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Os clubes profissionais aprovaram esta terça-feira, em Assembleia Geral Extraordinária, a introdução de um playoff (a duas mãos) entre o 16.º da Liga NOS e o terceiro classificado da 2.ª Liga na próxima temporada. O novo formato foi aprovado com 28 votos a favor, 4 abstenções e 18 contra.

Este tipo de playoff é inspirado na Bundesliga e viabilizará a possibilidade de mais uma subida de divisão. Isto porque de entre os campeonatos com 18 equipas só em Portugal existem somente duas despromoções.

Na mesma AG extraordinária foi também aprovada a regra dos cinco substituições num jogo, com 19 votos a favor, 4 contra e 22 abstenções.

Entre tudo isto, fico a reflectir como é possível haver 22 abstenções na proposta - que acabou por ser aprovada - sobre as cinco substituições...

Onde está o sentido de responsabilidade dos clubes?

publicado às 02:49

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A FIFA quer permitir até cinco substituições, com mais uma em caso de prolongamento, para lidar com a expectável sobrecarga de jogos no regresso das equipas às competições, interrompidas devido à pandemia do novo coronavírus, anunciou ontem organismo.

A medida faz parte de um plano temporário divulgado pela FIFA e visa evitar lesões, dada a potencial sobrecarga física nos jogadores, já que as competições ainda em aberto terão de ser concluídas no mais breve espaço de tempo possível.

Esta proposta abre a possibilidade aos organizadores das competições a opção de permitir que as equipas possam efectuar cinco substituições, em vez de apenas três nos 90 minutos de jogo, e uma sexta em eliminatórias que sejam decididas no prolongamento.

A preocupação máxima a esse respeito é que a frequência de jogos acima do normal [após um longo período de paragem] possa aumentar o risco de possíveis lesões, devido à sobrecarga nos jogadores”, refere o comunicado da FIFA.

O Manchester City, por exemplo, enfrenta um intenso programa nas três competições em que ainda se encontra e se os jogos puderem se reiniciar com total segurança nas próximas semanas os ingleses terão que disputar 19 em pouco mais de dois meses.

Em período idêntico de tempo, a Juventus, também poderá ter que disputar cerca de 20 jogos – 12 para terminar a Série A italiana, até 6 na Liga dos Campeões e ainda mais 2 da Taça de Itália.

A proposta deve ser validada pelo International Board (IFAB) - entidade responsável pela alteração às regras do futebol - e prevê que as cinco substituições sejam efectuadas no máximo das três paragens no jogo autorizadas para fazer as alterações.

publicado às 04:00

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A Federação Italiana de Futebol pretende cinco substituições na Série A. O pedido já foi apresentado ao International Board para que o organismo que rege as regras do futebol possa permitir este aumento de substituições, de três para cinco.

Em Itália, as equipas podem ter até doze jogadores no banco de suplentes. Ora, com este número, a FIGC entende que devia poder fazer mais duas substituições em relação às que são permitidas por lei neste momento.

Gabriele Gravina, presidente da Federação Italiana, disse que, no pedido, foi utilizado um argumento de peso: nas Séries C e D já são permitidas as cinco substituições, algo que quer também para a Série A.

O International Board deverá tomar uma decisão antes do final do ano.

publicado às 03:45

Treinadores querem sempre tudo

Rui Gomes, em 16.12.16

 

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Pep Guardiola entende que a FIFA deveria permitir "quatro, cinco ou seis" substituições para combater o esgotamento físico dos jogadores. A entidade do futebol mundial pretende expandir o Mundial para um total de 48 equipas e o treinador do Manchester City acha que semelhante alargamento "matará os jogadores". "Os jogadores passam a vida em concentrações e isso afecta a qualidade. Eles precisam de respirar, ter um intervalo, desfrutar a vida".

 

Se os jogos de futebol passassem a ter mais substituições, haveria, segundo Guardiola, "menos lesões e mais jogos abertos". "E os treinadores poderiam usar tácticas diferentes, tudo seria melhor", resumiu o técnico espanhol.

 

Na realidade, isto não é um novo tema, até porque a FIFA fez a experiência nos Jogos Olímpicos do Rio e agora no Mundial de Clubes em curso, permitindo uma quarta substituição em jogos que vão a prolongamento.

 

Já competi numa Liga onde cinco substituições eram permitidas. Pelas circunstâncias dessa Liga - era "não-amadora", ou seja, integrava jogadores *não-amadores e amadores -  até fazia algum sentido, mas mesmo assim verificava-se muito do que eu antecipo que aconteceria em Portugal. Contrário ao que Guardiola argumenta, não melhoraria a qualidade de futebol e as tácticas dos técnicos teriam como foco quase exclusivo "queimar" o relógio. Se mesmo com três substituições já se verifica isso, dá para imaginar se 4/5/6 fossem permitidas.

 

Não discordo da ideia da FIFA, ou seja, permitir uma quarta substituição em competições em que prolongamento é uma possibilidade. Devido ao cansaço e maior vulnerabilidade a lesões, faz sentido.

 

A FIFA, ou melhor, o "International Board" é extremamente conservador e alterações ao jogo neste contexto vão ser muito moderadas e com implementação de longo prazo.

 

*Pela própria definição da FIFA, um jogador "não-amador" está ligado ao clube em regime de part-time e muito embora seja remunerado, pode exercer outra profissão em simultâneo. Creio ser este o caso da terceira divisão em Portugal.

 

publicado às 04:39

FIFA aprova quarta substituição

Rui Gomes, em 19.03.16

 

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A FIFA aprovou a introdução da quarta substituição, em caso de prolongamento, no torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de 2016, no Brasil, a título experimental.

 

Na base desta inovação estão as recomendações do International Board, a associação responsável pelas Leis do Jogo. Além dos Jogos Olímpicos, a alteração será também experimentada no Campeonato do Mundo de Clubes em Dezembro, no Japão, e no mundial feminino de sub-20, a decorrer na Papua-Nova Guiné durante Novembro e Dezembro.

 

Não há indicações  algumas nesta altura, que a medida poderá vir a ser implementada a nível global, no que aos campeonatos domésticos diz respeito e às provas da UEFA.

 

Já participei em campeonatos onde era permitido cinco substituições, mas confesso que prefiro apenas três. A exigência é maior sobre as equipas e respectivos treinadores e também minimiza o desperdício de tempo de jogo que, como bem sabemos, nunca é devidamente compensado pelos árbitros. É um situação com prós e contras, e lamento que o International Board não tenha explanado as razões que levaram a esta introdução experimental.

 

publicado às 05:00

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