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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Miguel Braga, responsável pela comunicação do Sporting, lamentou a posição assumida por Sónia Carneiro, directora executiva da Liga, no que diz respeito à suspensão do jogo de castigo aplicado a João Palhinha.
A presença de João Palhinha na visita do Sporting a Barcelos, para defrontar o Gil Vicente, amanhã, não é, por enquanto, um dado adquirido. Está dependente do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), que pode resolver o processo antes da partida da 18.ª jornada.
Neste caso específico, só uma decisão favorável aos leões poderá reverter o amarelo mostrado ao médio por Fábio Veríssimo no Bessa e que o teria afastado do dérbi com o Benfica, após inquérito do CD, se o Sporting não tivesse interposto uma providência cautelar juntamente com o recurso que fez seguir para o TAD – e que foi apreciada pelo presidente do TCAS.
O TAD admitiu o recurso a 30 de Janeiro. Na terça-feira estarão cumpridos 10 dias, pelo que a deliberação estará iminente.
ADENDA
A Federação Portuguesa de Futebol vai recorrer para o Supremo Tribunal Administrativo do provimento dado à providência cautelar apresentada por João Palhinha, pelo Tribunal Central Administrativo do Sul, confirmou esta segunda-feira à Lusa fonte federativa.
Na sexta-feira, o Conselho de Disciplina da FPF apresentou uma exposição ao Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais sobre a suspensão do castigo imposto ao médio do Sporting (cinco cartões amarelos), que possibilitou a utilização de Palhinha no jogo frente ao Benfica, em 1 de Fevereiro.
Palhinha foi castigado em 27 de Janeiro, em processo sumário, tendo o pleno da secção profissional do CD da FPF considerado improcedente o recurso do jogador.
E a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto?... pergunto eu.

A diretora executiva da Liga Portugal espera ter público nos estádios na próxima época, apesar da Covid-19.
No final da Assembleia Geral Extraordinária da Liga, Sónia Carneiro diz que é intenção reunir em breve com a Direcção Geral de Saúde.
“Todos percebemos, nestas últimas jornadas, que o público é o coração deste jogo. Foi triste ver as bancadas vazias. Já pedimos uma reunião com a DGS para abordar, de novo, este assunto. Queremos ter um tratamento idêntico ao de outros espectáculos e começar, paulatinamente, a ter público nos estádios, a partir do início da próxima época”, refere.
Foi nesta Assembleia Geral que foi aprovada a criação de um play-off a duas mãos entre o 16.º classificado da I Liga e o 3.º da II Liga e ainda um modelo transitório para a Taça da Liga, apenas com oito equipas, para 2020/21.
Entretanto, Pinto da Costa, na cerimónia de entrega das duas taças conquistadas pelo FC Porto esta época ao museu dos 'dragões', abordou a questão da ausência de público nas bancadas do Estádio Cidade de Coimbra na final da Taça de Portugal:
"Todas as pessoas responsáveis com quem já falei, inclusive o secretário de estado do desporto, todas elas acharam que era inacreditável como é que não podiam estar ali umas centenas de pessoas. Toda a gente achava. O que é certo é que toda a gente acha que não faz sentido, que não tem razão de ser, que é uma injustiça, que vão levar os clubes à falência.
Isto é um não ligar ao futebol, permite-se público nas touradas, permite-se público nos espectáculos fechados. No dia em que estávamos a jogar em Tondela com o campo sem ninguém estava à mesma hora, não a dar chutos na bola, mas o Xutos & Pontapés a dar um concerto no Tivoli, que é um recinto fechado, com 500 pessoas. Mas isto tem alguma explicação? Eu só queria entender, mas ninguém me explica".
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