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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Sporting e AFS defrontam-se hoje para os quartos-de-final da Taça de Portugal. Trata-se da segunda prova mais importante do calendário do futebol português, a chamada prova Rainha, e a tão proclamada festa do futebol e dos adeptos. A Taça de Portugal teve a sua estreia na longínqua época de 1938-39, sendo a competição mais democrática do nosso futebol porque permite a clubes de várias divisões, desde as distritais às profissionais, jogarem entre si sem limitações de um calendário tradicional de Liga. O Sporting conta atualmente com 18 troféus.
Na antevisão do jogo, Rui Borges afirmou que pondera uma gestão da equipa com “uma ou outra mudança”. Informou que Hjulmand jogará, Nuno Santos pode ter algum tempo de jogo e Debast e Ioannidis continuarão de fora. Salientou que a equipa adversária mudou de treinador, desde a partida para a Liga, e que agora se apresenta mais compacta, mais competitiva, e que por ter jogadores novos tem variado em alguns momentos o sistema de jogo. O treinador leonino alertou que na Taça de Portugal “às vezes os sonhos acontecem e nós temos de ser capazes de estar ligados para que não nos aconteçam surpresas e continuarmos a lutar até ao fim por algo que conquistámos na época passada e que está no nosso poder”.
Os sportinguistas esperam isso mesmo da sua equipa. Consciência da importância desta prova, do seu legado histórico, até ao final da época cada jogo é uma final, e a passagem às meias-finais constitui uma exigência para honra e orgulho do Sporting.
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