proposta na sua reunião anual, que terá lugar em Zurique, de 28 de Fevereiro a 2 de Março de 2014.

 

Penso que esta proposta requere explanação mais alargada, no sentido de esclarecer se visa somente este critério em casos em que a falta é cometida pelo último defensor dentro da grande área, se também com outras faltas - e qual o grau de severidade das mesmas - dentro da área e, por fim, em casos fora da área em que a falta é cometida pelo último defensor sobre um jogador que está ou se vai a isolar na direcção da baliza adversária. Tudo isto sem sequer mencionar os casos em que são os guarda-redes os infractores.

 

publicado às 04:16

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