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Mas que "bomba"!!!

Rui Gomes, em 20.04.21

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Jesper Moller, presidente da federação dinamarquesa de futebol e membro do Comité Executivo da UEFA, defendeu esta segunda-feira que Real Madrid, Manchester City e Chelsea devem ser eliminados da presente edição da Liga dos Campeões, bem como Manchester United e Arsenal da Liga Europa, por serem 5 dos 12 clubes com participação garantida na Superliga europeia.

"Haverá um comité executivo extraordinário na sexta-feira. Penso que os 12 clubes serão expulsos da Liga dos Campeões e da Liga Europa. Espero que a UEFA impeça o Real Madrid, o Manchester City e o Chelsea de disputarem as meias-finais da Champions esta época. Os clubes [fundadores da Superliga] vão deixar as competições da UEFA. Penso que isso acontecerá sexta-feira".

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Jesper Moller disse ainda que a UEFA está também a equacionar permitir que os jogadores dos doze clubes envolvidos na Superliga europeia decidam de livre vontade se pretendem continuar com os actuais contratos ou avançar para rescisões. "Os acordos em vigor tornam-se nulos quando os clubes deixam as estruturas actuais. Os jogadores são então livres para decidir se fazem parte de uma comunidade, desde que mostrem solidariedade com os restantes intervenientes".

Mas que grande "bomba", se este cenário se concretizar. Poderá significar que o FC Porto regressará à Champions, para substituir o Chelsea, clube que o eliminou, assim como o Dortmund relativamente ao Real Madrid.

O PSG não é afectado, mas quem entra para o lugar do Real Madrid é deveras intrigrante, uma vez que eliminou o Liverpool e ambos são fundadores da Superliga Europeia.

Este assunto ainda vai dar pano para multifacetadas mangas e, muito provavelmente, no âmbito jurídico. No que diz respeito aos jogados sob contrato com fundadores da nova Liga, o tema até já foi aqui debatido no Camarote Leonino entre leitores. É uma hipótese bem real, parece-me.

NOTA: A acreditar nas reportagens desta terça-feira, há lóbi em curso para o SL Benfica integrar o lote de clubes na Superliga Europeia. Na realidade, com Luís Filipe Vieira ao leme, esta postura encarnada não surpreende.

publicado às 05:04

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A UEFA reafirmou neste domingo que excluirá os clubes de futebol que integrem uma eventual Superliga Europeia, e que tomará “todas as medidas necessárias, a nível judicial e desportivo” para inviabilizar a criação daquilo que descreve como um “projecto cínico”.

A organização disse contar com o apoio das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol profissional destes três países, para combater a criação da Superliga Europeia, depois de “ter tomado conhecimento que alguns clubes ingleses, espanhóis e italianos poderão estar a planear” o seu desenvolvimento.

Segundo o jornal britânico The Sunday Times, o projecto da Superliga conta com o apoio dos clubes ingleses Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham, dos espanhóis Atlético de Madrid, Barcelona e Real Madrid, e dos italianos Inter de Milão, Juventus e Milão.

Tal como já foi anunciado pela UEFA e por aqueles seis organismos, informamos que os clubes envolvidos serão impedidos de disputar qualquer outra competição, a nível nacional, europeu e mundial e os seus jogadores não poderão representar as respectivas selecções nacionais”, informou a UEFA, em comunicado.

O organismo regulador do futebol europeu assinalou que unirá esforços com as federações e ligas de três das maiores potências da modalidade para “travar este projecto cínico, que é fundado no egoísmo de alguns clubes, numa altura em que a sociedade precisa mais do que nunca de solidariedade”.

Tomaremos todas as medidas necessárias, a nível judicial e desportivo, para impedir que isso aconteça. O futebol é alicerçado em competições abertas e no mérito desportivo. Não poderá ser de outra forma”, advertiu a UEFA, apelando a “todos os amantes do futebol, adeptos e políticos, para se juntarem nesta luta” contra a criação da Superliga Europeia.

Em Janeiro, a FIFA já tinha avisado, num comunicado conjunto com as confederações do futebol mundial, que impediria de participar em todas as suas competições qualquer clube ou jogador que integrasse uma eventual competição de elite, disputada por convite por alguns dos maiores clubes europeus.

A UEFA deve anunciar muito em breve o novo formato das competições europeias a partir da época 2024, sendo esperado uma alteração no modelo da Liga dos Campeões e um aumento para 36 equipas.

publicado às 13:00

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Segundo nota da UEFA divulgada pela Reuters, a utilização da tecnologia da linha de golo era permitida, mas para ser colocada em prática a decisão teria sempre de ser tomada pelas duas federações:

"A decisão de usar a tecnologia da linha de golo nos jogos da qualificação europeia cabe à federação anfitriã de cada jogo. Se esta planear utilizá-la, deve obter uma autorização por escrito da federação visitante para o efeito".

Entende-se, portanto, que não há uma regra geral da FIFA ou da UEFA a governar os jogos de qualificação para o Mundial. Cada federação faz como muito bem entende. Neste caso concreto, segundo a UEFA, como a Sérvia não assumiu a iniciativa, Portugal nem sequer foi consultado.

Absolutamente ridículo!!!

Nota-se, também, que o uso do VAR nem sequer é mencionado. Coisa pequena que quase todas as Ligas usam hoje em dia, mas insignificante, pelos vistos, para os organismos que superintendem o futebol europeu e mundial.

Fica-se com a ideia que tanto a FIFA como a UEFA estão a sentir a pressão da exposição mediática do caso, especialmente com Cristiano Ronaldo no epicentro do episódio.

Aproveito o ensejo para transcrever o comentário do meu colega Rampante:

Gesto bonito ou feio, o que é certo é que teve um efeito de mostrar ao mundo a injustiça...
Só em Espanha, por exemplo, na página inicial do jornal Marca, havia cinco notícias relacionadas com o jogo, sendo que 4 eram sobre este lance. Em Itália, França, Alemanha e UK, pelo menos, vi eu várias noticias de capa em que a imagem principal era a "fúria" de Ronaldo, pois como se sabe a imagem de CR7 vende e em especial quando a imagem é "polémica".

Agora, alguém acredita que se CR7 não tivesse reagido, teriam havido as mesmas capas de jornal? Todas a publicitar que tinha sido um "roubo" e "escândalo UEFA"??? É raro ver a Selecção portuguesa a ser capa e em especial a ser defendida perante injustiças, mas a verdade é que com esta reacção de CR7 os jornais pela Europa fora fizeram isso.

E isso provocou já várias "pressões" sobre a UEFA e mesmo sobre o próprio árbitro. Não servirá esta pressão para este resultado, mas servirá para que não se repita no futuro, disso não tenho dúvida. Volto a dizer, o gesto pode não ter sido bonito... mas teve um efeito tremendo no mundo do futebol.

publicado às 03:49

Ranking da UEFA

Rui Gomes, em 20.02.21

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Com a vitória do FC Porto sobre a Juventus e o empate do Benfica com o Arsenal (o SC Braga foi derrotado pela Roma), Portugal reduziu a diferença para França no ranking da UEFA, que só pontuou graças ao triunfo do PSG em Barcelona. O nosso país é, nesta altura, 6.º classificado, com 47,949 pontos, contra os 55,248 dos gauleses (5.º).

Portugal, recorde-se. já tem garantido o sexto lugar do ranking no final da época 2020/21, independentemente dos resultados no que resta das respectivas provas. Desta forma, e a exemplo do que já era certo para 2021/22, também em 2022/23 haverá duas equipas lusas com entrada directa na Liga dos Campeões, mais uma na terceira pré-eliminatória, o que significa mais uma entrada directa em relação à presente época.

No entanto, há até a possibilidade de Portugal iniciar a próxima época em 5.º. Isto porque, subtraindo o coeficiente actual pela pontuação obtida em 2016/17 (que irá desaparecer no início de 2021/22), a diferença passa então a ser de apenas 0,966... Uma aproximação que ocorre pelo facto de França ter pontuado muito mais nessa temporada (14,416 contra 8,083).

Os pontos que as equipas lusas somam (dois por vitória e um por empate) são divididos por cinco (0,4 por vitória e 0,2 por empate), enquanto os russos e os franceses têm de dividir os seus por seis (0,333 por triunfo e 0,166 por igualdade).

publicado às 06:30

UEFA só vai decidir no dia do jogo

Rui Gomes, em 19.09.20

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Os nove casos positivos de Covid-19 registados no plantel leonino começam a levantar algumas reservas na Escócia tendo em vista o jogo de quinta-feira com o Aberdeen, da 3ª pré-eliminatória da Liga Europa. Já a UEFA informa que continua a acompanhar a situação, e remete qualquer decisão para o dia do jogo, quando tiver em mãos os resultados dos testes que serão realizados na véspera. Só então, em consonância com a Direcção-Geral da Saúde, será tomada uma decisão em relação à realização do jogo, mas se o parecer for desfavorável ao Sporting, este corre o risco de ser eliminado... sem jogar.

Para evitar este cenário, os dirigentes leoninos pretendem terminar rapidamente a cadeia de transmissão activa que agora se ameaça prolongar fruto do resultado positivo de Palhinha, que, já no Algarve, pode ter contaminado outros elementos do plantel. Convém assinalar que a equipa escocesa terá de fazer um teste de despistagem ainda antes de viajar e, caso se registe qualquer caso positivo, esse elemento será impedido de embarcar.

Lista na Federação

O Sporting também já enviou à Federação Portuguesa de Futebol a lista de jogadores que será enviada à UEFA depois de verificada. Já a Lista B só será decidida na próxima semana.

Defrontar Sporting motiva escoceses...

Após o triunfo do Aberdeen na visita ao Viking (2-0), na 2.ª pré-eliminatória da Liga Europa, o treinador dos escoceses, Derek McInnes, revelou que utilizou a dimensão do Sporting, o próximo adversário europeu, no dia 24, para motivar os jogadores. “Na nossa carreira, não temos muitas hipóteses de defrontar equipas com o nível do Sporting e lembrei isso aos jogadores”, afirmou o técnico, que considera que a eliminatória a uma mão dá vantagem aos escoceses: “A duas mãos, o cabeça de série normalmente ganha, mas a percentagem diminui em apenas 90 minutos. Vamos com crença e confiança.”

A este propósito, refira-se que a UEFA indicou o montenegrino Nikola Dabanovic para arbitrar o jogo. O juiz, de 38 anos, é internacional desde 2009.

publicado às 12:45

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Em entrevista publicada no site oficial da UEFA, o dirigente do organismo europeu frisou que não vai correr “nenhum risco” com a introdução de espectadores nos estádios, embora deseje que isso aconteça “o mais cedo possível”:

“Vamos continuar a jogar sem a presença de público até que exista uma nova ordem. Não vamos correr nenhum risco. Como todos, eu preferia que os adeptos pudessem ir aos estádios, mas não é possível. Sou uma pessoa otimista e espero que isso possa acontecer o mais cedo possível.

O adiamento do Euro 2020 para 2021 foi um momento fundamental, porque foi uma decisão tomada ainda numa altura muito precoce. Todos os intervenientes entenderam que esse seria o caminho e foi gerado um espírito de total unidade e solidariedade.

As declarações de Aleksander Ceferin surgem numa altura em que em França se discute a possibilidade implementar jogos à porta fechada, depois do comportamento do público no particular realizado entre o Paris Saint-Germain e os belgas do Waaland-Beveren.

Para já, o governo francês ainda permite a presença de um máximo de 5000 pessoas nas bancadas, mas, precisamente por causa do referido jogo, ameaçou fechar os recintos aos adeptos. No Parque dos Príncipes, em Paris, várias imagens televisivas mostraram que muitos adeptos não respeitaram as regras e as medidas impostas de combate à pandemia da Covid-19.

publicado às 03:30

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As ligas europeias de futebol que não conseguirem concluir a época 2019/20 devido à pandemia de Covid-19 devem escolher os representantes nas competições europeias por “mérito desportivo”, anunciou hoje a UEFA.

A conclusão, acordada quinta-feira na reunião por videoconferência do Comité Executivo, pretende que as provas que não forem concluídas com base em razões “legítimas” para o fazer terão de desencadear um “procedimento de selecção de equipas que deve basear-se em princípios objectivos, transparentes e não discriminatórios”.

Uma das possibilidades a que o organismo abre agora a porta é a realização de formatos alternativos ao habitual nos campeonatos europeus, sobretudo devido a problemas de disponibilidade de calendário, como um sistema de ‘play-offs’.

A UEFA pede às associações nacionais e ligas que explorem todas as opções possíveis para disputar as competições de topo, que dão acesso a competições UEFA, até à sua natural conclusão. (…) Se isso não for possível, em particular devido a problemas de calendário, será preferível que as competições suspensas possam regressar num formato diferente, para que facilitassem a qualificação por mérito desportivo”, pode ler-se no comunicado.

A nota do comité destaca as decisões que já foram tomadas na Bélgica e na Escócia – que pretendem encerrar os campeonatos definitivamente, depois de terem sido suspensos em Março devido à pandemia -, para encaixar este tipo de tomadas de posição num regime de excepcionalidade.

Para a UEFA, constituem razões “legítimas” para a conclusão antecipada das competições a existência “de uma ordem oficial a proibir eventos desportivos” ou ainda “problemas económicos intransponíveis” e que coloquem em risco “a estabilidade financeira a longo prazo da liga ou dos seus clubes”.

A UEFA reserva ainda o direito de rejeitar as formações, que deverão ser indicadas pelas federações nacionais, se existir “uma percepção pública de injustiça na qualificação” para a Liga dos Campeões e a Liga Europa de 2020/21.

Do Comité Executivo, em que foram aprovadas estas directrizes, saiu nova “recomendação assertiva” para que se possam completar as principais divisões nas 55 federações membro da UEFA.

A reunião elencou ainda dois cenários, não divulgados, para o regresso do futebol, sendo que ambos equacionam “o futebol doméstico a reiniciar-se antes das competições de clubes da UEFA”, com um deles a colocar campeonatos nacionais e Liga dos Campeões ou Liga Europa em paralelo.

O outro cenário sobre a mesa significa concluir as provas nacionais até Agosto, altura em que se reiniciarão as competições europeias, nas quais Portugal já não está representado.

Ficou ainda decidido manter o nome do Euro2020, uma medida já anunciada e que serve para manter “a visão original do torneio como celebração do 60.º aniversário do Campeonato da Europa”.

Por outro lado, foi agendada para 27 de Maio uma decisão final sobre o Europeu de sub-21, para já agendado para 2021, mas que pode seguir o mesmo caminho do Euro2021 de futebol feminino, adiado para 2022.

publicado às 04:32

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A UEFA deixou uma "recomendação forte" aos 55 membros para que as Ligas de futebol nacionais possam ser concluídas, após a suspensão devido à pandemia de COVID-19, sem especificar um calendário preciso.

Em comunicado, o organismo de cúpula do futebol europeu dá conta de uma reunião com as 55 associações que dele fazem parte, através de videoconferência, no qual foi deixada a recomendação "para que se terminem as principais ligas e taças de cada país".

A UEFA admite ainda que venham a ser considerados "alguns caso especiais assim que sejam desenvolvidas todas as linhas orientadoras sobre a participação nas competições europeias" da próxima época, no caso de campeonatos que sejam cancelados.

"Várias opções de calendarização foram apresentadas, cobrindo tanto jogos de selecções como de clubes", pode ler-se no comunicado.

O reatar de todas as competições, nacionais e europeias, de clubes e ainda de selecções, bem como o modelo para a temporada 2020/21 estará no centro da agenda da reunião do Comité Executivo da UEFA, marcado para quinta-feira.

Na segunda-feira, o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, declarou que as Ligas estão prontas para jogar à porta fechada, porque "é melhor do que não jogarem", o que teria um "impacto terrível" a nível económico.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 170 mil mortos e infectou quase 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

publicado às 03:35

Recordar é viver

Rui Gomes, em 11.04.20

publicado às 16:45

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A UEFA tem um plano para garantir que as competições de futebol são "decididas no campo" e retomar os campeonatos no verão, segundo uma carta a que a agência noticiosa Associated Press teve esta quinta-feira acesso. A missiva vem assinada pelos líderes da UEFA, Aleksander Ceferin, da Associação Europeia de Clubes (ECA, na sigla inglesa), Andrea Agnelli, e da Associação de Ligas Europeias (EL), Lars-Christer Olsson.

No documento, enviado aos membros daqueles organismos, é elencada uma vontade de "recomeçar o futebol nos próximos meses, com condições ditadas pelas autoridades públicas de saúde", numa resposta à Liga belga, que recomendou o término da temporada 2019/20 com as actuais classificações a serem declaradas finais.

O futebol e o desporto estão suspensos de forma generalizada pelo continente europeu, e no mundo, devido à pandemia de Covid-19, que levou à paralisação das competições ao longo do mês de Março.

A UEFA tem vários grupos de trabalho a tentar encontrar soluções para trazer de volta a competição depois do término planeado, que seria no final de Junho, sendo que o Euro2020 de selecções foi já adiado para 2021. "O trabalho [destes grupos] é agora encontrar cenários que incluam os meses de Julho e Agosto, incluindo a possibilidade de as competições UEFA recomeçarem após a conclusão das ligas domésticas", pode ler-se na carta.

Assim, será necessária "uma gestão conjunta de calendários" para evitar "sobrecarregar" o período de tempo destinado ao arranque da próxima temporada, esperando-se que um plano final seja escolhido "idealmente em meados de Maio". "É da maior importância que mesmo um evento disruptivo como esta pandemia não impeça as nossas competições de serem decididas em campo, de acordo com as regras definidas, e que todos os títulos sejam atribuídos com base em resultados", pode ler-se.

Na Bélgica, que admitiu terminar a época, uma decisão que cabe à assembleia-geral da Liga marcada para 15 de abril, o Club Brugge lidera com 15 pontos de avanço para o Gent, segundo, mas poderá ficar de fora da Liga dos Campeões. "Uma vez que a participação em competições UEFA é determinada pelos resultados desportivos conseguidos no final de uma época doméstica completa, um término prematuro lançaria dúvidas sobre o cumprimento desta condição", acrescenta a missiva.

Assim, fica a cargo do organismo de cúpula do futebol europeu "avaliar a legitimidade dos clubes de serem admitidos a competições europeias em 2020/21".

Reportagem Agência Lusa

publicado às 05:00

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Michele Uva, vice-presidente da UEFA, confirmou que cada Federação tem o direito de decidir o campeão, subidas e descidas, mas que o tempo para terminar a temporada não é ilimitado, pois o organismo europeu estabelecerá uma data para cada país entregar a lista de equipas que irão participar nas provas continentais da próxima época.

Ao canal Mediaset Itália, o dirigente teve isto para dizer:

"Cada Federação tem liberdade e soberania absolutas para decidir sobre o seu próprio campeonato, e por isso poderá fixar as datas que considere e decidir, juntamente com a respectiva Liga profissional, sobre os campeões, as subidas e as descidas.

A UEFA, no entanto, definirá a data para darem a lista das equipas classificadas para as próximas competições continentais".

A UEFA mudou as datas das finais de Liga dos Campeões e Liga Europa, e também adiou o Europeu, mas ainda não alterou oficialmente as datas de início das competições europeias da próxima época. A Champions, por exemplo, deveria começar em Julho.

publicado às 05:00

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Os 'play-offs' de acesso à qualificação para o Euro2022 de futsal, foram adiados, devido à pandemia de Covid-19, assim como o sorteio do apuramento principal, que conta com Portugal, anunciou esta sexta-feira a UEFA.

De acordo com o organismo, todos os sete jogos que estavam inicialmente agendados para Abril, que completaria o lote de 32 equipas a competir na fase principal de acesso ao Europeu da Holanda, deverão realizar-se a partir de Junho e no máximo até Dezembro, de acordo com a evolução do novo coronavírus.

Portugal, detentor do título europeu, tem assegurada a presença no torneio principal de qualificação, mas só mais tarde irá conhecer os adversários, já que o sorteio foi também adiado. Estava agendado para 14 de maio, mas só acontecerá em 07 de Julho, em Nyon, na Suíça.

Os ‘play-offs’ europeus de acesso ao Mundial2020, que seriam a 09 e 12 de Abril, com os duelos Croácia-República Checa e Sérvia-Finlândia, foram igualmente adiados. Portugal já garantiu um lugar na fase final, que vai decorrer na Lituânia, em Setembro e Outubro.

A ronda preliminar de acesso ao Euro2021 feminino, que seria no início de maio, vai igualmente decorrer mais tarde. A selecção nacional está assegurada no torneio principal e vai defrontar Croácia, Polónia e Eslovénia, em Setembro deste ano.

publicado às 02:00

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A UEFA vai dar mais algum tempo e permitir maior margem de manobra aos clubes para poderem cumprir as regras do fair-play financeiro durante o período da pandemia de Covid-19, anunciou esta quinta-feira o organismo regulador do futebol europeu.

Com o prazo inicial a terminar em 31 de Março, a UEFA adicionou mais um mês para os clubes demostrarem que não têm quaisquer dívidas pendentes de impostos ou de taxas das transferências e que cumprem todas as regras obrigatórias.

A paralisação do futebol na Europa, devido à pandemia do novo coronavírus, está também a atingir as finanças dos clubes, que durante este período terão quebras acentuadas com receitas de espectadores, direitos televisivos e patrocínios.

O sistema do fair-play financeiro da UEFA monitoriza pelo menos durante três anos as contas de todos os clubes qualificados para a Liga dos Campeões e a Liga Europa.

A mais recente e notável "vítima" deste controlo foi o Manchester City, clube que, para já, está impedido de disputar as próximas duas edições da Champions, por não ter cumprido as regras impostas pela UEFA.

publicado às 18:31

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A reunião desta terça-feira entre a UEFA e os 55 representantes das federações está a ser aguardada com grande expectativa. Em discussão estarão decisões quanto ao Euro'2020, o formato para concluir as competições europeias e a uniformização de critérios para definir quem são os campeões, quem sobe e quem desce.

Há nesta altura muitíssimas dúvidas e inúmeros rumores, mas esta segunda-feira o jornal espanhol As adianta que, relativamente aos títulos nacionais, a UEFA já tem uma posição.

De acordo com o diário, a UEFA "é partidária que o título seja atribuído a quem liderava no momento em que cada respectivo campeonato foi suspenso caso as competições não voltem".

Ao que consta, contudo, a UEFA ainda acredita que os campeonatos podem ser finalizados "porque o mais que provável adiamento do Euro'2020 deixaria datas livres para fechar o calendário, embora sempre dependente do tempo que demorar a controlar a pandemia de coronavírus".

A reunião com representantes de clubes, ligas e jogadores está agendada para as 9:00 (10:00 horas locais), seguido do encontro às 12:00 (13:00) com as 55 federações, incluindo a Federação Portuguesa de Futebol.Durante a tarde, às 13:00 (14:00 horas locais), o Comité Executivo da UEFA também se reúne.

Enquanto que a UEFA não tem jurisdição para intervir nas provas nacionais, em discussão estará o adiamento do Euro para 2021, muito embora esse agendamento possa vir a colidir com a Liga das Nações da FIFA.

Quanto à Liga dos Campeões e Liga Europa, as duas competições podem ser dadas como terminadas, sem qualquer vencedor.

publicado às 08:00

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De acordo com o jornal inglês The Independent, a UEFA vai propor a suspensão completa do futebol europeu até Setembro durante a reunião da próxima terça-feira.

De acordo como artigo publicado esta sexta-feira, a proposta representará o adiamento do Campeonato Europeu, provavelmente para 2021, mas também a suspensão das presentes edições da Liga dos Campeões e da Liga Europa, assim como de todos os campeonatos nacionais dos 55 países do continente.

Recorde-se que esta sexta-feira a UEFA anunciou a suspensão dos próximos jogos da Liga dos Campeões e da Liga Europa e os sorteios destas provas. No plano interno, países como Portugal, Alemanha, França, Itália, Inglaterra e Espanha já suspenderam também os seus campeonatos preventivamente.

publicado às 02:31

Apenas esta sexta-feira a UEFA decidiu cancelar todos os jogos das suas provas - Liga dos Campeões, Liga Europa e Youth League -, na sequência da crescente propagação do surto de coronavírus.

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Até esta manhã, a Internet tinha declarado 'guerra' à UEFA pela decisão tardia, através dos memes.

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Neste momento complicado, com algumas pessoas em quarentena, outros em isolamento e com as múltiplas restrições de movimento que os cidadãos estão a enfrentar, um pouco de humor até faz bem.

publicado às 15:14

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A UEFA decidiu esta sexta-feira suspender todos os jogos das suas provas, ou seja, da Liga dos Campeões, Liga Europa e Youth League, face às decisões de vários países em cancelar as suas actividades desportivas devido ao Covid-19.

Estão incluídos todos os restantes jogos dos oitavos de final da Champions, previstos para 17 e 18 de Março; toda a segunda mão da Liga Europa, prevista para 19 de Março; e Youth League, com os quartos de final agendados para 17 e 18 de Março.

Decisões sobre o novo agendamento destes jogos serão comunicados em devido tempo. 

Como consequência, o sorteio para os quartos de final das duas competições, que estava marcado para o dia 20, foi também cancelado.

Esta quinta-feira ainda se realizaram seis dos oito jogos da primeira mão da Liga Europa - quatro deles à porta fechada. Foram adiados os encontros entre Inter de Milão e Getafe e Sevilha e Roma, equipas de Itália e Espanha, dois dos países europeus mais afectados neste momento.

publicado às 13:40

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Aleksander Ceferín, presidente da UEFA, defendeu a necessidade de se encontrar uma alternativa à interpretação da regra do fora de jogo feita com a tecnologia de linhas do VAR. O líder do organismo europeu não quer que "as equipas sejam arruinadas por uma má decisão".

"Um centímetro fora de jogo não é fora de jogo... Essa não é a intenção ou o significado da regra. Tem de ser um erro óbvio e decisivo para o VAR intervir", afirmou Ceferín em entrevista à Sky Sports.

De referir que a UEFA prepara-se para introduzir linhas virtuais mais grossas nos lances de possível fora de jogo analisados pelo VAR. Esta mudança deve entrar em vigor a partir de 2020/21, nos jogos da Liga dos Campeões e Liga Europa.

"Linhas mais grossas são mesmo essenciais, porque a linha é colocada subjectivamente. Não existe precisão exata e um centímetro pode arruinar a época de um clube. A mão na bola também é problemática, mas não sei o que fazer acerca disso", observou.

publicado às 03:03

Última hora

Rui Gomes, em 14.02.20

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Decisão histórica por parte da UEFA. O Manchester City foi excluído das próximas duas edições da Liga dos Campeões, depois de uma investigação ter descoberto irregularidades graves cometidas pelo emblema inglês no que ao Fair Play Financeiro diz respeito.

De acordo com o organismo que superintende o futebol europeu, em causa estão as verbas encaixadas por acordos de patrocínio e também o balanço financeiro entre 2012 e 2016, dados que segundo a UEFA terão sido alterados nas comunicações feitas.

Para lá da exclusão das próximas duas edições da Champions, uma decisão histórica para uma equipa da dimensão dos citizens, a UEFA aplicou também uma multa de 30 milhões de euros ao clube.

Segundo o jornal inglês The Guardian, as revelações feitas pela revista alemã Der Spiegel em Novembro de 2018 terão sido decisivas para decretar esta histórica punição.

De acordo com aquela publicação, terão sido os documentos providenciados pelo Football Leaks de Rui Pinto a abrir espaço à investigação iniciada na altura e que agora culmina nesta decisão.

Outro clube que também está a ser investigado pela UEFA, precisamente pelos mesmos motivos do que os citizens, é o PSG, e, por isso, nos gabinetes do emblema do Parque dos Príncipes vivem-se certamente momentos de alguma ansiedade.

publicado às 20:05

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publicado às 04:31

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