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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Frederico Varandas chegou à presidência do Sporting depois da destituição de Bruno de Carvalho, na qual não teve nenhuma responsabilidade, como têm defendido uns quantos apaniguados do ex-presidente. Resolveu candidatar-se e teve a maioria dos votos em eleições livres, assumindo a presidência com muita contestação e baixas expectativas.

Encontrou um clube destroçado financeira e desportivamente. Com um plantel de recurso depois da rescisão de alguns dos mais importantes activos e com um ambiente de “cortar à faca”, provocado pelas “viúvas” do brunismo, com nervos de aço e grande serenidade enfrentou a situação. Cometeu, no início, alguns erros de principiante, mas corrigiu o tiro e sempre debaixo de contestação, encontrou o caminho de recuperação do Sporting.
Bem assessorado na SAD, foi dando passos seguros na consolidação financeira, com os resultados que se conhecem e que levaram o Clube a controlar mais de 80% do capital. Bem aconselhado por Hugo Viana, discreto e pouco referenciado, encetou uma importante reforma desportiva no futebol profissional. A contratação de Rúben Amorim foi uma peça chave nessa reforma. Muito contestada pelo pagamento do elevado preço da cláusula de rescisão e por certas outras razões pueris e até absurdas, provou-se que foi uma decisão com algum risco, mas muito assertiva.
A instituição SCP mudou muito e para melhor. O êxito desportivo com a conquista de um campeonato com uma equipa sem grandes estrelas e de outras provas de menor dimensão, levaram os adeptos a acreditar numa presidência periclitante. A boa gestão de activos desportivos, com recurso a vários valores da formação e com um “scouting” competente, ajudaram a Direcção a combater com firmeza as claques (guarda pretoriana da anterior Direcção) que durante muitos anos andaram a desestabilizar e que pretendiam continuar a desestabilizar.
Lutamos agora de igual para igual com os adversários directos. Uma estrutura desportiva coesa não só gere o presente, mas também prepara o futuro. O presidente Varandas com um perfil discreto, sem demagogia e populismo, age à margem da pantalha comunicativa, com serenidade.
Quando deixar a presidência, porque acredito que Varandas não se queira eternizar no lugar e ainda porque defendo que esses lugares devem ser renovados, ficará na história do Sporting CP como um grande presidente. Em relação à questão dos mandatos, tenho defendido uma revisão de Estatutos, que prevejam um número de mandatos determinado, até porque não gostaria de ver o Sporting CP capturado por ninguém e que como grande instituição devia dar o exemplo, trazendo para o desporto a democracia plena.
Acredito que a maioria dos adeptos apoia o bom trabalho de Varandas e da sua Direcção, mas entendi que devia aqui salientar esse trabalho, que merece reconhecimento.

Augusto Inácio, actualmente no Brasil como treinador do Avaí FC, da Série B, revelou em recém-entrevista à Rádio Renascença que já foi abordado para se candidatar à presidência do Sporting e admite, um dia, aceitar o desafio:
"Nunca dei abertura a isso, porque acho que não é o momento e é deixar as pessoas trabalhar enquanto lá estão. Depois de acontecer alguma coisa, já podemos falar e, aí, posso admitir tudo. O Sporting está sempre presente.
A minha vida não é só Sporting, a minha vida é futebol, é treinador. Já fui director e, se as pessoas acham que tenho capacidade para outros cargos, depois, no momento certo, cá estarei para decidir e para ter a minha ideia em relação a essas coisas.
Recorde-se que o Sporting não está em eleições. O Sporting tem um presidente, tem uma Direcção e, por isso, não se coloca essa possibilidade (de se candidatar)".
Bem... é pessoa que nunca me passou pela ideia, mas é mais uma entre várias que directa ou indirectamente cobiçam o trono de Alvalade.
Haverá quem reconhece a Augusto Inácio a capacidade para liderar o Sporting, mas, em princípio, eu não sou uma dessas pessoas, por várias razões, que não merecem explicação nesta altura.

É já amanhã que Pedro Madeira Rodrigues apresenta a sua candidatura à presidência do Sporting. O gestor faz o anúncio da sua candidatura em Lisboa, perto do estádio José Alvalade, no Hotel Radisson Blu, às 18h00, desta terça-feira.
Pedro Madeira Rodrigues, de 45 anos, recebeu já o apoio de diversas figuras do universo leonino como Vítor Ferreira, Rui Morgado, Rui Vinhas da Silva, José Vieira Sampaio, Ricardo Pina Cabral, Luís Rasquete, Nuno Fernandes Thomaz e Tomás Froes. Também Pedro Baltazar e Abrantes Mendes poderão engrossar a lista de apoiantes.

É já na próxima terça-feira que Pedro Madeira Rodrigues apresenta a sua lista de candidatura à Presidência do Sporting. O gestor procura agora congregar mais apoios até à data da oficialização da lista.
Ex-atleta das camadas jovens do Sporting, e sócio desde 1981, com 45 anos, casado, com cinco filhos, Pedro Madeira Rodrigues é licenciado em Gestão pela Universidade Técnica de Lisboa, com um MBA pela Universidade Nova de Lisboa e um PLD pela Harvard Business School e foi o autor do Musical Sporting (1906 - O Nosso Grande Amor).

O jornal "O Jogo" noticia hoje na sua edição online, de fonte fidedigna, a candidatura à presidência do Sporting do ex-atleta, sportinguista desde sempre, sócio de longa data, com 45 anos, casado, com cinco filhos, Pedro Madeira Rodrigues, que desempenha actualmente o cargo de secretário-geral da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.
Licenciado em Gestão pela Universidade Técnica de Lisboa, com um MBA pela Universidade Nova de Lisboa e um PLD pela Harvard Business School, Madeira Rodrigues tem um curriculum que fala por si. Competência, juventude e experiência mescladas.
Foi, ainda, autor do Musical Sporting (1906 - O Nosso Grande Amor), que esteve em cena no Teatro Tivoli, em Lisboa, entre os dias 25 e 29 de Janeiro de 2012.

Jogou nas camadas jovens do Sporting
Um grande candidato à presidência do Sporting e que apresentará ainda esta semana as linhas mestras de um programa ganhador para o futuro.
Terá o meu apoio.
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