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O diferendo entre o Sporting e Rafael Leão conheceu novo capítulo, pois foi admitida no Juízo do Trabalho de Lisboa e registada anteontem no portal Citius uma acção de execução da SAD contra o actual avançado do Milan, de aproximadamente 18 milhões de euros (17.990.812,94 €).

A cobrança do crédito pela via judicial surge após a conhecida decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), que em Março deste ano condenou o ex-jogador do Sporting ao pagamento de 16,5 milhões de euros “a título de indemnização pela resolução ilícita do contrato de trabalho desportivo”, decorrente do ataque à Academia de Alcochete, em Maio de 2018. Assim se explica o valor inscrito na acção de execução, que é de 16,5 M€ mais juros, a contar da data de notificação das partes.

O pedido de execução e penhoras pode avançar de imediato, independentemente de a defesa de jogador ter interposto uma acção de anulação, uma vez que esta não tem efeito suspensivo.

Como já foi noticiado em Maio passado, Leão passa a ter os seus bens em risco. A acção apresentada na Justiça não pressupõe audição prévia das partes, porque é baseada numa decisão transitada em julgado, mas sim a procura de bens para penhorar, e para esse efeito foi inclusive nomeado um agente, José Castelo Branco, que é referido na informação ao Citius.

Entre o seu património, Leão poderá ver o seu salário penhorado e, nesse cenário, o Milan seria notificado. Para isso, o Sporting terá primeiro de fazer reconhecimento da decisão do TAD para que possam ser procurados bens do atleta em Itália.

publicado às 03:32

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O Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa absolveu o Sporting do recurso apresentado por Bernardo Trindade Barros.

O antigo vice-presidente da Comissão Transitória da Mesa da Assembleia Geral, órgão instaurado pela direcção então presidida por Bruno de Carvalho, recorde-se, havia pedido anulação da expulsão da condição de associado, decisão consumada na Assembleia Geral realizada em 15 de Dezembro de 2018, da qual resultou igualmente a expulsão de Elsa Judas.

O Tribunal julgou a acção "totalmente improcedente" e, consequentemente, absolveu o Sporting do pedido formulado por Trindade Barros, condenando-o então ao pagamento das custas processuais. Por outro lado, foi igualmente julgado improcedente o pedido interposto pelo Sporting de condenação de Trindade Barros como "litigante de má fé". 

publicado às 03:30

Rúben Ribeiro venceu caso no TAD

Mas ainda falta o caso do processo de rescisão

Rui Gomes, em 23.10.19

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A 13 de Outubro de 2018, Rúben Ribeiro revelou que a sua intenção era colocar o Sporting em tribunal, reclamando alegados valores em dívida relativos a uma parte do seu prémio de assinatura e do seu desempenho, acordados aquando da chegada a Alvalade.

Quase um ano mais tarde, de acordo com informações recolhidas junto de fonte próxima do médio, o ex-jogador leonino viu o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) dar-lhe razão, condenando o Sporting ao pagamento de aproximadamente 125 mil euros brutos.

O jogador, actualmente no Al Ain, escolheu a via judicial por alegar que o Sporting "não quis resolver" o assunto. Em causa estará, pelos vistos, a regularização de uma segunda tranche de prémios a receber pelo médio, cujo prazo venceu a 15 de Agosto de 2018, ou seja, já depois da rescisão por justa causa.

Em meados de Junho, após a invasão à Academia de Alcochete, Rúben Ribeiro tinha sido um dos jogadores a abandonar o barco sportinguista. Ao que foi possível apurar, a decisão do TAD foi proferida na semana passada e deu razão, com unanimidade, a Rúben Ribeiro. Aguarda-se agora que o Sporting aceite a sentença.

Em paralelo, Rúben Ribeiro voltará muito em breve ao TAD, desta feita para responder no processo da indemnização que reclama decorrente da referida rescisão contratual com o Sporting.

Para além dessa acção, o jogador foi ainda notificado para se constituir como assistente no julgamento do ataque à Academia, agendado para iniciar no próximo dia 18 de Novembro, no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.

Recorde-se que entre os 44 arguidos está Bruno de Carvalho, ex-presidente destituído do Sporting.

publicado às 12:30

 

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O Conselho Fiscal e Disciplinar do Sporting CP considera necessário informar os Sócios do estado de desenvolvimento do processo disciplinar que foi aberto na sequência dos graves acontecimentos na Academia de Alcochete – processo n.º 6/18.

 

Este processo disciplinar foi iniciado pela Comissão de Fiscalização no dia 17 de Julho de 2018.

 

Na sequência do acto de tomada de posse do actual Conselho Fiscal e Disciplinar iniciou-se a recolha de múltiplos elementos probatórios com vista ao apuramento completo de todas as responsabilidades.

 

Com a dedução da acusação e após a devida realização de outras diligências instrutórias foi possível complementar essa análise e circunscrever o grupo de Sócios que alegadamente estiveram envolvidos naquele incidente, estando o processo quase concluído.

 

No entanto, tendo presente que no âmbito de um processo disciplinar é imprescindível a alocação individual de responsabilidades de forma estrita e rigorosa e tendo em conta que, nesta altura, ainda estão a decorrer actos de instrução no âmbito do processo criminal em curso, julga-se mais prudente aguardar por posteriores desenvolvimentos, pelo que o CFD deliberou suspender o procedimento em curso até à conclusão da Instrução, nos termos do n.º 2 do artigo 8.º do Regulamento Disciplinar.



Lisboa, 13 de Maio de 2019


O CONSELHO FISCAL E DISCIPLINAR

 

Joaquim Baltazar Pinto | Presidente

João Frederico de Freitas Teives Henriques | Vice-presidente

Frutuoso Pires Mateus | Vogal

José Pedro Albuquerque de Fezas Vital | Vogal

Bernardo Belo Catarino Foios Simões | Vogal

Pedro do Ó Barradas de Oliveira Ramos | Vogal

Pedro Jorge Cabral da Silva Nunes | Vogal

 

Observação: Compreende-se o raciocínio do CFD, até porque faz perfeito sentido e é justo, atendendo à natureza do processo, contudo, fica no ar a dúvida quanto ao tempo que ainda vai ser necessário para a sua conclusão, tendo em consideração que o início da fase de Instrução, que estava agendado para esta segunda-feira, foi novamente adiado - o terceiro adiamento em três meses - porque o advogado de Tiago Neves, elemento da Juve Leo e um dos 44 acusados da invasão à Academia, apresentou novo pedido ao Tribunal da Relação de Lisboa para afastar o juiz Carlos Delca do processo.

 

publicado às 04:18

 

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"Toda a estratégia montada pelo FC Porto tinha como objectivo dizer que havia no Benfica um polvo como o Apito Dourado. Até os próprios árbitros começaram a ter medo de marcar faltas a favor do Benfica.

 

A divulgação de todos os e-mails confidenciais, de forma programada, obedeceu a uma estratégia de desgaste, que prejudicou o Benfica em mais de 17 milhões de euros, dos quais 200 mil só no departamento de comunicação.

 

Houve uma estratégia pensada para ter um efeito específico. Quando há uma entidade que tem acesso à informação de outra e a publica no seu canal sem contraditório, está definida a estratégia. Descontextualizaram também situações.

 

É óbvio e claro que essa estratégia foi delineada pela estrutura dirigente do FC Porto e que o director de comunicação do clube, Francisco J. Marques, assumiu o compromisso de a executar".

 

Breve excerto do depoimento de Luís Bernardo, director de comunicação do Benfica, esta quinta-feira, no Tribunal Central Cível do Porto, no início do julgamento da acção em que o Benfica reclama uma indemnização a empresas e figuras do universo do FC Porto pela divulgação de e-mails internos do clube.

 

Nota: Era a minha intenção escrever um comentário adicional, mas acabei por concluir que tudo aquilo que mais afecta o futebol português, em geral, e o Sporting, em particular, directa e indirectamente, e que mais exige debate, está bem à vista de todos.

 

publicado às 06:01

Como é possível ?

Rui Gomes, em 13.11.18

 

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É de admitir que haverá especialistas do foro psiquiátrico que consigam explicar as acções destes adeptos. Confesso que é algo que não está ao meu alcance, salvo em termos muito pouco convidativos.

 

"Ele ainda é o meu presidente. Eu não posso falar de inocência quando uma pessoa não fez nada. Qual é o crime pelo qual ele está aqui? Eu não sei"... disse uma apoiante.

 

Usei o termo "adeptos", sem compreender de que, ou de quem, são verdadeiramente adeptos. Do Sporting Clube de Portugal não são, de certeza absoluta.

 

publicado às 20:10

 

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O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) manteve em prisão preventiva oito dos suspeitos do ataque aos jogadores da equipa principal de futebol do Sporting, depois de apreciados os respectivos recursos, revelou esta quarta-feira a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

 

O Tribunal "pronunciou-se já, em oito acórdãos, pela manutenção das medidas de coação de prisão preventiva aplicadas aos arguidos, considerando-as necessárias, proporcionais e adequadas, atentas as necessidades e exigências cautelares e as penas abstractas previstas para os crimes indiciados", lê-se em comunicado da PGDL.

 

Ainda que... "em três destes acórdãos, o TRL, chamado a pronunciar-se quanto aos crimes concretos imputados aos arguidos recorrentes, conclui pela verificação de fortes indícios dos mesmos".

 

O Tribunal da Relação de Lisboa ainda tem de pronunciar-se sobre os restantes recursos interpostos pela maioria dos detidos neste processo.

 

No total, estão em prisão preventiva 37 arguidos, dos quais 23 foram detidos no dia dos acontecimentos, 15 de Maio, e os restantes nos meses de Junho e Julho. Entre eles, está o antigo líder da claque Juventude Leonina Fernando Mendes.

 

publicado às 04:03

 

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Sandra Martins, advogada de Fernando Mendes e Joaquim Costa, dois dos quatro detidos por suspeitas de comparticipação às agressões aos futebolistas e equipa técnica leoninos, manifestou-se esta sexta-feira à saída do Tribunal do Barreiro, perante os jornalistas presentes, contra o julgamento público de que têm sido alvo os seus constituintes:

 

"Acho um bocadinho estranho isto ser considerado terrorismo. A ideia que tenho, desde o primeiro dia, é que vão ficar todos presos, mas eu sou advogada e vou morrer a recorrer, para que se faça justiça.

"Não sei por que é um caso público, não sei o que está por trás. Eu sou muito pequenina tendo em conta aquilo que se passa. Sigam o dinheiro, vão atrás do dinheiro".

 
A advogada de Fernando Mendes, que é o segundo dos arguidos a prestar declarações esta sexta-feira, depois de 'Aleluia', ou é muito ingénua ou vive num outro Mundo, se de facto tem dificuldade em identificar a causa do impacte público deste caso. E culpar a comunicação social pelas circunstâncias de momento dos seus constituintes, não lhe vai granjear muita simpatia.
 
De resto, se a fase final da investigação for célere, assim como o Tribunal, ela não terá de "morrer" à espera de justiça.
 
Entretanto, o Tribunal decidiu que os referidos quatro detidos ficam em prisão preventiva após interrogatório judicial.
 

Em comunicado, o Tribunal justificou a aplicação da medida de coação mais gravosa, devido aos "tipos de crime que lhes são imputados" e por se verificarem perigo de fuga, perturbação do inquérito, "continuação da atividade criminosa, bem como de grave perturbação da ordem e tranquilidade públicas".

 

Nesta argumentação, o juiz assentou a decisão ainda na natureza dos ilícitos em causa e à visibilidade social que a prática dos mesmos implica, considerando, principalmente, o aumento do número e da gravidade dos comportamentos.

 

P.S.: Um pensamento me intriga imenso: quando é que um destes "santinhos" decide falar e apontar o dedo a Bruno de Carvalho?

 

publicado às 03:51

 

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O Tribunal de Instrução decidiu arquivar as queixas apresentadas pelo Sporting e por Bruno de Carvalho contra André Ventura, comentador benfiquista da CMTV. Agora, o jurista e professor de Direito contra-ataca, pedindo uma indemnização de 50 mil euros por denúncia caluniosa. A verba que está a exigir será, garante, para entregar a instituições de solidariedade.

 

No programa Pé em Riste, em Outubro de 2016, André Ventura disse que Bruno de Carvalho estava a "recorrer aos seus antigos amigos da Juve Leo para condicionar as assembleias do Sporting".

 

O ainda presidente considerou que tal declaração era difamação à sua pessoa e ofensiva da honra do clube e decidiu avançar com um processo. Em Dezembro do ano passado, o Ministério Público informou que não iria acompanhar a queixa do Sporting. Agora, o Tribunal de Instrução considerou nula a queixa.

 

Eis o comunicado de então de Jaime Marta Soares:

 

"Na sequência das declarações do comentador televisivo André Ventura sobre a última reunião da Assembleia Geral, a que eu presidi, em nome do Sporting CP informamos que vamos activar os mecanismos legais, que estão ao nosso alcance, no sentido de interpor uma acção judicial por calúnia e difamação. Há situações que efectivamente não se podem tolerar e permitir isto era deixar que o valer tudo imperasse. As informações proferidas por este senhor, afecto ao Sport Lisboa e Benfica, são de enorme gravidade pelo que não podem passar impunes e ele terá de responder por elas no local próprio.

André Ventura não só difamou como caluniou o Presidente do Sporting CP, Dr. Bruno de Carvalho, como também o órgão máximo da representação dos Sócios do Clube. Como Presidente da Assembleia Geral não posso tolerar este tipo de conduta caluniosa e difamatória, pelo que já dei instruções ao departamento jurídico do Sporting CP para que avance com a competente acção judicial".

 

Não vejo estes programas, mas pelas informações que me chegam, creio que há justa causa para sportinguistas se queixarem de André Ventura. Infelizmente, neste caso concreto, até disse a verdade, e caso houvessem dúvidas, recém-eventos confirmam a disposição.

 

publicado às 20:18

 

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O juiz de instrução criminal do Tribunal do Barreiro decretou esta segunda-feira a medida de coação de prisão preventiva a todos os 23 arguidos detidos na sequência das agressões de terça-feira na Academia Sporting, em Alcochete.

 

No comunicado emitido ontem pelas 21h00, o Tribunal explicita que a medida foi tomada "tendo em conta que se verificam os pressupostos, objectivos e subjectivos, dos tipos de crimes que lhes são imputados e que se verificam ainda os perigos referidos nas alíneas a) a c) do artigo 204 do processo penal; perigo de fuga, perigo de perturbação do decurso do inquérito, nomeadamente para aquisição e conservação e veracidade da prova, de continuação da actividade criminosa, bem como de grave perturbação da ordem e tranquilidade públicas".
 
A nota acrescenta: "Atendendo à natureza dos ilícitos em causa e à visibilidade social que a prática dos mesmos implica, considerando, principalmente, o aumento do número e da gravidade dos crimes e dos comportamentos associados ao fenómeno desportivo, foi aplicada, para além do Termo de Identidade e Residência, a medida de coação de prisão preventiva."

Dos 23 detidos, nove aceitaram prestar declarações ao Tribunal do Barreiro, em audições que decorreram no fim de semana, tendo as medidas de coação sido então anunciadas ao final desta segunda-feira.
 
 
Adenda: Hoje, em comunicado, na página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), o MP assegura que, "no essencial, foram recolhidos fortes indícios de que os arguidos agiram de forma concertada e previamente planeada de modo a intimidar gravemente e causar receio pela própria vida ao grupo de jogadores e de técnicos da equipa de futebol do SCP, fazendo-o através da prática de crimes com perigo para a integridade física, com sequestro, por meio de uma actuação em grupo especialmente violenta".
 
O Ministério Público enquadra a violência na forma como os adeptos "invadiram em bando e encapuçados as instalações sem qualquer autorização para o efeito, lançaram tochas no seu interior, forçaram a entrada no balneário por meio da força".

Na nota, é também referido que, uma vez no interior, os alegados adeptos "agrediram violentamente os ofendidos que impediram de sair daquele local, proferiram ameaças de morte, lançaram artefactos pirotécnicos espalhando o medo e o pânico, além de terem causado estragos nas instalações".

O MP indica ainda que, no espaço de 24 horas, foram recolhidos "abundantes meios de prova", designadamente "objectos transportados nas viaturas dos arguidos, autos de visionamento de videovigilância e fotogramas, relatórios fotográficos, relatórios de inspecção judiciária".

No processo, foram feitas 36 inquirições de testemunhas e ofendidos.
 

publicado às 05:15

 

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O Ministério Público (MP) revelou, esta quarta-feira, que os 23 suspeitos detidos pelas agressões a jogadores e treinadores do Sporting na Academia de Alcochete estão indiciados pelos crimes de "introdução em lugar vedado ao público, ameaça agravada, ofensa à integridade física qualificada, sequestro, dano com violência,  detenção de arma proibida agravado, incêndio florestal, resistência e coação sobre funcionário e também de um crime de terrorismo". 
 

No comunicado, o MP explica que os detidos "entraram, sem autorização, naquelas instalações onde se encontrava a equipa principal do SCP, tendo ameaçado e agredido jogadores e técnicos e causado estragos nos equipamentos bem como em diversas viaturas".

 

Os 23 detidos já estão a ser ouvidos no Tribunal do Barreiro, depois de ter chegado o respectivo processo. "Por entender que devem ser aplicadas aos arguidos medidas de coação diversas de termo de identidade e residência, o Ministério Público decidiu apresentar os detidos a primeiro interrogatório judicial no Juízo de Instrução Criminal do Barreiro", explicou o organismo.
 
Os 23, que pernoitaram nas instalações de diversos postos da GNR e PSP na região de Setúbal, começaram a chegar ao Tribunal do Barreiro cerca das 13h00. Um comunicado do juiz de instrução criminal do tribunal do Barreiro, distribuído cerca das 20h15, revelou que os arguidos foram "devidamente identificados e tomaram conhecimento dos factos que lhes são imputados".

De acordo com o comunicado do tribunal, os defensores dos arguidos "solicitaram cópias dos elementos de prova que sustentam os factos, o que foi deferido e, atenta a extensão daqueles, e o adiantado da hora, foi entregue aos senhores advogados uma cópia dos elementos solicitados e adiada a continuação desta diligência para o dia de amanhã [quinta-feira], pelas 10h00, para possibilitar a análise e o cabal exercício de defesa dos arguidos".

Na terça-feira, cerca de 50 pessoas, de cara tapada, referenciados como membros da Juventude Leonina, invadiram a Academia de Alcochete e, depois de terem percorrido os relvados, chegaram ao balneário da equipa principal, agredindo vários jogadores, entre os quais Bas Dost, Acuña, Rui Patrício, William Carvalho, Battaglia e Misic, Jorge Jesus e outros membros da equipa técnica.
 

publicado às 05:00

 

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O adepto do Benfica acusado de ter atropelado mortalmente um adepto italiano de futebol, em Abril de 2017, vai a julgamento. Segundo a decisão do  Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa desta segunda-feira, vão também a julgamento os restantes 21 arguidos no processo (nove com ligações aos No Name, do Benfica, e 12 da claque Juventude Leonina, do Sporting) também vão a julgamento.

 

O principal arguido do processo, Luís Pina, está acusado do homicídio de Marco Ficini e de outros quatro homicídios na forma tentada. Os restantes arguidos vão ser julgados por participação em rixa, de dano com violência e de omissão de auxílio. Estava em prisão preventiva desde 29 de Abril de 2017, mas foi libertado em 2 de Março deste ano, porque a decisão instrutória não tinha sido proferida no prazo máximo de dez meses (como a lei determina).

Tudo aconteceu a 22 de Abril de 2017, horas antes de um jogo de futebol entre o Sporting e o Benfica, da 30.ª jornada da I Liga, da época passada, no Estádio José Alvalade, em Lisboa. A vítima, o italiano Marco Ficini, pertencia à claque do clube italiano Fiorentina O Club Settebello e era adepto do Sporting. Morreu na sequência de um atropelamento com fuga, junto ao Estádio da Luz.

 

Durante o debate instrutório, cuja decisão foi conhecida esta segunda-feira, Luís Pina argumentou que não teve intenção de atropelar alguém; “Muito menos matar um ser humano”. O seu advogado, Carlos Melo Alves, pediu que o seu cliente fosse acusado de homicídio por negligência, em vez de qualificado (em que a pena máxima é de cinco anos, em vez de 25). Quanto aos quatro crimes de homicídio tentado, Carlos Melo Alves referiu que Luís Pina agiu numa situação de “legítima defesa” perante uma alegada perseguição e agressões cometidas pelos adeptos com ligações à Juventude Leonina.

 

Agência Lusa

 

publicado às 03:18

 

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O homem acusado de atropelar mortalmente o adepto italiano Marco Ficini, junto ao Estádio da Luz, em Lisboa, em Abril do ano passado, vai ser “libertado de imediato”, disse à agência Lusa o seu advogado.

 

Carlos Melo Alves disse que Luís Pina, em prisão preventiva desde 29 de Abril, “vai ser libertado de imediato”, porque não foi proferida decisão instrutória no prazo máximo de dez meses, após a data em que lhe foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

 

Esse prazo de dez meses terminou na quinta-feira, 01 de Março, e a instrução - fase facultativa e que visa confirmar a acusação do Ministério Público ou o arquivamento do processo –, requerida pelo arguido, só começa em 20 de Março no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

 

No Requerimento de Abertura de Instrução (RAI), a que a Lusa teve acesso, o arguido diz que "nunca teve intenção" de atropelar e “muito menos matar um ser humano”, pedindo para não ir a julgamento.

 

O advogado de Luís Pina refere ainda no RAI que a acusação do Ministério Público (MP) “prima por uma nítida parcialidade na análise das provas e na interpretação dos factos” e “faz tábua rasa de todo um circunstancialismo que rodeou os acontecimentos”.

 

O MP acusou em Outubro 22 arguidos (10 adeptos do Benfica com ligações aos No Name Boys e 12 adeptos do Sporting da claque Juventude Leonina): Luís Pina está acusado do homicídio de Marco Ficini e de outros quatro homicídios, na forma tentada, enquanto os restantes arguidos estão acusados de participação em rixa, dano com violência e omissão de auxílio.

 

A vítima pertencia à claque do clube italiano Fiorentina O Club Settebello, era adepto do Sporting e morreu após um atropelamento e fuga junto ao Estádio da Luz, na sequência de confrontos ocorridos na madrugada de 22 de Abril, horas antes de um jogo entre o Sporting e o Benfica, da 30.ª jornada da I Liga, da época anterior, no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

 

Segundo a acusação do MP, a que a Lusa teve acesso, nessa madrugada, um grupo de adeptos do Benfica dirigiu-se às imediações do Estádio de Alvalade e efectuou o lançamento de um foguete luminoso de cor vermelha na direcção do topo Sul do estádio.

 

“Depois do lançamento desse foguete luminoso, os adeptos benfiquistas, querendo impedir uma expectável reacção dos adeptos sportinguistas junto ao seu próprio estádio, prepararam-se para os manter afastados do Estádio da Luz, se necessário com recurso à violência”, refere a acusação.

 

Um grupo de cerca de 30 adeptos benfiquistas estabeleceu então um posto de controlo para os automóveis que se aproximavam da entrada do Estádio da Luz. Nesse contexto, estes adeptos deram ordens de paragem a vários condutores, que só prosseguiam viagem após os adeptos benfiquistas se certificarem de que no veículo não seguiam adeptos sportinguistas.

 

Ao mesmo tempo, acrescenta o MP, outros adeptos benfiquistas, entre eles dois dos arguidos, “muniram-se de pedras da calçada e permaneceram escondidos nas imediações do Estádio da Luz, enquanto aguardavam pela chegada dos adeptos sportinguistas, que pretendiam surpreender e afastar à pedrada”.

 

Adeptos sportinguistas, que se encontravam no Estádio de Alvalade a distribuir bilhetes e a preparar as coreografias da claque ‘Juventude Leonina’ para o jogo que iria decorrer nesse dia, colocaram-se então em diversos automóveis e, em caravana, dirigiram-se ao Estádio da Luz a fim de “ripostarem” pelo lançamento do foguete luminoso, levando consigo barras de metal.

 

Na caravana seguiam 12 dos arguidos, adeptos do Sporting, e ainda Marco Ficini, simpatizante do Sporting que tinha viajado de Itália para assistir ao jogo de futebol entre o Sporting e o Benfica.

 

Assim que os adeptos do Sporting chegaram à rotunda Cosme Damião, junto ao Estádio da Luz, o arguido Luís Pina conduziu o seu veículo, em alta velocidade, em direcção àquela rotunda, que se encontrava bloqueada pelos veículos dos adeptos do Sporting”, conta o MP.

 

Simultaneamente, nove dos outros arguidos, adeptos do Benfica, correram em direcção à mesma rotunda, “munidos de pedras da calçada, que arremessaram contra os adeptos do Sporting”.

 

Apercebendo-se de que a rotunda se encontrava bloqueada, o arguido Luís Pina parou o veículo onde seguia e, de imediato, relata a acusação, “começou a ser apedrejado e vandalizado com objectos metálicos pelos adeptos sportinguistas”.

 

Durante os confrontos e perseguições que se seguiram, Luís Pina atropelou mortalmente Marco Ficini, “arrastando o corpo por 15 metros”, imobilizando o carro só “depois de ter passado completamente por cima do corpo da vítima”, descreve a acusação, acrescentando que o arguido abandonou o local “sem prestar qualquer auxílio”.

 

publicado às 16:19

 

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Segundo a revista Sábado, a procuradora Carla Paiva da 5ª Secção do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa decidiu não acompanhar a acusação particular do Sporting contra o comentador da CMTV André Ventura.

 

O Sporting alegou que Ventura, no programa Pé em Riste de 3 de Outubro de 2016, tinha proferido declarações "falsas, lesivas da honra, consideração e bom nome" do Clube e do próprio presidente, Bruno de Carvalho, quando o comentador se referiu a eventuais factos passados numa Assembleia Geral do Clube. Porém, num despacho de 15 de Dezembro, a referida procuradora considerou não terem sido "recolhidos indícios suficientes" de que as expressões em causa configurassem os crimes imputados pelo Sporting.

No programa em questão, André Ventura afirmou ter obtido um relato "fidedigno" de um suposto sócio do Sporting que, a 2 de Outubro, não conseguiu entrar na Assembleia Geral do Clube.  O comentador da CMTV acrescentou que tal relato fazia crer que Bruno de Carvalho estava aparentemente a "recorrer" aos seus antigos amigos da Juve Leo para condicionar as assembleias do Sporting.

 

O Sporting contestou, considerando que Ventura estava a insinuar pressões a sócios do Sporting presentes na tal Assembleia Geral por parte do grupo organizado Juve Leo, sendo que ao mesmo tempo estaria a imputar ao presidente e ao próprio clube o "patrocínio" de tais actos. Bruno de Carvalho e o Sporting acrescentaram que, em programas posteriores, André Ventura "não se coibiu de prosseguir as suas afirmações falsas e lesivas".

Porém, tal não convenceu o Ministério Público, que irá sair do processo, restando ao Sporting manter e defender a acusação particular.

 

publicado às 03:29

 

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O recurso de Godinho Lopes relativo ao processo em que exige o reembolso de um empréstimo feito ao Sporting em 2012 foi registado esta terça-feira no portal Citius.

 

O antigo presidente do Sporting interpôs uma acção na Justiça a 6 de Agosto de 2015 com o objectivo de recuperar os 754 mil euros que afirma ter emprestado à SAD durante o seu mandato (2011-2013), no sentido de fazer face a pagamentos urgentes.

 

O antecessor de Bruno de Carvalho terá procurado evitar uma multa de 220 mil euros por falta de entrega ao Estado da retenção na fonte dos jogadores.

 

Em primeira instância, a 1ª Secção Cível do Tribunal de Lisboa, onde a acção deu entrada há dois anos, declarou-se incompetente para deliberar sobre a matéria, pelo que o engenheiro, de 65 anos, decidiu apelar para o Tribunal da Relação de Lisboa, de forma a reaver os créditos que reclama à SAD, mais especificamente 754.520,25 euros.

 

Godinho Lopes pretende ser ressarcido do dinheiro que emprestou, sem juros.

 

É por de mais óbvio que o argumento fundamental deste caso em nada se relaciona com a qualidade de gestão de Godinho Lopes enquanto presidente do Conselho Directivo do Sporting.

 

Mais um processo, entre tantos outros, que bate à porta dos tribunais, pela  óbvia procura de confrontação de Bruno de Carvalho. Parece-me que devia ser uma questão muito simples: houve ou não empréstimo e quais os respectivos comprovativos. Confirmando-se, o caso resolve-se pagando a dívida. Se esses comprovativos não existirem (e a lógica indica que devem existir) e Godinho Lopes continuar a insistir na dívida, então terá de ser o Tribunal a resolver.

 

Curioso, no entanto, que a 1ª Secção Cível do Tribunal de Lisboa se tenha declarado incompetente para deliberar sobre o caso.

 

publicado às 15:31

 

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O Sporting recorreu para o Tribunal da  Relação de Lisboa uma decisão favorável a Luís Duque, exigindo ao antigo administrador da SAD o pagamento de 335.692 euros. A informação pode ser consultada no portal Citius, que indica que a acção dos leões deu entrada na Relação de Lisboa a 19 de Outubro.

 

Este recurso tem a ver com a saída de Luís Duque do Sporting, ainda na presidência de Godinho Lopes. Na altura, ficou acordado que a SAD verde e branca iria pagar em prestações mensais a compensação de 307.500 euros pela saída do dirigente.

 

Algo com que Bruno de Carvalho não concordou: o actual líder dos leões considerou que não foram cumpridos os preceitos legais aquando do pagamento da primeira tranche e, por isso, avançou para uma acção cível em 2015, exigindo, na altura, um total de 93.480 euros.

 

O Tribunal de primeira instância deu razão a Luís Duque, juízo que levou agora o Sporting a interpor recurso para a Relação.

 

Assim, de repente, vem-me à ideia uma simples pergunta: Bruno de Carvalho já ganhou algum caso em Tribunal, ou será que o seu objectivo, não obstante custas e outras verbas - assumidas pelo Sporting, claro - é de fazer a vida "cara" a quem ele entende que merece esse tratamento ?

 

publicado às 16:00

 

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Dias de grande regozijo para Francisco J. Marques e FC Porto, após o Tribunal Cível do Porto rejeitar a providência cautelar interposta pelo Benfica, que queria impedir o emblema portista de divulgar e-mails do clube:

 

"O FC Porto sauda a decisão do tribunal. Ficou evidente com a decisão do juiz o interesse público das revelações que temos feito. É uma enorme derrota do Benfica, que teve todo o tempo para preparar a sua providência cautelar, enquanto o FC Porto teve apenas dez dias para responder. Não só respondemos de modo competente como também anulámos toda a argumentação do Benfica".

 

No entender do Tribunal Cível do Porto não ficou provado que a divulgação das e-mails significasse automaticamente "o instituto da concorrência desleal", no fundo o argumento de que o Benfica alegou no sentido de parar a divulgação de emails: "A concorrência desleal pressupõe sempre uma economia de mercado, isto é, a existência de concorrência entre empresas na luta pela captação e fidelização da clientela por forma a poderem expandir a sua atividade e ganhar e manter a quota de mercado, sendo certo que são empresas que disputam a mesma clientela. [...] Manifestamente, não é concebível uma transferência de adeptos ou sócios de um clube para o outro".

 

O Benfica também tinha argumentado de que podia estar suscetível a danos nos acordos de sponsorização mas para o Tribunal Cível do Porto não existe "alegado qualquer facto que indicie, ou de onde se possa retirar a possibilidade, o potencial dano de qualquer dos patrocinadores fazer cessar o seu patrocínio".

 

Diz ainda o director de comunicação portista:

 

"Não vai mudar nada. O FC Porto continuará, sempre que achar importante, relevante e de interesse público, a desmascarar todas estas práticas. E todos já perceberam que não estamos a falar de uma investigação que se baseia num livro escrito pela Leonor Pinhão e assinado pela Carolina Salgado. Estamos a falar de assuntos muitos sérios, que do nosso ponto de vista colocam em causa o normal desenrolar das competições. A esse nível não vai mudar nada. Estamos tranquilos e estamos certos de que a razão acabará por prevalecer".

 

Por muita razão que o FC Porto possa ter neste caso em concreto, não passa despercebida a ironia do seu discurso, para quem não tem memória fraca: "Estamos a falar de assuntos muitos sérios, que do nosso ponto de vista colocam em causa o normal desenrolar das competições".

 

publicado às 11:17

Uma história muito "comovente" !

Rui Gomes, em 04.05.17

 

Marco Gonçalves diz que não vai pagar a indemnização ao árbitro que agrediu, conforme foi determinado pelo tribunal. Recorde-se que o jogador do Canelas partiu o nariz ao árbitro José Rodrigues num jogo com o Rio Tinto, num caso que fez correr muita tinta em Portugal e que ganhou também grande destaque na imprensa internacional.

 

O jogador foi castigado com uma suspensão de quatro anos e cinco meses pela Comissão de Disciplina da Associação de Futebol do Porto, além de estar obrigado a pagar uma indemnização de cinco mil euros à vítima.

 

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"Nunca pensei ver alguém a pagar 5 mil euros por causa de uma agressão. Estava à espera de ser punido e estou aqui para cumprir, mas é impensável pagar 5 mil euros. Eu acho que não matei ninguém, se calhar para alguns eu matei, mas eu não matei ninguém para pagar cinco mil euros. Não trabalho, não tenho rendimentos, como é que vou pagar cinco mil euros? Nunca na vida posso pagar.

 

Voltou a pedir desculpas ao árbitro e à família e desejo que recupere bem e vá para a frente com a arbitragem. Muito sinceramente, estava à espera da pena máxima porque visto azul e branco, talvez se vestisse aquelas camisolitas vermelhas fosse diferente.

 

Só lamento não poder ir ver os jogos do meu filho. Fico em casa e às vezes até choro»

 

Uma história muito "comovente". Não dá para lágrimas neste momento, apenas por falta de disponibilidade. É caso para reatar mais logo...

 

publicado às 03:51

 

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) revogou a sentença que obrigava o Sporting a pagar cerca de 892 mil euros a Jorge Pires, pela sua intervenção como intermediário no negócio da contratação do futebolista Zakaria Labyad.

 

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No acórdão a que a agência Lusa teve acesso esta quarta-feira, o TRL julgou improcedente a acção intentada pelo empresário, por não provada, absolvendo o Sporting do pedido em que tinha sido condenado. Refere este que o contrato entre as partes é "juridicamente inexistente", pelo facto de Jorge Pires não se encontrar registado, à data dos factos, como agente de jogadores na Federação Portuguesa de Futebol.

 

Labyad, de 24 anos, chegou ao Sporting na temporada 2012/2013, proveniente do PSV Eindhoven, tendo assinado um contrato de cinco épocas. O médio chegou a alinhar pela equipa principal na primeira temporada, em 27 jogos, tendo apontado três golos.

 

No entanto, nunca se conseguiu afirmar no clube e foi emprestado aos holandeses do Vitesse, durante duas épocas, e aos ingleses do Fulham, durante uma temporada. Em 2016, o Sporting anunciou a rescisão com o jogador.

 

publicado às 05:06

 

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O Tribunal Judicial de Lisboa rejeitou o recurso apresentado pelo Sporting, que exigia que lhe fossem devolvidos os 360 mil euros pelos estragos causados no Estádio da Luz, no dérbi de 26 de Novembro de 2011, no final do qual os adeptos leoninos incendiaram as cadeiras da bancada.

 

A Federação Portuguesa de Futebol, através dos seus órgãos disciplinares, condenou a Sporting SAD a pagar 359.338,70 euros ao Benfica. O Sporting decidiu recorrer à justiça civil, alegando que seriam os "encarnados" os responsáveis pelo incêndio, defendendo que os adeptos sportinguistas tinham ficado demasiado tempo na caixa de segurança, que tinha sido inaugurada naquela partida.

 

A sentença agora proferida pelo juiz do Tribunal Judicial de Lisboa indica que a decisão tomada em última instância desportiva pelo Conselho de Justiça "não pode ser posta em causa, dado que foi provado que o momento da evacuação dos adeptos do Estádio da Luz foi decidido pela PSP e não pelo Benfica", confirmando ainda terem sido os adeptos do Sporting "que deflagraram os focos de incêndio".

 

publicado às 04:09

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