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A PSP de Lisboa confirmou ontem uma agressão a um homem alegadamente pertencente à Juventude Leonina, que foi transportado ao hospital, por parte de um grupo de mais de 30 indivíduos com camisolas dos ‘No Name Boys’.

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Cascais, teve a informação de um caso de agressão a um homem de 32 anos, “alegadamente pertencente ao grupo organizado de adeptos conhecidos por Juve Leo”, que ocorreu na tarde de terça-feira, em São João do Estoril.

Segundo foi possível apurar, o homem foi agredido por um grupo de cerca de 30 a 40 indivíduos, os quais tinham o rosto tapado com camisolas de cor preta, com as letras vermelhas alusivas à claque de futebol ‘No Name Boys’”, refere a PSP em comunicado.

Segundo as autoridades policiais, o homem vitimado, que se encontrava sozinho, estava a ser agredido quando um agente da PSP, em patrulhamento de prevenção criminal no local, se apercebeu da situação e interveio.

Os suspeitos cessaram as agressões e se colocaram em fuga em várias direcções, não tendo sido possível interceptar nenhum deles”, salienta a nota.

Apesar da oportuna intervenção do agente policial, a vítima sofreu várias lesões, sendo por isso transportado para uma unidade hospitalar, com a PSP a referir que foram evitadas “consequências mais graves”.

De referir que apesar dos suspeitos estarem de rosto tapado, a vítima reconhece-os em virtude de existir uma rivalidade antiga entre os mesmos”, conclui.

publicado às 03:46

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Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública explicou que a rigorosa e polémica revista que foi implementada no sector das claques antes do Sporting-Basaksehir - que obrigou os adeptos a terem mesmo de se descalçar -, o que não agradou a todos.

Eis o comunicado da PSP:

Relativamente às medidas de segurança implementadas no jogo Sporting-Basaksehir, que se disputou ontem, a PSP informa:

1. As medidas de segurança aplicáveis a eventos desportivos, nacionais ou internacionais, encontram-se legal e inteiramente previstas, nomeadamente as revistas pessoais aquando da entrada nos recintos desportivos;

2. As medidas de segurança a implementar são decididas em coordenação com o promotor do espectáculo desportivo, conforme o grau de risco previamente determinado para cada evento desportivo, o que sucedeu no jogo em concreto;

3. Concretamente, todas as revistas pessoais são executadas pelos assistentes de recinto desportivo pertencentes a empresas de segurança privada, sob a supervisão das Forças de Segurança, no caso concreto a PSP;

4. As revistas pessoais aquando da entrada nos recintos desportivos apenas visam prevenir a entrada de todos os objectos proibidos e perigosos no recinto de jogo, contribuindo para a segurança de todos os participantes no evento desportivo, independentemente da sua condição;

5.Apela-se à compreensão e colaboração de todos os participantes nos eventos desportivos, nomeadamente com a deslocação para os respectivos recintos com maior antecedência relativamente à hora de início dos mesmos.

publicado às 03:03

 

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A violência e os crimes nos estádios de futebol aumentaram 26% da época 2015/2016 para a época 2016/2017. É nesse sentido que apontam os dados revelados pela PSP ao Jornal de Notícias, só relativamente ao futebol profissional.

 

Nesses dois anos, a PSP e a GNR contabilizaram um total de 5628 casos violentos – 2505 no primeiro ano e 3177 na época seguinte -, numa média de 54 ocorrências semanais em estádios e recintos desportivos.

 

Os crimes mais praticados são posse ou uso de artefactos pirotécnicos, roubo, arremesso de objectos ou desordens entre adeptos e a venda ilegal de bilhetes, que levou à detenção de 198 pessoas em duas temporadas. Ao mesmo jornal, PSP e GNR consideram que o crescimento de participações criminais se deve a um aumento de policiamento que se tornou mais proactivo e preventivo.

 

Segundo o Jornal de Notícias, existem duas dezenas de pessoas proibidas de entrarem em estádios de futebol, por terem sido condenadas em tribunal ou como acção preventiva por ordem do Instituto Português do Desporto e da Juventude.  As autoridades assumem a dificuldade de aplicar a medida, principalmente se for possível aos visados misturarem-se com a multidão. "Normalmente são indivíduos referenciados e conhecidos e todas as semanas são enviados relatórios actualizados. Mas não é fácil, no meio de três ou quatro mil pessoas, ou 200 ou 300 que sejam, identifica-los", disse fonte da GNR ao JN.

 

Desde o início da presente temporada e até Março de 2018, avança o jornal diário, a PSP registou um total de 2578 incidentes em recintos desportivos – 2394 em eventos relacionados com o futebol. Números que apontam para um novo possível aumento da violência no final da presente época.

 

publicado às 05:06

 

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Esta notícia "Presidente do Benfica envolvido em desacatos num banco", vem a dar ainda mais razão ao meu recém-comentário neste post intitulado Nem a ferver se aproveitam.

 

A PSP recebeu uma queixa-crime contra o motorista de Luís Filipe Vieira, por agressões, e uma queixa contra o próprio presidente do Benfica por insultos ...

 

publicado às 05:01

 

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Sete adeptos do Benfica que agrediram e tentaram roubar um adepto do Sporting junto ao Colégio Militar, em Lisboa, foram detidos, informa a Agência Lusa:

 

"Foram detidos sete adeptos do Benfica na zona do Colégio Militar, que agrediram e tentaram roubar um adepto do Sporting já depois do final do jogo" disse Rui Costa, comissário da Polícia de Segurança Pública.

 

"Além destas, foram efectuadas duas outras detenções, um adepto do Sporting detido por posse de fumo, ou seja com um artigo pirotécnico, e um do Benfica por injúrias a um polícia. A operação decorreu como se tinha planeado, sem incidentes, com as medidas activas e passivas das entidades envolvidas. Tudo correu como articulámos e é importante sublinhar que é um «derby» sem incidentes, um sucesso operacional", afirmou.

No entanto, foi reportado que também logo após o final do jogo, cerca de 20 adeptos do Benfica tentaram invadir a zona das garagens, por onde se acessa ao interior do estádio da Luz. Visivelmente desgostosos com a derrota, o grupo foi barrado pelos agentes de autoridade e por alguns agentes de segurança privada do Benfica. Por entre gritos, destaque para o cântico «Benfica é nosso».

 

publicado às 02:54

Investigação problemática...

Rui Gomes, em 12.02.15

 

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Segundo noticia o "Público", a Polícia de Segurança Pública (PSP) - Unidade Metropolitana de Informação Desportiva (spotters) -  está a analisar as imagens captadas pelo sistema interno de videovigilância durante o "derby" de domingo passado, mas que está a sentir dificuldades para identificar os adeptos benfiquistas que arremessaram petardos, tochas e outros engenhos pirotécnicos para a bancada onde se encontravam adeptos do Sporting, aquando do golo do Benfica.

 

Isto, porque, alegadamente, os autores desses actos estavam de cabeça tapada e os ângulos das câmaras também não favorecem a identificação desses adeptos. Seis pessoas ficaram feridas na sequência desses arremessos. Duas pessoas terão sido detidas pela PSP, mas não é claro se a detenção se deve a estes actos ou a um qualquer outro incidente.

 

Ainda segundo a mesma "fonte policial" que terá informado o "Público", a PSP está a sentir as mesmas dificuldades para identificar os autores da faixa "Very Light 96" exibida no sábado durante o "derby" de futsal.

 

Pelos vistos, "dificuldades" é o lema do dia no que diz respeito à investigação em curso sobre os incidentes do fim de semana. Dá para pensar que tudo ficará em "águas de bacalhau" e que os autores dos actos passarão  impunes. Surpresa ?

 

publicado às 15:31

Vou esperar sentado !

Rui Gomes, em 27.02.14
 
 

 

Poucos portugueses, no país e fora fronteiras, não terão visto as imagens televisivas dos incidentes que ocorreram no domingo passado no Dragão, pela saída, ou tentativa de saída, dos jogadores do estádio após a derrota às mãos do Estoril. Nomeadamente aquelas que mostram um segurança do clube do Norte a desrespeitar a autoridade policial e inclusive dar um empurrão a um agente da PSP. A primeira ideia que me surgiu ao assistir à cena, foi que em muitas partes do mundo aquele segurança só sairia do local algemado e... talvez até não ficasse por aí. Em qualquer país civilizado o acto é considerado uma agressão com pena potencialmente severa. Neste caso concreto, aconteceu em Portugal e envolveu o FC Porto, clube que há longo age como que imune às leis e frequentemente como autoridade própria.

 

A Polícia de Segurança Pública informou que vai participar os incidentes às "autoridades competentes", com fundamento nos relatórios que os agentes que estiveram no local irão fazer. Na base das queixas da PSP estão os empurrão/empurrões de um elemento da segurança a um elemento da força policial, assim como a desobediência do clube a uma ordem da PSP, quando esta força policial disse para os jogadores sairem por um lado alternativo.

 

Sempre rebelde a tudo quanto é autoridade, Pinto da Costa argumenta que "não aceitámos que a Polícia nos quisesse obrigar a  ir em sentido contrário do trânsito, em contramão, para não passarmos junto dos adeptos."

 

É por de mais óbvio que a preocupação primordial do presidente do FC Porto centrou-se exclusivamente na condução de veículos "em sentido contrário e em contramão". Ainda vai ser condecorado por este seu acto de consciência para com as regras de condução !

 

De qualquer modo, sabendo o que "a casa gasta", vou esperar sentado à espera de qualquer condenação aos dirigentes e funcionários do FC Porto que participaram neste incidente.

 

publicado às 04:48

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