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Frederico Ricardo, ex-treinador do FK Senica da Eslováquia, teve ocasião de se cruzar com Andraz Sporar quando este ainda era jogador do Slovan Bratislava. Em entrevista à Rádio Renascença, comenta a fase inicial do avançado no Sporting:

"A equipa do Sporting parece-me estar mais estável e o Sporar está a tirar partido disso. É um jogador que chegou nem há um mês e está perfeitamente entrosado com a equipa.

A minha dúvida era mais quanto à capacidade de adaptação a uma nova equipa e a um novo país. Pelas entrevistas que tenho lido, vê-se que ele está satisfeito com a estrutura do Sporting.

O Sporar vinha de uma equipa forte como o SK Slovan Bratislava, que joga em ataque continuado e onde ele fazia grande parte dos golos dentro da área ou em diagonais. O estilo de jogo do Sporting beneficia muito as qualidades dele e, por conseguinte, a equipa do Sporting, porque se ele marcar golos ajuda o Sporting a ter mais vitórias.

O Silas favorece o futebol apoiado, de pé para pé e com uma referência na área e isso beneficia os dois. O Sporting já está a tirar os dividendos dessa capacidade goleadora do Sporar.

O Sporting não tinha um jogador com estas características, com grande presença dentro da área e com movimentações muito dinâmicas, quer a atacar o primeiro poste, quer a atacar o segundo. É um goleador, um jogador forte a finalizar com os dois pés e forte no jogo aéreo. É um jogador muito oportuno como ainda agora se viu frente ao Boavista".

publicado às 03:03

Considerações de Sérgio Abrantes Mendes, juiz desembargador e antigo presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting, em recém-entrevista à Rádio Renascença, em que sublinha que a violência e instabilidade gerada pelas claques e outros grupos ruidosos é tema para gerir sem perdão:

"São casos de polícia que têm de ser tratados nessa exacta medida e não ser olhados como factor de divisão, porque eles não dividem nada, só arranjam problemas. Estas minorias ruidosas não vão para o futebol para a festa, mas para arranjar problemas. Quando o Estado actuar a sério, esses valentões vão ser postos no lugar que merecem. Os sócios do Sporting querem que o poder caia na rua?... É a grande questão. O que está em jogo, agora, é calar toda essa gente sem vergonha, cobarde, e que não tem lugar no desporto nacional.

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Os mandatos são para se cumprir. Não se vai pôr tudo em causa porque alguém não está de acordo. Isto faz parte da estratégia de uns senhores que se julgam donos do Clube, mas os reais donos são os associados e esses já se pronunciaram sobre quem queriam ver à frente dos destinos do Sporting. Qualquer dia, até se pedia uma assembleia geral de destituição só porque o presidente Varandas tinha batido no cão. Portanto, eu espero que o pedido seja indeferido, até porque não tem pés nem cabeça.

O Sporting é uma equipa com limitações, é óbvio, e que vai fazendo o seu caminho, que é difícil, em face das muitas saídas que teve de enfrentar. Pouco a pouco, a equipa já vai demonstrando alguma consistência. Assimilou novas ideias, apesar de eu pensar que há opções do treinador que não surtiram efeito, nomeadamente a questão dos três centrais, até porque o Sporting não tem jogadores com qualidade suficiente para jogar naquele sistema. Resta aguardar com serenidade".

publicado às 04:32

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Em entrevista esta quinta-feira à Rádio Renascença, José Roquette, antigo presidente do Sporting, adiantou algumas considerações sobre a actualidade leonina, sugerindo, até, que que a venda da maioria do capital da SAD a um bom investidor será a melhor solução, numa altura em que o clube atravessa nova crise desportiva e financeira:

"Penso que seria uma boa solução mas vender a maioria do capital levanta questões que são transversais e que podem trazer alguma turbulência. Se realmente se pretende que o Sporting venha a ter uma perspectiva internacional e que, a esse nível, possa marcar o desporto de alguma forma, isso é praticamente inexorável. Somos um país pequeno e o nível de accionistas e de adeptos é aquele que já é bem conhecido. Portanto tem de se encontrar quem de fora queira investir neste sector, até porque é um sector que assegura investimentos com retorno.

O Sporting passou por um problema único na história das instituições desportivas do nosso país e isso não se resolve do dia para a noite. Ainda estamos a viver as sequelas do que aconteceu em Alcochete. Tenho que temperar a minha ambição de sportinguista relativamente àquilo que pode acontecer no decorrer desta época, visto que não se fazem milagres nestas circunstâncias. É preciso perceber que absorver o impacto daquilo que aconteceu em Alcochete vai demorar tempo. Contudo, estou confiante que o Sporting vai ultrapassar o que aconteceu há dois anos.

Não tenho opinião sobre o futuro de Jorge Silas. Em todo o caso, recorde-se, ninguém pode obrigar Silas a ficar no Sporting se ele não quiser.

Estou absolutamente de acordo com as recém-medidas tomadas pelo presidente quanto às claques. Não haja dúvidas de que o que é preciso é manter essa perspectiva saudável que foi aberta. No meu tempo como presidente do Sporting CP, tive problemas parecidos, mas tratei-os na altura como deviam ser tratados. Acima de tudo, estão o Sporting Clube de Portugal, o prestígio e a história do clube.

Toda a gente sabe que as tochas e vários outros artefactos agressivos vão nos paus das bandeiras, isso é do conhecimento comum. Agora, o que é preciso é começar a identificar as pessoas. Se for identificado uma segunda vez a fazer o mesmo, é proibido de entrar nos estádios. É isso que se faz lá fora e era o que devia acontecer em Portugal, mas, pelos vistos, o nosso governo não assume a parte que devia ter nesta questão."

publicado às 16:30

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Zé Eduardo, notoriamente conhecido por Zé dos Tachos, antigo apoiante do ex-presidente destituído, aproveitou a derrota do Sporting em Braga para 'atiçar a fogueira' de oposição à Direcção do Clube, em entrevista à Rádio Renascença:

"As grandes divergências entre adeptos sportinguistas e Orgãos Sociais deixam um sinal de muita preocupação. Ou arrepiamos caminho e criamos condições para tornar o Clube minimamente competitivo tanto em Portugal como a nível internacional, ou então, na minha perspectiva, continuamos a derrapar e, aos poucos, sem sequer darmos por isso, o estádio vai-se esvaziando, a nossa juventude começa a olhar para outros emblemas de sucesso e o Clube vai definhando.

No actual cenário de uma Direcção que não quer sair, há um problema para resolver e tem de ser resolvido pelos sócios.

Não quero imaginar uma espiral negativa que me obrigue a questionar se é possível o Sporting descer de divisão esta época. O campeonato português não é muito forte e isso contraria essa possibilidade, mas quando se começa a derrapar, quando se começa a descer na classificação, um Clube com a dimensão do Sporting, que tem a pressão que tem, essa mesma pressão pode ser terrível. Quero deixar este alerta enquanto é tempo de arrepiar caminho."

O que dizer de gente useira e vezeira que não olham a meios para atingir fins e que se dizem sportinguistas, quando, na realidade, são tudo menos isso?

publicado às 06:32

 

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Considerações de Pedro Madeira Rodrigues, em entrevista à Rádio Renascença:

 

"Uma pessoa olha para as redes sociais e percebe que muita daquela gente é paga para escrever o que escreve, mas não é fácil. Este tipo de populismo atrai sempre algumas pessoas. Não vai ser fácil ganhar umas eleições contra Bruno de Carvalho.

Lanço um desafio ao tal "presidente sem medo" que se demita. Depois recandidatava-se e, se calhar, até ganhava as eleições e acabava com esta vergonha. Lamento que se esteja a por o nome do Sporting na lama. Peço que tenham um pouco de sentido de decência e que parem de nos envergonhar.

Não sabemos, ainda, se vamos ter eleições. Se eu avanço, ou não, não é importante para os sportinguistas neste momento, porque esta é a altura do 'nós' e não do 'eu'. O que eu sei é que o Sporting CP precisa de uma nova liderança, protagonizada por uma nova equipa, que tenha responsabilidade emocional, mas também garra, ambição e que todos juntos possamos conduzir o Sporting à glória que lhe é devida".
 

publicado às 17:59

 

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Considerações meritórias de Hélder Amaral, deputado do CDS afecto ao Sporting, em entrevista à Rádio Renascença, esta quarta-feira:

 

“O Sporting terá de aceitar o processo como razoável e normal, havendo suspeitas. O lance - envolvendo Fábio Coentrão e Samaris - merece essa avaliação e é aguardar serenamente. É o único lance. Todas as outras queixas são daquele clube que resolveu viver à margem da lei, que é o Benfica.

 

Vive criando mentiras. Que sentido faz que, de repente, o Benfica esteja a ser liderado ou tenha, no seu departamento de futebol, pessoas que façam queixas? Já só falta queixarem-se de que o Jorge Jesus abraçou o Jonas com força excessiva. O ridículo já só pode chegar aí.

 

Obviamente que aquelas queixas sobre Rui Patrício e o Coates não são para levar a sério. Um clube que acata as decisões e outro que acha que controla o sistema, que manda no sistema e que se dá ao luxo de se expor ao ridículo e de fazer-nos de parvos.

 

Só o segundo lugar será indicativo de que fizemos os mínimos olímpicos, tendo em conta o investimento, a qualidade da equipa e do treinador. Não conseguindo esse objectivo, a época do Sporting será um fracasso e obrigará a uma reforma profunda e, porventura, com consequências mais graves. Para que fique bem claro, o segundo lugar é o mínimo.

 

Podemos fazer a comparação com o FC Porto, que fez menos investimento, foi buscar jogadores que quase foram expulsos e acaba por ser campeão. Ou ficamos em segundo lugar, e ganhamos a Taça de Portugal, ou a época do Sporting é uma época que merece uma reflexão profunda de tudo e de todos.

 

O Marítimo tem um campo difícil para todas as equipas. Foi assim para o Porto, que não ganhou com facilidade, foi assim para o Benfica e é, tradicionalmente, para o Sporting. Se há quem não tenha falhado foram os adeptos".

 

publicado às 17:41

 

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Considerações de Abrantes Mendes sobre o momento do Sporting, em entrevista à Rádio Renascença, na ressaca da actuação de Octávio Machado ontem à noite na CMTV, e em antecipação do que o próprio Bruno de Carvalho terá para dizer, esta quinta-feira à noite, na Sporting TV. Um presidente que não consegue estar mais do que dois dias calado e, invariavelmente, muito imponderado nas suas considerações.

 

Mas... é o que temos na nossa "casa" nesta altura, e não há voltas a dar. Só os eventuais resultados desportivos, ou seja, maus resultados, poderão resolver este dilema, e nesse cenário serão o Sporting e os sportinguistas a sofrer, lamentavelmente.

 

Eis o que o antigo presidente da Mesa da Assembleia Geral teve para dizer:

 

«O problema do Sporting é um problema muito mais profundo, ainda para mais acentuado pelo tempo há que não se ganha. Eu acho que a primeira coisa que o Sporting tem de fazer, seja qual for o presidente, é congregar. Ter uma ideia e uma estrátégia e congregar. Não começar aos tiros nos pés e em todas as direcções.

 

A presidência teria de ser naturalmente firme, com uma ideia bem definida, própria e com um sentido de querer muito acentuado, e com uma equipa de dirigentes forte, sabendo o que quer, bem situada transversalmente em toda a sociedade. Não é por qualquer razão que o último grande presidente do Sporting se chama João Rocha, que tinha todos esses predicados. Não critico este presidente, critico todos. Há sempre queixas, divisões, há sempre isto e aquilo.

 

A pré-temporada tem sido decepcionante. Não me tem impressionado, os resultados assim o indicam. Muito embora eu não dê grande importância a estes jogos de pré-temporada, reconheço que é sempre bom ganhar. Penso que estamos sobretudo em época de experiências e que, por força da entrada de tantos jogadores no plantel, é normal e natural que o treinador do Sporting queira fazer as suas experiências e que tente ver quais os melhores jogadores para os melhores lugares.

 

Sinto muita curiosidade quanto ao que ainda vai acontecer ao plantel, principalmente a jogadores que estão a ser muito cobiçados como Gelson Martins, William Carvalho e Adrien Silva. Eu gostaria que ficassem, mas penso que em função da quantidade de aquisições e do dinheiro que tem sido gasto, algum deles vai ter de sair, porque o dinheiro não dá para tudo.

 

Isso preocupa-me, porque são três jogadores perfeitamente inseridos na estrutura da equipa, o que dá logo estabilidade, e juntamente com alguns dos jogadores que entraram agora, penso que o Sporting faria uma equipa forte. Agora, se eles saírem, há automatismos e conhecimento entre os jogadores que têm de ser garantidos e isso leva o seu tempo».

 

publicado às 18:34

Imaginações descabidas e afins

Rui Gomes, em 25.05.17

 

Creio que foi a Rádio Renascença que avançou a notícia - a bem dizer, o boato - que Bruno de Carvalho irá proceder a um período de reflexão que o pode levar a dizer adeus ao Sporting, caso não consiga quebrar o jejum de títulos que já vem de 2002, na próxima temporada. 

 

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Segundo a estação, a informação originou com uma "fonte leonina" não identificada que, além do mais, também terá indicado que o actual presidente vê em Jorge Jesus não só "um profissional com credenciais já bem vincadas no seio do futebol português" mas também um "amigo".

 

Considerando que já passaram umas boas horas desde que a "notícia" aterrou na praça, Bruno de Carvalho já teve amplo tempo e oportunidade para rogar umas quantas pragas ao autor anónimo da revelação - isto, partindo do princípio que a pessoa existe - que não soube tomar as rédeas da sua muito fértil e descabida imaginação.

 

Mesmo visto à distância, é quase impossível vislumbrar um cenário em que Bruno de Carvalho venha a abandonar o trono do seu sonho voluntariamente. A única muito remota hipótese é o surgimento de uma contestação do tamanho do Monte Everest e/ou uma Assembleia Geral extraordinária para esse fim, e, mesmo assim, será necessário ver para acreditar.

 

publicado às 04:26

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