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A manchete do Correio da Manhã - fonte original da notícia - indica que o presidente do Sporting "abre guerra à Juve Leo". 

 

Mesmo confirmando-se as novas medidas, não me parece que seja tanto assim, mas talvez explique o pequeno incidente em Londres, em que Mustafá e uma dezena de elementos desta claque tenham abandonado a sede do Núcleo do Sporting de Londres após a chegada do presidente, ainda antes do jogo com o Arsenal.

 

Ao que consta, Frederico Varandas mudou as regras de financiamento das claques do Sporting, nomeadamente da principal, a Juve Leo, cortando com benesses que eram anualmente negociadas entre o anterior presidente, Bruno de Carvalho, e as chefias das claques – só a Juve chegava a embolsar 14 mil euros por cada jogo em casa, na venda de bilhetes concedidos pela direcção. De resto, o actual líder dos leões cortou com as viagens ao estrangeiro oferecidas a elementos das claques no avião da equipa principal.

Pelos vistos, a direcção de presidente destituído chegava a dar à Juve Leo cerca de 400 bilhetes (de 20 euros) por jogo em casa; e vendia-lhes outros 600 a metade do preço. Tudo revendido, permitia à chefia da claque amealhar dezenas de milhares de euros – algo que a gestão de Frederico Varandas está a pôr em causa. A relação do Clube com a claque deteriorou-se após a invasão a Alcochete.

 

Há quem argumente, não sem razão, que as medidas a tomar contra a Juve Leo deviam ser muitíssimo mais severas, não excluindo até a sua expulsão do Clube. O facto de "apenas" alguns elementos da claque terem participado no ataque à Academia, não é minimamente abonatório relativamente ao todo do grupo.

 

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publicado às 13:30

Ter ou não ter coragem, eis a questão

Naçao Valente, em 06.11.18

 

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Rei morto, rei posto, ou quase. O Presidente do Sporting, recentemente eleito, tem todo o direito de despedir treinadores, de acordo com as normas laborais. Entendo que foi um despedimento precoce, embora tivesse vindo a ser anunciado. A gratidão não é um acto unânime entre os humanos, mas é completamente desconhecido pela tribo do futebol. O que se passou com Peseiro é disso exemplo claro.

 

Pouco falador, o que nem sempre é mau, o Dr. Varandas vai mandando uns "bitaites" aqui e ali, mas de concreto de objectivo não diz nada. Sobre o despedimento, fixei duas frases: Peseiro "é um bom homem" e "tenho coragem". Nem uma, nem outra afirmação colam com a realidade.

 

Das duas uma, ou é um bom homem, e é tratado com respeito, ou é um biltre, e leva um pontapé no rabo, durante um sonho nocturno que se tornou real. Como Sousa Cintra, que despediu Robson, um treinador que poderia ter sido campeão,  numa viagem de avião, o Dr. Varandas despediu Peseiro, após um mau resultado numa taça de baixo gabarito. Pior, mandou-o despedir através de um mero director de serviço. E isso leva-nos à questão da coragem.

 

Será o Dr. Varandas um Homem corajoso? Se o é, e se pelo que consta, Peseiro nunca foi o seu treinador, porque não o disse na campanha eleitoral? Isso foi coragem ou estratégia eleitoral? 

 

Se Peseiro não era o seu técnico, porque não o despediu  após ter ganho as eleições? Estava a ver por onde paravam as modas, nomeadamente à espera que crescesse a vaga de fundo, na qual se respaldasse?

 

Se o Dr. Varandas queria despedir José Peseiro porque só o fez quando teve as costas bem quentes pelo ambiente irracional das bancadas?

 

A coragem demonstra-se em actos frontais. Decidir um despedimento, numa noite de um pesadelo tornado realidade, não é coragem. Pior, mandar despedir o treinador por um subordinado, não é coragem, tem outro nome, e faz lembrar tempos idos de má memória.. Coragem teve Peseiro, quando pegou num barco à deriva e o pôs a navegar mesmo com com altos e baixos. A frontalidade dificilmente vence a manhosice.

 

José Peseiro cometeu um erro capital. Cometeu o erro de colocar uma equipa com atletas de menor valia, sem competição, sem rotinas e sem entrosamento, como é natural, nos jogos de competições de segundo plano, para ter sempre, em boas condições, a equipa principal nos jogos importantes que se estão a disputar. Ao tomar esta opção, "entregou o ouro ao bandido", prejudicou-se a si próprio, mas favoreceu o Clube.

 

Passaram pelo Sporting depois da conquista do último campeonato dezoito treinadores. Caramba,  são todos maus? Parece-me que o problema está mais acima, umas vezes na falta de coragem, outras na coragem de fazer disparate, ou por decisão própria, ou por pressão de quem não pensa com a cabeça.

 

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publicado às 04:02

 

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"A Persistência da Memória" é uma extraordinária obra do excêntrico Salvador Dali. Terá o próprio afirmado que a fez enquanto a sua esposa foi ao teatro e a quando do seu regresso a casa, ele lhe perguntou se ela após ver a obra ainda se lembraria dela dali a 3 anos, ao que ela lhe terá respondido, que uma vez vista, ninguém jamais a conseguiria esquecer. 

 

Como qualquer grande obra, "A Persistência da Memória" possui diferentes interpretações consoante a pessoa que a está a ver, sendo no entanto mais ou menos generalizada a ideia que ela nos transmite um sentimento de "tempo que nos escorre por entre os dedos".

 

Tempo. Esse velho conhecido que pode ser o nosso melhor aliado, ou o pior inimigo.

 

A medição da passagem do tempo, uma invenção do homem moderno, tem servido o propósito de apoiar a evolução da humanidade, sendo que é possível ler na história dos Homens, uma crescente urgência na concretização de tarefas iguais. Esta urgência crescente tem evoluído à medida do desenvolvimento da tecnologia disponível, dai que tenha tido um crescimento exponencial no inicio do Sec. XX com a revolução industrial e agora novamente com a revolução tecnológica. O que antes era aceitável ser feito em 2 dias, agora não pode demorar mais de 2 horas. O que antes era aceitável ser feito em 2 horas, agora têm de ser imediato...

 

Toda esta evolução parece natural e necessária, pelo que é difícil percepcionar que dela advenham problemas. Afinal de contas, que mal pode vir ao mundo, a exigência de evoluir e fazer as tarefas cada vez mais instantâneas?

 

O problema é que esta urgência que atribuímos às tarefas, tendemos também a atribuir às decisões, e o ser humano, ao contrário da tecnologia, tem uma evolução lenta pelo que estamos a exigir uma rapidez que não se coaduna com as nossas capacidades e isso leva inevitavelmente ao erro.

 

Seja no trabalho, seja na vida pessoal, vivemos o imediato... exigimos o imediato... Se o patrão detecta um problema, exige resposta sem dar tempo a reflexões. Se o telemóvel toca, exige-se que se atenda ou que se responda. Se temos a necessidade de algo, compra-se, não se reflectindo nem procurando alternativas.

 

A urgência do tempo, imposta por nós e principalmente pelos outros, está a roubar-nos o pensamento e a reflexão... Está a obrigar-nos a cometer erros.

 

E o que tudo isto tem a ver com o Sporting?

 

TUDO!!!!

BdC, não tivesse ele sentido urgência em dar resposta a tudo e a todos, ainda hoje era Presidente. Não se tivesse ele sentido pressionado pela urgência do tempo, e não teria feito todos aqueles posts no Facebook, não teria comprado as guerras que comprou, não teria cometido os erros que cometeu... foi vencido pelo sentimento de urgência e a cada dia que passava as suas decisões eram cada vez mais imediatas, urgentes... erradas...

 

Quem ocupa posições de topo tem de perceber que a reflexão é sempre necessária. Tem de perceber que o ser humano não evoluiu à mesma velocidade que a tecnologia; que precisa de tempo para decidir.

 

Se a resposta é imediata, a probabilidade de errar é enorme. Um grandes gestor sabe disto e por maior que seja a pressão daqueles que o rodeiam, cabe a ele não ceder...

 

Todas as decisões precisam de Tempo... Grandes decisões precisam de muito Tempo.

 

Frederico Varandas (em quem não votei), até agora tem sabido gerir o seu tempo. É porventura o presidente do Sporting que mais tem sido pressionado pelo imediatismo e pela urgência. É igualmente o que menos tem cedido.

 

Felizmente tem-se mostrado à altura da posição que ocupa e tem ignorado essa pressão e mesmo quando figuras de peso como Ricciardi vieram exigir o imediato ele soube responder com a necessidade do Tempo.

 

Ricciardi mostrou uma vez mais que não passa de um incompetente que teve a sorte de nascer num berço de ouro.

 

O Sporting possui demasiados problemas para que as decisões não sejam ponderadas... Todas as decisões exigem reflexão, pois o espaço para tomar decisões erradas é cada vez menor. É isto que poucos Sportinguistas compreendem.

 

O "sangue na guelra" tem de estar no estádio ou nos pavilhões durante os tempos de jogo, não pode, não deve, estar nos gabinetes onde se tomam decisões.

 

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publicado às 12:00

 

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Frederico Varanas e João Benedito são os dois candidatos à presidência do Sporting que reúnem mais consenso entre os sócios. A conclusão é de um estudo de opinião publicado esta quinta-feira pelo jornal "A Bola".

 

De acordo com a sondagem realizada, Frederico Varandas reúne 35,4% das preferências e João Benedito 28,4%. O gestor e antigo guarda-redes de futsal, está ainda assim a sete pontos de distância do ex-director clínico dos leões.

 

Os restantes cinco candidatos estão a larga distância: José Maria Ricciardi com 5,3%, Dias Ferreira 2,8%, Pedro Madeira Rodrigues 1,3%, Fernando Tavares Pereira 0,9% e Rui Jorge Rego 0,3%.

 

O estudo da Intercampus para o jornal resulta de entrevistas a 615 sócios leoninos nas imediações do Estádio José Alvalade. Dos 490 sócios que afirmaram que vão marcar presença no ato eleitoral de 8 de Setembro., 91 confessaram ainda estar indecisos sobre o candidato que vão escolher.

 

A recolha de dados foi feita a 18 de Agosto, antes da realização do jogo Sporting - Vitória de Setúbal. A margem de erro máximo da sondagem é de aproximadamente 3,95 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. A taxa de resposta foi de 60%.

 

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publicado às 12:00

Com ou sem vouchers ?

Rui Gomes, em 01.08.18

 

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publicado às 03:47

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