Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Reflexão do dia

Rui Gomes, em 03.10.18

 

Estadio_Cheio1_Arquivo_New.jpg

 

O Tribunal Arbitral do Desporto aceitou a providência cautelar apresentada pelo Benfica para evitar cumprir um jogo à porta fechada - decisão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol -, anunciou o clube da Luz em comunicado.

 

"A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD foi hoje notificada e congratula-se com a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto de aceitar a providência cautelar apresentada, tendo em conta a decisão do Conselho de Disciplina da FPF de punir com um jogo à porta fechada o Estádio do SL Benfica.

 

A SL Benfica – Futebol, SAD não deixa de realçar a coincidência e singular momento escolhido para deliberar sobre esse castigo por parte do Conselho de Disciplina da FPF, gerador de inevitável instabilidade em vésperas de importante clássico."

 

publicado às 04:47

 

image (1).jfif

 

Segundo avançou o canal televisivo inglês BBC no seu portal, o Sporting fez seguir para o Tribunal Arbitral do Desporto, sediado em Lausana, na Suíça, uma queixa contra três dos nove jogadores que rescindiram contrato com justa causa após o ataque à Academia, a 15 de Maio.

 

Se já eram conhecidas duas das indemnizações pedidas (57 M€ por Rui Patrício, que assinou pelo Wolverhampton, e 100 M€ por Gelson Martins, que já foi apresentado no Atlético de Madrid), o valor reclamado por Daniel Podence, que reforçou os gregos do Olympiacos, é novidade: os leões querem ser compensados em 40 milhões de euros.

 

Ou seja, em termos globais, a Sporting SAD agora presidida por Sousa Cintra reclama uma indemnização acumulada de 197 milhões de euros. Recorde-se que o Sporting acordou com o Bétis uma compensação inicial de 16 M€ por William, acertando ainda novos contratos com Bruno Fernandes, Bas Dost e Battaglia. Rúben Ribeiro e Rafael Leão são casos ainda por solucionar.

 

Se o regresso do jovem avançado ainda está a ser tentado por Sousa Cintra, já a situação do extremo contratado em Janeiro ao Rio Ave é menos premente.

 

publicado às 17:45

 

tad_news.jpg

 

O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) aceitou a providência cautelar apresentada por Luís Filipe Vieira, que se referia aos 60 dias de suspensão impostos ao presidente do Benfica pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

 

De acordo com o comunicado emitido pelos encarnados, o TAD entendeu "procedentes" as razões invocadas por Luís Filipe Vieira, pelo que ordenou a "suspensão imediata" do castigo.

 

A acrescentar que o TAD considerou que existia uma limitação do exercício das funções de Vieira enquanto presidente do Benfica, com prejuízos para o clube, o que criava uma clara desigualdade competitiva, isto face à incerteza se o castigo seria efectivado.

 

Recorde-se que Luís Filipe Vieira foi sancionado após o empate do Benfica frente V. Setúbal (1-), a 21 de Agosto, uma vez que o presidente dos encarnados ter-se-á dirigido ao vice-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, João Ferreira, alegadamente criticando a prestação do árbitro da partida, Manuel Oliveira.

 

É missão caricata não achar piada à determinação que uma limitação do exercício das funções de Luís Filipe Vieira, enquanto presidente do Benfica, criaria uma desigualdade competitiva e, ainda por cima, com prejuízos para o clube. "Valha-me Deus"... diria a minha falecida mãe, devota sportinguista.

 

Em inglês temos por hábito dizer que "where there is a will, there is a way", e não há dúvidas algumas que o Benfica consegue sempre descobrir os meios, por vezes bem obscuros, para resolver os seus problemas. É claro, no entanto, que não se pode dar ar a este género de acusações, não venham logo as "virgem-ofendidas" reclamar danos.

 

publicado às 14:15

 

Cartaz_CursoTribunalArbitralDesporto_Fev2016_960x4

 

O Tribunal Arbitral do Desporto deu esta semana uma vitória ao Sporting no chamado ‘caso dos vouchers’, ao proceder ao arquivamento da queixa apresentada pelo Benfica das críticas de Bruno de Carvalho.

O tribunal esclarece que Bruno de Carvalho agiu dentro da lei, explicando porquê: "Tem o direito à crítica, ao abrigo da liberdade de expressão, não tendo ultrapassado os limites, tratando-se de pessoas públicas. Numa esfera pública, a crítica é mais tolerada do que se fosse dirigida a um cidadão normal". Assim, considera que o Conselho de Disciplina da FPF "decidiu bem, não merecendo censura, uma vez que não há a violação de qualquer norma jurídica".

Apesar de não encontrar nada de condenável nas declarações de Bruno de Carvalho, o colectivo de juízes – composto por Leonor Chastre (presidente), Luís Lucas Pires, Sérgio Castanheira e João Pedro Miranda – teceu algumas considerações à atitude do presidente do Sporting.
 
Passa-se a citar: "O estilo repetitivo e exagerado das afirmações proferidas, faz parte de uma personalidade com uma concepção de urbanidade ‘sui generis’, eventualmente censurável no plano da vivência e da convivência social, mas não para além desse plano. É um comportamento censurável, eticamente, mas não ferido de ilegalidade".
 
Uma consideração que visa sublinhar que não se trata de uma apreciação sobre a maneira de ser de Bruno de Carvalho, mas sim uma referência ao processo em curso.
 

publicado às 05:01

 

maxresdefault.jpg

 

Segundo um dos principais princípios de jornalismo, "Os jornalistas devem manter a independência relativamente aos alvos de cobertura jornalística".

 

«A independência é uma exigência subjacente ao jornalismo, a pedra angular da sua validade. Independência no espírito e na mente, ao invés de neutralidade, é o princípio que deve guiar os jornalistas. Embora editores e comentadores não sejam neutros, a fonte da sua credibilidade consiste na sua precisão, honestidade intelectual e capacidade de informar – não na sua devoção a um determinado grupo ou resultado. O jornalista, ao manter a independência, deve evitar qualquer tendência para atitudes arrogantes, elitistas, isolantes, ou niilistas».

 

A SIC vai ainda mais longe no seu desrespeito por este "princípio" e mobiliza-se para, no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), contestar o processo disciplinar aberto pelo Conselho de Disciplina (CD) ao patarata Rui Gomes da Silva, vice-presidente do Benfica e comentador residente do programa 'O Dia Seguinte'.

 

A estação de TV considera ilegal que as opiniões dos comentadores que desempenhem cargos nos clubes possam ser alvo de procedimentos por parte dos órgãos de disciplina do futebol português. Ora, neste momento, e não por mera coincidência, o acima referido é o único elemento dos programas de debate futebolístico da televisão portuguesa que é dirigente de um emblema, neste caso, do Benfica. Por outras palavras "A independência é uma exigência subjacente ao jornalismo". É óbvio, não é ?

 

Consta que a decisão do TAD em relação a esta acção da SIC, não deverá demorar muito tempo a ser conhecida. Ao mesmo tempo, decorre o tal processo disciplinar do CD, que já notificou o vice-presidente dos encarnados e que, em breve, irá ouvi-lo.

 

Existem leis/regras e estas são supostamente iguais para todos, excepto, pelos vistos, no que diz respeito a um dirigente "encarnado" que, pela influência do "glorioso" cá do burgo, faz com que a lei seja um pouco mais igual à sua inteira conveniência, com o apoio de uma estação de TV, "objectiva e independente", que se apresenta para interceder a seu favor.

 

publicado às 14:17

Quem semeia ventos colhe tempestades

Leão Zargo, em 27.04.16

 

19522492_f7Gs9.jpg

A recente decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) sobre o litígio entre o Sporting e a Doyen revela que algo de profundamente insensato domina a vida do Clube. O temperamento primário e a pulsão instintiva de Bruno de Carvalho, aliados à presunção que ele sempre revelou de que acredita que passou a ser o que de facto nunca foi, provocam grande apreensão nos sportinguistas. Receia-se o pior quando alguém confunde a percepção da realidade e as decisões que toma são em geral reactivas, raramente prospectivas.

 

A direcção do Sporting recorreu da decisão do TAD, apresentando no Tribunal Federal Suíço um “requerimento para efeito suspensivo” do pagamento por conta do caso Doyen. Segundo os jornais, o Clube terá argumentado com a necessidade de “salvaguardar interesses de compromisso, quando se trata de evitar que o pagamento exponha o devedor a dificuldades financeiras”, alegando mesmo não ter o dinheiro suficiente, no caso da execução do acórdão, para manter o treinador e determinados jogadores do plantel.

 

Ainda segundo os jornais, o Sporting solicitou a um revisor oficial de contas uma análise da situação financeira do Clube e um parecer sobre o “dano que causaria a execução imediata da sentença” que determina o pagamento de cerca de 14 milhões de euros à Doyen. As conclusões do relatório são extremamente preocupantes, no que refere ao passivo corrente, défice de tesouraria e crédito disponível.

 

Rogério Alves afirmou de forma sibilina que o Sporting “é um clube devedor”. Mas, a situação pode ainda ficar agravada pelas afirmações de Bruno de Carvalho na última Assembleia Geral do Sporting quando sugeriu que o TAD terá “inventado” um valor para o salário de Nani. O pior ainda está por vir.

 

É inaceitável que o presidente do Sporting não tome decisões sustentadas juridicamente. É inimaginável que o presidente do Sporting não cumpra com o estabelecido em contratos assinados livremente, não obstante determinados juízos sobre os mesmos. É impensável que o presidente do Sporting considere que pode governar uma instituição relevante arrastando mais e mais processos nos tribunais.

 

O Sporting recorreu para o Tribunal Federal da Suíça, o que significará mais despesas sobre custas judiciais e aumento dos juros, para além de se adiar um pagamento inevitável, continuando a reputação do Clube a ser enlameada. Não se conseguiu a renegociação ou um acordo adequado na devida altura, não é por uma pendência desesperada que vamos ganhar o que quer que seja. A contestação de um contrato faz-se em tribunais criados para o efeito, agora já é tarde. E pode interferir com o Fair-Play Financeiro imposto pela UEFA.

 

publicado às 14:02

 

slimani7 (2).jpg

 

Mais vezes do que não, as fontes de informação das reportagens noticiosas deixam sempre algumas dúvidas, muito em especial quando se trata do diário desportivo A Bola, o "quasi-oficioso" porta-voz do clube da Luz.

 

De qualquer modo, este jornal noticia esta sexta-feira que o gabinete jurídico da Sporting SAD já apresentou ou está a preparar a apresentação de um recurso perante o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) sobre o processo disciplinar instaurado a Slimani, pela secção não profissional do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, por alegada agressão ao jogador do Benfica Samaris, no jogo da Taça de Portugal, em Alvalade, a 21 de Novembro do ano passado.

Mesmo ainda sem se conhecer a decisão do órgão disciplinar federativo, os responsáveis jurídicos do Sporting entenderam por bem apresentar recurso desta primeira decisão (de instaurar processo disciplinar), mesmo sabendo que há a possibilidade de uma decisão do TAD ser posterior à do Conselho de Disciplina.

Neste recurso, o Sporting apresentou vários argumentos, alguns deles já expressos pelo director para o futebol, Octávio Machado, mal foi conhecida a decisão do Conselho de Disciplina de arquivar a queixa apresentada pelo Sporting e dar provimento à apresentada pelo Benfica.

 

logo.png

 

Na sequência da aprovação da Lei n.º 74/2013, de 6 de Setembro, que criou o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) e da respectiva entrada em vigor, o TAD inicia a sua actividade a 1 de Outubro de 2015 como entidade jurisdicional independente, com competência específica para administrar a justiça relativamente a litígios que relevam do ordenamento jurídico desportivo, ou relacionados com a prática do desporto.

O TAD exerce a sua jurisdição em todo o território nacional e tem a sua sede no Comité Olímpico de Portugal.

Compete ao TAD, em sede de arbitragem necessária, conhecer dos litígios emergentes dos actos e omissões das federações desportivas, ligas profissionais e outras entidades desportivas, no âmbito do exercício dos correspondentes poderes de regulamentação, organização, direcção e disciplina, bem como dos recursos das deliberações tomadas por órgãos disciplinares das federações desportivas ou pela Autoridade Antidopagem de Portugal em matéria de violação das normas antidopagem, nos termos da Lei n.º 38/2012, de 28 de Agosto, que aprova a lei antidopagem no desporto.

Podem igualmente ser submetidos à arbitragem do TAD - mediante convenção de arbitragem ou, relativamente a litígios decorrentes da correspondente relação associativa, mediante cláusula estatutária de uma federação ou outro organismo desportivo - todos os litígios relacionados directa ou indirectamente com a prática do desporto, que, segundo a lei da arbitragem voluntária (LAV), sejam susceptíveis de decisão arbitral, incluindo designadamente quaisquer litígios emergentes de contratos de trabalho desportivo celebrados entre atletas ou técnicos e agentes ou organismos desportivos, podendo ser apreciada a regularidade e licitude do despedimento.

Integram o TAD o Conselho de Arbitragem Desportiva, o presidente e o vice-presidente do TAD, o conselho directivo, o secretariado, a câmara de recurso e os árbitros.

 

publicado às 16:35

TAD rejeitou recurso do Sporting

Rui Gomes, em 18.12.15

 

ricardinho2.jpg

 

O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) decidiu, esta quinta-feira, rejeitar o recurso do Sporting, numa queixa que remonta ao terceiro jogo do ‘playoff’ da época 2011/2012, onde os principais visados eram Ricardinho e César Paulo, então jogadores do Benfica.  

 

«É publicitada a decisão arbitral do processo 4/2015, em que é negado provimento ao recurso interposto pelo recorrente [n.d.r. Sporting Clube de Portugal], julgando prescritos os procedimentos disciplinares no que respeita aos jogadores Ricardo Braga e César Paulo.»

 

O Sporting tinha apresentado queixa contra Ricardinho, actual jogador do Inter Movistar (Espanha), por injúrias ao delegado da Federação Portuguesa de Futebol, e contra César Paulo, por ter chutado deliberadamente uma bola para a tribuna, gesto visto pelo Clube como «ofensa à integridade física».

No entanto, como já se passaram três anos depois dos incidentes, o caso foi dado como prescrito.

 

Afinal... nem só em Portugal estas coisas acontecem.

 

 

Adenda: Após referência de um leitor que nos levou a pesquisa adicional, verifica-se que a supracitada decisão terá originado com o "Tribunal Arbitral do Desporto" de Portugal (TAD) e não com o organismo do mesmo nome sita na Suíça (TAS). Sendo assim, é um exemplo bem à português.

 

publicado às 04:22

Comentar

Para comentar, o leitor necessita de se identificar através do seu nome ou de um pseudónimo.




Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Taça das Taças 1963-64



Pesquisar

  Pesquisar no Blog



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D




Cristiano Ronaldo


subscrever feeds