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Falar à "leão"

Rui Gomes, em 02.03.15

 

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O jovem Filipe Chaby, cedido ao União da Madeira durante a abertura do mercado de transferências de Janeiro, marcou um golo ao Benfica B, na vitória insular, por 3-1, em jogo da II Liga disputado este domingo.

 

De forma a expressar toda a sua alegria pelo feito, deixou esta mensagem, bem ilustrativa da sua essência sportinguista.

 

Parabéns Filipe, pelo golo e... pela mensagem.

 

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publicado às 03:26

A união ilusória

Rui Gomes, em 24.04.13

 

Não pretendo intrometer-me neste raro momento de união entre sportinguistas - ilusória que seja - mas apesar do passar do tempo e das circunstâncias, a memória reside. Comentadores evocam a actual aparente estabilidade directiva como um dos factores mais contribuidores para o melhoramento desportivo. Consideração fantasista, pelo simples facto que a nova Direcção entrou há escassos dias e salvo o princípio de um acordo financeiro que até já estava elaborado, pouco mais de substancial impacto tem ocorrido. A pura realidade é que qualquer sensação de estabilidade directiva advém, inevitavelmente, da estabilidade desportiva e dos respectivos resultados. Esta disposição deve-se não ao actual Conselho Directivo mas sim ao processo que foi iniciado em Janeiro pela contratação de Jesualdo Ferreira e, a partir desse ponto, ao seu notável trabalho de recuperação de uma estrutura e de uma equipa severamente em declíneo. Outra importante disposição é a não existência de uma oposição efectiva - dentro e na periferia do Clube -  a criticar e fragilizar diariamente todos os movimentos dos órgãos vigentes, a exemplo do que ocorreu durante mais de dois anos pela liderança, nesse exclusivo sentido, do actual presidente e da sua falange militante.

Não vamos, portanto, ter memória selectiva e dizer que tudo o que estava ontem mal, está hoje bem, milagrosamente.

 

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publicado às 11:38

Silêncio é o lema do dia

Rui Gomes, em 28.03.13

 

Evidencia-se um movimento concertado por parte dos apoiantes de Bruno de Carvalho, pelo menos os mais militantes e radicais, no sentido de silenciar qualquer tipo de expressão na praça pública que possa ser interpretada como uma crítica ao eleito. Nem me dou ao trabalho de evocar o direito a expressão livre, mas se a preocupação já é assim tão pronunciada - sublinhando a estratégia «cortar o mal pela raiz» - o que será quando surgirem alguns dissabores pelas acções da nova liderança e, então, os inevitáveis pareceres do universo sportinguista e outros.

 

Exige-se bom senso da parte de todos neste delicado momento do Sporting - como já o é há muito e foi ignorado - e com os apoiantes de Bruno de Carvalho a alargarem-se com as agressões vervais, desunindo, em vez de unir, o percurso pela frente vai ser longo e muito doloroso. O recém-eleito presidente tem todas as condições para trabalhar em paz e tranquilidade e terá, acima de tudo, de se assumir como um presidente unificador conduzindo todos os sportinguistas num sentido comum. Quem não foi seu apoiante não vai deixar de ter opinião só por que sim, e quem tanto criticou os dirigentes cessantes, por todos meios ao alcance, nos últimos dois anos, terá de reconhecer que o Sporting do momento necessita de sentir acções agregadoras e menos oratórias demagógicas, do tipo que se ouviu, repetida e frequentemente, durante a campanha eleitoral.

 

Verifica-se a opinião crítica mas construtiva, que exige distinção da mera oposição desgarrada, e nenhum sportinguista necessita de lições de bom sportinguismo por outros sportinguistas. Cada um deve agir de acordo com a sua consciência, sem nunca perder de vista que o que está acima de todos nós é o Sporting.

 

 

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publicado às 19:05

O «fascinante» princípio

Rui Gomes, em 24.03.13

 

Perante o resultado eleitoral, deveria agora escrever uma qualquer «declaração de desinteresse» para manifestar o meu respeito e a minha lealdade para com o novo presidente do Sporting. Como não sou hipócrita e não me escondo atrás de escritos finórios que só denotam a velhacaria do autor - a exemplo de outros - limito-me a reiterar, muito simplesmente, que muito embora Bruno de Carvalho seja o aparente novo presidente do meu clube, não é e nunca será o meu presidente, porque não me revejo na sua indecorosa conduta - a qualquer preço e por todos os meios ao alcance - para assegurar o poder que tanto o obceca.

 

Começo por ficar intrigado com as suas declarações inaugurais: «Chegámos aqui com o vosso apoio, o Sporting somos nós e eu sempre disse isso. A partir de agora mandamos nós. Para que toda a gente oiça, o Sporting é nosso outra vez.»

 

Qual é o significado destas suas palavras?... Que «nós» é somente aqueles que o apoiaram?... Que o Sporting na sua história centenária não tem pertencido a sportinguistas?... Ou que agora o poder caiu na rua e quem vai agora governar e mandar no Sporting é a falange militante que o tem vindo a apoiar, fanaticamente, desde 2011 ? Perguntas pertinentes, penso eu.

 

De qualquer modo, o novo lema aparenta ser a «união». Um sentimento e consideração severamente atraiçoados de há uns tempos a esta parte, pelo próprio, que sempre insistiu em nunca querer compreender os constantes apelos à união. Como agora serve um outro fim, o seu, é por de mais útil que a divisão entre sportinguistas, que foi por si e pelos seus provocada, se torne num terno abraço à causa comum.

 

E, por fim, uma questão que é deveras fascinante: os resultados anunciados são provisórios, uma vez que a totalidade dos votos por correspondência ainda não chegaram, no entanto, a eleição do novo presidente é dada como um facto consumado. Não, não pense o leitor que alimento falsas esperanças de um qualquer milagre à última da hora. Sou realista de mais para isso. Mas analisando o cenário, verifica-se o seguinte: boletins para o voto por correspondência foram enviados para 7,500 sócios e somente 1,500 foram recebidos até sexta-feira. Signifcando isto que, potencialmente, ainda poderão estar por chegar 6,000 boletins com um indeterminado número de votos. Atendendo ao elevado nível de abstenção, não é de prever que nem 3000 desses 6000 sejam devolvidos, mas se fossem, com uma média de apenas 3 votos por sócio, significaria 9,000 votos. A diferença entre Bruno de Carvalho e José Couceiro é precisamente 7,000 votos (45,327 e 38,327). Fascinante, não é ?

 

P.S. Sinto-me bastante «confortado» pela disponibilidade de Carlos Severino para ajudar este «novo» Sporting. Ele e Freitas Lobo, claro.

 

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publicado às 12:35

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